<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346</id><updated>2011-11-27T22:01:44.845-02:00</updated><category term='seguro'/><category term='debêntures'/><category term='aluguel'/><category term='automóvel'/><category term='taxa de administração'/><category term='renda fixa'/><category term='bndes'/><category term='consórcio'/><category term='Previdência Privada'/><category term='financiamento'/><category term='custo'/><category term='Poupança'/><category term='carro'/><category term='ações'/><category term='imposto de renda'/><category term='PGBL'/><category term='herança'/><category term='imóvel'/><category term='IPVA'/><category term='controle'/><category term='renda variável'/><category term='juros'/><category term='empresa falida'/><category term='faculdade'/><category term='gastos'/><category term='bovespa'/><category term='dívidas'/><category term='orçamento'/><category term='investimento'/><category term='fundo de renda fixa'/><category term='independência finaceira'/><title type='text'>Economia no Cotidiano</title><subtitle type='html'>Este blog foi feito para partilhar minha experiência pessoal e o material aqui publicado não deve ser interpretado como sugestão de investimento ou como uma oferta de compra e venda de qualquer título de valor mobiliário ou outro produto financeiro</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>785</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-1527583866369023499</id><published>2011-06-10T08:32:00.000-03:00</published><updated>2011-06-10T08:33:23.844-03:00</updated><title type='text'>Ofensiva dos CDBs</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; font-family: verdana;"&gt;Valor Econômico &lt;br /&gt;10/06/2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luciana Monteiro | De São Paulo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;O investidor de varejo vem sendo bombardeado por propagandas de bancos, especialmente dos menores, oferecendo Certificados de Depósitos Bancários (CDBs) com taxas para lá de atrativas. A ofensiva ocorre num momento em que as pequenas instituições disputam mercado com as grandes, aumentando o volume dessas operações. Em maio, os CDBs captaram líquidos R$ 15,033 bilhões - o segundo melhor mês do ano, perdendo apenas para os R$ 19,672 bilhões de março. Em 2011, até maio, os CDBs captam R$ 38,621 bilhões.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Para quem está disposto a manter o dinheiro por mais tempo, como três ou quatro anos, e um valor mais alto, é possível encontrar CDBs de bancos de primeira linha com taxas que podem chegar a 102% do Certificado de Depósito Interfinanceiro (CDI, o juro interbancário que serve de referencial para as aplicações mais conservadoras). Pela atual taxa de juros, de 12,25% ao ano, isso equivale a um retorno de 12,49% anuais. Já nos menores, a remuneração atinge até 110% do CDI, ou 13,47% ao ano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Os CDBs podem ser mais atrativos que os fundos, que cobram taxa de administração e reduzem o ganho em relação ao CDI. Podem ser mais interessantes, em alguns casos, que os títulos do Tesouro Direto, em que o investidor tem de pagar as taxas de corretagem e custódia para a bolsa. Mas é preciso ressaltar que o risco dos CDBs também é maior, já que representam uma dívida do banco.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;A novidade é que essas taxas acima do CDI estão mais próximas do pequeno investidor graças ao esforço dos bancos de menor porte. O cuidado é apenas observar o risco de crédito, ou seja, a saúde financeira do banco, nos casos em que o valor supere o protegido pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que é de R$ 70 mil por CPF. O investidor pode até formar uma carteira de vários CDBs de bancos menores dentro do limite de garantia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Entre os que entraram na disputa pelos investidores pessoa física estão Sofisa e Ficsa, que lançaram programas de venda de CDBs pela internet. No caso do primeiro, por meio do Sofisa Direto, o investidor pode obter taxa de 110% do CDI nos CDBs de três anos, com liquidez apenas no vencimento. O retorno oferecido é o mesmo para qualquer valor investido, de R$ 1 a R$ 1 milhão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Já no caso do Ficsa, a plataforma on-line batizada de CDB Direto recebe aplicações entre R$ 200,00 e R$ 70 mil. "Quando se fala do investidor de pequenas aplicações, as pessoas querem ter certeza de que seu patrimônio estará protegido e seguro", diz Sandro Tordin, executivo do Ficsa. Por isso, o banco limitou as aplicações a R$ 70 mil&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;O sistema financeiro tem se mostrado sólido e montar um portfólio com vários CDBs, mesmo de instituições menores, se mostra interessante, desde que os limites se restrinjam ao garantido pelo FGC, avalia Mauro Calil, professor do Centro de Educação e Formação de Patrimônio Calil &amp;amp; Calil. "Mas o melhor é que o investidor aplique até R$ 60 mil em cada um deles, para a garantia cobrir também os juros", diz. "Aplicar R$ 70 mil é correr um risco à toa já que, em caso de quebra do banco, o cliente terá de volta somente o principal investido."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;A estratégia de marketing das instituições menores é oferecer a mesma taxa de retorno para os pequenos ou grandes investidores. Mas vale lembrar que os bancos menores estão num momento em que precisam captar recursos para emprestar, enquanto o Banco Central adota medidas para conter o nível de crédito a fim de conter a escalada da inflação. Portanto, para quem pensar em ir além da garantia, pode haver um risco imponderável que o investidor deve levar em conta em troca de uma rentabilidade levemente acima do CDI.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Há também a necessidade desses bancos, a partir do ano que vem, de reduzir os volumes de Depósitos a Prazo com Garantia Especial (DPGE), que são cobertos até R$ 20 milhões. Criar uma base pulverizada de investidores usando o FGC pode ser uma alternativa para os pequenos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Entre os grandes bancos, a principal estratégia está centrada nos CDBs com retornos progressivos, cuja remuneração aumenta conforme o prazo. Quando o investidor não sabe se vai precisar do dinheiro, o CDB tradicional é mais vantajoso, pois não se perde liquidez, diz Edson Franco, superintendente-executivo de Investimentos do Santander. Já para os que podem deixar o dinheiro investido por um tempo mais longo, os papéis com rendimento progressivo são mais indicados, avalia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;No Santander, aplicações entre R$ 1 mil e R$ 30 mil podem conseguir até 100% do CDI se permanecerem pelo menos três anos no CDB Recompensa Fácil. Entre R$ 30 mil e R$ 250 mil, a taxa chega a 101% do CDI e, acima de R$ 250 mil, 102% do referencial, ambos para prazos superiores a dois anos. Vale lembrar que esses retornos podem variar, conforme o volume já aplicado pelo cliente no banco. De acordo com Franco, entre janeiro e maio deste ano, o Santander já captou R$ 889 milhões em CDBs, valor bem acima dos R$ 139 milhões registrados no mesmo período do ano passado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;O aumento da massa salarial e ascensão das classes D e E estão trazendo novos investidores ao mercado, diz Osvaldo do Nascimento, diretor-executivo de produtos de investimento e previdência do Itaú. No CDB progressivo do banco, batizado de Plus, as taxas podem chegar a até 103,5% do CDI para os volumes maiores e para prazos acima de três anos. Para quantias menores, de R$ 1 mil, o máximo é 99% do CDI. Outra opção é a operação compromissada, semelhante ao CDB, que paga um pouco mais, mas não tem garantia do FGC.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Com o aumento da taxa básica de juros (Selic), os CDBs vêm atraindo os investidores com perfil mais conservador, conta Marcos Daré, diretor do departamento de investimentos do Bradesco. No CDB Fidelidade, com R$ 1 mil, é possível obter taxas de 100% do CDI após dois anos. Com mais de R$ 50 mil, a taxa vai para 101% do CDI e, acima de R$ 500 mil, 102% do CDI. "É uma aplicação que privilegia quem permanece por mais tempo."&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-1527583866369023499?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/1527583866369023499/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=1527583866369023499' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/1527583866369023499'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/1527583866369023499'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2011/06/ofensiva-dos-cdbs.html' title='Ofensiva dos CDBs'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-2359173121625411843</id><published>2011-06-10T08:26:00.000-03:00</published><updated>2011-06-10T08:27:10.983-03:00</updated><title type='text'>Cresce apelo de títulos prefixados</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; font-family: verdana;"&gt;Valor Econômico&lt;br /&gt;10/06/2011&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Renda fixa: Investidor aposta em aperto e reduz demanda por papéis indexados à inflação&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Lucinda Pinto | De São Paulo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;A preocupação com a inflação, que vinha pautando os negócios de renda fixa este ano, perdeu força nas últimas semanas e mudou o tipo do apetite do investidor por títulos públicos. Em vez das NTN-Bs, papéis atrelados ao IPCA, considerados uma forma de proteção em tempos de preços em alta, o foco do mercado agora são os papéis prefixados, como LTNs e NTN-Fs, que ganham atratividade quando o mercado acredita que a inflação controlada abrirá espaço para a queda da taxa Selic no futuro.Como consequência, a inflação que os títulos públicos projetam começou a cair com força. Na terça-feira passada, a NTN-B com vencimento em 2012, por exemplo, tinha uma taxa de inflação implícita (diferença entre a rentabilidade do papel indexado ao IPCA e a taxa prefixada de prazo equivalente) de 5,09%. Um mês atrás, essa taxa era de 5,86% e, em 6 de abril, no auge da preocupação com a disposição do BC em subir os juros para fazer frente à piora da inflação corrente e esperada, chegou a 6,25%.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;O que está por trás desse movimento, segundo especialistas, é uma mudança no cenário traçado pelo mercado para o rumo da inflação, provocada por um conjunto de fatores: a percepção de que o BC será mais firme no processo de aperto monetário; o alívio, em meados de maio, dos preços das commodities; e os sinais de desaceleração da economia local e de fraqueza persistente da atividade no exterior. "A indicação deixada pelo Copom, de que haverá pelo menos mais um aumento da taxa Selic na próxima reunião, reforça a leitura de que a hora é de apostar na desaceleração da inflação", afirma o sócio tesoureiro do Banco Modal, Luiz Eduardo Portella.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;De fato, o leilão de títulos prefixados, realizado ontem pelo Tesouro Nacional, mostrou uma grande demanda pelos papéis. Foi vendido um total de 8,250 milhões de LTNs, distribuídos entre três vencimentos. O grande apetite se traduziu em taxas mais baixas pagas pelo Tesouro. O papel com vencimento em 2013, o maior lote da oferta de ontem, saiu com taxa média de 12,62%, ante 12,55% no leilão da semana anterior. A expectativa dos especialistas é que, nos próximos leilões, o Tesouro continue "agressivo" na colocação desses títulos, aproveitando o bom momento do mercado para antecipar a rolagem do vencimento de cerca de R$ 100 bilhões, do dia 1º de julho (R$ 84 bilhões em LTNs e cerca de R$ 15 bilhões em cupom de NTN-Fs).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;O desenho do cenário para a inflação começou a mudar em maio, quando os preços das commodities tiveram uma queda abrupta. Até então, havia uma grande preocupação com a possibilidade de a alta das matérias-primas no exterior contagiar outros preços e alimentar um processo inflacionário de longo prazo. Ao mesmo tempo, o álcool combustível, fonte de pressão sobre os preços nos primeiros meses do ano, recuou, garantindo queda também no preço da gasolina. Esse ajuste deu força ao alívio da inflação, já esperado para o segundo trimestre. E foi um dos principais motivos para o recuo da inflação medida pelo IPCA para 0,47% em maio, ante 0,77% em abril.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Os sinais de fraqueza da atividade econômica, aqui e no exterior, ajudam a compor o cenário favorável. Foi emblemático o resultado da produção industrial de abril, divulgado pelo IBGE no dia 31 de maio. Houve queda de 2,1% em abril ante março, enquanto as expectativas eram de uma taxa próxima à estabilidade. Embora seja um dado defasado, a surpresa que ele causou levou muitos economistas a rever suas projeções para o desempenho da atividade no ano. E, com isso, o mercado passou a considerar que a demanda pode se retrair com mais força, reduzindo a pressão sobre os preços.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Por fim, um elemento fundamental para a correção de rota das projeções de inflação, principalmente para o longo prazo, foi a mudança, em abril, do discurso do BC em relação à política monetária. A estratégia adotada até então, de dar um peso maior às chamadas medidas macroprudenciais no combate à inflação, havia sido lida pelo mercado como uma postura mais "frouxa" por parte do BC. E contribuiu para a piora das expectativas de inflação. Mas, quando o BC afirmou, em abril, que o ajuste monetário no país se daria por um "período suficientemente prolongado", o mercado entendeu que o aperto monetário poderia durar mais tempo do que o previsto, ainda que com doses menores, de 0,25 ponto percentual - mensagem confirmada na reunião dessa semana. A aposta é que, se o BC for rigoroso no combate à inflação agora, colherá índices mais baixos lá na frente, o que abrirá espaço para queda futura da taxa Selic.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-2359173121625411843?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/2359173121625411843/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=2359173121625411843' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/2359173121625411843'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/2359173121625411843'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2011/06/cresce-apelo-de-titulos-prefixados.html' title='Cresce apelo de títulos prefixados'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-6318381834306047984</id><published>2011-06-09T07:40:00.000-03:00</published><updated>2011-06-09T07:41:53.808-03:00</updated><title type='text'>Rentabilidade de CDBs e fundos DIs vai melhorar</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; font-family: verdana;"&gt;O Globo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: verdana;"&gt;9/6/2011&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Efeito em empréstimo bancário e crediário será pequeno&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;RIO e SÃO PAULO. O quarto aumento consecutivo da Taxa Selic este ano vai melhorar a rentabilidade de aplicações como Certificados de Depósito Bancário (CDBs) e fundos DI (pós-fixados), que se tornam cada vez mais atraentes frente à caderneta de poupança. Levantamento do site www.comdinheiro.com.br mostra que o ganho de um fundo DI sobe dos atuais 9,80% para 10,05% ao ano, considerando a antiga e a nova Selic (12% e 12,25% ao ano, respectivamente). Os percentuais já descontam uma taxa de administração de 2% anuais, mas são anteriores à dedução do Imposto de Renda (IR), que varia de 22,5% a 15%, conforme o tempo da aplicação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Nos CDBs - que pagam um percentual do CDI (Certificado de Depósito Interfinanceiro), que acompanha a Selic - uma aplicação de mil reais em um banco de primeira linha (que pague 85% do CDI) geraria ganho de R$81,70 ao fim de um ano com a Selic a 12%. A 12,25% ao ano, esse ganho atinge R$85,15. Na poupança, o mesmo valor teria um ganho de R$74,48. O professor Rafael Paschoarelli Veiga, professor da FEA/USP e responsável pelo site, diz que a poupança fica cada vez "mais feia" em relação a outras aplicações.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Já sobre os juros dos empréstimos bancários e do crediário, o efeito da alta da Selic será muito pequeno. Segundo a Anefac, os financiamentos oferecidos pelo varejo subirão de 5,73% mensais (95,15% ao ano) para 5,75% (95,6%), alta de 0,35%. No cheque especial, a taxa média deve avançar apenas 0,25%, de 8,12% ao mês (155,2% anuais) para 8,14% (155,76%). A alta será maior no CDC dos bancos: 0,83%. A taxa média passará de 2,42% mensais (33,23% ao ano) para 2,44% (33,55%). A taxa dos empréstimos pessoais subirá de 4,75% mensais (74,52% ao ano) para 4,77% (74,92%), elevação de 0,42%. Já nos cartões de crédito haverá um incremento de 0,19%, de 10,69% ao mês (238,3% anuais) para 10,71% (239,03%). (Bruno Villas Bôas e Ronaldo D"Ercole)&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-6318381834306047984?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/6318381834306047984/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=6318381834306047984' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/6318381834306047984'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/6318381834306047984'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2011/06/rentabilidade-de-cdbs-e-fundos-dis-vai.html' title='Rentabilidade de CDBs e fundos DIs vai melhorar'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-380162257992441062</id><published>2011-05-30T08:08:00.001-03:00</published><updated>2011-05-30T08:08:51.800-03:00</updated><title type='text'>Idoso investe aposentadoria e eleva renda</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; font-family: verdana;"&gt;Folha de São Paulo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: verdana;"&gt;30/05/2011&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Aposentado segue na ativa e aplica o benefício recebido do INSS para complementar rendimento na velhice&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Um em cada três aposentados continua na ativa e recebem R$ 977,55, em média; fator reduz os valores&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;PAULO MUZZOLON&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;EDITOR-ASSISTENTE DE MERCADO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Devido ao baixo valor da aposentadoria, muitos brasileiros optam por continuar trabalhando após receber o benefício.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Como a aposentadoria é concedida em plena idade produtiva, quem segue na ativa pode aproveitar para aplicar o dinheiro para usufrui-lo apenas quando realmente parar de trabalhar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Dados da Previdência de 2007 mostram que a idade média na concessão da aposentadoria por tempo de contribuição é de 54,3 anos, no caso dos homens, e 51,4 anos, no caso das mulheres.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Como a aposentadoria não rompe o contrato de trabalho, esses segurados não correm o risco de perderem direitos como, por exemplo, multa em caso de rescisão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Há, no país, 15,76 milhões de aposentados, aponta a Previdência. O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) calcula -dados de 2009-que 5,1 milhões de aposentados estão na ativa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Hoje, um em cada três aposentados continua na ativa e recebendo um benefício médio de R$ 977,55, considerando apenas os dos centros urbanos, segundo o Ministério da Previdência Social.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;CORTE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Quem pede o benefício muito cedo sofre um corte brusco no valor a ser recebido devido ao fator previdenciário. Aos 51 (mulher) e 54 (homem) anos de idade, o benefício não chega a 70% da média salarial do trabalhador, que por sua vez é limitada ao teto de R$ 3.689,66.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Porém, mesmo quem sempre contribuiu pelo valor máximo permitido pelas regras atuais não terá essa média salarial, mas de R$ 3.369,77, segundo a Conde Consultoria Atuarial, devido à correção monetária aplicada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;"Trabalhadores de todas as faixas de renda têm dificuldade em entender o cálculo da aposentadoria e só descobrem o valor baixo que irão receber na hora da concessão", diz a advogada previdenciária Marta Gueller, do escritório Gueller e Portanova Sociedade de Advogados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Se um homem que sempre contribuiu pelo teto se aposentar aos 55 anos de idade e 35 de contribuição, terá um benefício de R$ 2.425,52.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;INVESTIMENTO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Aplicado na poupança, em sete anos esse dinheiro poderá acumular R$ 261.688, aponta William Eid Junior, professor do Centro de Estudos em Finanças da Fundação Getulio Vargas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;O rendimento mensal desse valor é de R$ 863,57. Se optar por poupar o dinheiro da aposentadoria por dez anos, o rendimento, após esse período, será de R$ 1.383,34.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;"A aplicação em renda fixa é melhor para quem não pode correr riscos. E como o investimento mensal é pequeno, o CDB pode não valer a pena, porque essa aplicação tem desconto do Imposto de Renda, ao contrário da poupança", diz o professor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Para quem não vai depender desse dinheiro no futuro e não tem receio de procurar rendimentos maiores, outras aplicações, como a Bolsa de Valores, podem valer a pena.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Como a aposentadoria permite o saque do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), esse dinheiro pode ser usado para engordar essa aplicação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Outra opção é investir em imóveis, como fez o técnico em eletrônica Laercio Ramos de Andrade, 61. Quando pediu a aposentadoria, em 1994, aproveitou o dinheiro do Fundo de Garantia para comprar um terreno. "Como continuei trabalhando, usei o dinheiro da aposentadoria para construir duas casas no terreno", afirma.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Os imóveis ficaram prontos em 1998. "Hoje os aluguéis ajudam para complementar a renda", diz.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-380162257992441062?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/380162257992441062/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=380162257992441062' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/380162257992441062'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/380162257992441062'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2011/05/idoso-investe-aposentadoria-e-eleva.html' title='Idoso investe aposentadoria e eleva renda'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-2171761764493184702</id><published>2011-05-23T07:51:00.000-03:00</published><updated>2011-05-23T07:52:21.575-03:00</updated><title type='text'>Quanto vale seu dinheiro?</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; font-family: verdana;"&gt;Folha de São Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23/05/2011&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Gustavo Cerbasi&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Corte dos seus planos de compra o prazer que dura pouco e tira a oportunidade de consumo mais produtivo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;HÁ DOIS MESES, estive em Lisboa para o lançamento de mais um livro meu em Portugal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Na época, não haviam eclodido ainda os mais graves sinais da crise econômica, como o rebaixamento da nota de risco do país e o pedido de socorro à União Europeia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Porém, o país já dava claros sinais da dificuldade de recuperação, incluindo desemprego e inflação em alta e esperança em baixa. Enquanto no Brasil nos referíamos à crise "de" 2008, em Portugal o termo usado era a crise "desde" 2008.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Em meio ao desânimo generalizado, demonstrei minha preocupação a meus editores, questionando se seria interessante, para eles, lançar novos títulos em um momento tão ruim do mercado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Supunha que os trabalhadores portugueses tinham menos dinheiro no bolso para consumir qualquer coisa, incluindo livros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Para minha surpresa, a resposta foi enfaticamente contrária às minhas suposições. Segundo meus editores, a crise que impunha mudanças até nos hábitos alimentares dos portugueses pouco influenciava o mercado de livros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Acreditando que havia tropeçado em alguma diferença linguística entre os países, reformulei a pergunta com outras palavras, e recebi a confirmação estarrecedora: os portugueses realmente não abrem mão do consumo de livros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Precisei de alguns minutos para digerir a informação, e a explicação foi admirável. Segundo meus editores, a compra de livros não tem exatamente a ver com a preocupação com educação ou com a flexibilidade de novos formatos de leitura.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Para os portugueses, assim como para a maioria dos europeus, leitura é lazer. Cinema, teatro, viagens, comer fora, práticas esportivas e jogos também são lazer, mas a procura por essas práticas havia caído drasticamente com a crise portuguesa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;O argumento para a sustentação na venda de livros era o de que o lazer obtido com um livro era barato, durava vários dias, podia ser repassado para toda a família e, ainda, doado a famílias com poder de consumo mais oprimido.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Em suma, o que sustentava o comércio livreiro em um país em crise era a durabilidade do prazer ou do benefício obtidos com esse tipo de produto. Nada traduz melhor o conceito de qualidade de consumo do que a ideia de obter do dinheiro um benefício mais duradouro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Quando compramos um carro, levamos em consideração o benefício de contar com transporte por um longo período. Mas, ao comprar um carro com design diferenciado, maior potência e apetrechos tecnológicos, corremos o risco de desembolsar muito mais por benefícios apenas eventuais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Só desfrutamos do design em situações sociais em que a imagem do carro seja associada à nossa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;O benefício da maior potência será tão frequente quanto forem nossas viagens. Os apetrechos tendem a cair em desuso, se não forem realmente funcionais. Comprar um carro popular e bem equipado tende a ser, na maioria dos casos, um consumo de mais qualidade do que comprar um carrão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Quanto mais benefícios obtemos do nosso dinheiro, menos impulsos de consumo temos. O consumismo está diretamente relacionado à incapacidade de obter prazer duradouro nas compras, como uma droga que gera dependência. Por isso, a velha ideia de refletir antes de uma compra continua sendo uma das mais importantes ferramentas não só de consumo mas também de sobrevivência de nosso minguado saldo no banco.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Você quer mesmo aquilo que pensa em comprar? Ou é apenas um estímulo vindo de um vendedor habilidoso? Se quer, você precisa do que vai comprar? Se não lhe trouxer utilidade duradoura, esqueça. Há uso mais inteligente para seu dinheiro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Se você quer e precisa, pergunte-se: você pode comprar?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Essa resposta só será obtida se você fizer a lição de casa antes de ir às compras. Não saia antes de checar o saldo na conta, a fatura do cartão e o orçamento doméstico.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Prazer que dura pouco e tira a oportunidade de consumos mais produtivos é justamente o que deve ser cortado de seus planos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;GUSTAVO CERBASI é autor de "Casais Inteligentes Enriquecem Juntos" (ed. Gente) e "Investimentos Inteligentes" (Thomas Nelson). &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-2171761764493184702?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/2171761764493184702/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=2171761764493184702' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/2171761764493184702'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/2171761764493184702'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2011/05/quanto-vale-seu-dinheiro.html' title='Quanto vale seu dinheiro?'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-8683969468061620103</id><published>2011-05-09T09:00:00.000-03:00</published><updated>2011-05-09T09:01:15.086-03:00</updated><title type='text'>Inflação em alta engole rendimento de poupador</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; font-family: verdana;"&gt;Correio Braziliense&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;09/05/2011&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Poupança rende de 0,55% a 0,68% ao mês, conforme o dia do aniversário, e continua batendo vários fundos de renda fixa. Com elevação do custo de vida, saída é acompanhar os investimentos e comparar o ganho líquido das diversas opções oferecidas pelos bancos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Ana D"angelo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Victor Martins&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Nem mesmo a alta da taxa básica de juros da economia, a taxa Selic, desbancou a caderneta de poupança entre as melhores aplicações financeiras neste ano. O investimento preferido do brasileiro está rendendo entre 0,55% e 0,67% ao mês, acima da rentabilidade líquida de vedetes do mercado, como diversos fundos de renda fixa DI para valores de aplicação mais baixos, em torno de R$ 100 a R$ 5.000. A má notícia é que, a exemplo do ano passado, quase todas as aplicações estão perdendo para a inflação nos primeiros quatro meses do ano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;O “surto inflacionário” que atingiu a economia brasileira, como denominou o ministro da Fazenda, Guido Mantega, está engolindo a rentabilidade de quase todos os investimentos de renda fixa. A caderneta de poupança, com aniversário no dia 1º, totalizou ganho de 2,3% nos quatro primeiros meses do ano. Bem abaixo da inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), calculado pelo IBGE, que acumula 3,23% de alta no ano. A estimativa para o INPC, também do IBGE, deve ficar em 2,9% de janeiro a abril.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;A maior parte dos fundos de renda fixa dos bancos, mesmos os chamados fundos DI (atrelado à taxa Selic), rendeu entre 2% e 3,65% brutos de janeiro a abril, dependendo da instituição e da característica do fundo. Como essas aplicações pagam Imposto de Renda entre 22,5% (prazo de até seis meses) e 15% (se ficar aplicado por mais de dois anos), o rendimento míngua para algo em torno de 1,6% e 2,9%. Em abril, tiveram ganho líquido em torno de 0,58% e 0,60%, conforme pesquisa feita nos sites do Bradesco, Santander, Caixa e Banco do Brasil. Tal rentabilidade faz com que vários desses fundos estejam atrás também da poupança.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Só os grandes fundos, aqueles que exigem depósitos maiores, de R$ 20 mil para cima, ainda estão oferecendo ganho líquido igual ou pouco maior que a inflação. Mesmo assim, porque destinam parte dos recursos para o mercado de derivativos, de mais risco, como de commodities.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Nesse cenário de inflação em alta e aumento da Selic, o diretor da corretora Easynvest, Amerson Magalhães, aconselha concentrar os investimentos nos chamados fundos DI pós-fixados, ou seja, atrelados à variação do CDI (Certificado de Depósito Interbancário). “A Selic vai subindo, a rentabilidade também vai acompanhando”, afirma ele. É a saída para o poupador conseguir ganhar pelo menos igual à inflação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;“No quadro atual, a mais prejudicada é a poupança, que tem rentabilidade fixa”, diz ele, referindo-se aos 6% de rentabilidade ao ano, ou 0,5% ao mês, embora receba também a variação da TR (Taxa Referencial de Juros), que tem ficado entre 0,04% e 0,17% ao mês, menos de 1% ao ano. Segundo ele, com o aumento das taxas de juros, os fundos de renda fixa prefixados também sofrem, pois têm o rendimento calculado sobre uma taxa de juros anterior.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Magalhães alerta, no entanto, que o investimento mais interessante hoje é o Tesouro Direto, que é a compra de títulos públicos online pelo site da Secretaria do Tesouro Nacional, em especial daqueles atrelados à inflação, IPCA ou IGP-M (leia mais nesta página).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;A economista Camila Beraldo, 30 anos, manteve suas economias na poupança desde a queda da Selic, em meados de 2009, mas agora está revendo a estratégia. “Investir diretamente nos títulos públicos, no Tesouro Direto, é mais garantido atualmente”, acredita ela.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;A superintendente de investimentos do Santander, Sinara Polycarpo, recomenda também as aplicações pós-fixadas e que acompanham a taxa Selic. Ela considera a aplicação em CDB-DI uma excelente opção. “Garante um percentual da Selic e, dependendo do tempo que o dinheiro ficar aplicado, o cliente pode conseguir uma taxa ainda melhor”, observa. Em geral, os fundos DI que pagam mais exigem valores iniciais e novas aplicações maiores, a partir dos R$ 10.000.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Os CDBs estão entre as melhores aplicações, assegurando rendimento melhor — um percentual do CDI, que vai de 80% a 95%, conforme o tempo de aplicação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;IPCA e INPC&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;O índice reflete o custo de vida de famílias com renda mensal de 1 a 40 salários mínimos (R$ 21.800), residentes nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Salvador, Recife, Fortaleza e Belém, além do Distrito Federal e do município de Goiânia. Já o INPC reflete a variação de preços de produtos e serviços consumidos por famílias desses municípios e DF até oito salários mínimos (R$ 4.360).&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-8683969468061620103?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/8683969468061620103/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=8683969468061620103' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/8683969468061620103'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/8683969468061620103'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2011/05/inflacao-em-alta-engole-rendimento-de.html' title='Inflação em alta engole rendimento de poupador'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-8419277553000555561</id><published>2011-05-06T09:03:00.001-03:00</published><updated>2011-05-06T09:03:13.754-03:00</updated><title type='text'>Bolsa? Volto amanhã</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.valoronline.com.br"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;img border="0" src="http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/midia/imagens/valor-0x.jpg" /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;    &lt;br /&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;06/05/2011&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;img src="http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Interface/Imagens/Corpo/Pixel.jpg" width="100%" height="2" /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Alessandra Bellotto | De São Paulo&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Abolsa de valores não está preparada para acolher o investidor iniciante. É o que mostra uma experiência com dez candidatos a investidor realizada pela empresa de planejamento estratégico de marca CO.R Inovação, a pedido da BM&amp;amp;FBovespa. Cada pessoa do grupo - formado por homens e mulheres de 25 a 35 anos das classes A e B - recebeu R$ 500 para um &amp;quot;test-drive&amp;quot; na bolsa. Com tantos tropeços pelo caminho, todos teriam desistido de estrear no mercado se não estivessem participando da pesquisa, diz a diretora de projetos da CO.R, Nathalia Souza. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;A iniciativa, que tinha como objetivo converter aspirantes em investidores, foi realizada no fim do ano passado e apontou falhas que podem estar atrasando o crescimento do número de pessoas físicas na bolsa no ritmo esperado. Só nos primeiros quatro meses deste ano, 6,9 mil investidores deixaram o mercado - em abril, o número de contas de pessoas físicas caiu para 596.571. Uma ressalva: o ambiente atual, de bolsa em baixa, inflação pressionada juro em alta e crise internacional, não está favorável para a aplicação em ações. &amp;quot;Esses últimos quatro meses não ajudaram&amp;quot;, destaca o diretor-presidente da BM&amp;amp;FBovespa, Edemir Pinto. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Mas ele também acredita que faz parte do trabalho de educação da bolsa mostrar para as pessoas que essa é a dinâmica do investimento em ações. E reconhece que há um desafio enorme para vencer as barreiras que têm afugentado, especialmente, os decididos a experimentar a bolsa, conforme apontou a pesquisa, e colocado a meta da bolsa de alcançar a marca de 5 milhões de investidores pessoas físicas até o início de 2015 mais distante. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;O projeto liderado pela CO.R Inovação teve duas fases. Na primeira, o objetivo foi identificar o estilo de vida do público potencial, sua relação com o dinheiro, perfil e valores. Já nesse momento, alguns obstáculos foram detectados. Entre eles, conta Nathalia, percebeu-se que a bolsa não é lembrada quando se fala em investimento e está envolta em mitos, ao ser associada a um mercado para grandes investidores ou especialistas. Também se notou falta de conhecimento sobre como iniciar um investimento em ações, e foi isso que levou à segunda fase do projeto: o de acompanhar dez aspirantes a investidor na sua &amp;quot;conversão&amp;quot;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Uma vez selecionado o grupo, cada um dos participantes recebeu a missão de investir R$ 500 na bolsa. A opção por um valor inicial baixo para aplicação, explica Nathalia, teve como objetivo deixar os desafios ainda mais latentes. Em seguida, foram definidos cinco passos. No primeiro, o aspirante tinha de garimpar informações sobre como investir. A maioria recorreu ao sistema de busca Google, sem sucesso. Além de o site da BM&amp;amp;FBovespa não aparecer nos resultados da pesquisa, outra constatação desse potencial investidor foi que as corretoras indicadas usavam uma linguagem específica do mercado, nada amigável ao iniciante. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Também nesse momento, descobriu-se que, para operar na bolsa, é preciso de um intermediário. &amp;quot;Eles não sabiam que existia corretora, nem ligada à banco, o que provocou uma certa insegurança&amp;quot;, afirma Nathalia. O segundo passo do processo de conversão era justamente entender o papel do intermediário para poder fazer a escolha. A experiência, mais uma vez, frustrou os potenciais investidores, postergando o investimento. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Segundo Nathalia, o estudo deixou o candidato a investidor com o sentimento de que a corretora é um pedágio, uma instituição para executar as ordens, e não para facilitar a vida do cliente. Além de colocar barreiras como investimento mínimo, as instituições mostraram que não estão preparadas para acolher o estreante, que sente falta da relação humana, de alguém para tirar dúvidas. O investidor iniciante, ressalta a diretora, não olha se a corretora tem o melhor preço, tecnologia avançada, equipe de análise premiada, distribuição de relatórios. &amp;quot;Ele quer a melhor orientação, de um jeito simples e claro, a um custo compatível&amp;quot;, diz. E até está disposto a perder dinheiro nesse primeiro momento em troca da aprendizagem. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;No banco, compara a executiva, há sempre um gerente para socorrer o cliente. E foi para essa fonte, diga-se de passagem, que boa parte dos participantes da pesquisa recorreu na busca por informações, obtendo como resposta a sugestão de investir em um fundo de ações, sob o argumento da gestão profissionalizada. &amp;quot;O gerente do banco, muitas vezes, acaba tirando a possibilidade de o cliente migrar para a corretora&amp;quot;, destaca.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Outro obstáculo enfrentado no processo de investimento foi na hora de escolher as ações. As corretoras, em geral, trabalham com carteiras recomendadas, que incluem sugestões de alguns papéis. Mas o candidato a investidor percebeu que o valor inicial que tinha para aplicar não era suficiente para replicar a aplicação sugerida. Nem mesmo para comprar um lote de ações. E aí mais uma decepção: com R$ 500 só dava para operar no mercado fracionário, o que levou esse potencial investidor a acreditar que a bolsa, de fato, é para gigantes. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Como esse aspirante a investidor sempre ouviu dizer que diversificar é fundamental, a estreia na bolsa foi feita com baixa convicção, conta Nathalia. &amp;quot;Operar no mercado fracionário não foi considerado uma experiência completa&amp;quot;, diz. Mas o investidor seguiu em frente, escolheu a ação e passou para a fase seguinte, que era explorar o sistema de negociação. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Também, segundo a diretora, além de não entender a dinâmica de preços do mercado, poucos sabiam operar no home broker, sistema de negociação on-line de ações. Nathalia conta que alguns compraram ações a um preço mais alto do que o médio, outros, papéis de baixa liquidez, acreditando que o fato de haver menos investidores negociando a ação era um bom sinal. &amp;quot;Eles fecharam os olhos e deram o clique&amp;quot;, conta. Mas ainda ficaram na dúvida se o negócio tinha sido concretizado. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&amp;quot;Há um elo perdido no processo de conversão&amp;quot;, afirma Nathalia. Segundo ela, quando um candidato a investidor decide aplicar na bolsa, não há quem o ajude a fazer esse caminho. &amp;quot;As corretoras precisam melhorar a comunicação com o iniciante, até porque ele pode vir a se tornar um grande investidor.&amp;quot; Tudo vai depender da primeira experiência, acrescenta Nathalia. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;No caso dos que participaram da pesquisa, apesar dos vários obstáculos que enfrentaram ao longo do processo, a diretora diz que todos manifestaram a vontade de fazer cursos e passar a acompanhar o mercado. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-8419277553000555561?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/8419277553000555561/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=8419277553000555561' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/8419277553000555561'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/8419277553000555561'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2011/05/bolsa-volto-amanha.html' title='Bolsa? Volto amanhã'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-6696576603980399392</id><published>2011-05-01T09:39:00.001-03:00</published><updated>2011-05-01T09:39:28.243-03:00</updated><title type='text'>Um clube para investir</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.correioweb.com.br"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;&lt;img border="0" src="http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/midia/imagens/correio-braziliense-0x.jpg" /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;    &lt;br /&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;01/05/2011&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;&lt;img src="http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Interface/Imagens/Corpo/Pixel.jpg" width="100%" height="2" /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;u&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;TETÊ MONTEIRO&lt;/font&gt;&lt;/u&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Os clubes de investimentos são considerados a porta de entrada no mercado de ações para quem não tem tanta folga no orçamento ou mesmo para os aplicadores que não dispõem de tempo e conhecimentos suficientes para fugir das armadilhas das aplicações em renda variável. O certo é que a modalidade vem ganhando robustez na Bolsa de Valores de São Paulo (BM&amp;amp;FBovespa). Atrai, a cada dia, a atenção de mais e mais pessoas. Só em março, foram abertos 38 clubes no centro financeiro paulista. Hoje, são mais de 131 mil cotistas distribuídos em 3.008 grupos, que movimentaram patrimônio líquido de R$ 10,97 bilhões até fevereiro.      &lt;br /&gt;Para efeito de comparação, os números consolidados de 2010 somaram 3.054 registrados de clubes na BM&amp;amp;FBovespa, com ativos que atingiram R$ 11,39 bilhões.       &lt;br /&gt;Se a modalidade é a ideal para animar o investidor que quer aplicar pouco em ações — e, ainda assim, ter uma carteira diversificada —, o mais importante é saber quem vai cuidar do dinheiro. O primeiro passo ao aderir a um clube de investimentos é verificar se a corretora ou a instituição financeira que vai administrá-lo está cadastrada na bolsa. Seja uma pessoa ou uma empresa, o gestor do clube também tem que estar inscrito na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) — outra exigência legal. Caso contrário, não é recomendável correr riscos. Aplicar com quem não tem autorização é certeza de problemas.      &lt;br /&gt;“Na prática, o gestor é o ‘dono’ do clube. É ele que define a hora de comprar ou vender as ações”, explica Juliano Lima Pinheiro, superintendente da Petra Corretora. A seu ver, a procura pelos clubes de investimentos voltou a se acentuar depois da crise mundial de 2008. Na semana passada, a CVM editou novas regras para essa modalidade de aplicação, que foram muito bem recebidas pelo mercado, como a limitação do número de participantes — uma redução de 150 para 50 pessoas. “O clube com 150 pessoas, na verdade, era um fundo disfarçado”, diz Pinheiro.       &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Rentabilidade&lt;/strong&gt;      &lt;br /&gt;Luiz Gustavo Lage, operador de bolsa da Sita Corretora, destaca que o investidor tem que acreditar no clube que está participando. “Se há rentabilidade acima do mercado, é preciso desconfiar”, aconselha. Uma das principais vantagens da modalidade, na sua opinião, é a diversificação do risco: “O pequeno poupador não consegue isso, pois com pouco dinheiro vai conseguir comprar apenas um papel”. Para ele, um dos motivos que justifica a volta da procura por essa modalidade é o bom desempenho dos clubes — eles vêm batendo o Ibovespa, o principal índice de variação de ações da bolsa paulista.      &lt;br /&gt;Na Sita, o investidor Marcelo Coelho, 27 anos, não titubeou ao aderir a um clube criado por colegas de trabalho. “Estou investindo há quatro anos. É a minha aposentadoria. Tem meses que aplico R$ 400, em outros R$ 1 mil. Isso me dá liberdade”, diz. Para ele, outro motivo positivo é a aproximação com quem dirige a aplicação. “Não tenho conhecimento suficiente para operar no mercado acionário. Se tenho dúvidas, consigo falar (com o gestor). O melhor é que já deu para ter um bom ganho”, relata. Em clubes de investimentos, o pouco de cada um ganha força com o volume investido por todos os cotistas.      &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PASSO A PASSO &lt;/strong&gt;      &lt;br /&gt;Como criar um clube de investimento       &lt;br /&gt;1º - É fundamental procurar uma corretora para ficar por dentro das regras ao abrir um clube. A instituição também vai ser responsável pela orientação na escolha dos papéis a serem comprados e por qualquer operação realizada pelos aplicadores.      &lt;br /&gt;2º - Definir a quantidade e do valor de cada cota do clube é o passo seguinte. A atribuição é dos próprios participantes, que decidem quantas cotas e o volume em dinheiro que cada um vai investir. Pelas regras atuais, nenhum investidor pode ter mais de 40% do valor aplicado.      &lt;br /&gt;3º - Prepare um estatuto do clube junto à corretora escolhida . É necessário que cada participante tenha um cadastro, incluindo cópias de seus documentos.       &lt;br /&gt;4º - Com toda a documentação e os dados corretos, o clube precisa ser registrado na BM&amp;amp;FBovespa e na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).      &lt;br /&gt;5º - Depois do registro, o clube pode começar a operar. Os membros do decidem aonde o dinheiro vai ser investido. A corretora escolhida vai realizar a transação. O ideal é que, periodicamente, o clube realize assembleias para decidir estratégias de aplicação. Pelas novas regras da CVM, é obrigatório esse tipo de reunião pelo menos uma vez ao ano.       &lt;br /&gt;Fonte: BM&amp;amp;FBovespa&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-6696576603980399392?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/6696576603980399392/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=6696576603980399392' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/6696576603980399392'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/6696576603980399392'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2011/05/um-clube-para-investir.html' title='Um clube para investir'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-589869756082702938</id><published>2011-04-28T10:06:00.001-03:00</published><updated>2011-04-28T10:06:03.090-03:00</updated><title type='text'>Previdência além da aposentadoria</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;img src="http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Interface/Imagens/Corpo/Pixel.jpg" width="100%" height="2" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.valoronline.com.br"&gt;&lt;img border="0" src="http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/midia/imagens/valor-0x.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;    &lt;br /&gt;28/04/2011&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;img src="http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Interface/Imagens/Corpo/Pixel.jpg" width="100%" height="2" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Alessandra Bellotto e Antonio Perez | De São Paulo&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Nem seguro de vida nem previdência, mas uma espécie de seguro com previdência. Esse foi o plano que uma investidora adquiriu do Bradesco, na fila de uma agência bancária, por impulso, após ter sido abordada por uma atendente do banco. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Na hora do investimento, ela, influenciada pela fala da atendente, pensou ter adquirido um plano de previdência de perfil tradicional para seus filhos, com débito em conta corrente de cerca de R$ 80 por mês. Seis anos depois - quando atentou para a possibilidade de deduzir contribuições previdenciárias da base de rendimentos tributáveis -, descobriu que o plano misturava seguro com previdência, e não permita abatimento do Imposto de Renda. E decidiu sacar tudo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Mas, depois de contribuir com cerca de R$ 6,2 mil, ela conseguiu retirar R$ 5,2 mil. A diferença refere-se ao custo relativo à cobertura do risco de morte do participante pelo período em que manteve o plano. Na verdade, o que a investidora comprou foi um pecúlio resgatável, ou seja, um plano de previdência para cobrir risco, e não de acumulação para aposentadoria. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Revoltada, a investidora, que prefere não ter seu nome citado, diz que o banco não lhe explicou corretamente as características do plano. &amp;quot;Eles me venderam como previdência, mas só se for previdência divina, porque eu teria que morrer para meus filhos receberem o valor total&amp;quot;, desabafa. A investidora, contudo, confessa que, no momento da aquisição do plano, não prestou a devida atenção. &amp;quot;Achei que um plano de previdência para os meus filhos era uma coisa interessante e, como R$ 80 por mês não iam &amp;quot;pesar&amp;quot; no meu orçamento, acabei aceitando&amp;quot;, diz. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O plano era um pecúlio no qual, em caso de morte do participante, um determinado valor é pago a um ou mais beneficiários indicados. Não se trata do valor contribuído, mas segurado - no caso da investidora, girava em torno de R$ 60 mil. Em geral, o pecúlio é pago ao beneficiário de uma vez. Na Bradesco, esse tipo de plano, batizado de Multiplano Geração 2, é vendido desde 1988 e cobre morte acidental a partir da contratação e morte por qualquer causa após carência inicial de 24 meses. O pecúlio pode ser pago também como renda programada por até 120 meses.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Após 24 meses de contribuições, se o participante, por algum motivo, não tiver mais interesse no benefício do pecúlio, poderá optar por sair do plano e, aí sim, receber um percentual de todas as suas contribuições. &amp;quot;Isso acontece quando a cobertura do risco de morte deixa de fazer sentido&amp;quot;, explica o diretor-presidente da Bradesco Vida e Previdência, Lúcio Flávio de Oliveira. Não se resgata tudo porque parte do dinheiro vai para o carregamento do risco. &amp;quot;No seguro de vida tradicional, não há a possibilidade de resgate das contribuições&amp;quot;, acrescenta. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Simulação feita pela seguradora mostra que, se uma mulher de 30 anos fizesse um pecúlio resgatável com capital segurado de R$ 200 mil, contribuiria com uma mensalidade de R$ 176,00. Após 60 meses, sem considerar correção pelo índice de preços (para facilitar a simulação), teria contribuído com R$ 10.560. Se resolvesse resgatar, teria de volta com R$ 7.280. A diferença, de R$ 3.280, refere-se ao valor efetivamente destinado à cobertura do risco. Se distribuído nos 60 meses, esse valor corresponderia a uma mensalidade de R$ 54,66. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Num seguro tradicional com o mesmo capital segurado (R$ 200 mil), compara Oliveira, o prêmio mensal sairia em torno de R$ 85,00. E sem a possibilidade de resgate em vida. Segundo o executivo, o pecúlio resgatável é uma espécie de poupança que cobre risco de morte. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Na Bradesco, o valor mínimo de contribuição é de R$ 30,00 mensais ou de R$ 3 mil para aporte único. Tanto a cobertura como o valor da contribuição são corrigidos pelo IGP-M. O participante ganha ainda o direito de participar de um programa de relacionamento da seguradora, concorrendo mensalmente a cinco prêmios em dinheiro, num total de R$ 50 mil. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No ano passado, a Bradesco Vida e Previdência vendeu 223 mil propostas do pecúlio resgatável, que representaram uma arrecadação de R$ 80,62 milhões. A arrecadação média mensal foi R$ 6,72 milhões, e o valor médio por proposta, de R$ 361,26. Também em 2010, a Bradesco pagou R$ 54,33 milhões de pecúlio a 1.194 beneficiários, um valor médio de R$ 45,51 mil por beneficiário.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Oliveira destaca que a previdência vai além dos planos de acumulação para aposentadoria, os tradicionais PGBL e VGBL. Há os planos para cobertura de riscos, segundo a Superintendência de Seguros Privados (Susep), entre eles o pecúlio por morte, com ou sem resgate em vida, ou pecúlio por invalidez. Nesse último caso, o dinheiro é pago ao próprio participante em decorrência de invalidez total ou permanente. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Outras modalidades de plano para risco são a pensão por morte, em que um beneficiário passa a receber uma renda no caso de morte do participante, e a pensão por invalidez, em que a renda é paga ao próprio participante.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Nos planos de aposentadoria, como o PGBL e o VGBL, as contribuições dos participantes são aplicadas em um fundo de investimento para ser &amp;quot;engordadas&amp;quot; até que se atinja a fase do benefício da aposentadoria. Nesse momento, o participante pode optar por resgatar o patrimônio acumulado ou receber uma renda temporária ou vitalícia. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O dinheiro a ser recebido vai depender de fatores como rentabilidade do fundo de investimento e custos envolvidos como taxas de carregamento (uma espécie de corretagem cobrada sobre as contribuições) e de administração da carteira. No caso de conversão do patrimônio em renda, é preciso observar ainda a tábua biométrica, usada pela seguradora para calcular a expectativa de vida do participante, e a taxa de juros, base para calcular a previsão dos rendimentos futuros.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No PGBL, as contribuições podem ser deduzidas até o limite de 12% da renda bruta anual para quem faz a declaração completa de Imposto de Renda. A tributação ocorre no momento do resgate ou recebimento de benefício e incide sobre o valor total recebido. O VGBL, apesar de ter a mesma função de acumulação de recursos para a aposentadoria, é na verdade um plano de seguro de pessoas com cobertura por sobrevivência. Como ele não permite a dedução das contribuições do imposto de renda, a tributação, também no momento do resgate ou recebimento de benefício, incide somente sobre os rendimentos obtidos.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-589869756082702938?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/589869756082702938/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=589869756082702938' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/589869756082702938'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/589869756082702938'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2011/04/previdencia-alem-da-aposentadoria.html' title='Previdência além da aposentadoria'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-8053178821702819374</id><published>2011-04-25T09:36:00.001-03:00</published><updated>2011-04-25T09:36:31.579-03:00</updated><title type='text'>Reserva de títulos da Caixa vai até sexta</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.clickrbs.com.br"&gt;&lt;img border="0" src="http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/midia/imagens/zero-hora-0x.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;    &lt;br /&gt;25/04/2011&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;img src="http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Interface/Imagens/Corpo/Pixel.jpg" width="100%" height="2" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Os investidores que quiserem participar da operação de securitização da Caixa Econômica Federal têm até sexta-feira para fazer a reserva. O banco transformou parte de sua carteira de crédito imobiliário em um título para venda no mercado de capitais.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Esta é a primeira vez que os certificados de recebíveis imobiliários (CRIs) estão disponíveis para o varejo. Os títulos, que têm como benefício principal a isenção de Imposto de Renda, serão remunerados por uma taxa fixa de 10% mais TR (Taxa Referencial) ao ano.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Os papéis têm valor unitário de R$ 1 mil, mas os investidores precisam de aplicação mínima de R$ 10 mil. Se a procura for maior que a oferta, cada um receberá menos títulos do que o reservado.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-8053178821702819374?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/8053178821702819374/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=8053178821702819374' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/8053178821702819374'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/8053178821702819374'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2011/04/reserva-de-titulos-da-caixa-vai-ate.html' title='Reserva de títulos da Caixa vai até sexta'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-7185546061205592282</id><published>2011-04-23T12:00:00.001-03:00</published><updated>2011-04-23T12:00:57.778-03:00</updated><title type='text'>O mundo vendeu, eles compraram</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; font-family: verdana;"&gt;Revista Exame&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: verdana;"&gt;16/04/2011&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Os investidores que fizeram pequenas fortunas durante a crise de 2008 ao aplicar quase tudo o que tinham em ações&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Thiago Bronzatto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;O assessor financeiro André Machado, de 43 anos, ficou milionário durante a crise de 2008. Enquanto a maioria dos investidores - de fundos de hedge e de pensão internacionais a pequenos poupadores - corria para aplicações ultraconservadoras, ele colocou 100000 reais, um terço do que tinha no banco na época, no arriscadíssimo mercado futuro de opções. Seu objetivo era apostar na queda das ações da Vale. Se errasse, poderia perder ainda mais do que havia aplicado. Como acertou - o valor de mercado da mineradora caiu pela metade em poucos meses -, ganhou 150000 reais. Quando achou que as ações da Vale haviam chegado ao fundo do poço, no" fim de 2008, investiu 150000 reais na empresa, e embolsou mais 350000 reais. "Comprei um carro de luxo e reformei toda a minha casa com o que ganhei", diz Machado, que passou quase um ano acordando às 4 horas da manhã para acompanhar as ações das principais concorrentes da Vale, a BHP Billiton e a Rio Tinto, listadas na bolsa de Londres, e decidir o que faria com seu investimento aqui. "Nunca sabia com que surpresa eu acordaria, porque o mercado estava muito volátil. Mas achava que tinha uma chance única de ganhar bastante dinheiro", diz. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Olhando pelo retrovisor, parece óbvio que os últimos meses de 2008 eram o momento ideal para aplicar mais em ações. O Índice Bovespa caiu para 29435 pontos, o menor patamar em três anos, e dezenas de empresas passaram a ter valor de mercado inferior à soma de seus ativos - o que, na matemática que rege o mercado acionário, significa que estavam extremamente baratas. Investir quando o pessimismo está no auge é um dos conselhos mais repetidos pelos consultores financeiros -no século 19, quando a Europa estava mergulhada em guerras, o barão Nathan Rothschild, um dos maiores banqueiros da história, disse que "a hora de comprar é quando o sangue corre pelas ruas". O problema é que, em meio ao caos que tomou conta do mercado no final de 2008, boa parte dos especialistas fechou os livros de finanças e não recomendou a seus clientes que aplicassem mais na bolsa. Primeiro, porque havia o risco real de ver as ações desvalorizar ainda mais. Segundo, por um aguçado instinto de autoproteção. "Estávamos sendo processados por investidores que diziam que os havíamos induzido a arriscar demais antes da crise. Tínhamos de ser conservadores", afirma Peter Weiss, dono da corretora SLW. A maioria dos investidores abandonou o mercado de ações naquela época: os estrangeiros sacaram 25 bilhões de reais da Bovespa, o volume de negócios da bolsa caiu 40% e quase 30000 pessoas físicas venderam todos os papéis que tinham. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;O sangue, portanto, estava nas ruas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;"Meus amigos diziam que eu estava louco, mas, para mim, ninguém é mais habilidoso que banqueiro para ganhar dinheiro. Por isso, apostei na retomada desse setor", diz Júlio Sergio Cardozo, ex-presidente da consultoria Ernst &amp;amp; Young Terco no Brasil. No fim de 2008, ele aplicou 1 milhão de reais em ações de bancos estrangeiros, como Citi e Deutsche Bank, que haviam caído mais de 40%. Também investiu em papéis de instituições brasileiras, como Banco do Brasil e BicBanco, que estavam em baixa em razão do temor generalizado em relação aos bancos. Ganhou 1,1 milhão de reais, e mantém boa parte do lucro aplicada nos mesmos papéis. "Minha carteira ainda tem potencial, principalmente com a retomada da economia americana", diz. O dono de uma consultoria de investimentos de São Paulo conta que vendeu seu carro e o da mulher para investir em papéis de grandes companhias, como Gerdau, vale e Itaú, em outubro de 2008. "No escritório, organizávamos espécies de grupos de investimento toda semana: cada funcionário dava uma quantia para fazermos grandes,aplicações na bolsa. Depois dividíamos o lucro de acordo com o que cada um havia colocado. Até a faxineira ganhou dinheiro", diz ele. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;INTUIÇÃO &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;A melhor explicação para o comportamento dos investidores durante a crise &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;de 2008 vem de estudos de uma área relativamente nova da economia, a psicologia financeira. No livro O Espírito Animal, o americano Robert Shiller, professor da Universidade Yale e um dos maiores estudiosos do tema, diz que &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;é a intuição, e não o pensamento racional, que influencia as decisões econômicas da maioria das pessoas. "Ainda que achassem que a queda das ações era exagerada, muitos investidores decidiram simplesmente seguir seus instintos e vender, como a maioria estava fazendo", diz Vera Rita de Mello Ferreira, principal especialista brasileira em psicologia econômica. "É uma reação comum durante as crises." Para tentar evitar esse tipo de armadilha, investidores experientes costumam criar uma rotina de aplicações para ser seguida qualquer que seja a situação do mercado. É o que faz o microempresário mineiro Antonio Marcos. Sua regra é colocar 80% do patrimônio em ações quando a bolsa está em queda, e reduzir o valor para apenas 20% se houver valorização. A grande tacada de Marcos na crise foi aplicar 500000 reais em ações ordinárias da fabricante de papel e celulose AraCnIZ em outubro de 2008, quando os papéis custavam 5 reais e a empresa tinha acabado de naufragar devido a operações desastradas com derivativos exóticos. Vendeu tudo três meses depois, com lucro de 130%. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Hoje, esses três investidores que fizeram pequenas fortunas após a quebra do banco americano Lehman Brothers têm aplicado de forma mais conservadora. André Machado, que já voltou a dormir a noite toda, passou a diversificar sua carteira de ações e a fazer investimentos de curto prazo: em meados de abril, comprou papéis da BM&amp;amp;F Bovespa e da Usiminas. Para ele, essas ações estão baratas em relação à média de seus setores. Antonio Marcos está com quase todo o patrimônio aplicado em CDBs de grandes bancos e títulos públicos para se proteger da inflação. Na opinião dele, quase todas as ações de empresas brasileiras estão caras. Além de manter os papéis de bancos comprados durante a crise, Júlio Cardozo divide seu patrimônio em fundos de ações e de renda fixa. "Está mais difícil ganhar dinheiro na bolsa agora", diz. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Entre os grandes investidores institucionais, os que mais ganharam dinheiro nos últimos três anos foram os que fizeram apostas dealtíssimo risco. O maior exemplo é o gestor americano John Paulson. Desconhecido antes da crise de 2008, ele embolsou 4 bilhões de dólares - o maior bônus já pago em Wall Street até então - ao apostar na falência das hipotecas subprime nos Estados Unidos quando esse segn1ento estava em ascensão. No ano passado, bateu seu próprio recorde e ganhou mais 5 bilhões de dólares, obtidos com investimentos pesados feitos no mercado de ouro. "São números que impressionam, mas é importante lembrar que foi esse tipo de investidor, que toma riscos muito acima da média, que ajudou a provocar a crise de 2008", diz David Laibson, professor de economia e psicologia na Universidade Harvard. "Existem pesquisas que mostram que 70% dos investidores extremamente agressivos, aqueles que compram ações de empresas em dificuldades esperando que elas se recuperem, perdem tudo ou quase tudo o que aplicaram alguns meses depois." Em 2005, André Machado teve um prejuízo de 200000 reais ao apostar na valorização das ações da empresa de telefonia Telemar no mercado futuro. Ele achou que ficaria milionário naquela época, mas acabou mergulhado em dívidas. Sua estratégia deu certo em 2008. O desempate fica para a próxima crise.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-7185546061205592282?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/7185546061205592282/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=7185546061205592282' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/7185546061205592282'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/7185546061205592282'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2011/04/o-mundo-vendeu-eles-compraram.html' title='O mundo vendeu, eles compraram'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-5203863614745707251</id><published>2011-04-11T08:20:00.000-03:00</published><updated>2011-04-11T08:21:00.553-03:00</updated><title type='text'>Saiba como investir seu dinheiro na compra de títulos públicos</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Folha de São Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11/04/2011&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;FINANÇAS PESSOAIS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;MÁRCIA DESSEN&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Você venceu a primeira etapa do planejamento financeiro pessoal e como mantém o orçamento sob controle, consegue poupar parte de sua receita criando uma saudável reserva financeira, além de acumular recursos para atingir objetivos futuros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Provavelmente a caderneta de poupança foi, acertadamente, o seu primeiro investimento. Mas, à medida que tomou gosto pelo hábito de poupar e observa o crescimento do capital, fruto da disciplina e dos juros que recebe, é natural seu interesse por outras alternativas de investimento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Além da diversificação, o investidor busca rentabilidade competitiva com baixo risco. O Tesouro Direto é uma opção que deve ser analisada com carinho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;RISCO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;O governo gasta mais do que arrecada e precisa captar recursos para zerar seu fluxo de caixa. Faz isso com a venda de títulos que representam uma dívida do governo perante o investidor, que aceita emprestar dinheiro para o governo em troca do recebimento de juros pelo prazo definido da operação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Portanto, o risco do investidor é o risco de crédito, ou seja, o risco de o governo federal não devolver seu capital na data do vencimento do empréstimo. Qual é a probabilidade de ocorrer o risco? Baixíssima. É que os títulos públicos são considerados os mais seguros do mercado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;RENTABILIDADE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Você escolhe a rentabilidade de acordo com seu objetivo de investimento, seu horizonte de tempo e sua expectativa em relação aos rumos da economia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Se seu horizonte de tempo for relativamente curto, procure uma das Letras do Tesouro. A LTN (Letra do Tesouro Nacional) paga taxa de juros prefixada e é adequada para quem quer saber exatamente quanto vai ganhar e tem a expectativa de queda das taxas de juros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;A LFT (Letra Financeira do Tesouro) é mais adequada para quem tem expectativa menos otimista e acha que pode ocorrer a alta da taxa de juros praticada no mercado. A rentabilidade da LFT é a variação da taxa Selic. Se a média da taxa Selic durante o prazo da operação for 11%, o investidor receberá 11%; se for 13%, receberá 13%.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Se seu horizonte de tempo for mais longo, procure pelas Notas do Tesouro, que se caracterizam por pagar cupom de juros semestralmente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;A NTN-B paga a variação do IPCA mais cupom de juros. É ideal para quem deseja proteger o capital investido contra a possível alta da inflação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Se você não quer receber os juros semestrais e prefere capitalizar esses juros, compre a NTN-B Principal, que paga a variação do IPCA e a taxa de juros somente na data de vencimento. A NTN-F é um título de taxa prefixada que credita semestralmente a taxa de juros do cupom do título.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Ambas, NTN-B e NTN-F, são indicadas para quem precisa reforçar o fluxo de caixa semestralmente, com o recebimento de juros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;LIQUIDEZ&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;O Tesouro realiza compras semanais, às quartas-feiras, permitindo que o investidor venda todo ou parte de seu investimento, recuperando o capital desejado antes do vencimento. As taxas são divulgadas no mesmo portal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;COMO INVESTIR&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Para operar nesse mercado, abra uma conta em uma corretora, que fará a intermediação entre você e o Tesouro Direto. Consulte no site do Tesouro quais são e quanto cobram as corretoras credenciadas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;CUSTOS E TRIBUTOS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Corretora: livre negociação, de zero a 1% ao ano. CBLC: taxa de custódia de 0,3% ao ano. q Imposto de Renda: alíquota entre 22,5% e 15%, definida em função do prazo da operação. No site da Receita Federal (www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro-direto) há mais informações.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;MARCIA DESSEN, Certified Financial Planner, é sócia e diretora-executiva do BMI Brazilian Management Institute, professora convidada da Fundação Dom Cabral e cofundadora do Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-5203863614745707251?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/5203863614745707251/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=5203863614745707251' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/5203863614745707251'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/5203863614745707251'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2011/04/saiba-como-investir-seu-dinheiro-na.html' title='Saiba como investir seu dinheiro na compra de títulos públicos'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-1094853081889306190</id><published>2011-03-27T09:32:00.001-03:00</published><updated>2011-03-27T09:32:35.508-03:00</updated><title type='text'>Rendimento do CDB pode ser inferior ao da caderneta de poupança</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;font size="2" face="Times New Roman"&gt;&lt;img src="http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Interface/Imagens/Corpo/Pixel.jpg" width="100%" height="2" /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.correioweb.com.br"&gt;&lt;font size="2" face="Times New Roman"&gt;&lt;img border="0" src="http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/midia/imagens/correio-braziliense-0x.jpg" /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;    &lt;br /&gt;&lt;font size="2" face="Times New Roman"&gt;27/03/2011&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font size="2" face="Times New Roman"&gt;&lt;img src="http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Interface/Imagens/Corpo/Pixel.jpg" width="100%" height="2" /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font size="2" face="Times New Roman"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;font size="2" face="Times New Roman"&gt;Bancos diferenciam os valores aplicados e pagam menos aos pequenos investidores&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;&lt;font size="2" face="Times New Roman"&gt;Fábio Monteiro&lt;/font&gt;&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font size="2" face="Times New Roman"&gt;Várias instituições financeiras definem o Certificado de Depósito Bancário (CDB) — título emitido pelos bancos que tem o objetivo de captar recursos para serem empregados na concessão de empréstimos e financiamentos — como uma das aplicações mais seguras entre as opções existentes no mercado. Mas a operação requer atenção do cliente a detalhes que, se não observados, podem acabar com a atratividade do investimento, resultando em rendimentos inferiores aos de outras modalidades, como a caderneta de poupança.     &lt;br /&gt;O cliente que optar pela contratação de CDB deve, antes de mais nada, analisar se a modalidade é a mais compatível com o atual momento econômico. O volume a ser investido é fundamental para determinar o sucesso da aplicação. Segundo especialistas, valores inferiores a R$ 100 mil têm rendimento menor do que as alternativas de renda fixa.      &lt;br /&gt;O educador financeiro Álvaro Modernell lembra que o CDB, como toda aplicação muito segura, possui baixa rentabilidade. Apesar disso, ele pode ser interessante para quem tiver capital e disposição para negociar. “É bom que o cliente nunca aceite a primeira oferta, principalmente se estiver investindo uma grande quantia”, avalia.       &lt;br /&gt;Na análise de Modernell, o resgate antes do tempo contratado junto ao banco também não é interessante e, por isso, é bom que o cliente não crie expectativas a curto prazo com relação ao dinheiro. “Quanto maior o prazo estabelecido para receber os dividendos, melhor. Algumas pessoas contratam um CDB de curto prazo para receber logo o dinheiro e, em seguida, firmam novo contrato. Mas fazer isso é perder dinheiro, pois cada renovação gera juros menos vantajosos”, afirma. Para o educador financeiro, o ideal é que, caso o dinheiro seja destinado exclusivamente a investimentos, o poupador feche um contrato com prazo mais longo, que terá rendimentos melhores que aqueles com renovação constante.      &lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;strong&gt;Custo         &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Para as instituições bancárias, o custo operacional de quem está investindo R$ 3 mil ou R$ 300 mil é o mesmo. Por isso, a disposição com as pessoas que aplicam mais recursos tende a ser maior. “É importante que o consumidor entenda que o banco precisa do dinheiro e vai ter gastos na operação. Com isso em mente, o cliente pode focar suas energias em barganhar opções interessantes durante a negociação”, explica Modernell.        &lt;br /&gt;O consultor em finanças Alexandre Lignos explica que estudar as diversas opções e as expectativas pessoais é um ótimo passo antes de decidir qual caminho deve ser seguido. “O investidor precisa fazer uma autoavaliação para saber o que espera da aplicação. Quem tem muito dinheiro e uma postura mais agressiva nos negócios com certeza vai ficar insatisfeito”, destaca. Lignos afirma que até o horário da negociação pode ser relevante. “Pela manhã, os bancos procuram captar recursos para repassarem ao longo do dia. Então, a chance de conseguir melhores taxas são maiores”, explica.         &lt;br /&gt;Lignos ainda destaca que estudar a saúde financeira da instituição na qual o CDB é contratado pode ser uma medida de segurança bastante válida. “É muito bom para o cliente quando ele consegue negociar boas taxas. Mas se o banco pagar um valor alto demais, muito fora do padrão de mercado, isso pode significar que a instituição está precisando de recursos, tornando a operação um pouco arriscada. Isso pode acontecer principalmente com bancos menores”, revela. Para o consultor, apesar de o risco ser baixo, a aplicação precisa ser acompanhada com seriedade. “Investimento não é para tentar a sorte, é para crescer financeiramente”, comenta.        &lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;strong&gt;Escolha         &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;Basicamente, existem duas opções de contratação do título: com rendimentos pré-fixados ou pós-fixados. A escolha deve levar em conta a conjuntura econômica do momento. Se a taxa básica de juros (Selic) está estagnada ou com tendência de queda, a opção mais adequada é fechar o valor do rendimento no ato da contratação. Já em um cenário com alta de juros, fica mais interessante contratar a modalidade no pós-fixado, quando o pagamento é feito de acordo com a taxa Selic referente ao dia do vencimento do título. Atualmente, a tendência da taxa básica de juros é de alta.&lt;/em&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font size="2" face="Times New Roman"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-1094853081889306190?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/1094853081889306190/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=1094853081889306190' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/1094853081889306190'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/1094853081889306190'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2011/03/rendimento-do-cdb-pode-ser-inferior-ao.html' title='Rendimento do CDB pode ser inferior ao da caderneta de poupança'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-3440438338952754283</id><published>2011-03-21T09:11:00.000-03:00</published><updated>2011-03-21T09:12:16.290-03:00</updated><title type='text'>Dívida "saudável" inspira cuidados</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Correio Braziliense&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;21/03/2011&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;A estabilidade monetária e o desemprego em baixa estimulam os trabalhadores a fazer empréstimos ou a parcelar compras de bens duráveis, em especial carros e imóveis, para construir um patrimônio. Mas é preciso estar atento às armadilhas, como os juros altos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Luciano Pires&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;A estabilidade econômica fez o brasileiro perder o medo de se endividar. Há quase duas décadas convivendo com taxas de inflação relativamente civilizadas e, nos últimos anos, com níveis de desemprego controlados, famílias e jovens espremem o orçamento doméstico com carnês e financiamentos a perder de vista. As prestações fazem parte da rotina de quem sonha em morar no que é seu, daqueles que trocaram o ônibus pelo carro ou dos que apenas investem hoje para colher amanhã.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Essa última classe de pessoas tem se destacado. São assalariados que, apesar dos juros altos e de alguma incerteza futura, preferem sacrificar parte da renda em troca do conforto que a ideia de ser dono de algo caro traz. É o chamado “endividamento saudável”, fenômeno típico de economias que ficaram marcadas no passado por longos períodos de estagnação, que ainda não amadureceram, mas que caminham a passos ligeiros rumo ao seleto clube das nações ricas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Preocupado com o futuro, o servidor público Marcos Vieira Baeta Neves, 29 anos, financiou seu primeiro imóvel em 360 vezes, o equivalente a 30 anos. “Há um tempo, isso era uma ideia distante de mim, mas venho juntando dinheiro e consegui dar entrada e dividir o restante”, comemora. O apartamento, em Águas Claras, deve ser ocupado depois que a dívida for quitada. “Moro em uma república e alugo o meu imóvel, por enquanto. Só que eu penso em me casar e ir para lá.” Ele paga uma prestação de R$ 2 mil e recebe R$ 1,3 mil do locatário. “É um prejuízo de R$ 700 por mês. Espero que valha a pena.”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Neves diz que, por causa da valorização imobiliária, viu-se obrigado a fechar o negócio antes do previsto. “Os preços estão subindo muito rapidamente. Fiquei com medo de deixar para depois e pagar um absurdo”, explica, ressaltando que o mercado no Distrito Federal é um dos mais dinâmicos do país. Empolgado com o projeto pessoal, ele não esconde a satisfação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;O economista Luiz Carlos Ewald, autor do livro Sobrou dinheiro: lições de economia doméstica, alerta para os perigos do endividamento sem controle. “Muitos dizem que alugar é jogar dinheiro fora. Mas, na verdade, os juros também não têm retorno. A pessoa paga R$ 300 mil em um apartamento que vale R$ 200 mil, no máximo. Com carro, é a mesma coisa. Na ponta do lápis, andar de táxi é mais barato do que ter um automóvel. Não tem seguro nem despesas com manutenção. Essas pequenas despesas o comprador não leva em conta na hora de somar”, adverte.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Inadimplência&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Ewald afirma que o comprador deve ter consciência de que o bem só passa a ser dele após a amortização do financiamento. “O número de imóveis que voltam para o banco por inadimplência é muito grande, principalmente na classe C. Se a pessoa comprou uma casa em 20 anos e só pagou cinco, ainda não é dona dela”, indica. Para ele, o endividamento é válido no ponto de vista comportamental. “Se o comprador contrai uma dívida, mas se programa para pagar em um prazo, ele é precavido, embora tenha que pagar juros exorbitantes. Pode ser a realização de um sonho”, contrapõe. “É preciso avaliar a compra.”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;A corrida para formar patrimônio, no entanto, tem consequências. Seis em cada 10 brasileiros têm contas vencendo todo mês. Especialistas culpam a farta oferta de crédito como a principal alavanca para o endividamento, que não para de crescer. Dados do Banco Central apontam para um volume de R$ 208 bilhões em dívidas só com o cheque especial. Outros R$ 188 bilhões irrigam linhas de crédito para automóveis. O cartão de crédito responde por R$ 30 bilhões, enquanto o cheque especial deixa em apuros pessoas que devem R$ 18 bilhões.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;É o caso do servidor Arcelino Alves da Costa, 56 anos, que se enrolou na hora de comprar a casa própria. “Peguei três empréstimos e financiei o restante na Caixa Econômica Federal. Vou morrer sem terminar de pagar as prestações”, lamenta. “Nunca pensei que seria possível. Tenho medo de que a economia volte a oscilar. Antes não havia prestação fixa.” Costa trata o investimento como herança. “Fiz malabarismo para conseguir comprar o apartamento, mas meus filhos não ficarão desamparados.”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;O educador financeiro Mauro Calil explica que a maior parte da população extrapola os limites recomendáveis de endividamento contando que a compra de bens de alto valor agregado são investimentos que, mais cedo ou mais tarde, terão retorno. Na avaliação do analista, cada caso é um caso. “O mundo das finanças tem dois lados: aquele de quem paga e aquele de quem recebe juros. E os juros retardam a formação de patrimônio”, ensina.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Distorções&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Autor do livro A receita do bolo, que ensina a enriquecer com disciplina, o educador financeiro Mauro Calil lembra que o desejo de consumo reprimido nas pessoas que conviveram com a hiperinflação distorceu conceitos econômicos básicos. “Patrimônio ativo é aquilo que gera renda. Um imóvel nem sempre é um ativo. Depende se está alugado, se valorizou”,diz. O especialista adverte que casas e apartamentos financiados só passam a ser da pessoa após paga a última prestação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Para aliviar o orçamento&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;» Pagar à vista é sempre a melhor opção&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;» Se for financiar a compra de algum bem, o ideal é negociar juros menores&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;» Imóveis na planta são mais baratos, mas é importante negociar, já que eles carregam maior risco&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;» Uma regra básica é não comprometer mais que 30% da renda familiar com dívidas de cartão, cheque especial e prestações&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;» Na hora de refinanciar a dívida, livre-se dos juros antes de tudo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;» Coloque todas as despesas na ponta do lápis e não perca o controle&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;» Faça uma análise e veja se estará preparado para cobrir as prestações no prazo prometido&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;» Quando possível, poupe&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Fonte: especialistas ouvidos pelo Correio&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-3440438338952754283?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/3440438338952754283/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=3440438338952754283' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/3440438338952754283'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/3440438338952754283'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2011/03/divida-saudavel-inspira-cuidados.html' title='Dívida &quot;saudável&quot; inspira cuidados'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-3563376170784584829</id><published>2011-03-20T10:48:00.001-03:00</published><updated>2011-03-20T10:48:02.492-03:00</updated><title type='text'>Taxa de administração superior a 1,5% torna fundos péssimo negócio</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.correioweb.com.br"&gt;&lt;img border="0" src="http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/midia/imagens/correio-braziliense-0x.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;    &lt;br /&gt;20/03/2011&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;img src="http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Interface/Imagens/Corpo/Pixel.jpg" width="100%" height="2" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;SEU BOLSO&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;Bancos cobram de 0,5% a 4% sobre o valor aplicado para gerir o investimento. Tarifa elevada faz rendimento perder da poupança&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;Vera Batista&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;Fábio Monteiro&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fundos de investimento se tornaram as aplicações preferidas de quem entende pouco de mercado financeiro e não tem muito dinheiro disponível. Com sua ascensão, as classes C, D e E se tornaram alvo da cobiça de gestores, administradores e distribuidores do produto ao mesmo tempo em que bancos e corretoras abriram uma guerra pela melhor oferta. O que faz a diferença ao escolher onde aplicar os recursos é a taxa de administração. Às vezes, ela está disfarçada sob o pomposo nome de taxa de performance (penduricalho cobrado, caso o gestor do fundo ultrapasse os objetivos de rentabilidade).    &lt;br /&gt;A taxa de administração varia de 0,5% a 4% sobre o valor aplicado — não sobre o rendimento. Se R$ 10 mil forem investidos à taxa de 2%, serão descontados R$ 200 ao ano (ou cerca de R$ 17 ao mês). Os investidores devem ficar atentos: qualquer cobrança superior a 1,5% pode tornar a aplicação nos fundos um péssimo negócio porque come excessivamente o rendimento. Como ainda é preciso recolher o Imposto de Renda, os ganhos ficam muito pequenos, frequentemente menores do que os da caderneta de poupança, que é isenta tanto da taxa como do tributo.     &lt;br /&gt;Segundo estudo da Associação Brasileira de Entidades Financeiras e de Capitais (Anbima), as taxas das principais categorias de fundos caíram de dezembro de 2010 para janeiro, mas as cobradas dos investidores de varejo ficaram acima do nível médio. A categoria Referenciado DI subiu 0,46 ponto percentual, para 1,35%; e a de Renda Fixa teve alta de 0,28 ponto percentual, ficando em 1,12%.     &lt;br /&gt;O professor César Frade, 39 anos, começou a investir em 1996. À época, por não dominar o assunto, optou pelos fundos dos bancos. Após 10 anos, entendeu que as taxas são abusivas. “Dependendo do quanto você investe, a taxa de administração pode ficar muito alta”, analisa. Hoje, paga mensalidade de R$ 10 para uma corretora e faz movimentações por conta própria. “Resolvi cuidar sozinho porque aprendi como funciona e sei o que quero investir. Estava pagando caro por uma coisa que posso fazer.” Mas o professor alerta: ganhar autonomia requer estudo e experiência. “Cuidar das próprias aplicações é um caminho arriscado e perigoso para quem não entende.”     &lt;br /&gt;Os bancos se defendem afirmando que os custos das operações levam em conta a experiência dos profissionais envolvidos. “Temos uma equipe especializada, que acompanha as movimentações do mercado. Isso, evidentemente, gera custos, mas garante tranquilidade ao cotista que não tem tempo ou conhecimento”, argumenta Clayton Calixto, gerente de Relacionamento do grupo Santander. Saulo Sappir Sabbá, diretor de Gestão da Máxima Asset, ressalta que as “casas menores” oferecem melhor atendimento, maior rentabilidade e cobram menos.     &lt;br /&gt;Para Francisco José Santos, superintendente de Relações com Investidores Institucionais da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), pelo porte do setor, que envolve patrimônio de R$ 1,5 trilhão, 10 mil fundos e 10 milhões de cotistas, a incidência de problemas e reclamações é bem pequena, até mesmo se comparada a estatísticas internacionais. Assim mesmo, para os investidores, todo cuidado é pouco. “Façam análise do seu perfil de risco, verifiquem se os gestores e os administradores são registrados na CVM e procurem estudar o histórico desses profissionais”, aconselha.     &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Lucro gordo&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;    &lt;br /&gt;Não é à toa que os fundos de investimento estão em alta. Nos cálculos de Saulo Sappir Sabbá, diretor de Gestão da Máxima Asset, quem comprou cota de um fundo de renda fixa, no valor de R$ 1 mil, em 2001, e “esqueceu o dinheiro lá por 10 anos”, acordou em 2011 com um lucro de 323,81% e pôde resgatar R$ 4.238. Se investiu em bolsa de valores, ganhou 329,32% (R$ 4.293). “Só perdeu 13,89% se optou pelo fundo cambial (acompanha a variação do dólar). Acabou ficando com R$ 861”, garantiu Sabbá.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-3563376170784584829?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/3563376170784584829/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=3563376170784584829' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/3563376170784584829'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/3563376170784584829'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2011/03/taxa-de-administracao-superior-15-torna.html' title='Taxa de administração superior a 1,5% torna fundos péssimo negócio'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-3083187064402375108</id><published>2011-03-09T08:43:00.000-03:00</published><updated>2011-03-09T08:44:29.623-03:00</updated><title type='text'>Poucos com tanto...</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; font-family: verdana;"&gt;Valor Econômico&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: verdana;"&gt;09/03/2011&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Daniele Camba e Luciana Monteiro | De São Paulo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Concentração é a marca do mercado de gestão de recursos no Brasil. As dez maiores assets respondem hoje por nada menos do que 77,6% do patrimônio do setor de fundos de investimentos. Um percentual ainda bastante elevado, apesar de ligeiramente abaixo dos 79,8% do fim de 2009. O levantamento foi feito pelo Valor com base nos dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Essa concentração traz um efeito perverso para o investidor, que fica à mercê de taxas de administração altas, mesmo para carteiras conservadoras, e poucas opções de aplicação, especialmente no varejo. Para aplicações de R$ 100,00 em fundos renda fixa e DI, por exemplo, os grandes bancos de varejo cobram, em média, de 3,5% a 5% ao ano. Como resultado, após a tributação, eles chegam a render menos que a poupança.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;As seis primeiras colocações ainda são ocupadas pelos grandes bancos de varejo, que detêm 67,6% do mercado de gestão de fundos, número que chegava a 70,2% no fim de 2009. Mas, enquanto os grandes perdem um pouco, as assets independentes ganham espaço, ainda que também lentamente. Os números levam em conta o patrimônio total do setor em fundos de investimento, sem seguradoras.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Algumas instituições, em especial, vêm sofrendo mais nesse processo de perda gradual de participação. É o caso do Itaú, que se fundiu com o Unibanco em novembro de 2008. Em dezembro daquele ano, juntando-se os recursos geridos pelos dois bancos, a participação no setor de fundos era de 16,87%. Dois anos depois, já com o processo de integração concluído, a fatia caiu para 14,83%.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;A perda de fatia de mercado chama ainda mais a atenção no caso do Itaú Unibanco por conta do bom resultado do setor de fundos no ano passado, que registrou captação recorde de R$ 108,7 bilhões. O segmento cresceu 18% ante 2009, atingindo patrimônio líquido de R$ 1,618 trilhão. Mas, apesar do ano tão positivo, o maior banco privado brasileiro encerrou 2010 com resgates de R$ 4,257 bilhões.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Num processo de fusão, é natural que ocorram perdas, já que grande parte dos investidores institucionais mantém limites de concentração nas instituições, explica o consultor Marcelo D"Agosto, autor do livro "Como escolher o melhor fundo de investimento". Nesses casos, há um corte nas aplicações, não uma soma, diz.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Um executivo que pediu para não ser citado observa, no entanto, que o ranking de gestão da Anbima leva em conta também os fundos de direitos creditórios (FIDCs), cujo patrimônio oscila muito. E os números revelam que o Itaú Unibanco teve resgates concentrados justamente nesse seguimento em 2010. Os fundos de recebíveis da instituição registraram saques de R$ 3,898 bilhões dos R$ 4,257 bilhões perdidos no período.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Os números do banco também teriam sido afetados pela estratégia de um fundo de pensão administrado pelo banco que, por uma questão de custos, preferiu migrar R$ 3 bilhões de fundos para carteiras administradas, cujos dados não aparecem no ranking.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Mas, no mercado, comenta-se que a perda de participação no ranking e os resgates têm a ver com o processo de fusão. Segundo uma fonte que acompanhou o processo de perto, houve um choque entre as culturas de gestão do Itaú e do Unibanco, resultando na saída de vários profissionais experientes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Outro executivo que também acompanhou a fusão lembra que o processo decisório ficou muito mais concentrado nas mãos de poucos, que estão na cúpula, tirando agilidade da gestão. Ele afirma que esse perfil de alta concentração é muito mais resquício da herança da gestora do Unibanco, que acabou predominando. Vários cargos-chave ficaram com profissionais que vieram do Unibanco. Já no Itaú, antes da fusão, as decisões eram descentralizadas, com cada gestor tendo muito mais autonomia para responder por sua estratégia. Procurado, o Itaú Unibanco preferiu não se manifestar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Enquanto o Itaú Unibanco perde espaço, a gestora do BTG Pactual foi a que mais recebeu recursos no ano passado, depois do gigante Banco do Brasil. A asset do banco de André Esteves captou R$ 9,632 bilhões em 2010, e ocupa o sétimo lugar no ranking dos maiores gestores, com patrimônio de R$ 65,355 bilhões. Com isso, a instituição passou a deter 4,08% do setor de fundos, ante 3,75% em 2009. A gestora do BTG cresceu principalmente em fundos de participações e multimercados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;O Banco do Brasil (BB) ainda ocupa a colocação de maior gestora, com patrimônio de R$ 363,211 bilhões até janeiro deste ano. Os números da BB DTVM já levam em conta os fundos da Nossa Caixa, adquirida em novembro de 2008.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Líder de captação no ano passado, com ingresso de R$ 18,552 bilhões, a BB DTVM atraiu R$ 44,470 bilhões para a previdência. Mas a gestora teve pesados resgates em fundos de renda fixa e curto prazo, de R$ 3,931 bilhões e R$ 2,041 bilhões, respectivamente. A asset fechou 2010 respondendo por 21,55% dos ativos sob gestão em fundos - fatia praticamente igual à de 2009, que somava 21,57%.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Essa concentração do setor de fundos é ruim especialmente para os investidores de varejo, que possuem pouco poder de barganha e condições de se movimentar rumo a outros gestores, diz o professor de finanças do Insper Ricardo José de Almeida. "Essa falta de poder se reflete em taxas de administração que ainda são altas para o varejo."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;O professor lembra que a Instrução 409 da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sobre fundos dá ao investidor o direito de pedir a abertura dos custos que estão embutidos dentro da taxa de administração. Essa medida deveria, em tese, acabar com as cobranças abusivas. O detalhe é que o pequeno investidor nem sabe desse direito e, portanto, essa fiscalização adicional não acontece na prática.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Para o professor do Insper, o fato de os bancos de varejo não oferecerem na rede de agências produtos de outros gestores contribui para que as taxas de administração continuem salgadas. "Nenhum banco tem interesse em levar a concorrência para dentro da sua própria casa", completa Almeida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;O setor de fundos no Brasil também é concentrado por conta do tipo de ativo demandado pelos investidores, que focam na renda fixa. "Os grandes bancos são justamente os maiores na gestão de fundos de renda fixa", lembra Francisco Costa, sócio da Capital Investimentos. "Mas à medida que os segmentos de multimercados e de ações cresçam, esse processo de concentração deve ficar menor."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Contribui para esse panorama o fato de as corretoras de valores não atuarem fortemente no mercado de distribuição de fundos, avalia o consultor. "As corretoras ainda são muito voltadas para estimular a negociação de ações e não a aplicação em fundos, em que o investidor tende a permanecer por mais tempo", diz o consultor D"Agosto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Para os gestores independentes, é difícil fugir da "máquina de venda" dos bancos de varejo, já que as áreas "private" dos grandes bancos são os maiores distribuidores de fundos do país.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-3083187064402375108?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/3083187064402375108/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=3083187064402375108' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/3083187064402375108'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/3083187064402375108'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2011/03/poucos-com-tanto.html' title='Poucos com tanto...'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-7394011347447914480</id><published>2011-03-07T08:32:00.001-03:00</published><updated>2011-03-07T08:32:55.381-03:00</updated><title type='text'>Clubes de investimento terão mais controle</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;img src="http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Interface/Imagens/Corpo/Pixel.jpg" width="100%" height="2" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.clickrbs.com.br"&gt;&lt;img border="0" src="http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/midia/imagens/zero-hora-0x.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;    &lt;br /&gt;&lt;font face="Verdana"&gt;07/03/2011&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;img src="http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Interface/Imagens/Corpo/Pixel.jpg" width="100%" height="2" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;h5&gt;&lt;font face="Verdana"&gt;SEU BOLSO&lt;/font&gt;&lt;/h5&gt;  &lt;h6&gt;&lt;/h6&gt;  &lt;p&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Para evitar que clubes de investimentos virem fundos “disfarçados’’, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) prepara uma nova regulamentação, que deve entrar em vigor em cerca de 30 dias. Segundo o diretor do órgão, Otávio Yazbek, as versões finais da regulamentação estão em fase de discussão interna.     &lt;br /&gt;No Brasil, há 3.054 clubes, com um patrimônio líquido total de R$ 11,4 bilhões e 131.521 participantes, segundo a Bovespa.      &lt;br /&gt;Por meio dos clubes, é possível entrar na Bolsa com R$ 200. Para aplicações individuais, o valor é baixo. Mas, com esse montante e um grupo de pessoas com um objetivo em comum, é possível organizar um clube.      &lt;br /&gt;– Aquelas pessoas que conhecem pouco e têm medo do risco investem coletivamente, colocando um pouquinho de dinheiro na aplicação. Conforme aprendem, alteram a quantia – explica Tércia Rocha, consultora da Bovespa.      &lt;br /&gt;Em geral, um clube pode ter entre três e 150 pessoas e deve ter um representante. Os integrantes podem ser, por exemplo, de uma mesma empresa ou família. No caso de funcionários de uma mesma empresa ou entidade, pode ser um grupo até maior.      &lt;br /&gt;As principais mudanças, explicou Yazbek, devem ser justamente em relação à restrição no limite do número de cotistas e à exigência de assembleias, que poderão ser realizadas por meio de ferramentas eletrônicas, pois envolvem menos custos para as corretoras de valores.      &lt;br /&gt;O objetivo é valorizar o caráter pedagógico e fortalecer o controle sem aumentar demais os custos. Conforme Yazbek, um dos motivos que levaram a criar a nova regulamentação foi um mal-estar em relação a clubes que viravam fundos:      &lt;br /&gt;– É o que se chama de arbitragem regulatória. Usar um meio mais barato para atingir aquilo que é mais caro. Se quiser desconto regulatório, terá de ser uma estrutura diferente. Não pode ser um fundo disfarçado.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Recuo na criação&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;- A criação de clubes teve desaceleração no último ano:&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;- Em 2009, houve avanço de 6,4% na quantidade de clubes em relação ao ano anterior.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;- No ano passado, a alta foi de só 3,3% em relação a 2009.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-7394011347447914480?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/7394011347447914480/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=7394011347447914480' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/7394011347447914480'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/7394011347447914480'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2011/03/clubes-de-investimento-terao-mais.html' title='Clubes de investimento terão mais controle'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-6545969313108674873</id><published>2011-02-27T09:57:00.001-03:00</published><updated>2011-02-27T09:57:34.790-03:00</updated><title type='text'>Tesouro direto rende o triplo da Poupança</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.correioweb.com.br"&gt;&lt;img border="0" src="http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/midia/imagens/correio-braziliense-0x.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;    &lt;br /&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;27/02/2011&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;img src="http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Interface/Imagens/Corpo/Pixel.jpg" width="100%" height="2" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Investir em títulos públicos é uma maneira segura de multiplicar o dinheiro&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Gabriel Caprioli&lt;/font&gt;&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Garantir uma boa renda no futuro não depende mais apenas de uma gorda aposentadoria ou da sorte em aplicações de risco — como a compra de ações de empresas privadas no mercado de capitais. Uma nova maneira de investimento, segura e rentável, vem ganhando adeptos dia a dia. É o Tesouro Direto, modalidade que já atraiu quase 220 mil brasileiros desde 2002. A aplicação permite a qualquer pessoa, por meio da compra de títulos do governo pela internet, tornar-se credora do Tesouro Nacional sem intermediários.     &lt;br /&gt;Especialistas garantem que a rentabilidade e a segurança dos ativos públicos ainda são imbatíveis, quando comparados às opções mais tradicionais do mercado. Alguns papéis com prazo de vencimento mais longo, nos últimos 12 meses, chegaram a render mais de 19% aos compradores — uma fábula, quando comparada aos 6,5% da poupança. E passar a ser dono de parte da dívida pública do país é mais fácil do que parece (veja passo a passo abaixo). Com valores a partir de R$ 100 na conta bancária e o número do CPF, é possível ingressar no programa pelo endereço eletrônico www.tesourodireto.gov.br.       &lt;br /&gt;O site oferece uma série de ferramentas para esclarecer até mesmo os menos familiarizados com a dinâmica dos títulos públicos, como um curso virtual desenvolvido em parceria com a Bolsa de Valores de São Paulo (BM&amp;amp;FBovespa) — o mecanismo traz um simulador de compra e uma calculadora de rendimentos. “Quando lançamos o Tesouro Direto, recebemos várias sugestões que deixavam clara a necessidade de trabalhar essa questão da educação financeira. Então desenvolvemos esses instrumentos”, explica André Proite, gerente de relacionamento com os investidores do Tesouro.       &lt;br /&gt;Custo baixo      &lt;br /&gt;Há nove anos, quando o programa foi criado, a única forma de as pessoas físicas adquirirem títulos públicos era via fundos de investimentos, carteiras que normalmente detêm esse tipo de papel. “A diferença principal em optar pelo Tesouro Direto é que você não precisa pagar uma taxa de administração para o fundo e, apesar de ter que arcar com alguns custos, eles são muito mais baixos”, afirmou Armando Castelar, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getulio Vargas (FGV). A única taxa cobrada pela aplicação é a de 0,1% sobre o valor da compra (em uma única vez) e 0,3% (ao ano) para a custódia dos títulos, que ficam sob a guarda da Câmara Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC). Os 87 bancos e instituições que operam o sistema podem cobrar uma taxa fixada entre zero e 4%. No site do Tesouro, há um ranking de operadores e tarifas.      &lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;strong&gt;Proteção         &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O programa oferece uma série de papéis com características diferentes que podem ser adequados aos planos dos investidores. “O primeiro passo a ser feito é definir qual tipo de poupança se quer. Se é para comprar um carro daqui a dois anos, incrementar a aposentadoria ou ter um rendimento contínuo. Para cada opção, há um papel diferente”, diz o gerente de renda variável da corretora TOV, Pedro Alceu. Na avaliação de Castelar, os títulos mais indicados para quem não acompanha de perto o vaivém da economia são os atrelados a índices de preço (NTN-B e NTN-B principal).         &lt;br /&gt;Dessa forma, os investidores ficam protegidos contra a perda de valor da moeda e ainda ganham algo acima da inflação. “Para sair disso e escolher, por exemplo, um papel ligado à Selic (taxa básica de juros), é preciso fazer uma espécie de aposta em variações macroeconômicas — no caso, na alta dos juros”, pondera. Atualmente, R$ 4,7 bilhões em dívidas da União estão em poder de pequenos investidores particulares graças ao Tesouro Direto. A maior parte (51,3%) está em aplicações menores do que R$ 5 mil. Somente em janeiro, foram emitidos R$ 360,26 milhões, sendo a maior procura por papéis prefixados (54,81%), seguida pelos indexados à inflação (35,16%) e pelos atrelados à Selic (10,04%).        &lt;br /&gt;O estoque do programa ainda representa muito pouco, apenas 0,1%, de toda a dívida pública federal (atualmente, de R$ 1,6 trilhão). Mas, para Proite, a parcela diminuta em relação ao total negociado não diminui a importância do programa. “Criamos o Tesouro Direto para aumentar a participação do investidor pessoa física como credor do governo. A intenção é democratizar o acesso.” O Tesouro trabalha com uma meta, guardada sob segredo, de ampliação da participação dos investidores pessoas físicas no total da dívida pública. “Queremos elevar essa fatia expressivamente em dois anos”, diz Proite.        &lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;strong&gt;Papéis confiáveis         &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;Forma eficaz de financiamento dos gastos da máquina federal, os títulos públicos são emitidos pelo governo e comercializados no mercado financeiro. A administração da dívida da União tem por objetivo rolar esses compromissos, substituindo os que vencem por outros novos. Quanto mais confiável é a economia de um país, mais seguros são os papéis que compõem sua dívida.&lt;/em&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-6545969313108674873?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/6545969313108674873/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=6545969313108674873' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/6545969313108674873'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/6545969313108674873'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2011/02/tesouro-direto-rende-o-triplo-da.html' title='Tesouro direto rende o triplo da Poupança'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-2839208912953829768</id><published>2011-02-23T09:36:00.000-03:00</published><updated>2011-02-23T09:37:24.383-03:00</updated><title type='text'>Pirâmides provocam perdas de vários bilhões a incautos</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; font-family: verdana;"&gt;Valor Econômico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23/02/2011&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;De São Paulo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;A lista de investidores vítimas de esquemas que prometiam rentabilidades altas nos últimos anos é grande. Boi Gordo, Gallus, Avestruz Master, clubes de investimentos e forex são exemplos de estruturas que acabaram se revelando golpes no estilo pirâmide, nos quais o dinheiro dos novos investidores paga os antigos. Somados, esses esquemas provocaram um prejuízo total em torno de R$ 4 bilhões - R$ 2,5 bilhões só da Boi Gordo, R$ 1 bilhão da Avestruz Master e R$ 200 milhões da Gallus. Só os casos mais recentes - Agente BR, Firv, Dinero e outros menores - já superam R$ 200 milhões.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;As pirâmides também são chamadas de esquema Ponzi, em referência ao ítalo-americano Charles Ponzi, que deu um grande golpe com selos nos Estados Unidos nos anos 1920. O maior escândalo recente envolvendo pirâmides foi orquestrado pelo americano Bernard Madoff, ex-presidente da bolsa americana Nasdaq e que, em 2008, deu prejuízo de US$ 50 bilhões a investidores do mundo todo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;O caso veio à tona 9 de dezembro depois que um investidor tentou sacar US$ 7 milhões. Dois dias depois, Madoff foi detido pelo FBI e acusado de fraude. Em junho de 2009, seis meses depois do caso vir à tona, Madoff foi sentenciado a 150 anos de prisão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Normalmente, os esquemas guardam algumas semelhanças: a oferta é feita via internet ou no boca a boca. Esse clima de que a aplicação está aberta somente para alguns poucos escolhidos acaba fazendo com que as perdas ocorram em grupos familiares, de amigos ou de colegas de trabalho, já que um vai indicando para o outro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;No Brasil, alguns esquemas também ficaram famosos nos últimos tempos. Um deles foi realizado pela Agente BR, que era uma corretora de câmbio. Após a morte do controlador da instituição, seu filho, Túlio Vinícius Vertullo, antes mesmo de transferir a empresa para o seu nome, passou a oferecer clubes de investimento sem registro. A aplicação garantia retorno de 5% ao mês, no mínimo. Havia reuniões em churrascarias para comemorar os ganhos e atrair novos investidores para o esquema.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Em julho de 2008, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) divulgou um alerta ao mercado sobre a irregularidade da oferta feita pela Agente BR, mas a empresa continuou captando recursos até janeiro de 2009, quando o Banco Central interveio e decretou a liquidação da instituição. Os interventores do BC, no entanto, não encontraram nenhum registro dos clubes, nem das aplicações, que se descobriu depois foram transferidas para um site. Mesmo assim, calcula-se que 3 mil aplicadores tiveram um prejuízo de cerca de R$ 100 milhões.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;A falência da Agente BR foi decretada, mas os credores têm poucas chances de recuperar suas aplicações pois nem a corretora, nem os sócios possuem bens que cubram a dívida. Vertullo e a corretora foram multados pela CVM em R$ 1,5 milhão cada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Outra história recente ocorreu em Belo Horizonte, que resultou na prisão de Thales Emmanuelle Maioline, em dezembro do ano passado. Conhecido como o Madoff mineiro, ele passou 140 dias foragido depois de ser acusado de sumir com R$ 86,1 milhões de 2 mil investidores de 14 cidades.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Maioline teria criado um portfólio chamado Ficap (Fundo de Investimento Capitalizado), que na verdade não existia. O fundo era oferecido pela Firv Consultoria e Administração de Recursos Financeiros, que funcionava em um bairro nobre da capital mineira. No site da empresa, o Ficap era apresentado como o "clube dos vencedores", prometendo uma renda fixa garantida a partir de operações de arbitragem. Assim como no Agente BR, não havia, no entanto, qualquer informação sobre onde o dinheiro era investido.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;A aplicação também prometia rentabilidade elevada, de 6% ao mês e, ao fim de seis meses, uma bonificação de 30%. Em julho de 2010, a CVM divulgou um alerta sobre a oferta irregular da Firv. A pirâmide, no entanto, só caiu no fim de julho, quando um investidor tentou sacar R$ 3 milhões.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Quem tiver conhecimento ou suspeita de alguma oferta irregular de investimento pode alertar a CVM por meio de uma central telefônica, no número 0800 722 5354, que funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h. Pode, ainda, fazer a denúncia por carta ou pelo site www.cvm.gov.br, na seção "Fale com a CVM".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Já quem foi vítima ou acredita que uma empresa merece ser investigada pode também fazer uma denúncia ao Ministério Público Federal (MPF) de seu Estado. Para quem está em São Paulo, o procedimento é acessar o site www.prsp.mpf.gov.br. Em seguida, a pessoa deve clicar em "Envie sua denúncia ao MPF do Digi-Denúncia". Permite-se o anonimato, mas os casos nos quais a pessoa se identifica acabam tendo mais credibilidade. A partir daí, abre-se uma investigação, que pode dar origem a um inquérito policial ou a um Procedimento de Investigação Criminal (PIC). (LM)&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-2839208912953829768?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/2839208912953829768/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=2839208912953829768' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/2839208912953829768'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/2839208912953829768'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2011/02/piramides-provocam-perdas-de-varios.html' title='Pirâmides provocam perdas de vários bilhões a incautos'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-3696140751640178395</id><published>2011-02-21T08:04:00.001-03:00</published><updated>2011-02-21T08:04:31.461-03:00</updated><title type='text'>Investidores preferem os títulos a ações brasileiras</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; 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Dados divulgados na quinta-feira pelo EPFR Global, consultoria com sede em Boston que monitora fluxos de fundos transnacionais, revelou que os investidores aplicaram mais dinheiro em títulos brasileiros domésticos e internacionais em janeiro do que em renda variável, pela primeira vez desde junho de 2010.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Recursos para títulos representaram US$ 356 milhões líquidos, disse o EPFR, na comparação com apenas US$ 104 milhões para renda variável. O movimento de distanciamento das ações indica que os investidores estão mais atraídos pela renda fixa prometida pelos títulos do que pelo lucro potencialmente maior, mas mais arriscado, proveniente das ações. Dados recentes deprimiram o entusiasmo dos investidores em torno da economia do Brasil, que estaria rumando para uma taxa de crescimento menor, de aproximadamente 4,5%, em 2011.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;A produção industrial caiu em dezembro ante novembro, contra aumento esperado de quase um ponto, e as vendas do varejo permaneceram inalteradas em relação a novembro. A inflação nos preços ao consumidor está acelerando a 6% ao ano, superando a meta do governo, de 4,5%. Amer Bisat, do Traxis Partners, consultoria de investimento de Nova York, disse que qualquer distanciamento das ações seria cíclico, não mais duradouro. O governo recentemente anunciou cortes de gastos de R$ 50 bilhões. O pacote foi criticado pela falta de detalhe e por não conseguir efetuar cortes em termos reais em relação aos gastos em 2010.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-3696140751640178395?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/3696140751640178395/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=3696140751640178395' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/3696140751640178395'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/3696140751640178395'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2011/02/investidores-preferem-os-titulos-acoes.html' title='Investidores preferem os títulos a ações brasileiras'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-7881520699270925811</id><published>2011-02-21T07:53:00.000-03:00</published><updated>2011-02-21T07:54:00.399-03:00</updated><title type='text'>Isenção do IR eleva o ganho com papéis do agronegócio e de imóvel</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; 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 &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;TONI SCIARRETTA&lt;br /&gt;DE SÃO PAULO&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Agronegócio, construção civil e, agora, infraestrutura.&lt;br /&gt;Três dos setores de maior potencial da economia brasileira são também os que têm as melhores oportunidades de ganho para o investidor pessoa física nas aplicações financeiras em renda fixa.&lt;br /&gt;E o motivo não é o dinamismo dessas indústrias, mas a isenção do Imposto de Renda dada pelo governo para quem ajuda a financiar esses setores, considerados estratégicos para o país.&lt;br /&gt;As LCA (Letras de Crédito do Agronegócio) e as LCI (Letras de Crédito Imobiliário) têm isenção do Imposto de Renda, que leva até 22,5% do ganho em aplicações semelhantes de menos de seis meses. O mesmo vai ocorrer com os títulos de infraestrutura.&lt;br /&gt;Quem aplicar R$ 100 mil por um ano nesses papéis com taxa de 85% do CDI pode levar R$ 9.477,50 líquidos, considerando um CDI projetado de 11,15%.&lt;br /&gt;Para ter um ganho desse patamar -pagando IR de 17,5% (alíquota a partir de 361 dias)-, o investidor precisaria conseguir um CDB de 103,03% do CDI (11,49% ao ano, nessa conta), retorno que os bancos não oferecem nessa faixa de aplicação.&lt;br /&gt;"É um investimento muito interessante. A gente mal consegue atender a demanda", disse Vitor Bidetti, diretor da Brazilian Mortgages, maior financeira do ramo imobiliário.&lt;br /&gt;Apesar de estarem atrelados a um projeto -muitas vezes arriscado ou de difícil viabilidade, como na infraestrutura-, o risco dessas aplicações é baixíssimo.&lt;br /&gt;No caso dos papéis imobiliários e do agronegócio, os bancos emissores garantem integralmente a aplicação do investidor mesmo em caso de inadimplência dos financiamentos a eles atrelados. O BNDES vai garantir o retorno dos papéis de infraestrutura.&lt;br /&gt;O risco é o banco quebrar -o mesmo de um CDB. Na hipótese de isso ocorrer, o aplicador ainda tem como seguranças adicionais o imóvel e as garantias apresentadas pelos emprestadores.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;VALOR ALTO&lt;br /&gt;A principal desvantagem é que, diferentemente de um CDB, o aplicador não pode resgatar sua aplicação antes do vencimento.&lt;br /&gt;O investidor precisa dispor de um valor elevado para comprar esses papéis e se beneficiar da isenção fiscal.&lt;br /&gt;No Banco do Brasil, as aplicações em LCA começam em R$ 1 milhão e as taxas vão de 85% a 95% do CDI, dependendo do prazo. Bancos de menor porte, como o Safra e o Pine, aceitam investimentos a partir de R$ 100 mil, oferecendo taxas líquidas de 85% a 97% do CDI.&lt;br /&gt;As LCI são um pouco mais acessíveis. Na Brazilian Mortgages, a aplicação mínima é de R$ 20 mil e as taxas começam em 88% do CDI.&lt;br /&gt;"Se precisar do dinheiro no meio do caminho, é um problema. O investidor também tem de ver qual é a garantia da operação", diz Fabio Colombo, administrador de investimentos.&lt;br /&gt;"É um produto diferente de um CDB e da poupança, que, se a pessoa precisar, pode sacar no outro dia. O risco de crédito é menor que em um CDB, mas a operação como um todo é mais arriscada porque não se pode sair quando quiser", diz Osvaldo Cervi, diretor do Private Bank do Banco do Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-7881520699270925811?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/7881520699270925811/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=7881520699270925811' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/7881520699270925811'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/7881520699270925811'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2011/02/isencao-do-ir-eleva-o-ganho-com-papeis.html' title='Isenção do IR eleva o ganho com papéis do agronegócio e de imóvel'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-9006733544833920561</id><published>2011-02-08T08:32:00.001-02:00</published><updated>2011-02-08T08:32:58.459-02:00</updated><title type='text'>Selic reaviva disputa entre DI e poupança</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: verdana; font-weight: bold;"&gt;Valor Econômico&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana; font-weight: bold;"&gt;08/02/2011&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O ciclo de alta dos juros, retomado em janeiro pelo Banco Central, reavivou a tradicional disputa entre a poupança e os fundos DI. Quanto mais alta a Selic, melhor a rentabilidade desses fundos e o mercado prevê uma taxa de 12,5% no fim do ano. Com isso, depois de perder atratividade a partir de 2009, quando a Selic caiu para um dígito, as fundos DI podem render mais que a poupança. Com a taxa em 12,5%, por exemplo, os fundos pagariam 8% em um ano e a poupança, 7,06%. Mas antes de trocar o DI pela caderneta, o investidor deve verificar a taxa de administração do fundo. Se e1a for superior a 2,5%, dificilmente terá rentabilidade superior à da poupança.&lt;br /&gt;A revanche dos fundos DI&lt;br /&gt;Por Antonio Perez, de São Paulo&lt;br /&gt;O ciclo de alta dos juros básicos da economia (Selic), iniciado no mês passado pelo Banco Central (BC), reavivou a tradicional disputa entre a caderneta de poupança e os fundos de investimento pelo bolso do investidor. Depois de viverem na berlinda em 2009, com a queda da taxa Selic para um dígito, e amargarem ganhos tímidos em 2010, os fundos referenciados DI podem ir à forra este ano.&lt;br /&gt;Com a Selic em 12,50% ao ano, como prevê o boletim Focus - levantamento do BC com a expectativa de mais de cem instituições financeiras -, os fundos DI com taxa de administração de até 2% teriam rentabilidade líquida (já descontado o Imposto de Renda) de 8% em um ano, acima, portanto, da poupança, de 7,06%. Quanto mais alta a Selic, maiores os ganhos dos fundos DI, cuja rentabilidade reflete a variação do Certificado de Depósito Interfinanceiro (CDI) - que, por sua vez, segue de perto a taxa Selic. Se a previsão do boletim Focus se confirmar, os juros subirão mais 1,25 ponto percentual, já que a taxa hoje é de 11,25% ao ano.&lt;br /&gt;Há quem aposte, contudo, que a Selic terá que subir ainda mais para que o dragão da inflação seja domado. É o caso de Alexandre Espírito Santo, chefe de Finanças da ESPM-RJ e economista da Way Investimentos, que aposta em elevação da taxa até 13%. "E se o governo não promover um corte de gastos severo, a Selic terá que subir ainda mais para que a inflação não encoste no teto da meta, de 6,5%", diz Espírito Santo. "Caso o BC cumpra seu mandato e busque o centro da meta (de 4,5%), os fundos DI serão a melhor alternativa conservadora de investimento ", acrescenta.&lt;br /&gt;Antes de tirar o dinheiro da poupança e aplicar em um fundo DI, contudo, o investidor tem que fazer algumas contas, ressalta o economista da Way. Nesses fundos, diferentemente da poupança, há cobrança de taxa de administração e de Imposto de Renda (IR) sobre os ganhos. Com taxa Selic de 12,50%, os fundos DI baterão a caderneta para aplicações com prazo mínimo de seis meses e taxa de administração de até 2% ao ano. Caso contrário, é melhor deixar os recursos na poupança.&lt;br /&gt;Isso significa que os grandes bancos de varejo terão que baixar as taxas de administração caso queiram fisgar o pequeno aplicador. Um levantamento realizado pelo Valor mostra que, entre seis instituições (Itaú Unibanco, Bradesco, Santander, HSBC, Banco do Brasil e Caixa), apenas carteiras com aplicação mínima de R$ 1 mil têm taxa inferior a 2,5%.&lt;br /&gt;Para uma aplicação inicial de R$ 100, somente a Caixa Econômica Federal tem uma taxa que torna o DI competitivo com a poupança (2% ao ano). Na outra ponta, figura o fundo do Santander Classic Referenciado DI, com taxa de administração de 5%. No Banco do Brasil, o fundo com menor aplicação mínima (R$ 200) cobra 3% ao ano. No HSBC, um fundo com aporte inicial de R$ 500 tem taxa de administração de 2,50%. "Mesmo com a alta da Selic, a taxa de administração continua sendo crucial para a rentabilidade dos DIs", diz Bruno Lembi, sócio da empresa de aconselhamento financeiro M2 Investimentos.&lt;br /&gt;Espírito Santo, da Way Investimentos, ressalta que o cálculo dos ganhos dos DIs deve levar em conta também a taxa média da Selic. Confirmada a previsão do Focus, essa taxa média será de 12,22%. Se os juros forem elevado para 13%, como prevê o economista, a Selic média ainda será um pouco maior. Em todo caso, diz Espírito Santo, o ideal é que o investidor vá para o DI apenas se tiver recursos para aplicar em fundos com até taxa de 2% e com um prazo mínimo de seis meses. "Quem não tem dinheiro para conseguir um fundo com taxa até 2% deve primeiro ir juntando dinheiro na poupança", afirma.&lt;br /&gt;A questão do prazo é importante devido à cobrança de IR sobre os ganhos dos fundos. Resgates em prazo inferiores a 180 dias (seis meses) pagam 22,5% de IR sobre o rendimento. A alíquota vai caindo conforme o prazo: 20% (de 181 até 360 dias), 17,5% (de 361 dias até 720 dias), 15% (mais de 720 dias). Considerando o prazo de um ano e CDI de 12,50%, uma aplicação de R$ 30 mil em um fundo DI com taxa de administração de 2% proporcionaria um ganho líquido de R$ 2.400 (ganho bruto de R$ 3.750, menos R$ 750 de IR e R$ 600 de taxa de administração). Caso aplicasse o mesmo valor na caderneta de poupança, que não cobra IR sobre o ganho nem taxa de administração, o valor seria de R$ 2.117. Com a Selic a 13%, os fundos DI com taxas de administração de até 2% tem ganho anual de 8,40%. No caso de uma taxa de 1% ao ano, o rendimento será 9,40%.&lt;br /&gt;Lembi, da M2 Investimentos, ressalta que o rendimento dos fundos DI com Selic em cerca de 12,50% não será suficiente para trazer ganhos reais (descontada a inflação) elevados. O BC teria que elevar a Selic para 13% ou 13,25% ao ano para que inflação se encaminhe para o centro da meta, de 4,5%, diz ele "Mas a pressão política será muito grande e a Selic não vai subir até esse nível", afirma.&lt;br /&gt;Ele lembra que o BC, em vez de iniciar mais cedo o aperto monetário, optou pela adoção medidas macroprudenciais, como o aumento do depósito compulsórios, para diminuir o ritmo de concessão de crédito e tentar esfriar a economia. Com Selic menor, o investidor deve conviver, este ano e em 2012, com inflação um pouco mais alta. Isso quer dizer que tanto os fundos DI quanto a caderneta de poupança exibirão ganhos reais (descontada a inflação) minguados. Na edição desta semana do boletim Focus, a expectativa para o IPCA deste ano subiu de 5,64% para 5,66%. Mas a projeção para o índice em 2012 recuou de 4,70% para 4,61%.&lt;br /&gt;Com a inflação ainda em alta, Lembi recomenda aos investidores em fundos com títulos atrelados à inflação. "Essas carteiras já tiveram um bom desempenho bom em 2010 e devem continuar assim pelos próximo dois", afirma Lembi. "A inflação continuará a atrapalhar a vida do investidor mesmo com o aperto monetário".&lt;br /&gt;A alta dos juros aumentará a competitividade dos fundos de varejo em relação à caderneta de poupança, diz Carlos Massaru Takahashi, presidente da BB DTVM, braço de gestão do Banco do Brasil. "As cadernetas devem perder espaço", afirma Takahashi, que também prevê um declínio do interesse do investidor pelos Certificados de Depósito Bancário (CDBs)&lt;br /&gt;Com um ritmo de crescimento menor do crédito, os bancos terão menos apetite por recursos e, por isso, devem a oferecer taxas menores no CDB. Outro fator que deve beneficiar o setor de fundo é o crescimento da renda de parte da população. "O bom desempenho da economia fez muita gente subir de faixa de renda e essas pessoas têm novas perspectivas e devem destinar mais recursos para os fundos", afirma Takahashi. (Colaborou Angelo Pavini)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-9006733544833920561?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/9006733544833920561/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=9006733544833920561' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/9006733544833920561'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/9006733544833920561'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2011/02/selic-reaviva-disputa-entre-di-e.html' title='Selic reaviva disputa entre DI e poupança'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-8166014465490091894</id><published>2011-01-25T10:09:00.001-02:00</published><updated>2011-01-25T10:09:46.018-02:00</updated><title type='text'>CVM quer facilitar acesso de investidores a BDRs</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;img src="http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Interface/Imagens/Corpo/Pixel.jpg" width="100%" height="2" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.valoronline.com.br"&gt;&lt;img border="0" src="http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/midia/imagens/valor-0x.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;    &lt;br /&gt;25/01/2011&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;img src="http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Interface/Imagens/Corpo/Pixel.jpg" width="100%" height="2" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Regulação: Autarquia coloca em audiência pública alteração da instrução 332, que regula negócios com esses papéis.   &lt;br /&gt;Ana Luísa Westphalen, Fernando Torres e Angelo Pavini | De São Paulo    &lt;br /&gt;A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) colocou em audiência pública ontem uma norma que vai facilitar o acesso de fundos de pensão e investidores pessoa física à negociação de recibos de ações de empresas estrangeiras como Apple, Google, Microsoft e General Electric no Brasil.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A proposta é alterar a instrução 332, que regula a negociação dos chamados Brazilian Depositary Receipts (BDRs) Nível I - certificados com lastro em ações de companhias com sede no exterior. A ideia é permitir a inclusão de outras categorias de investidores nas operações envolvendo esses papéis, que atualmente são restritos a instituições financeiras e fundos de investimento.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A minuta propõe que entidades fechadas de previdência complementar e os investidores pessoa física ou jurídica com investimentos financeiros superiores a R$ 1 milhão também sejam autorizados a negociar os BDRs Nível I, patrocinados ou não. O prazo para envio de sugestões e comentários à Superintendência de Desenvolvimento de Mercado da CVM termina em 23 de fevereiro.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Atualmente, as pessoas físicas - com exceção dos consultores de investimentos e dos administradores de carteira - só podem ter acesso aos papéis das companhias estrangeiras por meio de fundos. Para efeito de composição de carteira, esses recibos são considerados investimentos no exterior. A mudança tem como objetivo aquecer esse mercado, que atualmente tem baixo volume de transações.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O primeiro lote de BDRs Nível I não patrocinados estreou na BM&amp;amp;FBovespa em outubro do ano passado, emitido pelo Deutsche Bank. O programa resultou na entrada das empresas Apple, Google, Bank of America, Arcelor Mittal, Goldman Sachs, Avon, Wal-Mart, Exxon Mobil, McDonald&amp;quot;s e Pfizer no mercado brasileiro.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No caso dos BDRs não patrocinados, a emissão fica a cargo de uma instituição financeira depositária no Brasil, sem qualquer participação das companhias sediadas no exterior. Os papéis são negociados em reais, com base na cotação das ações no país de origem e do dólar no Brasil na data da compra.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ao fim de novembro, foi a vez do segundo lote, emitido pelo Citibank, envolvendo BDRs das companhias Alcoa, Cisco Systems, Citigroup, Freeport-McMoran, Copper &amp;amp; Gold, General Electric Company, Intel Corporation, Merck &amp;amp; Co., Microsoft Corporation, Procter &amp;amp; Gamble e Wells Fargo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A previsão do diretor-presidente da BM&amp;amp;FBovespa, Edemir Pinto, é de que 2011 chegue ao fim com BDRs Nível I não patrocinados de 100 empresas estrangeiras negociados no mercado de balcão organizado. Ele também acredita que esse mercado não será mais restrito a empresas americanas, devendo ser ampliado também para as companhias europeias e asiáticas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Para Felipe Claret da Mota, gerente de registros da CVM, a autorização para investidores com mais de R$ 1 milhão se justifica porque é um tipo de público que já tem conhecimento de mercado suficiente para entender os funcionamentos dos BDRs de empresas estrangeiras. &amp;quot;São companhias que apresentam seus balanços em inglês e negociam papéis sujeitos à variação cambial, e achamos que quem tem esse valor é sofisticado o suficiente para avaliar os riscos&amp;quot;, afirma ele. O mesmo acontece com os fundos de pensão, que têm equipes especializadas para avaliar as aplicações em BDRs estrangeiros.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Claret disse desconhecer a proposta da bolsa de levar a negociação dos BDRs nível 1 do balcão para o mercado normal. &amp;quot;O colegiado da CVM já fez uma série de concessões, de facilitadores, para o BDR nível 1 de companhias estrangeiras, como a dispensa em traduzir os balanços e comunicados para o português, justamente porque ele seria negociado no balcão&amp;quot;, afirma. &amp;quot;Para negociar na bolsa, o BDR teria de ser nível 2, e o nível de exigência seria bem maior, como apresentar os resultados em português&amp;quot;, lembra.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ele explica também que a CVM está colocando as propostas em discussão e aguarda a opinião do mercado. Ele não vê espaço para a liberação da aplicação para clientes de menor valor, como os qualificados, que precisam ter R$ 300 mil para investir. &amp;quot;A CVM não entra no mérito do que é bom ou ruim para o investidor, mas achamos que toda decisão de investimento tem de ser atrelada à informação&amp;quot;, afirma. &amp;quot;Se temos um investimento em companhia estrangeira com informações em inglês, não acho adequado colocar essa aplicação para pessoas sem muito conhecimento&amp;quot;, diz.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-8166014465490091894?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/8166014465490091894/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=8166014465490091894' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/8166014465490091894'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/8166014465490091894'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2011/01/cvm-quer-facilitar-acesso-de.html' title='CVM quer facilitar acesso de investidores a BDRs'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-2166182155486491680</id><published>2011-01-25T09:55:00.002-02:00</published><updated>2011-01-25T09:57:37.875-02:00</updated><title type='text'>Novo código protegerá o consumidor endividado</title><content type='html'>&lt;p style="font-weight: bold; font-family: verdana;"&gt;Valor Econômico&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: verdana;"&gt;25/01/2011&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Criado há 20 anos e ainda considerado moderno pela comunidade jurídica, o Código de Defesa do Consumidor (CDC) passará por reformas para abranger um tema que preocupa as famílias brasileiras: o superendividamento - total de contas acima da capacidade de pagamento. Hoje, de acordo com pesquisa divulgada este mês pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), 59,4% de um total de 17,8 mil famílias entrevistadas estão endividadas. Desse percentual, 22% estão com contas em atraso e 7,9% alegam que não terão como quitar seus débitos. Um anteprojeto com previsões legais sobre o assunto deve estar pronto em seis meses, tratando de informações, transparência e o direito de arrependimento no mercado de créditos, a exemplo do que já é feito em outros países. O texto também deve regulamentar melhor outros temas, como o comércio eletrônico e o papel dos Procons como meio alternativo de resolução de conflitos.    &lt;br /&gt;O ingresso de 50 milhões de consumidores no mercado de crédito desde a década de 90 impõe a revisão da lei, segundo justifica o presidente da comissão que trata do assunto, ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Herman Benjamin. Ele participou da comissão que elaborou o CDC atual, em 1989, quando atuava como promotor de Justiça. No entanto, nessa época, segundo o ministro, a inflação e o sistema bancário impediam essa discussão sobre o mercado de crédito.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h3&gt;Código abordará endividamento&lt;/h3&gt;  &lt;p&gt;Adriana Aguiar | De São Paulo&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O mais novo código brasileiro, que trata da defesa do consumidor, vai passar por uma reforma para abranger um tema que preocupa as famílias brasileiras: o superendividamento - total de contas acima da capacidade de pagamento. Hoje, de acordo com pesquisa divulgada recentemente pela Confederação Nacional do Comércio (CNC), 59,4% de um total de 17,8 mil famílias entrevistadas estão endividadas. Desse percentual, 22% estão com contas em atraso e 7,9% alegam que não terão como quitar suas dívidas. Um anteprojeto com previsões legais sobre o assunto deve estar pronto em seis meses. O texto também deve regulamentar melhor outros temas, como o comércio eletrônico e o papel dos Procons como meio alternativo de resolução de conflitos. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ainda que o Código de Defesa do Consumidor (CDC) seja considerado de vanguarda pela comunidade jurídica e estar apenas 20 anos em vigor, o ingresso de 50 milhões de consumidores no mercado de crédito desde a década de 90 impõe a revisão da lei, segundo a justificativa do presidente da comissão, ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Herman Benjamin. Ele participou da comissão que elaborou o CDC atual, em 1989, quando atuava como promotor de justiça. No entanto, nessa época, segundo o ministro, a inflação e o sistema bancário impediam essa discussão sobre o mercado de crédito. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;     &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O novo projeto, de acordo com Benjamin, não deve tratar da regulação dos serviços financeiros em si, mas de transparência, informação e o direito de arrependimento no mercado de crédito, a exemplo do que já é feito em outros países. Além da diretiva europeia editada em 2008, França, Suécia, Alemanha, Dinamarca, Finlândia, Estados Unidos, Bélgica e Áustria possuem normas de proteção ao consumidor contra o superendividamento.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Apesar de o foco principal ser o superendividamento, o novo código também deve regulamentar melhor o comércio eletrônico, agora utilizado em larga escala pelos consumidores brasileiros. O texto ainda deve investir no fortalecimento dos Procons, para diminuir os litígios judiciais. No STJ, estima-se que de 20% a 30% dos recursos da 2ª Seção - responsável pelo julgamento de temas de direito privado - tratem de relações de consumo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A comissão, que teve sua primeira reunião em dezembro, também é composta pela jurista Ada Pellegrini Grinover, copresidente da comissão responsável pelo anteprojeto; a professora Claudia Lima Marques, responsável pela redação do CDC-Modelo das Américas; o promotor do Distrito Federal e especialista em serviços financeiros, Leonardo Bessa e Roberto Pfeiffer, ex-diretor do Procon-SP. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O grupo pretende ouvir setores específicos da sociedade, como as instituições financeiras, a Defensoria Pública, o Ministério Público, os Procons e o Poder Judiciário. Depois de um primeiro esboço, a comissão deve organizar audiências públicas nas principais cidades do país para ouvir a população. Só então, o anteprojeto será apresentado ao Senado. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Os temas que serão incluídos no anteprojeto foram, em geral, bem recebidos pelos advogados. Segundo Marcelo Roitman, sócio do Pompeu, Longo, Kignel &amp;amp; Cipullo Advogados, a regulamentação que tratará do superendividamento vem em boa hora. "Essa superoferta de crédito só começou a ocorrer há alguns anos e agora é preciso haver regras mais claras para o consumidor de boa-fé, que não conseguiu, por algum motivo, honrar suas dívidas", diz. Para ele, contratempos como o desemprego, doença ou separação podem fazer com que o consumidor tenha sua renda reduzida de uma hora para outra. "O que se deve discutir é como resolver o problema da inadimplência para que o consumidor volte ao mercado."&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Até agora, os casos de superendividamento tem que ser tratados individualmente na Justiça, que se baseia em princípios como a função social do contrato e a boa-fé para reduzir multas, juros e alongar os prazos de pagamento. "O ideal é que existam regras gerais para propor um mecanismo parecido com o da recuperação judicial de empresas", afirma Roitman. Com relação ao comércio eletrônico, o advogado diz acreditar que as normas já existentes são suficientes.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Já o fortalecimento dos Procons, de acordo com a advogada Juliana Christovam João, do Rayes, Fagundes e Oliveira Ramos Advogados, pode ser uma boa maneira de desafogar o Judiciário. O advogado Antonio Carlos de Oliveira Freitas, sócio do Luchesi Advogados, entende, no entanto, que não há necessidade de se elaborar um novo código para fazer atualizações pontuais. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-2166182155486491680?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/2166182155486491680/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=2166182155486491680' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/2166182155486491680'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/2166182155486491680'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2011/01/novo-codigo-protegera-o-consumidor.html' title='Novo código protegerá o consumidor endividado'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-4710220079952701087</id><published>2011-01-11T08:08:00.001-02:00</published><updated>2011-01-11T08:08:28.099-02:00</updated><title type='text'>Poucas ações dão dividendo maior que a poupança</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;div&gt;&lt;table border='0' style='border-collapse:collapse'&gt;&lt;colgroup&gt;&lt;col style='width:589px'/&gt;&lt;/colgroup&gt;&lt;tbody valign='top'&gt;&lt;tr style='height: 18px'&gt;&lt;td vAlign='middle'&gt;&lt;p/&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;table border='0' style='border-collapse:collapse'&gt;&lt;colgroup&gt;&lt;col style='width:571px'/&gt;&lt;/colgroup&gt;&lt;tbody valign='top'&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 6px; padding-left: 6px; padding-bottom: 6px; padding-right: 6px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;Valor Econômico&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;11/01/2011&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;em&gt;Em dez anos, apenas quatro das quase 500 empresas listadas na bolsa de São Paulo - Telesp, Eternit, Celpe e Coelba - distribuíram lucros suficientes para superar os juros da poupança, de 6% ao ano. Em cinco anos, a lista cresce para 11 companhias, com a inclusão de várias elétricas, Comgás e Souza Cruz, mostra estudo da Economática para o &lt;strong&gt;Valor&lt;/strong&gt;. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;									&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Os reis dos dividendos&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Por Angelo Pavini, de São Paulo&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Poucas empresas conseguiram nos últimos anos distribuir lucros suficientes para superar os juros da poupança, de 6% ao ano. Em dez anos, apenas quatro superaram esse percentual - Telesp, Eternit, Celpee Coelba, mostra estudo da Economática para o Valor. Em cinco anos, a lista aumenta para 11 empresas, com a inclusão de várias elétricas, como CPFL, além de Comgáse Souza Cruz.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;O estudo considerou que o investidor tivesse comprado a ação no último dia útil do ano anterior e recebido juros sobre capital e dividendos ao longo do ano, ou seja, o conceito de caixa. A partir daí, foi calculado quanto o valor representava em relação ao valor da ação, ou seja, o retorno em dividendos, ou "dividend yield".&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;O estudo pegou apenas ações presentes na bolsa em todos os anos e que tenham pelo menos um negócio em dezembro de cada ano. Mesmo assim, muitas ainda apresentam pouca liquidez, como os casos de Celpe e Coelba nos últimos dez anos. Em cinco anos, apenas sete empresas apresentam liquidez acima de R$ 1 milhão por dia. "E não adianta ter uma ação que paga um bom dividendo e não se consegue negociá-la no mercado", diz Einar Rivero, da Economática.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Mesmo com retorno alto na distribuição dos lucros, nem sempre esses papéis são um bom negócio para o investidor. É preciso olhar também para o retorno total dos papéis, uma vez que de nada adianta um alto dividendo se o preço da ação despenca. É o caso, por exemplo, de Telesp, que apesar de todo o dividendo, fechou o período de cinco anos com um retorno total de 50,5%, abaixo dos 107% do Ibovespa, por conta de uma queda de 12,3% em seu preço de mercado no período. Já em dez anos, o retorno total da telefônica é de 428%, apesar de o papel ter subido menos que o Ibovespa, 52,3%, para 354,2% do indicador.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Em outros papéis, o investidor que olha apenas a valorização pode também ter uma visão equivocada, de que perdeu dinheiro. Caso de Eternit, por exemplo, cujo preço da ação subiu 290,6% em dez anos, abaixo dos 354,2% do Ibovespa. Mas quando se junta o valor dos dividendos, o retorno total sobe para 1.630,3% no período. "O investidor às vezes esquece que colocou os dividendos no bolso", diz Rivero.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Este ano promete ser mais de ganhos com a valorização das ações do que com a distribuição de lucros, dizem analistas. Mas, mesmo assim, os dividendos não devem ser desprezados, lembra Maurício Ceará, estrategista para pessoa física da corretora do Santander. "Sempre recomendamos uma parcela da carteira em dividendos, como diversificação, pois elas são mais estáveis", afirma.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;E há oportunidades de ganhos extras em algumas empresas fora da lista tradicional, caso da CSN, que deve distribuir mais lucro este ano para ajudar o acionista a pagar uma aquisição de ações. Ou da Light, que passará a receber pelo fornecimento de luz nas favelas cariocas retomadas, como no Complexo do Alemão, onde junto com a lei e a ordem devem chegar as contas de luz. Há ainda a AmBev, que este ano tende a se endividar um pouco para ajustar sua estrutura de capital, e deve sobrar mais dinheiro para os acionistas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Mesmo que a empresa não distribua os dividendos, eles acabam indo para o bolso do acionista, uma vez que são incorporado ao preço da ação, lembra Walter Mendes, sócio da gestora independente de recursos CultInvest. Ao reinvestir o lucro, acabam por valorizar a companhia e seus papéis. Já as empresas que pagam mais dividendos não precisam investir tanto e, por isso têm sobra de caixa. "Para saber se uma é melhor que outra é preciso analisar o retorno total, contando a variação do papel", diz.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Os bons pagadores de dividendos costumam brilhar quando a bolsa está em baixa, lembra Mendes. "Num momento ruim, essas empresas têm a vantagem de manter um ganho constante ao investidor", diz. Foi o caso do segundo semestre de 2008, quando a bolsa despencou, e os fundos de dividendos caíram bem menos. Mas se a bolsa tem perspectiva de alta, a vantagem do dividendo diminui, pois o ganho de capital é maior.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Neste ano, por exemplo, Mendes espera uma recuperação do Índice Bovespa, depois da parada no ano passado. A Petrobras, que foi a grande pedra no sapato do índice, deve andar um pouco mais, com o preço do petróleo subindo e o anúncio de novas reservas e melhora na produção. E o receio de uma disparada dos juros por conta da inflação não deve se confirmar, avalia Mendes. Ele espera que o Ibovespa suba este ano o que não subiu em 2010, entre 15% e 20%.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Mendes respeita os fãs dos dividendos. "Mas no Brasil, onde há esse potencial de novos consumidores, crescimento e consolidação de setores, o espaço para ganhar com o valor das ações é muito maior do que ficar olhando para renda", diz. Para ele, hoje, as viúvas que ficavam apostando em dividendos no passado estão mais atrás de valorização das ações. "Nossas viúvas estão mais para Warren Buffett", diz.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;A estratégia de dividendos não é a preferida no momento pela corretora do Itaú BBA, diz a estrategista Cida Souza. Segundo ela, neste momento, há maior chance de ganhos com a alta dos papéis por conta do crescimento econômico. A corretora estima uma alta de 20% para o Índice Bovespa, para 87 mil pontos. "Mas vemos alto potencial em dividendos em alguns papéis."&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Já Ceará, do Santander, recomenda que, na hora da escolha, o investidor não deve olhar apenas para o passado. "É preciso ver a regularidade dos pagamentos, se não foi apenas um evento isolado, extraordinário, que aumentou o lucro e distorceu a série histórica", lembra. O estudo da Economática, com análise ano a ano, elimina essa distorção.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Além disso, o investidor precisa olhar se a empresa não está sofrendo alguma mudança importante, como é o caso da Telesp este ano, incorporando a Vivo. Outras, como Eternit ou Souza Cruz, apesar de lucrativas, enfrentam polêmicas em torno de sua área de atuação - o uso do amianto na primeira e o combate ao fumo na segunda. Ou casos em que o papel já subiu demais de preço. "É preciso reavaliar as empresas de tempos em tempos, para ver se não há algum problema", diz.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;A alta dos juros neste ano também pode reduzir um pouco a atratividade dos dividendos, lembra Ceará. Mas a vantagem de não pagar imposto de renda para pessoas físicas ainda pesa a favor do dividendo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-4710220079952701087?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/4710220079952701087/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=4710220079952701087' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/4710220079952701087'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/4710220079952701087'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2011/01/poucas-acoes-dao-dividendo-maior-que.html' title='Poucas ações dão dividendo maior que a poupança'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-6461451006624840614</id><published>2011-01-11T07:58:00.001-02:00</published><updated>2011-01-11T07:58:37.842-02:00</updated><title type='text'>Brasileiro se endivida mais no início do mês</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;O Estado de São Paulo&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;11/01/2011&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;em&gt;Dados do Banco Central mostram que o início de mês é o período em que os brasileiros mais ficam no vermelho, informa o repórter Fernando Nakagawa. Entre os dias 1º e 10, a entrada no limite do cheque especial é em média 26,1% maior que no restante do mês. Já o uso do crédito rotativo oferecido pelos cartões de crédito é 59,8% maior entre os dias 5 e 15.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;				&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;Endividado tenta se equilibrar entre especial e rotativo &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;				&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Brasileiro usa saldo do salário na conta corrente para entrar no limite do cheque especial e depois pula para o cartão de crédito &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Fernando Nakagawa, de O Estado de S. Paulo&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;BRASÍLIA - Começo do mês é tempo de receber salário. A alegria, porém, dura pouco: contas chegam, o dinheiro sai e, em muitos casos, a conta fica no vermelho muito rapidamente. Dados do Banco Central mostram que, mesmo com o pagamento do salário, o início do mês é o período em que os brasileiros mais usam o limite da conta corrente e o crédito rotativo do cartão de crédito.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;A entrada no cheque especial se concentra entre os dias 1.º e 10, quando a média é 26,1% maior que no restante do mês. No cartão de crédito , o uso do rotativo é 59,8% maior entre os dias 5 e 15.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Levantamento do Estado que comparou a tomada de crédito em todos os dias úteis de 2009 revela que essas linhas de crédito estão sendo maciçamente usadas logo após o depósito do salário.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;A situação é considerada preocupante por economistas porque indica que muitos consumidores contam com o limite da conta e o pagamento mínimo do cartão para fechar o mês e assim, pendurados no crédito, esperar até o próximo salário.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Na média, brasileiros entram diariamente no cheque especial em R$ 1,12 bilhão nos 10 primeiros dias do mês. No decorrer do mês, o dia 10 - tradicional data de pagamento de salários - é que concentra o maior uso do limite: R$ 1,48 bilhão. O valor é exatamente o dobro da data em que o crédito é menos usado, 24, cuja média é de R$ 737 milhões.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;No cartão, a concentração é um pouco adiante: entre 5 e 15. Nesse período, operações como o uso do rotativo e o saque emergencial somam média diária de R$ 836,6 milhões. O valor é quase 60% maior que o visto no restante do mês. O ápice é no dia 12, quando a média atinge R$ 1,05 bilhão. O valor é quatro vezes maior que o movimento do dia 24, o menor valor do mês: R$ 274,8 milhões. Curiosamente, o menor uso do cheque especial e do rotativo do cartão acontecem no mesmo dia 24 de todo mês.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Bola de neve. "O comportamento é preocupante porque revela um estilo de vida em que as pessoas precisam se endividar para sempre. São consumidores que têm confiança de que receberão o salário no próximo mês e, por isso, tomam esses empréstimos sistematicamente logo após receber o salário", diz o professor de finanças do Insper, Ricardo José de Almeida.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Na teoria, consumidores concentram o vencimento das contas em datas próximas ao salário para que haja "casamento" entre receitas e despesas. Mas, na prática, é bem diferente. Juntas, as despesas correntes somam valor maior que a renda e, por isso, é preciso recorrer sempre ao cheque especial mesmo com o salário recém depositado.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Logo depois, o problema cresce porque chega o extrato do cartão com todas as compras do mês anterior. E, como a conta já está no vermelho, o jeito é pagar o mínimo e usar o rotativo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Ou seja, as datas podem até coincidir, mas isso não resolve a situação porque são os valores que estão sempre descasados.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;"Muitos clientes encararam com normalidade usar o cheque especial e pagar o mínimo do cartão todo mês. Isso não é adequado porque se houver qualquer imprevisto ou ele for demitido vira uma bola de neve", diz o superintendente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Marcel Solimeo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Alto custo. Mesmo que não haja os imprevistos e o consumidor continue empregado, essa operação tem um custo, lembra Solimeo. O cheque especial é a segunda linha de crédito mais cara oferecida pelos bancos: juro médio de 163,6% ao ano.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;No cartão de crédito é ainda pior: 238,3% anuais, simplesmente a mais cara operação de empréstimo do sistema financeiro. "O problema mora aí. Como usam todo mês e essas operações têm os maiores juros do País, a conta vai se acumulando e pode ficar inviável continuar tocando a vida com o cheque especial e o cartão", alerta o professor do Insper.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-6461451006624840614?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/6461451006624840614/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=6461451006624840614' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/6461451006624840614'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/6461451006624840614'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2011/01/brasileiro-se-endivida-mais-no-inicio.html' title='Brasileiro se endivida mais no início do mês'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-3762615398795798585</id><published>2011-01-07T08:03:00.001-02:00</published><updated>2011-01-07T08:03:23.744-02:00</updated><title type='text'>Investidores pacientes tem melhor resultado nos IPOs</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;Valor Econômico&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;07/01/2011&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;em&gt;O mercado de ações premiou os pacientes e puniu os apressados. Foi o que ocorreu com os investidores que compraram ações nas ofertas iniciais (IPOs). Quem adquiriu os papeis na expectativa de vendê-los no primeiro dia de negociação se deu mal e quem esperou até o fim do ano teve lucro elevado. Dos 11 IPOs de 2010, cinco caíram na estreia, três ficaram estáveis, um subiu pouco mais de 1 % e só dois tiveram altas imediatas. Num prazo maior, até 31 de dezembro, só um decepcionou, a OSX, que caiu 39,63% em relação ao lançamento. Os demais tiveram altas entre 6% e 113%. &lt;br/&gt;Um bom "exemplo de premiação aos pacientes foi a ofert a da Multiplus, que administra o programa de fidelidade da TAM. O início, em 4 de fevereiro, foi desanimador. O preço da ação baixou até 12% durante o pregão e encerrou o primeiro dia em queda de 0,96%. Apesar do tropeço inicial, o papel encerrou o ano em alta de 113,41%, o melhor desempenho entre todos os IPOs do ano passado.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;				&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;Paciência premiada&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;Por Antonio Perez, de São Paulo&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Os IPOs voltaram a dar alegrias aos investidores no ano passado, com ganhos de até 113%. Mas não logo no primeiro dia, como na euforia que marcou o mercado nos anos de 2006 e 2007. Quem aderiu às ofertas na expectativa de vender as ações com lucro no primeiro dia de negócios - os chamados "flippers" - se deu mal. Já o investidor que comprou as ações com um horizonte de investimento mais longo, como recomendam os analistas, não tem do que reclamar.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Dos 11 IPOs de 2010, cinco caíram na estreia, três ficaram estáveis e um subiu pouco mais que 1%. As exceções foram as duas últimas ofertas do ano: a rede de seguradoras BR Insurance, em novembro, com alta de 27,4% no primeiro dia, e a Droga Raia, em 20 de dezembro, que subiu 8,75%. O pior desempenho foi da OSX, vendida pelo bilionário proprietário do grupo EBX, Eike Batista, como a "Embraer dos mares". O papel tombou 12,5% no primeiro pregão e fechou 2010 com queda de 39,63%.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Um bom exemplo de que os IPOs premiaram os investidores que apostaram no longo prazo foi a oferta da Multiplus, empresa que administra o programa de fidelidade da companhia área TAM. O início, contudo, foi desanimador, com a ação encerrando o primeiro dia de negociação na bolsa em queda de 0,96%, após ter recuado mais de 12% durante o pregão.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Os problemas com o papel da Multiplus começaram antes mesmo da estreia. Para pôr a oferta na rua, a empresa teve que reduzir o preço do intervalo inicialmente sugerido, de R$ 18 a R$ 24, para R$ 16. Ou seja, a procura pelo papel foi menor que a esperada, obrigando a companhia a diminuir o preço de venda. E todo mundo que quis comprar o papel na oferta conseguiu. Resultado: na estreia no pregão, não havia número suficiente de compradores para fazer o papel subir.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Apesar do tropeção inicial, a ação fechou o ano com valorização de 113,41%, o melhor desempenho entre todos os IPOs do ano passado. No mesmo período, o Índice Bovespa subiu apenas 8,40%. "A Multiplus era uma coisa totalmente nova, com um modelo de negócio pouco conhecido, e era natural que os investidores pedissem desconto para entrar na oferta", afirma Ivan Guetta, gestor de renda variável da GAP Asset Management.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Embora tivesse um impressão positiva sobre a Multiplus, Guetta, até pelo ineditismo do negócio, preferiu não comprar a ação durante a oferta. Depois da divulgação dos primeiros resultados da companhia, contudo, o gestor se sentiu confortável para investir nos papéis. "Pagamos um pouco mais caro do que na oferta, mas com base em uma análise mais detalhada do negócio", afirma Guetta. "Carregamos os papéis por um bom tempo e depois vendemos a maioria, deixando apenas uma pequena posição na carteira".&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Entre os papéis lançados em 2010, Guetta comprou também as ações da Mills, companhia que fornece serviços para obras de construção civil. Diferentemente do caso da Multiplus, a opção foi adquirir as ações logo na oferta, realizada em abril do ano passado.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;O que atraiu a GAP foi o preço da ação, considerado atrativo pelo potencial de ganhos da empresa, cujo negócio é beneficiado diretamente pelo boom de investimentos em infraestrutura. Para conseguir realizar sua oferta, porém, a Mills teve que vender as ações a R$ 11,50, piso mínimo da faixa estimada no prospecto, que tinha como teto R$ 15,50. "Quando a oferta foi anunciada, pensamos que a demanda dos estrangeiros seria muito grande, já que estava ligada à infraestrutura", conta Guetta. "Mas o momento do mercado não era bom, e o papel acabou saindo num preço atraente", acrescenta.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;A perspectiva era permanecer com a ação em carteira por pelo menos um ano, mas a rápida valorização da ação fez com que Guetta optasse por realizar os lucros. "Vendemos quando a ação bateu em R$ 17 (em outubro, registrando alta de 47,8% em relação ao preço da oferta), pois já tínhamos atingido nosso objetivo", afirma.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;A ação da Mills, que subiu apenas 1,21% no pregão de estreia, fechou o ano com valorização de 81%, na casa dos R$ 20, o segundo melhor desempenho entre todos os IPOs de 2010, batendo de longe o Ibovespa no mesmo período (queda de 1,73%). Mais uma vez, quem sucumbiu à tentação do ganho rápido perdeu uma excelente oportunidade.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Quando não há um ambiente de euforia dos mercados, como o que se viu em 2007, só consegue bons resultados com IPOs quem tem capacidade de análise da empresa e visão estratégica, diz Elsen Carvalho, sócio da gestora independenteInvestidor Profissional(IP). "Em um cenário normal, a visão de curto prazo em IPO é quase sempre perdedora", afirma ele.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Carvalho participou do primeiro IPO de 2010, realizado em janeiro pela Aliansce, empresa que administra shopping centers. "Avaliamos que era uma empresa com um bom modelo de negócios e que se beneficiaria da expansão do mercado interno", afirma ele. "Além disso, como o mercado não estava em clima de euforia, o preço foi atraente".&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Como no caso da Multiplus, o investidor ditou o preço da oferta. A ação saiu a R$ 9, abaixo do piso do intervalo de preço inicialmente sugerido, entre R$ 10 e R$ 13. Mesmo assim, o papel caiu 2,55% no pregão de estreia. No fim de 2010, contudo, a ação da Aliansce subia 53,02%. "Continuamos gostando do papel", diz Carvalho. "O IPO tem que ser visto como o primeiro passo do investimento em uma empresa, e não como uma aposta de curto prazo".&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-3762615398795798585?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/3762615398795798585/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=3762615398795798585' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/3762615398795798585'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/3762615398795798585'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2011/01/investidores-pacientes-tem-melhor.html' title='Investidores pacientes tem melhor resultado nos IPOs'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-2060248680699240798</id><published>2011-01-03T07:57:00.001-02:00</published><updated>2011-01-03T07:57:45.978-02:00</updated><title type='text'>CDB e Tesouro Direto lideram as recomendações de investimento para 2011</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;O Estado de São Paulo&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;03/01/2011&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;CDB deverá demonstrar rentabilidades atrativas a partir do segundo trimestre; Tesouro pagará melhor do que a tradicional poupança&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Roberta Scrivano e Luiz Guilherme Gerbelli &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Começar a investir no novo ano é uma boa alternativa para quem quer incrementar os valores poupados. Com a entrada da nova equipe econômica no governo federal, ocorrerão algumas mudanças no cenário macroeconômico nacional. Os ânimos mais amenos no mercado internacional também trarão movimentos importantes que podem impactar nas aplicações.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;br/&gt;Especialistas pontuam como muito relevante a quase certa alta na taxa básica de juros (Selic) no novo ano. "A expectativa é que o governo dê um tranco na economia", comenta Ricardo Rocha, professor de finanças do Insper (ex-Ibmec). O objetivo principal da alta no juro é o controle da inflação.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Por outro lado, o aumento do déficit em conta corrente nacional poderá desvalorizar o real diante do dólar (leia mais na página B6), o que torna os investimentos em câmbio mais atrativos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Além disso, há todo o pacote pré-sal, Copa do Mundo e Olimpíada, que devem movimentar com mais força o mercado durante 2011.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Abaixo está a avaliação de especialistas para o desempenho dos principais investimentos para 2011. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;CDB. Rodrigo Caparica, diretor do Banco Prosper, aposta que o CDB será o melhor investimento em 2011. Ele explica que os bancos precisarão captar mais dinheiro por meio do CDB neste ano por causa do menor nível dos compulsórios. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;"Então, os bancos terão de pagar mais rentabilidade para atrair novos investidores aos CDBs", comenta. Esse movimento, no entanto, deve ser notado a partir do segundo trimestre do ano.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Ele sugere que o investidor procure CDBs pós-fixados, já que há tendência de aumento nos juros.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Mauro Calil, consultor e educador financeiro, considera essa modalidade muito vantajosa já no início do ano para volumes superiores a R$ 50 mil. "Mas o prazo mínimo deve ser de 12 meses", recomenda o educador. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Poupança e fundos RF e DI. Se a inflação continuar subindo e se as medidas de aperto monetário não surtirem efeito, a caderneta não é o investimento mais recomendado para o novo ano. "Sempre acho a poupança um bom negócio para quem está iniciando o processo de guardar dinheiro", pondera Rocha do Insper.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Calil salienta que se a inflação subir acima dos 4,5%, fundos de renda fixa tornam-se mais atrativos que a poupança.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Se a opção for o fundo, o especialista salienta que é preciso atenção às taxas de administração cobradas sobre o investimento. Ou a rentabilidade será menor que a esperada. "A taxa de administração acima de 1% corrói a rentabilidade. Tem de tomar cuidado. Para um valor acima de R$ 50 mil, pode ser melhor um CDB bem negociado", recomenda.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Buscar fundos pós-fixados são a recomendação de Edson Franco, superintendente executivo de investimentos do Banco Santander. "Tanto em fundos de renda fixa, quanto nos DIs e CDBs essa é a recomendação. Isso porque há tendência de aumento do juro", detalha.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Tesouro Direto. Os títulos do Tesouro Direto têm sido cada vez mais recomendados por especialistas em investimentos. "São uma boa alternativa em substituição à poupança, por exemplo", sugere Fábio Colombo, administrador de investimentos. Ele salienta, no entanto, que é preciso ter atenção aos prazos dos títulos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Fábio Gallo, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), lembra também que liquidez não é problema nessa modalidade. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;"O ideal é deixar até o vencimento. Mas, se for necessário fazer o resgate antes, normalmente há liquidez", comenta. "Sempre que sobrar um dinheiro, o cidadão deveria pensar no Tesouro Direto. As taxas são muito boas", emenda Calil.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Multimercado. Quando o assunto é fundo multimercado, os especialistas em investimento sempre fazem diversas ressalvas. Para Rocha, do Insper, por exemplo, há muitas incertezas nessa modalidade. "Acaba sendo interessante só para quem quer ir à bolsa, mas não tem tempo de selecionar as melhores ações", detalha.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;A recomendação antes de escolher em qual fundo aplicar é olhar o patrimônio líquido total, analisar a classificação de risco (se é moderado, agressivo ou conservador), verificar quem é o gestor e quais os resultados obtidos no passado. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-2060248680699240798?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/2060248680699240798/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=2060248680699240798' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/2060248680699240798'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/2060248680699240798'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2011/01/cdb-e-tesouro-direto-lideram-as.html' title='CDB e Tesouro Direto lideram as recomendações de investimento para 2011'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-262700890600420359</id><published>2010-12-31T07:41:00.001-02:00</published><updated>2010-12-31T07:41:31.575-02:00</updated><title type='text'>Desaparecem, daqui para a frente, as opções mais óbvias</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:13pt'&gt;&lt;strong&gt;Folha de São Paulo&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:13pt'&gt;&lt;strong&gt;31/12/2010&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman'&gt;&lt;span style='color:red; font-size:13pt'&gt;&lt;strong&gt;ANÁLISE&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style='font-size:12pt'&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br /&gt;					&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;table border='0' style='border-collapse:collapse'&gt;&lt;colgroup&gt;&lt;col style='width:250px'/&gt;&lt;/colgroup&gt;&lt;tbody valign='top'&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O BRASIL FICOU MAIS FORTE, RICO E CONFIÁVEL; POR ISSO MESMO, AS AÇÕES JÁ ESTÃO CARAS, OS IMÓVEIS TAMBÉM, E O TESOURO NACIONAL JÁ NÃO PRECISA PAGAR JUROS ALTOS&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;									&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman'&gt;&lt;span style='font-size:12pt'&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MAURO HALFELD&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;ESPECIAL PARA A &lt;strong&gt;FOLHA&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style='font-size:12pt'&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Nos anos 1980, os investidores brasileiros viajaram num trem-fantasma.&lt;br/&gt;Foram surpreendidos com planos de estabilização que quebravam regras da noite para o dia e que prometiam o impossível num estalar de dedos. Só que a promessa nunca era entregue porque a indisciplina fiscal do Estado sempre ressuscitava o monstro da inflação.&lt;br/&gt;Naquele período, os juros nominais eram altos, mas não venciam a inflação.&lt;br/&gt;O bloqueio dos ativos financeiros e a troca dos indexadores nas aplicações de renda fixa no Plano Collor de 1990 deram uma paulada na dívida pública, mas deixaram um grande trauma na nação de poupadores.&lt;br/&gt;A partir do Plano Real, os aplicadores em renda fixa voltaram a ser cortejados no Brasil.&lt;br/&gt;Por outro lado, os investimentos em infraestrutura foram adiados por muitos anos para que o governo pudesse fazer sobrar recursos para pagar juros exorbitantes aos corajosos investidores em papéis do Tesouro Nacional.&lt;br/&gt;A economia real e os gastos públicos foram sacrificados. Em compensação, a transparência e a disciplina fiscal começaram a ser implantadas pelo Estado brasileiro, e o monstro da inflação finalmente foi sufocado.&lt;br/&gt;Investidores em renda fixa ganharam muito nos anos FHC. Foi uma recompensa pela coragem de emprestar para um Tesouro Nacional ainda pouco confiável naqueles tempos. Acumularam 218,6% acima da inflação.&lt;br/&gt;Já os acionistas enfrentaram as crises no México, na Ásia, na Rússia, na Nasdaq e na Argentina.&lt;br/&gt;No entanto, contaram com bons momentos na privatização e com a oportunidade para que trabalhadores usassem parte do pouco rentável FGTS na compra de ações da Vale e da Petrobras. Na era FHC, o Ibovespa acumulou 26,8% acima da inflação.&lt;br/&gt;Em 2002, abriu-se a porta do inferno. O dólar disparou, o Ibovespa despencou, e os juros só não subiram mais porque era ano eleitoral.&lt;br/&gt;Parece que Lula não gostou do que viu e decidiu fazer um pacto com o mercado para fugir do inferno que tinha acabado de acolher, calorosamente, a Argentina.&lt;br/&gt;Lula nomeou um habilidoso banqueiro para o Banco Central e, como retribuição, uma profecia, escrita por um grande banco americano que sonhava com um futuro glorioso para os Brics, autorrealizou-se no mercado internacional.&lt;br/&gt;Com Lula, o futuro chegou mais perto do presente no Brasil. A China se tornou uma locomotiva do mundo e levou o Brasil a reboque. Não só comprou matéria-prima daqui como também fez subir o preço de quase tudo o que o Brasil exportava.&lt;br/&gt;Foi uma festa: deu para resolver nossa dívida externa, deu para montar uma invejável reserva de dólares, deu para ajudar os pobres e deu para voltar a acreditar no Brasil gigante.&lt;br/&gt;Nos anos Lula, os aplicadores de renda fixa ganharam 90,6% acima da inflação. Já os acionistas ficaram eufóricos com 295% acumulados no período.&lt;br/&gt;Mais alegres ainda ficaram os investidores em imóveis, que, depois de anos abandonados, viram o eficiente plano Minha Casa, Minha Vida turbinar o setor da construção civil por inteiro.&lt;br/&gt;Infelizmente, minha bola de cristal, que andou muito otimista nos últimos dez anos, não está mostrando vida tão lucrativa para os investidores nos anos Dilma. Tudo porque o Brasil ficou mais forte, rico e confiável.&lt;br/&gt;Por isso mesmo, as ações já estão caras, os imóveis também, e o Tesouro Nacional já não precisa pagar juros altos. Desaparecerão as oportunidades mais óbvias do mercado.&lt;br/&gt;Só vai ganhar dinheiro quem for muito rigoroso nas escolhas e trabalhar duro.&lt;br/&gt;Minhas apostas daqui para a frente estarão no setor de serviços e no de infraestrutura.&lt;br/&gt;Educação, energia e saneamento vão merecer a atenção de empreendedores e de seus fiéis investidores.&lt;br/&gt;No mais, é contentar-se com rendimentos modestos daqui para a frente. Exatamente como os investidores fazem nos países ricos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;&lt;strong&gt;MAURO HALFELD&lt;/strong&gt;, professor e analista de investimentos, é doutor em administração pela USP, com pós-doutorado em finanças no MIT.&lt;/span&gt;&lt;span style='font-size:12pt'&gt;&lt;br /&gt;					&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-262700890600420359?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/262700890600420359/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=262700890600420359' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/262700890600420359'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/262700890600420359'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2010/12/desaparecem-daqui-para-frente-as-opcoes.html' title='Desaparecem, daqui para a frente, as opções mais óbvias'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-3516576735372053659</id><published>2010-12-27T08:14:00.001-02:00</published><updated>2010-12-27T08:14:08.033-02:00</updated><title type='text'>É possível investir em mercados de ações de outros países sem sair do Brasil</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;O Estado de São Paulo&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;27/12/2010&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Opção de investimento vale a pena somente para grandes investidores, com recursos disponíveis de pelo menos US$ 4 milhões&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Roberta Scrivano e Luiz Guilherme Gerbelli - O Estado de S.Paulo&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Já pensou em negociar ações na bolsa de Nova York, Hong Kong ou Frankfurt? Se o seu volume de recursos para investimento é maior que US$ 4 milhões, poderá transformar a ideia em realidade de forma independente.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;O processo é burocrático e demorado, mas pode ser vantajoso se houver foco na negociação, segundo especialistas em finanças pessoais.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;"Os grandes especuladores se movimentam de um país para outro. Eles escolhem alguns setores e apostam nisso. Ganham muito mais do que a média", comenta Evaldo Alves, professor de finanças da Fundação Getúlio Vargas (FGV).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Abrir uma conta em um banco no país em que se deseja investir é o primeiro passo. "Além disso, é preciso expatriar o dinheiro, ter tradutor juramentado, utilizar o cartório do consulado, agente custodiante aqui e lá, entre outros fatores", diz o consultor e educador financeiro Mauro Calil.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;O especialista garante que investimentos abaixo de US$ 4 milhões neste método de aplicação não são vantajosos. "O mercado brasileiro tem ótimas oportunidades para quem tem menos que isso", diz.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Ele explica que, por ano, é procurado pelo menos três vezes por interessados nessa modalidade de investimentos. "E, na maioria das vezes, quando mostro a burocracia e o custo que ela tem, eles desistem", diz.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Alves, da FGV, comenta que esse tipo de investidor, em geral, aplica fora do Brasil com foco em algum negócio específico. Se o investidor tem uma informação com antecedência, por exemplo, de uma oferta de ações que ocorrerá fora do País e que tem boas perspectivas de rentabilidade, ele parte para a outra bolsa de valores estrangeira.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Alexandre Chaia, professor de finanças do Insper, diz que também há muitas pessoas que fazem isso com o intuito de proteger seu capital. "É mais comum do que parece. Há muitos bancos com sede fora do Brasil, mas com atuação forte aqui, que fazem toda essa burocracia para o interessado."&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Conhecimento. Se o investimento em ações na Bovespa exige conhecimento do investidor, para aplicar em papéis fora do País o nível de informação deve ser ainda maior. "São muitas informações. O investidor precisar estar atento tanto nos movimentos econômicos nacionais, quanto nos internacionais", diz Rogério Bastos, da consultoria FinPlan. Além disso, de acordo com Fábio Colombo, administrador de investimentos, pode ser muito mais trabalhoso ter informações das empresas estrangeiras. Os balanços das companhias, por exemplo, são divulgados no idioma local.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;"E é por isso que quem vai pra bolsa fora do País tem bastante recurso para investir e parte para fora com um foco específico", reforça o educador financeiro Calil.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Parcerias da Bovespa. Atualmente, a Bovespa possui parceria com 25 bolsas de países diferentes. A última parceria deste tipo foi feita na primeira quinzena de dezembro com a Bolsa de Santiago. Até agora, no entanto, não há integração na negociação de papéis em nem uma das parcerias. Para especialistas em investimentos haverá em breve a integração total desses processos. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-3516576735372053659?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/3516576735372053659/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=3516576735372053659' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/3516576735372053659'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/3516576735372053659'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2010/12/e-possivel-investir-em-mercados-de.html' title='É possível investir em mercados de ações de outros países sem sair do Brasil'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-7234638859231454338</id><published>2010-12-27T07:46:00.001-02:00</published><updated>2010-12-27T07:46:16.527-02:00</updated><title type='text'>Brasil oficializa educação financeira</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;Folha de São Paulo&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;27/12/2010&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman'&gt;&lt;span style='font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;Escolas públicas terão algumas matérias em 2012&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;TONI SCIARRETTA&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;DE SÃO PAULO &lt;/span&gt;&lt;span style='font-size:12pt'&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Orçamento doméstico, poupança, aposentadoria, seguros e financiamentos farão parte oficialmente do currículo das escolas públicas a partir de 2012.&lt;br/&gt;O governo federal editou, na semana passada, um decreto que instituiu a Estratégia Nacional de Educação Financeira, uma série de iniciativas pedagógicas voltadas às escolas e a adultos com o objetivo de erradicar o analfabetismo financeiro no país.&lt;br/&gt;Neste ano, 450 escolas públicas dos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Ceará, Tocantins e Distrito Federal iniciaram aulas de um projeto-piloto de educação financeira, que deverá chegar a mais de 200 mil instituições de ensino oficial.&lt;br/&gt;Em 2011, o projeto-piloto testará uma metodologia de educação financeira voltada para escolas públicas do ensino fundamental.&lt;br/&gt;Os educadores desenvolveram conteúdos adaptados de educação financeira para todas as nove séries do ensino fundamental e as três do ensino médio.&lt;br/&gt;O conteúdo de educação financeira será distribuído nas aulas de matemática, história, ciências sociais e até português. Não haverá uma disciplina específica para educação financeira.&lt;br/&gt;A educação financeira nas escolas é incentivada pela OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e faz parte do currículo escolar de mais de 60 países.&lt;br/&gt;As diretrizes são resultantes do trabalho conjunto de entidades do mercado de capitais -como Febraban (bancos), Anbima (bancos e gestores) e BM&amp;amp;FBovespa e dos reguladores CVM (ações e títulos de dívida), BC (bancos), Susep (seguros) e Previc (previdência).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CURSOS PARA ADULTOS&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;Além da educação formal nas escolas, também estão previstas a modulação de cursos à distância e iniciativas de treinamento em finanças pessoais voltadas para adultos.&lt;br/&gt;Segundo José Linaldo Gomes de Aguiar, secretário de relações institucionais do Banco Central, serão criados cursos a distância voltados para adultos, que ensinem a organizar o orçamento doméstico, a planejar a aposentadoria e a utilizar bem os financiamentos.&lt;br/&gt;O BC tem um curso presencial modulado de 20 horas, que leva a universidades e a organizações.&lt;br/&gt;"O importante é que as pessoas sejam bem informadas e tenham consciência de suas decisões. São assuntos simples, que fazem muita diferença para algumas pessoas", disse Aguiar.&lt;br/&gt;Uma pesquisa nacional realizada em 2008 com apoio da BM&amp;amp;FBovespa mostrou que é muito baixo o grau de educação financeira da população brasileira.&lt;br/&gt;Na pesquisa, três em cada dez entrevistados declararam pagar apenas o valor mínimo da fatura do cartão de crédito quando a situação aperta. Já algum tipo de restrição cadastral por falta de pagamento na praça foi a situação observada em 25% dos entrevistados.&lt;br/&gt;Por outro lado, 69% dos pesquisados afirmaram fazer algum tipo de planilha para acompanhar os gastos da família, e 66% disseram que guardam os comprovantes de suas compras. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-7234638859231454338?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/7234638859231454338/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=7234638859231454338' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/7234638859231454338'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/7234638859231454338'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2010/12/brasil-oficializa-educacao-financeira.html' title='Brasil oficializa educação financeira'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-7460334239572479445</id><published>2010-12-17T07:50:00.001-02:00</published><updated>2010-12-17T07:50:05.903-02:00</updated><title type='text'>Título de empresa fica atraente para pessoa física</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;div&gt;&lt;table border='0' style='border-collapse:collapse'&gt;&lt;colgroup&gt;&lt;col style='width:589px'/&gt;&lt;/colgroup&gt;&lt;tbody valign='top'&gt;&lt;tr style='height: 18px'&gt;&lt;td vAlign='middle'&gt;&lt;p/&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;table border='0' style='border-collapse:collapse'&gt;&lt;colgroup&gt;&lt;col style='width:571px'/&gt;&lt;/colgroup&gt;&lt;tbody valign='top'&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 6px; padding-left: 6px; padding-bottom: 6px; padding-right: 6px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:18pt'&gt;&lt;strong&gt;Folha de São Paulo&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:18pt'&gt;&lt;strong&gt;17/12/2010&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman'&gt;&lt;span style='font-size:18pt'&gt;&lt;strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style='font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;Incentivo ao crédito de longo prazo cria oportunidade para pequeno investidor&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;Juros serão superiores aos da dívida pública, mas especialistas dizem que operações não são livres de risco &lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;TONI SCIARRETTA&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;DE SÃO PAULO &lt;/span&gt;&lt;span style='font-size:12pt'&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O pacote de estímulo ao financiamento de longo prazo, que zera o Imposto de Renda para papéis que financiarem obras de infraestrutura, abrirá ao pequeno investidor uma oportunidade de aplicação com ganhos superiores aos pagos pela dívida do governo, que compõem a maioria dos fundos em renda fixa.&lt;br/&gt;Como são papéis de empresas, os juros serão sempre superiores aos da dívida pública, considerado o menor risco de quebra no país.&lt;br/&gt;Já o risco da operação poderá não ser tão superior assim, uma vez que esses papéis passarão pelo crivo do governo e do BNDES.&lt;br/&gt;As últimas debêntures (papéis de dívida privada que rendem juro) de três anos do BNDESPar, lançadas na semana passada, por exemplo, saíram a 12,5% ao ano -acima da Selic (10,75%).&lt;br/&gt;A expectativa é que os futuros papéis de infraestrutura tenham taxas superiores também às pagas pelas debêntures do BNDESpar.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;DIFICULDADES&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;O ponto negativo é a dificuldade de vender esses papéis antes do vencimento, apesar de o próprio BNDES trabalhar para facilitar a "revenda".&lt;br/&gt;"O risco é até baixo, mas a liquidez desses papéis é apenas uma promessa. O BNDES já mentiu sobre isso na emissão de suas próprias debêntures", disse Ricardo Almeida, professor de finanças do Insper, referindo-se à baixa liquidez das debêntures do banco de investimento.&lt;br/&gt;Segundo Fabio Colombo, administrador de investimentos pessoais, há dúvidas se os atuais fundos de investimento poderão comprar esses papéis e repassar o benefício fiscal ao cotista.&lt;br/&gt;Isso porque a Receita obriga o recolhimento de IR na fonte a cada seis meses, o chamado "come-cotas".&lt;br/&gt;"Da maneira que estão estruturados hoje, os fundos provavelmente não vão conseguir aproveitar isso. Talvez tenham que ser criados outros fundos. Precisamos ver a regulamentação dessas medidas", disse Colombo.&lt;br/&gt;Para ele, os novos papéis de infraestrutura não devem competir com investimentos mais simples, como a poupança e os fundos de investimento. O maior concorrente será o Tesouro Direto, site do governo para venda de papéis públicos.&lt;br/&gt;"Não se pode esquecer que há, sim, risco de crédito [calote]. Tem que estar bem informado. E isso é complicado para pessoas que aplicam em fundos normais." &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-7460334239572479445?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/7460334239572479445/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=7460334239572479445' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/7460334239572479445'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/7460334239572479445'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2010/12/titulo-de-empresa-fica-atraente-para.html' title='Título de empresa fica atraente para pessoa física'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-6319277412079559390</id><published>2010-12-13T08:05:00.001-02:00</published><updated>2010-12-13T08:05:07.482-02:00</updated><title type='text'>O que sobra do consumo acaba na poupança</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;Jornal do Brasil&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;13/10/2010&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Caderneta atrai R$ 5,7 bilhões com o décimo terceiro, mas há investimentos melhores &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt; Antonio Puga &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt; A caderneta de poupança sempre foi a principal forma encontrada por boa parte dos assalariados brasileiros para economizar algum dinheiro. Só a Caixa Econômica Federal agrega mais de 37 milhões de poupadores. Isso significa cerca de 300 mil novas contas abertas a cada mês. Segundo um levantamento do instituto Data Popular, somente as classes C, D e E aplicarão na poupança R$ 5,7 bilhões neste fim de ano, por conta do 13º salário.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt; Apesar de toda a segurança, essa modalidade de investimento vem sendo questionada por economistas e especialistas do mercado financeiro, que defendem outras formas de aplicar o dinheiro. Para o coach financeiro da Trader Brasil Escola de Investidores, Alan Soares, o brasileiro procura a poupança por não conhecer outras formas de aplicação.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt; – Boa parte da população não entende conceitos de finanças, e isso traz problemas na hora de criar um plano de investimentos.&lt;br/&gt; A poupança é corrigida pela taxa referencial mais 0,5% e não perde nada para o imposto de renda. Mas só oferece garantia com relação aos depósitos de até R$ 60 mil. Só que essa salvaguarda se estende a diversos outros tipos de investimento, como o certificado de depósito bancário (CDB).&lt;br/&gt; &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Ao final de um ano, o rendimento total da poupança fica em torno de 6%, enquanto o CDB, que é uma aplicação de baixo risco, pode chegar a 10%.&lt;br/&gt; O mérito da poupança é não ter limite de investimento. O estudante Ricardo Saldanha, 18 anos, tem a sua caderneta.&lt;br/&gt; &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;– Do dinheiro que ganho no estágio, destino uma parte para poupança. Sei que não rende muito, mas é uma forma de ter algum rendimento. Com o dinheiro que juntei já comprei um computador – conta.&lt;br/&gt;  &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;Mulheres são mais da metade dos poupadores  &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;				&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Por mais que existam outras formas de aplicações, a importância da poupança pode ser medida em números. No acumulado de janeiro a novembro deste ano, segundo dados do Banco Central, a caderneta teve uma captação líquida (depósitos menos retiradas) de R$ 32,3 bilhões.&lt;br/&gt; &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Um levantamento da Caixa Econômica Federal sobre o perfil dos poupadores mostra que 41% estão na faixa de 21 a 40 anos, sendo que as mulheres predominam no segmento de menor renda, respondendo por 54%. Já os homens são maioria no patamar de maior renda, com 60%.&lt;br/&gt; &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;A opção pela poupança tem explicação: apesar do baixo rendimento que oferece, abrir uma conta não exige grandes somas, e há isenção de imposto e de taxa de manutenção.&lt;br/&gt; Para abrir a conta, basta ter um documento de identidade, CPF e um comprovante de residência. O valor do depósito inicial varia de banco para banco.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-6319277412079559390?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/6319277412079559390/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=6319277412079559390' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/6319277412079559390'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/6319277412079559390'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2010/12/o-que-sobra-do-consumo-acaba-na.html' title='O que sobra do consumo acaba na poupança'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-6389593018055595692</id><published>2010-12-13T08:03:00.001-02:00</published><updated>2010-12-13T08:03:20.817-02:00</updated><title type='text'>Fundo do Ibovespa vira blue chip da Bolsa</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;div&gt;&lt;table border='0' style='border-collapse:collapse'&gt;&lt;colgroup&gt;&lt;col style='width:494px'/&gt;&lt;col style='width:95px'/&gt;&lt;/colgroup&gt;&lt;tbody valign='top'&gt;&lt;tr style='height: 18px'&gt;&lt;td colspan='2'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style='height: 18px'&gt;&lt;td vAlign='middle' colspan='2'&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;table border='0' style='border-collapse:collapse'&gt;&lt;colgroup&gt;&lt;col style='width:571px'/&gt;&lt;/colgroup&gt;&lt;tbody valign='top'&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 6px; padding-left: 6px; padding-bottom: 6px; padding-right: 6px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;Folha de São Paulo&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;13/10/2010&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman'&gt;&lt;span style='font-size:18pt'&gt;&lt;strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style='font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;Papel já está entre os 15 mais negociados &lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;TONI SCIARRETTA&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;DE SÃO PAULO &lt;/span&gt;&lt;span style='font-size:12pt'&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Dois anos após estrear timidamente no Brasil, os fundos do Ibovespa, que se tornaram uma febre entre os pequenos investidores nos EUA e na Europa, já aparecem entre os papéis mais populares da BM&amp;amp;FBovespa.&lt;br/&gt;O fundo que replica a variação do índice já movimenta diariamente cerca de R$ 60 milhões e figura entre os 15 papéis mais negociados na Bolsa brasileira.&lt;br/&gt;Esses fundos recebem um código -no caso, Bova 11, nome pelo qual ficou conhecido- e suas cotas são negociadas no pregão exatamente como uma ação da Vale ou da Petrobras.&lt;br/&gt;Aos poucos, o Bova 11 se torna uma blue chip, nome dado às ações de empresas gigantes e de posição monopolista nas áreas em que atuam, como as americanas Microsoft, Apple e Exxon.&lt;br/&gt;No último dia 19, o fundo do Ibovespa girou R$ 66 milhões -foi o 14º papel mais negociado no dia.&lt;br/&gt;Desde o início do ano, esse fundo inicia diariamente os negócios na Bolsa com um leilão de pré-abertura, como ocorre com Vale, Petrobras, Itaú e Bradesco.&lt;br/&gt;Segundo Saulo Mendes, diretor comercial da Blackrock, gestora desses fundos no Brasil, o Bova 11 despertou o interesse dos fundos de pensão e de investidores que viram no produto uma forma barata de diversificar e complementar sua estratégia de gestão.&lt;br/&gt;"O volume de negócios aumentou muito ao longo do ano. Vimos os tíquetes negociados caindo a cada dia com a entrada do pequeno investidor pessoa física", disse.&lt;br/&gt;O fundo do Ibovespa tem taxa de administração de 0,54%, enquanto os fundos de ações passivos, que buscam desempenho próximo ao índice de mercado, cobram até 2,5%.&lt;br/&gt;Já os fundos de gestão ativa, que buscam rendimentos superiores ao índice de referência, cobram até 4%.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;FEBRE&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;Com a gestão feita por computadores, esses fundos mudaram a cara do mercado de ações. Há mais de 6.000 fundos no mundo seguindo índices das principais bolsas globais e de preços de petróleo, ouro, prata, imóveis, moedas e até renda fixa.&lt;br/&gt;Os fundos de índice chegam a movimentar mais da metade do volume diário da Bolsa do México, onde há mais cem desses fundos, incluindo de ações brasileiras.&lt;br/&gt;Nos EUA responderam por 35% das transações na Bolsa de Nova York durante a crise, ocupando espaço dos bancos e dos fundos de hedge.&lt;br/&gt;O fundo "brasileiro" mais negociado, na verdade, é o estrangeiro MSCI Brazil, o índice de ações de emergentes do banco Morgan Stanley.&lt;br/&gt;O produto tornou-se uma forma de seguir o desempenho de setores como bancário, varejo e farmacêutico.&lt;br/&gt;Além do Bova 11, há outros seis fundos de índice negociados na BM&amp;amp;F Bovespa: índice Brasil-100 (Brax 11), pequenas empresas (Smal 11), empresas médias (Mila 11), consumo (Csmo 11), imobiliário (Mobi 11) e PIBB, que segue o índice Brasil-50.&lt;br/&gt;Neste ano, o melhor desempenho foi do Smal 11, o fundo de empresas pequenas, que subiu 18,48% -o Bova 11 tem queda de 0,89%, próximo da baixa de 0,36% do Ibovespa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-6389593018055595692?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/6389593018055595692/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=6389593018055595692' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/6389593018055595692'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/6389593018055595692'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2010/12/fundo-do-ibovespa-vira-blue-chip-da.html' title='Fundo do Ibovespa vira blue chip da Bolsa'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-8544996390400348740</id><published>2010-12-13T08:01:00.001-02:00</published><updated>2010-12-13T08:01:38.560-02:00</updated><title type='text'>Títulos atrelados à inflação rendem mais</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:darkgreen; font-family:Verdana; font-size:13pt'&gt;&lt;strong&gt;Folha de São Paulo&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana'&gt;&lt;span style='color:darkgreen; font-size:13pt'&gt;&lt;strong&gt;folhainvest &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style='font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;13/10/2010&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;					&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman'&gt;&lt;span style='font-size:12pt'&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;Planos privados que investem em títulos públicos, ainda pouco comuns, têm a maior rentabilidade no ano&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;Aplicação é indicada para longo prazo, mas apresenta riscos e deve ser mesclada com outros investimentos &lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br /&gt;						&lt;table border='0' style='border-collapse:collapse'&gt;&lt;colgroup&gt;&lt;col style='width:160px'/&gt;&lt;col style='width:160px'/&gt;&lt;/colgroup&gt;&lt;tbody valign='top'&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='bottom'&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MARIANA SCHREIBER&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;DE SÃO PAULO &lt;/span&gt;&lt;span style='font-size:12pt'&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Os fundos de previdência que investem em títulos públicos atrelados à inflação (NTNs), ainda pouco comuns, são os que somam a maior rentabilidade no ano.&lt;br/&gt;E, com a perspectiva de continuidade de crescimento da economia, o que tende a pressionar os preços, esses ativos representam um meio efetivo de proteger o valor do dinheiro no longo prazo.&lt;br/&gt;Na Icatu Seguros, os dois planos que investem em NTNs são os mais rentáveis entre os de previdência.&lt;br/&gt;Em 2010, o fundo que aplica em títulos atrelados ao IPCA (NTN-Bs) rendeu 15,36% até novembro, e o que acompanha a variação do IGP-M (que não é mais emitido pelo Tesouro Nacional) somou 19,58%. Nos últimos cinco anos, ambos acumulam rendimento superior a 100%.&lt;br/&gt;Os números atraem novos poupadores, mas o gerente comercial da Icatu, Sérgio Prates, afirma que há riscos na aplicação e que o ideal é diversificar os investimentos.&lt;br/&gt;Ele explica que o preço do título varia de acordo com a expectativa de inflação. Se há uma tendência de queda, diminui a procura pelo papéis e eles se desvalorizam.&lt;br/&gt;"Por isso, quem quiser se desfazer do título antes de seu vencimento pode ter perdas. Porém, se mantiver os papéis até o prazo final, a rentabilidade contratada é garantida", disse.&lt;br/&gt;O primeiro plano do tipo lançado pelo Itaú, há um ano, também tem o melhor desempenho no segmento de previdência do banco, em 2010. O Flexprev Índice de Preço, que investe 90% do patrimônio em NTN-Bs, rendeu 13,31% até novembro.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;TESOURO DIRETO&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;Quem quiser aplicar nesses títulos também pode comprá-los diretamente através do Tesouro Direto.&lt;br/&gt;A rentabilidade acumulada em 2010 pelas NTN-Bs varia de 11,79% (papel com vencimento em 2011) a 19,37% (com vencimento em 2045).&lt;br/&gt;Os papéis à venda no momento pagam a variação do IPCA mais uma taxa anual de cerca de 6% -rendimento considerado elevado.&lt;br/&gt;O administrador de investimento Fabio Colombo observa que títulos muito longos representam mais risco.&lt;br/&gt;"Se houver alta do juro real, o investidor pode ter prejuízo. O melhor é diversificar os investimentos entre NTNs e LTNs (que pagam uma taxa pré-fixada)."&lt;br/&gt;O engenheiro e professor da PUC-Rio Luiz Conrado apostou nas duas estratégias para garantir uma boa aposentadoria.&lt;br/&gt;Ele investe desde 2006 em NTN-Bs e LTNs e também contribui, desde 1995, para o fundo de previdência fechado da PUC.&lt;br/&gt;O fundo é administrado por um grande banco, mas ele é o responsável, dentro da universidade, por fiscalizar sua rentabilidade.&lt;br/&gt;Ele conta que a maior parte do patrimônio está em títulos atrelados ao IGP-M. O resto divide-se entre títulos atrelados ao IPCA, à Selic e em ações.&lt;br/&gt;"É um fundo recente para previdência, mas está dando ótima rentabilidade. Quem está se aposentando tem ficado satisfeito", disse.&lt;br/&gt;Ele se aposenta em janeiro com planos de manter os investimentos em títulos públicos e, aos poucos, migrá-los para papéis que paguem rendimentos semestrais.&lt;br/&gt;"Investia em títulos cujo rendimento era reaplicado automaticamente nos mesmo papéis. Agora, vou receber esse valor a cada seis meses para complementar minha renda", explicou.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-8544996390400348740?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/8544996390400348740/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=8544996390400348740' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/8544996390400348740'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/8544996390400348740'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2010/12/titulos-atrelados-inflacao-rendem-mais.html' title='Títulos atrelados à inflação rendem mais'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-6793011078623817020</id><published>2010-12-11T12:19:00.000-02:00</published><updated>2010-12-11T12:20:20.289-02:00</updated><title type='text'>Poupe para pagar à vista</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; font-family: verdana;"&gt;Correio Braziliense&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11/12/2010&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Encarecimento do crédito já altera o dia a dia do comércio. Sem o hábito de guardar dinheiro, brasileiros recorrem às aplicações para bancar prestações. Mas especialistas recomendam a quitação total&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Victor Martins&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Gustavo Henrique Braga&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;O enxugamento de crédito promovido pelo Banco Central já bateu no bolso dos consumidores, principalmente dos que não têm dinheiro. A autoridade monetária obrigou o brasileiro a algo inusitado: fazer poupança para comprar em prestações. Estão praticamente extintas as linhas de crédito que financiavam bens em inúmeras parcelas e sem a necessidade de entrada. As tabelas de bancos, lojas e concessionárias de veículos também ficaram mais pesadas. Nas compras acima de 24 vezes, os juros abaixo de 1% ao mês deixaram de existir e o consumidor precisa ficar atento às letras miúdas de contratos e anúncios. Outros encargos estão sendo cobrados. Às vezes, sem que o comprador perceba, podem elevar a prestação a mais de 2% mensais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Na avaliação de Carlos Coradi, presidente da EFC Consultores, o esvaziamento das lojas mostra a eficácia das resoluções tomadas pelo BC. “O reflexo foi imediato. Uma elevação na Selic não teria um efeito tão rápido. Foi um balde de água fria no crescimento”, observou. “A economia já está desacelerando. Basta ir a uma loja para ver. Os juros subiram e os prazos encolheram.” Na tentativa de disfarçar a elevação das taxas e continuar a atrair o consumidor, as lojas de veículos, por exemplo, transformaram em juros mensais diversas despesas da operação e do registro do automóvel. Na propaganda, percentuais de até 0,99% ao mês são estampados em letras garrafais. Na parte minúscula do anúncio, o chamado custo efetivo total ultrapassa os 2%.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Barganha&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Consenso entre educadores financeiros, o pagamento à vista é o melhor caminho para os brasileiros fugirem das dívidas, especialmente em um momento como o atual, em que os empréstimos encareceram. Além de escapar dos juros altos, o consumidor que quita a dívida no ato da compra tem melhores condições de barganhar descontos com os lojistas. É o que fez a funcionária pública Raquel Lopes, 26 anos, moradora da Asa Sul. Depois de pesquisar, ela decidiu comprar uma geladeira pela internet, com opção de pagamento por boleto e desconto de 5%. “Vi que o crédito ficou mais caro, mas no meu caso não faz diferença. Só compro parcelado se for sem juros”, disse.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Para o especialista em educação financeira, Emerson Castello Branco Simenes, o encarecimento do crédito obriga as pessoas a planejarem melhor as compras e a formarem uma poupança para dar de entrada. “Quando a prestação é daquelas a perder de vista, a tendência dos consumidores é de comprometerem a renda por muito tempo, sem se darem conta de que podem se complicar. Mas um simples imprevisto pode jogar a pessoa na inadimplência”, disse. O especialista defende a poupança como saída ao encarecimento dos juros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;O técnico em eletrônica Wellington Freitas, 46 anos, segue à risca a orientação dos consultores. Ele quer comprar um forno de parede para a casa e, como já tem o hábito, pagará à vista. “Prefiro assim, para não cair nas dívidas. Vou aproveitar parte do 13º (salário) para melhorar a cozinha”, afirma. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-6793011078623817020?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/6793011078623817020/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=6793011078623817020' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/6793011078623817020'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/6793011078623817020'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2010/12/poupe-para-pagar-vista.html' title='Poupe para pagar à vista'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-6056317661957794835</id><published>2010-12-02T07:49:00.001-02:00</published><updated>2010-12-02T07:49:58.583-02:00</updated><title type='text'>Gastos com aluguel pesam mais que financiamento da casa própria, diz Ipea</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;O Globo&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;02/12/2010&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Proporção das famílias que alugam imóvel subiu de 13% para 17% &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;ANTÔNIO MARCOS e Luciana alugam apartamento conjugado por R$450 &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Fabiana Ribeiro &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Os gastos com aluguel pesam bem mais no orçamento das famílias do que as despesas com financiamento do imóvel. É o que aponta estudo do Ipea sobre os dados das Pesquisas de Orçamentos Familiares (POF) do IBGE, referentes aos períodos 2002/2003 e 2008/2009. Pelo estudo, a despesa dos mutuários com financiamento consome 6,66% da sua renda anual. Já o gasto com aluguel compromete quase o dobro do orçamento do ano, 12,14% da renda de quem tem esse custo. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Está mais barato financiar um imóvel do que pagar o aluguel. Os preços dos aluguéis têm subido absurdamente, a partir de contratos curtos, de 30 meses, que não trazem qualquer proteção ao consumidor. Já o sistema de crédito imobiliário tende a proteger mais o consumidor, inclusive contra especulações. Além disso, o valor das prestações já está estabelecido, mesmo que haja valorização do imóvel - diz Pedro Humberto Carvalho, pesquisador do Ipea, para quem o Minha Casa, Minha Vida procura aumentar o crédito para a população de baixa renda. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Apesar da participação do aluguel no orçamento das famílias ter se mantido praticamente estável, mais brasileiros estão pagando aluguel. De acordo com o Ipea, a proporção das famílias que têm aluguel a pagar subiu de 13% para 17% entre os períodos de 2002/2003 e 2008/2009. Contudo, a desigualdade também aparece nesse quesito. Os dados mostram que o aluguel representa de 15% a 20% da renda familiar dos pagantes mais pobres (renda familiar mensal de até R$913,09). E apenas de 5% a 7% dos mais ricos (com renda familiar mensal de até R$117.219,20). Como efeito dessa distorção, há, para o Instituto, incentivo à informalidade urbana e à autoconstrução ilegal. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O médico Alexandre Marques ainda não tem como fugir do aluguel, mas sonha em ter uma casa própria: &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Amanhã mesmo (hoje) vou ao banco pedir um empréstimo para comprar um apartamento. Os preços de aluguel estão muito altos. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O garçom Antônio Marcos Batista e a balconista Luciana Salkine pensam em dar entrada em um imóvel no futuro. Hoje, alugam um conjugado por R$450. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Pagamos aluguel há cinco meses. Mas estamos economizando para comprar uma casa - diz Luciana. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-6056317661957794835?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/6056317661957794835/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=6056317661957794835' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/6056317661957794835'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/6056317661957794835'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2010/12/gastos-com-aluguel-pesam-mais-que.html' title='Gastos com aluguel pesam mais que financiamento da casa própria, diz Ipea'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-3208586901273034128</id><published>2010-12-01T08:06:00.001-02:00</published><updated>2010-12-01T08:06:28.868-02:00</updated><title type='text'>Bancos lançam serviço na internet para comparar pacotes de tarifas</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:navy; font-family:Verdana; font-size:13pt'&gt;&lt;strong&gt;Folha de São Paulo&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:navy; font-family:Verdana; font-size:13pt'&gt;&lt;strong&gt;01/12/2010&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman'&gt;&lt;span style='color:navy; font-size:13pt'&gt;&lt;strong&gt;CONCORRÊNCIA &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style='font-size:12pt'&gt;&lt;br /&gt;					&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;DE SÃO PAULO -&lt;/strong&gt; Os clientes dos bancos podem consultar, a partir de hoje, a relação dos pacotes de tarifas oferecidos pelas instituições financeiras.&lt;br/&gt;A nova ferramenta via internet permite a comparação de 72 pacotes de serviços dos 13 maiores bancos do país -Bradesco, Citibank, Banco da Amazônia, Banco do Brasil, Banrisul, Itaú, Mercantil do Brasil, Safra, Santander, Banestes, BRB, Caixa Econômica Federal e HSBC.&lt;br/&gt;Até ontem, o sistema só comparava as 46 tarifas mais utilizadas pelos consumidores e os pacotes padronizados criados pelo Banco Central.&lt;br/&gt;No sistema, os consumidores podem fazer pesquisas sobre pacotes por parâmetros como preço e quantidade de determinados serviços. Um cliente poderá ver, por exemplo, qual pacote de tarifa mais se encaixa no seu perfil particular de consumo de serviços como emissão de cheques.&lt;br/&gt;Lançado em setembro de 2007, o programa Star (Sistema de Divulgação de Tarifas e Serviços Financeiros) foi a primeira iniciativa conjunta dos bancos na área de autorregulação. Surgiu como resposta às discussões no governo para controlar as tarifas bancárias, cuja regulamentação só começou a valer em abril de 2008.&lt;br/&gt;"O Star aumentou a concorrência e reduziu as reclamações sobre tarifas no BC, nos Procons e nas ouvidorias dos bancos", disse Ademiro Vian, diretor-adjunto de Produtos da Febraban.&lt;br/&gt;O Star fica no endereço &lt;a href='http://www.febraban-star.org.br/'&gt;&lt;span style='color:blue; text-decoration:underline'&gt;&lt;strong&gt;www.febraban-star.org.br&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-3208586901273034128?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/3208586901273034128/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=3208586901273034128' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/3208586901273034128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/3208586901273034128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2010/12/bancos-lancam-servico-na-internet-para.html' title='Bancos lançam serviço na internet para comparar pacotes de tarifas'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-2043320420851692599</id><published>2010-11-25T08:36:00.001-02:00</published><updated>2010-11-25T08:36:36.232-02:00</updated><title type='text'>CDB sob o efeito PanAmericano</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;Valor Econômico&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;25/11/2010&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Por Alessandra Bellotto | de São Paulo&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Depois de mais de uma semana de mercado em compasso de espera, desde que um rombo bilionário no Banco PanAmericano veio à tona, os investidores começam a se deparar com ofertas de Certificados de Depósito Bancário (CDBs) a taxas mais altas. A mudança atinge especialmente títulos de bancos médios - mais vulneráveis a problemas no segmento - e tem como pano de fundo a desconfiança "natural" do investidor em relação à estabilidade das instituições financeiras. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Esse fenômeno, afirmam especialistas, é pontual. E, para alguns, não significa necessariamente uma oportunidade de investimentos. O diretor da Orey Financial, Carlo Moratelli, conta o caso de um cliente do escritório de aconselhamento financeiro que optou por comprar um CDB de um grande banco de origem estrangeira a renovar sua aplicação em uma instituição de menor porte ligada a um conglomerado, mesmo recebendo menos. "Ele trocou 107% do CDI por 103% para o mesmo prazo de dois anos", diz. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Moratelli ressalta que os 107% oferecidos na renovação do CDB já embutiam um adicional de prêmio em relação à aplicação anterior, apesar do ambiente de alta liquidez. Por quê? Efeito PanAmericano. "Os bancos médios estão enfrentando o receio do investidor de que pode haver outros desequilíbrios", afirma, referindo-se às "inconsistências contábeis" descobertas no PanAmericano, que resultaram no rombo de R$ 2,5 bilhões.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Em uma outra situação, a Orey foi abordada por um banco médio oferecendo um depósito a prazo com garantia especial (DPGE) de um ano a 110% do CDI. Esses títulos foram criados em abril de 2009, logo após a crise financeira global, para restabelecer a liquidez dos bancos médios. Como tem garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) até o limite de R$ 20 milhões, o custo para a emissão é mais alto e, portanto, o banco tende a evitá-lo. Isso é mais um sinal de que há alguma restrição de liquidez.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;É natural que um evento como o do PanAmericano tenha provocado um aumento da aversão a risco em relação a instituições menores e, consequentemente, elevado o custo de captação desses bancos, afirma o sócio da Capital Investimentos, Francisco Costa. "Seria leviano afirmar que outros bancos adotam as mesmas práticas do PanAmericano, mas o caso abre a possibilidade de questionamento por parte do investidor", diz. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Costa destaca, contudo, que o aumento das taxas pagas pelos CDBs de bancos médios foi pequeno, de dois a três pontos percentuais acima do que pagavam. "Não houve pânico, até porque foi encontrada uma solução rápida e favorável para o caso PanAmericano", afirma. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Para Moratelli, da Orey, apesar de o episódio ter sido pontual e não representar risco nem para o banco nem para o sistema, os prêmios oferecidos não valem o risco de crédito. "O problema (com o PanAmericano) serviu para alertar o investidor de que há risco", diz. E, para se proteger desse risco, no caso de crédito privado de instituições menores, a taxa tem de ser de, pelo menos, 120% do CDI, acredita Moratelli. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Ele afirma, ainda, que o investidor deve ficar atento ao cenário macroeconômico. Segundo Moratelli, as atuais pressões inflacionárias fatalmente serão combatidas via aumento de juros e, sempre que isso acontece, há o risco de desencadeamento de um processo de inadimplência. "O crédito privado pode se tornar mais arriscado", diz. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Costa, da Capital, também acredita que o episódio do PanAmericano acendeu uma luz amarela para os riscos. "O momento é mais do que oportuno para o investidor parar para avaliar se tem segurança na instituição para quem está dando crédito ao comprar um CDB, olhar a tradição e o histórico do banco e sempre observar o limite de R$ 60 mil, garantido pelo FGC", diz. Não dá para colocar todos os bancos na mesmo cesta do PanAmericano, mas o investidor precisa ser seletivo, segundo Costa.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;O superintendente executivo de investimentos do Santander, Edson Franco, afirma que não notou mudanças relevantes no mercado de CDBs depois do caso PanAmericano, nem em termos de volume nem de taxas. "Pode ter havido alguma alteração pontual, nada generalizado", diz. Segundo ele, em momentos de incerteza, é natural que bancos médios paguem prêmios maiores, assim como investidores busquem proteção, deflagrando um movimento conhecido como "flight to quality". "Bancos maiores podem ser privilegiados."&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Mas, no universo das grandes instituições, Franco afirma que o mercado é muito parecido, já que a concorrência é grande. Para o investidor de menor porte, segundo ele, as taxas dos CDBs escalonados, com remunerações progressivas conforme o prazo, são imbatíveis. No Santander, na modalidade que recebeu o nome de Recompensa, as taxas podem chegar a 100% do CDI após quatro anos para investimentos a partir de R$ 1 mil. Para aplicação mínima de R$ 30 mil, a remuneração máxima é 101% do CDI para prazos superiores a três anos. Já a partir de R$ 250 mil, o investidor pode obter um ganho de 102% do CDI acima de três anos. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Edson ressalta, ainda, que o episódio do PanAmericano serviu para mostrar a importância de haver um mecanismo de proteção como FGC. "Isso para o investidor médio é fundamental e pode ser levado em conta na hora de decidir pelo investimento em CDB, juntamente com o nível de confiança na instituição", diz. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-2043320420851692599?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/2043320420851692599/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=2043320420851692599' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/2043320420851692599'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/2043320420851692599'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2010/11/cdb-sob-o-efeito-panamericano.html' title='CDB sob o efeito PanAmericano'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-4130676262299101649</id><published>2010-11-25T08:35:00.001-02:00</published><updated>2010-11-25T08:35:53.609-02:00</updated><title type='text'>Alta da taxa de juros pode reaquecer mercado de CDB</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;Valor Econômico&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;25/11/2010&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Por Alessandra Bellotto | De São Paulo&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Os Certificados de Depósito Bancário (CDBs), que perdem terreno no segmento de investidores individuais desde meados do ano passado, podem retomar o crescimento diante da perspectiva de alta da taxa de juros para controle da inflação. "Toda vez que há um cenário de elevação de juro, o investidor privilegia aplicações atreladas ao CDI", afirma o superintendente executivo de investimentos do Santander, Edson Franco.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Estimativas do Santander mostram mais resgates do que aplicações em CDBs neste ano no segmento pessoa física. Até outubro, os saques superaram os R$ 11 bilhões. No total, o mercado de CDB teve captação líquida de R$ 31,2 bilhões no mesmo período, segundo levantamento do &lt;strong&gt;Valor Data&lt;/strong&gt; com base em informações do Banco Central. Só em novembro, até o dia 17, as emissões de CDBs já somam R$ 16,4 bilhões. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Em 2009, o desempenho dos CDBs foi no geral fraco. Considerando todo tipo de investidor, os resgates superaram as aplicações em R$ 6,9 bilhões. Só no segmento pessoa física, apontam as estimativas do Santander, os saques foram de R$ 14,9 bilhões. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;O baixo apetite por CDBs, na visão de Franco, tem a ver com a busca do investidor por diversificação, a fim de obter retornos melhores. "Hoje, só com a renda fixa não se consegue mais o 1% ao mês." Tanto que os fundos referenciados DI também vêm sofrendo no último ano. Em 2010, até o dia 19 de novembro, essas carteiras perdem R$ 2,3 bilhões, segundo levantamento da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;A discussão entre os bancos, continua Franco, deve sair do âmbito "produto" para "portfólio", com o intuito de oferecer o melhor mix de aplicações e, assim, maximizar a performance dos investimentos do cliente.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-4130676262299101649?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/4130676262299101649/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=4130676262299101649' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/4130676262299101649'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/4130676262299101649'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2010/11/alta-da-taxa-de-juros-pode-reaquecer.html' title='Alta da taxa de juros pode reaquecer mercado de CDB'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-5593722375592367628</id><published>2010-11-22T07:53:00.001-02:00</published><updated>2010-11-22T07:53:20.632-02:00</updated><title type='text'>Plano de previdência fechada tem custo menor</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;div&gt;&lt;table border='0' style='border-collapse:collapse'&gt;&lt;colgroup&gt;&lt;col style='width:437px'/&gt;&lt;col style='width:152px'/&gt;&lt;/colgroup&gt;&lt;tbody valign='top'&gt;&lt;tr style='height: 18px'&gt;&lt;td colspan='2'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;Folha de São Paulo&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;22/11/2010&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style='height: 18px'&gt;&lt;td vAlign='middle' colspan='2'&gt;&lt;p/&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;table border='0' style='border-collapse:collapse'&gt;&lt;colgroup&gt;&lt;col style='width:571px'/&gt;&lt;/colgroup&gt;&lt;tbody valign='top'&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 6px; padding-left: 6px; padding-bottom: 6px; padding-right: 6px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;Produto é alternativa a fundos empresariais&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MAÍRA TEIXERA&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;ENVIADA ESPECIAL A OLINDA&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Em busca de uma aposentadoria mais próspera, o trabalhador tem uma alternativa aos planos PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) e VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) oferecidos pelas instituições financeiras: a previdência fechada.&lt;br/&gt;Mas engana-se aquele que pensa que só é possível ter um plano desses se o empregador contribuir e tiver um plano empresarial.&lt;br/&gt;Quando o trabalhador não tem um plano patrocinado pelo empregador pode recorrer aos planos previdenciários instituídos por associações, entidades de classe, sindicatos.&lt;br/&gt;"A grande vantagem desses planos instituídos é que, como as entidades não visam ao lucro, a rentabilidade é transferida direto para o participante", explica Rangel.&lt;br/&gt;Segundo Silvio Rangel, diretor-superintendente da Fibra (Fundação Itaipu-BR de Previdência e Assistência Social), as taxas cobradas pelas instituições que "visam ao lucro", diminuem a rentabilidade dos planos PGBL e VGBL.&lt;br/&gt;"No PGBL e no VGBL, as taxas de administração e de carregamento podem onerar demais o investimento ao longo do tempo. Esses planos [de bancos e seguradoras] são uma opção saudável, que garantem uma boa aposentadoria, mas não são baratos", diz Rangel.&lt;br/&gt;Segundo ele, muitas vezes, dependendo do perfil da contribuição, o banco fica com a metade do benefício. Já os planos fechados têm taxas bem mais baixas, até de 0,5%, afirma.&lt;br/&gt;"Nos planos de previdência instituídos, o rendimento é todo revertido para o poupador", diz o presidente da Abrapp (Associação Brasileira das Entidades Fechadas), José de Souza Mendonça.&lt;br/&gt;Para ele, a previdência fechada é importante para que não se chegue à velhice com a renda pela metade da fase economicamente ativa do contribuinte.&lt;br/&gt;Segundo Carlos de Paula, Diretor de Análise Técnica da Previc (Superintendência Nacional de Previdência Complementar), a procura por esse tipo de previdência tem crescido.&lt;br/&gt;"Muitas federações e sindicatos têm dado acesso à previdência complementar a muitas categorias, inclusive aos autônomos."&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;COMO FAZER&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;A orientação para o trabalhador que está planejando fazer a previdência complementar é saber se faz parte de alguma entidade de classe, de alguma associação que tenha um plano instituído e buscar conhecer antes de optar por um PGBL e VGBL.&lt;br/&gt;Depois de pesquisar na entidade trabalhista, é hora de comparar os valores cobrados para a administração dos valores poupados (taxas, imposto de renda).&lt;br/&gt;É importante também verificar o histórico de rentabilidade. Não adianta ser barato, se rende abaixo da média de mercado.&lt;br/&gt;Na hora de fazer qualquer previdência complementar, apontam especialistas, é preciso verificar a cobertura que o plano dá, além do benefício. É bom saber se cobre pensão por morte ou por invalidez, por exemplo, e não apenas analisar o benefício.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A jornalista &lt;strong&gt;MAÍRA TEIXERA&lt;/strong&gt; viajou a convite da Abrapp (associação das entidades de previdência complementar)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-5593722375592367628?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/5593722375592367628/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=5593722375592367628' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/5593722375592367628'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/5593722375592367628'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2010/11/plano-de-previdencia-fechada-tem-custo.html' title='Plano de previdência fechada tem custo menor'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-5287036912595446251</id><published>2010-11-07T09:15:00.001-02:00</published><updated>2010-11-07T09:15:55.333-02:00</updated><title type='text'>Barato lá fora, caro aqui</title><content type='html'>O Globo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;07/11/2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Produtos no Brasil custam até seis vezes mais que no exterior, devido principalmente a altas margens de lucro e carga tributária&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivian Oswald e Martha Beck &lt;br /&gt;BRASÍLIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aonda de crescimento econômico e o câmbio valorizado despertaram o brasileiro para as compras, mas também revelaram um problema antigo do qual poucos haviam se dado conta: o Brasil é um país cada vez mais caro. Produtos simples podem custar nas lojas brasileiras mais de seis vezes o que saem seus similares no exterior, caso de uma bomba para retirar leite materno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Especialistas ouvidos pelo GLOBO afirmam que uma conjunção perversa de fatores contribui para essa distorção, da carga tributária elevada às margens de lucro exorbitantes, mas também têm forte caráter cultural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para baixar custos, a saída de muitos tem sido ir comprar lá fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesam também o mercado consumidor ainda em desenvolvimento, a abertura recente da economia, a falta de referência de preços e a crença de que importados são produtos de luxo e de melhor qualidade e, por isso, naturalmente mais caros. Tradicionais vilões que também deixam sua marcas são o oligopólio de importadores, a excessiva burocracia e a falta de uma infraestrutura que permita custos de transporte mais baratos num país de dimensões continentais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A entrada de mais 30 milhões de pessoas na classe média também fez com que as empresas revissem estratégias de marketing e investissem em campanhas que levassem a população a querer comprar o que consumidores de outros países adquirem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo fontes ligadas ao setor de publicidade, as áreas de marketing costumam avaliar quanto o público-alvo aceitará pagar por um produto na hora de fixar a margem de lucro do fabricante. Quanto mais cobiçado ele for, mais se cobrará.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A brasiliense Cristina Madeira é apenas uma das dezenas de mães recentes que optaram por montar os enxovais de seus filhos fora do Brasil: — Comprei no exterior, porque a qualidade dos produtos é melhor e os preços, muito menores. Comprei carrinho, roupas, cadeirinha para o carro e bebê conforto. Tudo o que trouxe para o Rafael, que vai fazer um ano agora, vai dar nele até os dois anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cristina gastou R$ 5 mil com as compras. No Brasil, só o carrinho de bebê sairia a R$ 2.500.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Agora, Miami está no meu roteiro — completa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Há alguma coisa muito errada quando vale a pena a pessoa tomar um voo de nove horas para fazer compras no país mais rico do mundo para economizar. Para ter uma moeda forte, o país precisa passar por profundas reformas e investir em infraestrutura — avalia o presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit), Fernando Pimentel, cujo setor sofreu com a competição dos importados, mas vem se ajustando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As operadoras de turismo já identificaram o novo nicho e planejam criar roteiros de compras dedicados às jovens mães em seus pacotes aos Estados Unidos. O consumo já está em alguns roteiros. A CVC, por exemplo, lançou há um ano o pacote “Compras em Buenos Aires” e acaba de incluir na rota de Las Vegas um périplo por outlets com os quais fez acordos para garantir bons descontos aos clientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— As pessoas querem viajar. Mas têm manifestado o desejo de comprar também — diz Vitor Bauab, da área de estratégia e novos negócios da CVC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os brasileiros estão sujeitos à cota de US$ 500 para passar com suas compras na aduana. Mas muitos consideram que vale a pena pagar o imposto de 50% sobre o que extrapolar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Trouxe um laptop último modelo há um ano, paguei o imposto, e ele ainda me saiu R$ 1.500 mais barato — conta o consumidor Henrique Lopes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viagens e internet dão noção de preços&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estrangeiros que desembarcam aqui com dinheiro para gastar também se surpreendem com os preços. Não à toa o país acaba de ser eleito o quarto mais caro do mundo, segundo o índice que compara preços de um sanduíche Big Mac em várias economias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após quase quatro anos de espera, o PlayStation 3 chegou ao Brasil por R$ 2 mil. Nos EUA, o mesmo equipamento sai a US$ 300, ou cerca de R$ 510. Neste caso, certamente os tributos não chegam a quatro vezes o valor do produto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É de cerca de 70%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesquisa do Movimento Brasil Eficiente indica que, enquanto um Toyota Corolla XEI 2.0 custa R$ 75 mil no Brasil, sai a R$ 58.740 na África do Sul, R$ 33.782 no Japão e R$ 32.797 nos EUA. O grupo garante que a chave do problema está na alta carga tributária. Mas ela sozinha não explica diferenças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudo do Morgan Stanley feito no ano passado na Inglaterra mostra que algumas montadoras instaladas no Brasil são responsáveis por boa parte do lucro de suas matrizes e que grande parte disso vem dos carros com aparência de off-road. Os técnicos do banco calcularam que o custo de produção desses carros é 5% a 7% acima do custo de produção dos modelos dos quais derivam. Mas são vendidos por 10% a 15% a mais no país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O oligopólio (poucas empresas dominando um mercado) é outro fator que joga contra o consumidor. Este seria o caso dos vinhos. Editor da revista eletrônica EnoEventos, Oscar Daudt diz que as margens de lucro são altas e as diferenças podem chegar a 150% em relação aos mesmos vinhos importados nos EUA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De 2003 a 2009, o mercado consumidor ganhou um exército de 35 milhões de pessoas que ascenderam às classes A, B e C. As viagens ao exterior (dois milhões a mais foram para fora do país no período) e o acesso crescente à internet foram importantes para dar referências sobre preços, segundo o chefe do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas (FGV), Marcelo Neri.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A liberdade para pagar as compras também aumentou nos últimos anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O número de cartões de crédito, que em 2000 era de 28,5 milhões, passou a 153,4 milhões em 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Margem até 100% no Brasil, 10% nos EUA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para agradar os consumidores as empresas vão ter de diminuir as suas margens de lucro. Especialistas afirmam que está começando a mudar a cultura no Brasil de que as empresas podem ter margem de 100%, enquanto em países como os Estados Unidos, por exemplo, isso é impossível. Estimase que as empresas americanas apliquem margens de 5% a 10%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de tudo, as importações têm favorecido o consumidor. Mesmo com toda a gritaria do setor têxtil, por exemplo, a abertura da economia permitiu que o item vestuário nos últimos 15 anos subisse menos da metade da inflação média, segundo a FGV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— A cara do mercado vai mudar com a abertura da economia e o aumento consistente da classe média.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Haverá alternativas para consumo, novos preços e qualidade no futuro, mas de maneira heterogênea. Falta muito para nos aproximarmos de outros países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos no meio do caminho — diz Salomão Quadros, coordenador de Análises Econômicas da FGV.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-5287036912595446251?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/5287036912595446251/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=5287036912595446251' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/5287036912595446251'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/5287036912595446251'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2010/11/barato-la-fora-caro-aqui.html' title='Barato lá fora, caro aqui'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-2777349215947551729</id><published>2010-11-03T10:07:00.000-02:00</published><updated>2010-11-03T10:09:00.820-02:00</updated><title type='text'>BC denuncia agiotagem on-line</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; font-family: verdana;"&gt;Correio Braziliense&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: verdana;"&gt;03/11/2010&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;A pedido do Banco Central, Ministério Público abre processo contra o site Fairplace, suspeito de crime por oferecer empréstimos sem autorização&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Fernando Braga&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;O Banco Central decidiu agir para conter, ainda no início, o que chama de agiotagem on-line, que pode deixar um rastro de prejuízos país afora. A instituição denunciou ao Ministério Público a Fairplace, que se apresenta com uma rede social na qual quem tem dinheiro pode emprestar para quem precisa a juros menores do que os cobrados no cheque especial ou no cartão de crédito (entre 9% e 10% ao mês). Na avaliação do BC, a Fairplace está transgredindo a lei ao exercer o papel de instituição financeira sem ter autorização para isso. Os responsáveis serão investigados pelo MP e poderão ser enquadrados na Lei nº 7.492, a do Colarinho Branco, por crime contra o sistema financeiro nacional.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Quem vê a propaganda da Fairplace na internet acredita se tratar de um negócio da China. De um lado, o site oferece a quem empresta o dinheiro a possibilidade de receber um rendimento (3,2% ao mês, em média) muito superior ao pago por aplicações tradicionais como a caderneta de poupança e os fundos de renda fixa entre 0,5% e 0,8% mensais. De outro, garante aos tomadores do empréstimo a possibilidade de saírem do sufoco por meio de débitos mais baratos. Para o BC, trata-se de um processo semelhante a uma pirâmide. Bastará alguns dos devedores não honrarem seus compromissos para que uma onda de calote seja detonada. Os próprios responsáveis pela Fairplace garantem que não se responsabilizam por qualquer problema. São meros repassadores de recursos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;As negociações entre emprestadores e tomadores de crédito são fechadas por meio de leilões, um sistema chamado de P2P (ponto a ponto). Vence aquele que aceitar a taxa de juros mais baixa para emprestar os recursos que pode chegar ao valor de R$ 5 mil por operação. Criada há seis meses, a Fairplace já conta com 14 mil pessoas credenciadas e realizou 410 operações, movimentando R$ 1,6 milhão. Com todos esses números, a rede social não se intimidou em propagandear seu sucesso, mesmo ciente de estar operando à margem da lei. No último 23 de outubro, porém, o Correio alertou para os riscos das facilidades oferecidas pela Fairplace. De início, o BC se recusou a se posicionar sobre as irregularidades. Mas acabou reconhecendo que havia denunciado a empresa ao MP em agosto. O processo já foi aberto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Intermediário&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;O sistema criado pela Fairplace passa aos interessados um ar de sofisticação. Para tentar um empréstimo, o interessado deve preencher um cadastro, onde é avaliado o seu nível de risco pela conceituada Serasa Experian. Com os dados em mãos, emprestadores realizam um leilão, no qual oferecem o dinheiro com diferentes taxas de juros. Ganha quem propõe a mais baixa. Desse modo, o site recebe 2% de cada parcela recebida pelo emprestador. Já quem assumiu a dívida paga uma comissão que pode variar de 5% a 8% do valor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;O sócio-fundador da Fairplace, Eldes Mattiuzzo, apresenta o site sem constrangimento. Trata-se de uma sociedade prestadora de serviços de intermediação e captação de empréstimos entre particulares por meio virtual, diz. E acrescenta: A Fairplace não faz qualquer tipo de concessão direta de empréstimos ou financiamentos. Apenas usamos nossa plataforma na internet para reunir as pessoas interessadas nos negócios.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Na visão de especialistas, o BC está corretíssimo em agir, para evitar que o modelo usado pela Fairplace se espalhe como uma praga. Para ser intermediário do mercado financeiro é preciso ter o registro de instituição financeira ou de fundo de investimento. Se há um novo meio que ofereça investimentos ao público, ele deve estar cadastrado junto aos órgãos competentes, afirma José Luiz Rodrigues, presidente da Consultoria JL Rodrigues, voltada para o sistema financeiro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;A mesma avaliação é feita pelo professor Carlos Eduardo de Freitas, ex-diretor do BC. Captar recursos junto ao público é privativo de instituições financeiras autorizadas a funcionar pelo Banco Central ou de fundos de investimentos licenciados pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários), observa. Para ele, uma entidade que capta recursos de terceiros à margem da legislação gera risco para a poupança popular. (Colaborou Vânia Cristino)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Como funciona&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Cadastro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Quem deseja obter o empréstimo faz o cadastro no site e preenche uma ficha com dados pessoais e o valor de que necessita.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Classificação&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;O site classifica o usuário de acordo com o seu perfil e o risco que ele apresenta em não pagar o empréstimo. Mas o site não se responsabiliza por possíveis calotes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Leilão&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Pessoas que desejam emprestar o dinheiro participam de um leilão, cujo vencedor é o que oferece menores taxas de juros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Retorno&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Se tudo der certo, o emprestador recebe de volta o dinheiro em parcelas com os juros mensais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;pré-estabelecidos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Lucro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Em troca, o site recebe 2% do valor de cada parcela recebida pelo emprestador. Já quem captou o dinheiro paga uma comissão que pode variar de 5% a 8% do montante total.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Dicas para não se dar mal&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Veja se o serviço é autorizado&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Qualquer um que ofereça investimentos coletivos (como fundos, clubes de investimento e contratos do tipo boi gordo) ou se apresente como intermediário de uma instituição financeira precisa de autorização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), como pessoa física, ou do Banco Central (BC), como pessoa jurídica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Procure por registros&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;A CVM mantém o registro de quem atuou de forma irregular no passado. Com CPF ou CNPJ de quem oferece o serviço financeiro, o cidadão pode fazer consultas no site da CVM (www.cvm.gov.br). Basta ir em Atos Declaratórios Suspensão de Atividade Irregular.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Desconfie de depoimentos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Uma tática comum dos criminosos é usar depoimentos de quem parece ter aproveitado a oportunidade e ficado satisfeito. Mas lembre-se: depoimentos de desconhecidos não têm valor para decisões financeiras.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Confira quem são os representantes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Muitos golpistas usam o nome de uma instituição credenciada, mas apresentam dados diferentes para contato. Por isso, é importante checar se o suposto prestador de serviços realmente representa uma determinada empresa do setor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Tenha calma&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Geralmente os fraudadores pressionam as vítimas e tentar impedir que elas avaliem com calma as propostas. O discurso costuma envolver uma chance imperdível e a necessidade de pressa para que ela possa ser realizada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Tome cuidado em eventos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;A CVM recomenda que as pessoas tenham um cuidado especial com abordagens e propostas feitas em eventos, como cursos, feiras de negócios ou mesmo websites.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Lei prevê até prisão&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Se a Lei nº 7.492, do Colarinho Branco, for seguida à risca pelo Ministério Público, os responsáveis pela Fairplace poderão estar sujeitos à prisão. A norma considera instituição financeira pessoa jurídica de direito público ou privado, que tenha como atividade a captação, intermediação, administração ou aplicação de recursos financeiros de terceiros. Justamente o que o site afirma que não é. Em casos como esse, o BC tem de agir rápido para evitar que o menor número de pessoas sejam afetadas, afirma um ex-diretor de Organização e Normas do Banco Central.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;A legislação brasileira, por meio do Sistema Financeiro Nacional, atribui ao BC as tarefas de conceder autorização, regular e fiscalizar as atividades das instituições financeiras que funcionam no país. A CVM, por sua vez, é responsável por regular o segmento de capitais, protegendo os investidores. Por meio da política conhecida como disclosure, os administradores de fundos são obrigados a divulgarem diariamente informações como patrimônio líquido, investimentos, resgates e número de investidores de cada carteira, explica o superintendente de Relações com Investidores Institucionais da CVM, Francisco José Bastos Santos. Além disso, sempre que um fundo operar de forma irregular, o órgão alertará o mercado por meio de boletins.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Na visão de Carlos Thadeu de Freitas Gomes, ex-diretor do BC, apesar de o Banco Central e de a CVM se esforçarem para ser cada vez mais eficientes no que diz respeito a regulação, sempre estão atrás das soluções que surgem no mercado. Com o tempo, as autoridades do sistema financeiro estão se tornando mais eficientes, mas, mesmo assim, é difícil, porque elas sempre ficarão para trás, pois o mercado é muito ágil e criativo, diz. (FB)&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-2777349215947551729?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/2777349215947551729/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=2777349215947551729' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/2777349215947551729'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/2777349215947551729'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2010/11/bc-denuncia-agiotagem-on-line.html' title='BC denuncia agiotagem on-line'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-5152316972786567128</id><published>2010-11-01T08:13:00.000-02:00</published><updated>2010-11-01T08:14:09.874-02:00</updated><title type='text'>Investidor busca lucro com ação em baixa</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; font-family: verdana;"&gt;Folha de São Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;01/11/2010&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Volume de aluguel de papéis por pessoas físicas bateu recorde em setembro, movimentando R$ 2,1 bilhões&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Operação permite obter ganhos com queda de ativos; aumento dos negócios indica maior especulação na Bolsa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;MARIANA SCHREIBER&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;DE SÃO PAULO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;O investidor pessoa física está mais ousado. Em setembro, pelo segundo mês seguido, o volume de ações que esses aplicadores alugaram de outros investidores (bancos, fundos etc.) bateu recorde. Foram R$ 2,1 bilhões, de acordo com a BM&amp;amp;FBovespa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Isso significa que mais investidores estão especulando em cima da oscilação dos papéis, buscando lucro em momentos de queda.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;"A Bolsa vinha de anos seguidos de alta. Era só comprar a ação e esperar subir. Com esse solavanco [a crise de 2008], o mercado ficou mais difícil", diz Paulo Levy, diretor da corretora Icap.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;A operação mais simples consiste em alugar ativos de outro investidor e vendê-los para comprá-los depois e devolvê-los. Quem faz isso acredita que a ação vai cair e por isso vai conseguir recomprá-la por um preço menor depois, embolsando a diferença (veja exemplo no quadro).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;"É um jeito de ganhar sem ter o papel na carteira. Mas, se a ação disparar, vai ter de comprar para devolver", resume Marcelo Coutinho, sócio-presidente da Youtrade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;O aluguel de uma ação dura, no mínimo, um dia. Os contratos, geralmente de 30 dias, podem ser renovados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Quem aluga paga ao dono do papel uma taxa, que varia de acordo com o ativo e a demanda, e é proporcional ao tempo de demora para a devolução. Quando mais gente acredita na queda do papel, a procura pelo aluguel aumenta e o custo, também.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Nas duas últimas semanas, quem alugou a ação ordinária da Petrobras pagou em média 0,54% ao ano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Entre os dias 15 de setembro 5 de outubro, a taxa média era de 8,46% ao ano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;O aluguel da ação de uma pequena empresa como a Refinaria de Manguinhos saía, em média, por 19,68% ao ano nos últimos 15 dias.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;RENDA EXTRA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Alugar ações para outros investidores é uma fonte de renda extra para quem costuma comprar papéis e mantê-los parados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;A maior parte dos investidores pessoas físicas, no entanto, atua na ponta mais conservadora, alugando suas ações para outros operadores. Em setembro, pessoas físicas alugaram R$ 10,9 bilhões para outros investidores. O volume foi recorde em agosto: R$ 13,7 bilhões.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Apesar de o retorno, em geral, ser baixo, o economista Francisco Rocha liga toda semana para sua corretora para alugar seus ativos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;"É um rentabilidade muito reduzida, mas já é alguma coisa. Alugo todas as ações: da Vale, da Petrobras, da Random e da Fosfertil."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;"O único risco que o investidor tem é o de perder uma boa oportunidade de venda", observa o educador financeiro Mauro Calil.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Quem aluga o papel de alguém automaticamente deposita garantias (ações, títulos ou dinheiro) na BMF&amp;amp;Bovespa que cobrem mais de 100% do valor alugado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Isso dá segurança ao "doador" do papel de que o "tomador" terá recursos para recomprar os ativos e devolvê-los. Essa garantia é ajustada diariamente, de acordo com a oscilação do papel.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;"INTRA DAY"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Se o investidor quiser ganhar com a queda do papel no "intra day" (num só pregão), ele não precisa alugar as ações.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Pode fazer uma venda a descoberto, ou seja, vender ações que não tem para comprar no mesmo dia. Isso é possível porque, quando um papel é vendido, ele só é efetivamente entregue depois do fechamento do pregão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;O ex-empresário Silvio Vaiano se desfez dos negócios há um ano e meio e desde então faz vendas a descoberto diariamente. "Já tive alguns prejuízos. Meus ganhos por operação ficam entre 0,4% e 0,8%. Ao atingir esse patamar, fecho a operação."&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-5152316972786567128?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/5152316972786567128/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=5152316972786567128' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/5152316972786567128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/5152316972786567128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2010/11/investidor-busca-lucro-com-acao-em.html' title='Investidor busca lucro com ação em baixa'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-3772190952351505092</id><published>2010-10-28T09:16:00.000-02:00</published><updated>2010-10-28T09:17:44.690-02:00</updated><title type='text'>Investimentos às cegas</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; font-family: verdana;"&gt;Valor Econômico&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: verdana;"&gt;28/10/2010&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Por Luciana Monteiro | de São Paulo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Interessado no mercado acionário, o funcionário público Édson Sabino, de 48 anos, abriu uma conta no ano passado na corretora do Real - mais tarde Santander -, para investir em ações pela primeira vez. Como não é muito dado a computadores, ele ligou diretamente para a mesa de operações da instituição e mandou comprar papéis da Vale.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;O papel se valorizou e Sabino, animado, vendeu as ações e ficou esperando por uma outra oportunidade. Depois de quatro meses, viu que os BDRs (recibos de ações de empresas com sede no exterior) da Parmalat/Laep estavam entre os papéis mais negociados da bolsa. Aqui começa o drama do funcionário público.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Interessado, Sabino ligou para a mesa da corretora e pediu para comprar 108 mil BDRs da Laep, na época cotada a R$ 1,12, o que totalizou R$ 121 mil. Mas o papel começou a cair sistematicamente. O investidor, então, ligou para a corretora em busca de um relatório, de preferência técnico, sobre a empresa e foi informado que o Santander não faz a cobertura desse papel. Depois de perder dinheiro dia após dia, Sabino resolveu vender os papéis a R$ 0,71 e amargou um prejuízo de R$ 44 mil.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;"Sei que aplicar em bolsa é arriscado, mas acredito que a corretora deveria ter me alertado sobre o risco específico desse papel", reclama. "É como comprar um carro usado e ninguém te avisar que o motor está prestes a fundir", diz o funcionário público. "Ações são investimentos de alto risco, mas em nenhum momento alguém me disse que se tratava de um papel de baixa liquidez." Ele afirma que achou que se tratava de um papel que tinha alta liquidez e alega que não teve o auxílio e assistência da corretora do banco.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;O caso do funcionário público não é isolado. É comum investidores iniciantes serem seduzidos por fóruns de discussões que manipulam informações a favor de empresas de baixíssima liquidez e que oscilam fortemente ao sabor dos boatos. Outros, se deixam levar por dicas de conhecidos, que entendem tanto quanto eles de mercado. E, com a bolsa em alta nos últimos anos, criou-se o mito de que o ganho em ações é fácil, rápido e certo, fazendo o iniciante desprezar o estudo e o conhecimento dos papéis.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;A situação é mais delicada no momento em que bolsa e corretoras se unem para aumentar o número de investidores. Hoje, são cerca de 630 mil pessoas físicas com contas na bolsa. E o projeto da BM&amp;amp;FBovespa é atingir 5 milhões de investidores em cinco anos. Mas como evitar que uma massa de investidores inexperientes comprometa suas economias?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;O caso suscita uma pergunta: a corretora deve alertar o investidor quando ele decide comprar um papel sem liquidez? Eduardo Jurcevic, superintendente-executivo da Santander Corretora, explica que o operador da mesa não pode orientar a compra ou a venda de um papel, mas pode falar com base em um relatório elaborado pela área de pesquisa. "Mas, no caso de um papel que não coberto pela corretora, não é possível fazer qualquer comentário, já que não há no que se basear, não há uma análise", afirma.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;O executivo ressalta que a corretora faz a cobertura de 104 empresas, que representam 96% do volume da bolsa. E recomenda: "Quem está começa a investir em bolsa agora deve procurar ações que sejam analisadas pelas corretoras e tenham liquidez alta", diz. Para Jurcevic, é preciso olhar o número de negócios com o papel por mais de um dia, para não ser levado a acreditar que uma ação tem liquidez quando, na verdade, está sendo puxada por especulação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Mas fica a pergunta: por que essas recomendações não podem ser dadas ao investidor na hora em que ele compra ações ilíquidas na corretora? Até para isentar as instituições - que investem pesado em cursos e palestras de divulgação do mercado - de qualquer problema.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Depois das reclamações, Sabino foi procurado pelo gerente de uma sala de ações do Santander, explicando que ele poderia ter se informado sobre os papéis que comprou com um dos especialistas do serviço. "O problema é que ninguém me disse que havia esse serviço à disposição", diz o funcionário público.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Isso levanta outra discussão, que é a necessidade de integração entre corretora e os gerentes dos bancos, ainda focados em produtos oferecidos pela instituição, como fundos e CDBs. O investidor, no entanto, também precisa fazer a sua parte: no site da corretora do Santander, por exemplo, há uma lista com as cerca de cem salas de ações disponíveis pelo Brasil.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-3772190952351505092?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/3772190952351505092/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=3772190952351505092' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/3772190952351505092'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/3772190952351505092'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2010/10/investimentos-as-cegas.html' title='Investimentos às cegas'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-5467815689711085034</id><published>2010-10-25T08:18:00.000-02:00</published><updated>2010-10-25T08:19:04.444-02:00</updated><title type='text'>Corretoras ajudam o investidor a calcular IR</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; font-family: verdana;"&gt;Folha de São Paulo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: verdana;"&gt;25/10/2010&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Serviço é oferecido para atrair clientes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;MARIANA SCHREIBER&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;DE SÃO PAULO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Imposto de Renda: pode ser chato, complicado, mas não há como fugir dele.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Para tornar essa obrigação menos desagradável e atrair clientes, corretoras oferecem cada vez mais serviços que facilitam o acerto de contas dos investidores com o leão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Até o fim deste mês, a corretora Spinelli passa a calcular mensalmente, sem nenhum custo, quanto os seus 18 mil clientes devem à Receita Federal ou se estão isentos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;O serviço cobrirá todas as operações de renda variável (mercado à vista, opções, termo e derivativos).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Por enquanto, o programa está em fase de testes, atendendo 200 investidores com grande volume de negócios.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Rodrigo Puga, responsável pela área de "home broker" da corretora, afirma que o único trabalho do investidor será pagar o imposto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;"Assim que virar o mês, vamos gerar relatórios com todas as operações realizadas e os lucros e os prejuízos registrados. Se houver imposto a pagar, disponibilizaremos o Darf [Documento de Arrecadação de Receitas Federais] preenchido. O cliente só vai precisar pagar."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Segundo Puga, a corretora se responsabilizará por qualquer erro no cálculo do IR, feito em parceria com a empresa de consultoria tributária Arbor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Os clientes que operam também em outras corretoras terão de calcular por conta própria se os negócios fora da Spinelli elevam o valor do imposto a pagar ou se permitem abatimentos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Puga acredita que a comodidade oferecida pela Spi- nelli fará seus clientes concentrarem suas operações na corretora:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;"Muita gente não recolhe IR hoje pelo trabalho. Não sabe as regras, o que pode abater ou não. As pessoas não vivem de Bolsa. Trabalham e muitas vezes não têm tempo de cuidar disso".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Os lucros obtidos com renda variável são tributados mensalmente em 15%. Em caso de "daytrade" (operações de compra e venda realizadas no mesmo dia), a alíquota é de 20%. Quem vende menos de R$ 20 mil por mês está isento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Perdas em meses anteriores podem ser abatidas dos ganhos subsequentes, reduzindo o imposto a pagar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;REGULARIZAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;A Tema Sistemas, que desde 2007 comercializa uma ferramenta de cálculo do imposto sobre ganhos no mercado à vista, passou a oferecer neste ano um serviço de regularização para investidores em dívida com a Receita.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Erickson Fonseca, diretor da Tema, lembra que o investidor que deixa de pagar imposto em um mês já está irregular. A multa normalmente varia de 75% a 150% sobre o imposto devido, mas pode chegar a 225%, caso a Receita Federal considere que houve má-fé.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;"Se o investidor toma a iniciativa de se regularizar antes de a Receita identificar o erro, a multa não passará de 20%", afirma Fonseca.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Até o fim do ano, o sistema servirá também para operações com derivativos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Dez mil investidores usam o programa da Tema mycapital, que pode ser contratado diretamente na empresa. Sete corretoras já oferecem o serviço e outras cinco estão negociando com a empresa.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-5467815689711085034?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/5467815689711085034/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=5467815689711085034' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/5467815689711085034'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/5467815689711085034'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2010/10/corretoras-ajudam-o-investidor-calcular.html' title='Corretoras ajudam o investidor a calcular IR'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-2571863308990470045</id><published>2010-10-25T08:16:00.000-02:00</published><updated>2010-10-25T08:17:02.090-02:00</updated><title type='text'>Importante é o que lhe interessa</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; font-family: verdana;"&gt;Folha de São Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;25/10/2010&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Gustavo Cerbasi&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Identifique o que menos contribui para você ser feliz; esse é o gasto a cortar para priorizar seu objetivo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;DIGAMOS QUE você queira diminuir seus gastos mensais, seja para estancar um desequilíbrio financeiro, seja simplesmente para aumentar a poupança em busca de um desejado objetivo de consumo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Uma estratégia comum e bastante equivocada é a de começar a apontar os supérfluos e limar diversos focos de consumo corriqueiro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Essa estratégia deve ser reconsiderada, pois raramente se percebe que os gastos descompromissados de pequeno valor, que alguns insistem em chamar de supérfluos, correspondem à fonte mais frequente de felicidade em nossas vidas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Os pequenos gastos nem sempre são tão pequenos quanto se imagina quando os somamos ao final de um mês.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Mesmo o mais rudimentar dos controles financeiros nos ajuda a comprovar isso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Além disso, se chamamos de supérfluo aquele consumo que não nos traz utilidade, é difícil exemplificar um gasto supérfluo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Não importa se a pessoa comprou 20 pares de sapato ou uma enorme coleção de canecas; se os bens comprados não eram necessários, talvez o ato de consumo tenha sido a necessidade de alguém frustrado com outros aspectos da vida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Indubitavelmente, a melhor tradução de felicidade está nas grandes conquistas, como o primeiro emprego, ter um filho ou quitar a casa própria. Mas, será que podemos desprezar a felicidade que nos traz um cafezinho, uma revista ou uma "quick massage"? E a felicidade de dispor de parte de nossa renda para ajudar a uma causa humanitária?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Infelizmente, estamos habituados a dar mais importância a aspectos burocráticos de nossas vidas, como o padrão da moradia, do carro e da moda que temos no guarda-roupas, e a deixar em segundo plano aspectos de consumo que realmente individualizam nossa personalidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Abomino a ideia de, diante da necessidade de economizar, partirmos para a corrosão da felicidade familiar, sugerindo o banimento de hábitos individuais para viabilizar uma conquista de médio ou longo prazo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Parece-me mais sensato economizar em poucas e grandes escolhas, trocando o automóvel da família por um mais barato, por exemplo, com o intuito de preservar a multiplicidade de fontes diárias de felicidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Pessoas mais felizes vivem melhor, dormem melhor, são mais criativas e produtivas. Isso tem a ver com consumo. Você conhece algum artista ou escritor famoso que não cultive excentricidades?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Por outro lado, você conhece algum relacionamento que resista à falta de hábitos que quebrem a rotina?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Obviamente, em algumas situações precisamos fazer sacrifícios e efetuar cortes radicais de gastos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Não é má estratégia, desde que seja adotada de forma intensa, por prazo definido e não muito longo, e com o objetivo de alcançar uma grande recompensa. Fiz cortes radicais de gastos para viabilizar uma celebração de casamento especial.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Conheço jovens que poupam radicalmente para viabilizar um intercâmbio cultural. Isso não é problema, pois se trata de uma espécie de gincana -sacrificar-se para ser recompensado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Porém, quando o sacrifício estende-se por anos, deixa de ser gincana e passa a ser sofrimento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Inquestionavelmente, o hábito de poupar nos ajuda a multiplicar conquistas na vida. Porém, antes de começar os cortes de gastos, proponha-se a elaborar um ranking de prioridades entre seus hábitos de consumo mensais. É um bom exercício de autoconhecimento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;A ordem desse ranking deve obedecer ao sentimento de realização pessoal que cada hábito lhe traz. Quanto maior o prazer obtido, mais alta a posição no ranking.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Para alguns, estará no topo o cafezinho diário ou a verba do happy hour com os amigos. Para outros, a contribuição à igreja ou a associações assistencialistas. Há quem prefira garantir a verba para comprar roupas e estar na moda. Pouco importa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;O interessante é que, conscientizando-se de forma racional sobre a importância de cada gasto para você, será mais fácil identificar o que menos contribui para sua felicidade. Esse será o gasto a ser cortado para priorizar seus objetivos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;GUSTAVO CERBASI é autor de "Casais Inteligentes Enriquecem Juntos" (ed. Gente) e "Como Organizar Sua Vida Financeira" (Campus). &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-2571863308990470045?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/2571863308990470045/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=2571863308990470045' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/2571863308990470045'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/2571863308990470045'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2010/10/importante-e-o-que-lhe-interessa.html' title='Importante é o que lhe interessa'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-3765851252431919304</id><published>2010-10-22T09:17:00.000-02:00</published><updated>2010-10-22T09:18:31.714-02:00</updated><title type='text'>Juros futuros e títulos do Tesouro sentem efeitos do IOF</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; font-family: verdana;"&gt;Valor Econômico&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: verdana;"&gt;22/10/2010&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Enfim, o mercado financeiro levou a sério a determinação do governo de conter o processo de valorização do real frente ao dólar. Depois das mudanças na taxação do capital externo, investidores reagiram à demonstração do Banco Central de que vai fechar as brechas e impedir que os estrangeiros escapem do imposto. Em reação, os juros futuros de longo prazo dispararam na BM&amp;amp;F, o Tesouro diminuiu a oferta de títulos prefixados no leilão e não vendeu os papéis mais longos (NTN-F) com vencimento em 2021, os preferidos pelos estrangeiros. No mercado secundário, os prêmios das NTN-F cresceram.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;O mercado entende que, se o ímpeto do estrangeiro diminuir, os juros terão motivos adicionais para subir, entre eles a perspectiva de encarecimento da rolagem da dívida pública e, no limite, dificuldade de financiamento do déficit em conta corrente, que vem se agravando.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Enfim, IOF maior afeta o mercado e juro sobe&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Lucinda Pinto e Angela Bittencourt | De São Paulo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Enfim, o mercado levou a sério a determinação do governo brasileiro de conter o processo de valorização do real frente ao dólar. Depois das mudanças na taxação do capital externo, investidores reagiram à demonstração do Banco Central de que vai fechar as brechas e impedir que os estrangeiros escapem do imposto. Em reação, os juros futuros de longo prazo dispararam na BM&amp;amp;F, o Tesouro diminuiu o tamanho dos lotes de títulos prefixados no leilão e não vendeu os mais longos (NTN-F 2021), justamente os preferidos pelos estrangeiros. Reação que demonstra que, enfim, o investidor entendeu que a enxurrada de dólares para comprar ativos prefixados no Brasil vai perder força.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Ontem, o Tesouro fez um leilão de títulos públicos considerado bastante "modesto", compatível com um ambiente de menor apetite do investidor. É bom lembrar que o Tesouro consulta as mesas de operação para avaliar a demanda e, então, definir os lotes. Ontem, foram ofertadas 150 mil unidades para cada um dos três vencimentos - 2015, 2017 e 2021 - das NTN-F, papéis prefixados com pagamento de cupom semestral. Para se ter uma ideia, na semana anterior, os volumes haviam sido de 500 mil, 1 milhão e 150 mil, respectivamente. No caso das LTNs, o volume total de ontem somou 3,5 milhões, contra 5,5 milhões na semana anterior.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;O Tesouro pagou mais caro por todos os papéis e, no caso dos títulos 2021 - a menina dos olhos dos estrangeiros - recusou todas as propostas de preço que, segundo o secretário Arno Augustin, não eram "razoáveis". Provavelmente, segundo fontes do mercado, houve muita dispersão entre as taxas pedidas pelos investidores. No mercado secundário, as NTN-F 2021 eram negociadas a uma taxa 0,35 ponto percentual acima do DI de prazo equivalente (chamado prêmio do papel). Na semana anterior, o prêmio era de 0,24 ponto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Esse prêmio mais elevado foi estabelecido sobre taxas que também já estavam em alta. A primeira reação às medidas do governo foi percebida justamente no mercado de juros futuros, na BM&amp;amp;F, que ajuda a balizar os demais negócios com ativos prefixados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Todos os contratos registraram alta, mas os mais longos subiram com mais força - o que, no jargão do mercado, é chamado de "inclinação positiva da curva de juros". Isso ocorre porque, no momento, o estrangeiro, o grande aplicador em juros de longo prazo, vai pedir taxa maior para comprar esses contratos, para compensar a perda que terá com o IOF mais alto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Profissionais de mercado calculam que para levar a mesma rentabilidade que antes no contrato com vencimento em janeiro de 2017, é preciso obter uma taxa 0,40 ponto porcentual maior do que antes do IOF maior. Para um vencimento em 2013, o prêmio seria de 0,5 ponto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;O investidor local, por outro lado, enxerga que as medidas restritivas ao capital externo terão efeito e identifica o risco de que outras ações podem ser adotadas e frear o investimento estrangeiro. E vê, portanto, um cenário de juros mais altos lá na frente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;O mercado entende que, se os estrangeiros deixarem de entrar no mercado brasileiro, os juros por aqui terão motivos adicionais para subir. Entre eles, a perspectiva de encarecimento da rolagem da dívida pública pelo Tesouro e, no limite, dificuldade de financiamento do déficit em conta corrente, que vem se agravando. A aposta de que as taxas continuarão em queda, por causa do ingresso de capital de fora, mudou. Isso justifica uma correção para cima das taxas, tanto dos DIs quanto dos títulos públicos. Um DI com vencimento em 2017 - vedete dos estrangeiros na BM&amp;amp;F - teria de subir 0,35 ponto percentual para compensar a perda com o IOF.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;O que não se vê no mercado, entretanto, é uma fuga de capital. Afinal, quem conseguiu escapar do IOF mais salgado vai pensar muitas vezes antes de deixar o mercado. Além disso, esse investidor perdeu rentabilidade em relação à última semana - mas ainda está ganhando muito mais do que na maior parte do mundo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Nesse ambiente, cresce a aposta de que o Tesouro pode ampliar a oferta de bônus em reais no exterior - que saem mais barato para o governo e suprem parte do apetite do investidor sem pressionar o câmbio. Entre especialistas do mercado, é consenso que essa deve ser a tendência. "Tudo indica que o espaço para grandes lotes de papéis prefixados aqui diminuiu realmente e emitir no exterior pode ser uma boa opção de financiamento mais barata para o Tesouro", afirma um profissional.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Há outros ingredientes pressionando os juros neste momento. Ontem, saiu a taxa de desemprego, que despencou para 6,2% em setembro, a menor em oito anos. O mercado de trabalho aquecido alimenta a aposta de que a taxa Selic vai voltar a subir em 2011. Além disso, o fato de o Tesouro ter feito esta semana uma oferta de R$ 1 bilhão em bônus no exterior pode, de alguma maneira, reduzir o apetite por parte dos estrangeiros por papéis no Brasil.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-3765851252431919304?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/3765851252431919304/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=3765851252431919304' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/3765851252431919304'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/3765851252431919304'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2010/10/juros-futuros-e-titulos-do-tesouro.html' title='Juros futuros e títulos do Tesouro sentem efeitos do IOF'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-6785573676049972620</id><published>2010-10-19T08:28:00.001-02:00</published><updated>2010-10-19T08:28:54.948-02:00</updated><title type='text'>Tudo pelo investidor</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; font-family: verdana;"&gt;Valor Econômico&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: verdana;"&gt;19/10/2010&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Bolsa prepara para novembro o programa de milhagem para o acionista e uma série de iniciativas para aumentar o número de aplicadores.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Por Angelo Pavini | De São Paulo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;A BM&amp;amp;FBovespa está trabalhando a todo vapor para atrair mais investidores pessoa física para o mercado. Além da campanha estrelada pelo rei Pelé, que começou em algumas cidades em setembro e parte agora para todo o Brasil, a bolsa se prepara para começar, em novembro, o programa de milhagem do investidor, o Fica Mais, no qual o acionista ganhará pontos toda virada de mês em que mantiver as ações em custódia ou indicar amigos para o mercado. Os pontos poderão ser trocados por viagens e livros e até por consultoria financeira básica, uma demanda grande detectada pela bolsa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Essas são apenas algumas ações desenvolvidas dentro do esforço de popularizar o mercado, diz José Antônio Gragnani, diretor-executivo de Desenvolvimento e Fomento de Negócios da BM&amp;amp;FBovespa. Ex-secretário adjunto do Tesouro Nacional, Gragnani traz a experiência de ter montado o sistema de negociação de papéis federais de varejo via internet, o Tesouro Direto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Além do programa de milhagem, a bolsa se prepara para transformar o Desafio Bovespa, competição entre estudantes de escolas envolvendo noções de mercado, em um programa de auditório. O programa, a ser lançado no ano que vem, será transmitido pela TV Futura, sob coordenação do consultor financeiro Gustavo Cerbasi.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;A BM&amp;amp;FBovespa está montando ainda um simulador no Facebook e prepara dois programas de rádio via web, o Desafio Bovespa, para as escolas e jovens, e o Mulheres em Ações, ambos no site da bolsa. Serão 24 horas de programação com música e conteúdo de educação financeira. Essas iniciativas se juntam ao programa de televisão na TV Cultura sobre educação financeira exibido aos sábados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Já a campanha de divulgação com Pelé, exibida nas cidades de Belo Horizonte, Curitiba e Campinas, estreou neste mês na tevê a cabo - GloboNews, HBO, Telecine, Nat Geo e Discovery - e, no dia 13, na tevê aberta via TV Cultura. Nas próximas semanas, deve ser ampliada para outros canais abertos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;O objetivo da bolsa, diz Gragnani, é aumentar tanto o número de empresas quanto de investidores do mercado. No caso das empresas listadas, a meta são 200 novas em cinco anos. Na parte dos investidores, além de dinamizar a parte internacional, o projeto é chegar a 5 milhões de investidores. "Não é tão difícil se imaginarmos que a China tem 80 milhões de investidores, os Estados Unidos 90 milhões e a Coreia do Sul 5 milhões numa população de 50 milhões", destaca.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Ainda na área de pessoas físicas, Gragnani destaca a parte educacional, voltada para a formação do investidor de todas as idades. Para crianças a partir de sete anos, há o site da Turma da Bolsa, que busca dar noções de equilíbrio financeiro. No ar desde abril, o site já tem 6 mil crianças cadastradas. Outro site, o Quer ser Sócio? já registrou 63 mil visitas desde 20 de agosto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Gragnani diz que está trabalhando também no projeto de redução das taxas de custódia para valores menores de ações. Hoje o investidor paga no mínimo R$ 120 por ano para guardar os papéis, o que torna inviáveis aplicações menores. O projeto está em discussão com as corretoras.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Outra iniciativa foi a criação de uma ferramenta de pesquisa "Vitrine das Corretoras", que permite ao investidor definir um perfil de instituição de acordo com suas aplicações. O site teve 24 mil acessos desde 13 de setembro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Uma forma de ajudar indiretamente os investidores é o Programa de Qualificação Operacional da corretoras, o PQO. Ele busca aumentar o nível de exigência e o padrão das instituições que atendem os acionistas. Em sua última versão, divulgada há duas semanas, o PQO definiu um prazo de um dia para a transferência de custódia entre corretoras, fonte de constantes reclamações de investidores. Foi também criada uma categoria de home broker, com exigências específicas para esse serviço, e estabelecidos critérios de controle maior dos agentes autônomos, outra fonte de reclamações dos investidores.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Muita coisa está sendo feita na campanha de popularização, mas o mais importante é a educação financeira, afirma Gragnani. Por isso, a primeira meta de trabalho é aumentar o conhecimento dos investidores e das empresas, diz. Para isso, foi criado um instituto educacional com cursos de derivativos e mercados de capitais para empresários e pessoas físicas. "Há agora duas novas linhas de cursos, uma escola de empreendedores e empresas e uma escola de investidores", explica Gragnani.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;No alvo estão as 15 mil empresas menores, com faturamento entre R$ 100 milhões e R$ 400 milhões anuais. "São empresas que não acessam plenamente o mercado", afirma Gragnani. "Queremos mostrar como elas podem chegar à forma ótima na relação entre ações e dívida", diz.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Muitas delas são candidatas naturais a usar o mercado de acesso da bolsa, o Bovespa Mais, que tem menos exigências que o mercado oficial. "No Canadá, o mercado de acesso, chamado de Venture, tem 2.400 empresas e o oficial 1.500, das quais 400 vieram do Venture nos últimos dez anos", diz Gragnani.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;O Bovespa Mais tem hoje apenas uma empresa, a Nutriplant. Para Gragnani, o mercado de acesso perdeu espaço na fase áurea da bolsa, antes da crise de 2008, porque era tão fácil lançar empresas na bolsa direto que ninguém se preocupava em passar por uma fase de preparação. Agora, o mercado está mais seletivo e a procura pelo Bovespa Mais cresceu. "Pelo menos dez empresas já nos procuraram mais de uma vez para saber das condições", afirma Gragnani. Ele espera que o Bovespa Mais deslanche a partir da terceira empresa registrada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;A bolsa fez ainda uma parceria na área de empreendedorismo com o Grupo Endeavor para trazer para o Brasil o programa da Kauffman Foundation. Ele foi tropicalizado e transformado no programa Fast Track, que será oferecido a partir deste mês. A bolsa fechou uma parceria com o Babson College, da Universidade de Boston, um dos principais centros de empreendedorismo do mundo, que trará no ano que vem um programa adaptado para o Brasil.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Serão três módulos a partir de março de 2011, buscando levar maior conhecimento do mercado de capitais para o empreendedor. "A proposta é começar de baixo, ajudando desde o plano de negócios, contabilidade, abertura da empresa, marketing, até gerenciamento de risco, governança corporativa, transparência e boas práticas de mercado", diz.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;A bolsa também está investindo em um escritório no parque tecnológico de São José dos Campos, que funciona como uma incubadora de projetos de empresas.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-6785573676049972620?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/6785573676049972620/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=6785573676049972620' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/6785573676049972620'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/6785573676049972620'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2010/10/tudo-pelo-investidor.html' title='Tudo pelo investidor'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-3623228404965108949</id><published>2010-10-14T07:49:00.001-03:00</published><updated>2010-10-14T07:49:34.114-03:00</updated><title type='text'>A questão da remuneração dos gestores de previdência privada</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;Valor Econômico&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;14/10/2010&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;:: Fernando Camargo &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;				&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;É fato que os fundos de previdência disponíveis hoje carecem de estratégia de longo prazo. São mais do mesmo, sempre focados no curto prazo e comprando títulos do governo ou do próprio banco que o administra.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Vendem-se fundos de previdência com ênfase nos benefícios fiscal e sucessório, da economia tributária e praticidade da transição do ativo em casos de falecimento. Apesar de correto, está longe de ser suficiente. É preciso se ater aos detalhes que podem prejudicar o fim principal de uma aplicação de previdência: a acumulação ótima no longo prazo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Um desalinhador de interesses muito importante nesse tipo de fundo é a impossibilidade de cobrança de taxa de desempenho. Se o motivo da previdência é a construção da poupança de longo prazo, e se a estratégia precede um gestor preparado, uma filosofia de investimentos sólida e aderente a um mandato predeterminado, por que não dar o correto incentivo econômico para que o retorno de longo prazo seja o melhor possível ?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Essa seria a forma mais barata de se remunerar um bom gestor. Os fundos cobrariam uma taxa fixa baixa. Se tiverem bom desempenho, o ganho adicional seria dividido com o gestor em uma proporção que favoreceria o investidor. Se o desempenho for ruim, o custo do fundo será baixo, não afetando mais ainda seu retorno.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;A não cobrança, entretanto, traz um enorme desalinhamento de interesse, fazendo com que os gestores evitem tomar risco nas carteiras, o que é um contrassenso para esse tipo de investimento. Até certo ponto, isso explica porque a grande maioria possui ainda hoje uma quantidade desproporcional de renda fixa. Não existe qualquer incentivo econômico para um gestor assumir mais risco, visto que, se acertar, não ganhará mais - e, se perder, ganhará certamente menos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Claro que quando não existe taxa de desempenho, os custos de administração, gestão e da própria seguradora que administra o plano têm de ser embutidos totalmente na taxa de administração. Assim, esse tipo de produto possui taxas de administração mais altas que fundos de renda fixa puros. Na prática, vemos que fundos de renda fixa de qualidade possuem taxa próxima a 0,5% ao ano, enquanto fundos de previdência, próxima de 3% ao ano.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;A diferença deve existir, pois existe um plano atrelado ao fundo de previdência, mas não dessa magnitude. Esse é um dos motivos principais que fazem esse tipo de produto ainda ter retorno relativamente ruim ante outros investimentos, inclusive.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Se o CDI é de 10,75% ao ano, com um fundo sem exposição nenhuma de renda variável e com taxa de administração de 3% ao ano, seu retorno será de no máximo 7,75% ao ano, ou cerca de 70% do CDI. Qualquer deslize da gestão só fará a rentabilidade cair mais. A capitalização composta de retornos em investimentos é algo fantástico e multiplicador de riqueza. Isso não é novidade. Uma perda de 3% em um fundo, logo na largada, causa uma perda em 10 anos de 67% de retorno.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Se deduzirmos também as taxas de carregamento, é melhor nem fazer a conta. A justificativa dada pelos gestores para essa cobrança é o longo prazo que o cliente manterá os recursos aplicados. Isso, mais uma vez, é um total contrassenso, pois justamente manter os recursos no longo prazo é o que deveria eliminar taxas e custos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;A taxa de carregamento poderia ser usada para desestimular saques no curto prazo. Mas, para que isso faça sentido, quanto maior o prazo de permanência no fundo, menor a penalidade que seria cobrada. Além disso, um saque no curto prazo pode prejudicar os outros cotistas, pois o gestor terá de vender ativos talvez em uma hora não adequada. Por isso, os recursos oriundos dessa taxa deveriam ser reincorporados ao fundo em benefício dos outros cotistas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;A taxa de carregamento, então, deveria ter um viés educativo para quem permanece no fundo, reduzindo ou até anulando o incentivo econômico para que um investidor resolvesse sacar seus recursos da previdência para adquirir um bem no curto prazo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Os produtos de previdência são o futuro do mercado brasileiro. Uma classe média crescente, uma economia forte e uma estrutura estatal de benefícios insuficiente e sem gestão profissional. O ambiente está apto para que a iniciativa privada ganhe espaço. Mas só os melhores produtos, com os melhores gestores serão beneficiados. A legislação precisa melhorar e o investidor, mais do que nunca, precisa se informar.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Fernando Camargo é sócio da Orbe Investimentos&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-3623228404965108949?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/3623228404965108949/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=3623228404965108949' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/3623228404965108949'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/3623228404965108949'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2010/10/questao-da-remuneracao-dos-gestores-de.html' title='A questão da remuneração dos gestores de previdência privada'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-4610037164049468957</id><published>2010-10-06T09:03:00.001-03:00</published><updated>2010-10-06T09:03:19.393-03:00</updated><title type='text'>O esquecido na prestação</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:10pt'&gt;&lt;strong&gt;O Estado de Minas&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:10pt'&gt;&lt;strong&gt;06/10/2010&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;br/&gt;Apenas 10% do dinheiro do Fundo é usado para abater parcelas da casa própria, mas é uma boa saída para quem está endividado ou mudou para um emprego com salário menor&lt;br/&gt;Vera Batista&lt;br/&gt;    &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Brasília Trabalhadores com carteira assinada e endividados com casa própria mal sabem que há a possibilidade de usar o depósito mensal de sua conta vinculada do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para abater as prestações. Pouco menos de 10% do saldo de R$ 184 bilhões acumulados no fundo até julho deste ano, ou cerca de R$ 169,9 milhões, tiveram essa destinação. Para fazer uso do benefício, basta o cliente procurar o banco que o financiou ou uma agência da Caixa Econômica Federal munido do contrato e documentos que comprovem o vínculo empregatício.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Pouco acostumados ao crédito fácil dos últimos meses, muitos brasileiros envolveram-se em dívidas acima de sua capacidade de pagamento, especialmente a dos contratos imobiliários. Comprei minha casa com muito esforço. Aí, fiquei desempregada. Quando consegui outro trabalho, o salário era menor. Não paguei as mensalidades por um tempão. O banco tomou o imóvel. Agora, não tenho onde morar, lamenta, envergonhada, a dona de casa Fátima da Silva (nome fictício). Se a personagem ouvida pelo Estado de Minas houvesse procurado ajuda especializada, sua decepção poderia ter sido evitada, garante o advogado Lucio Delfino, da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;SEM SUFOCO Quem tem financiamento de imóvel pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH) no valor de até R$ 500 mil pode usar os recursos da conta vinculada do FGTS para sair do sufoco. Se o empregador recolhe, por exemplo, R$ 1 mil mensais para a conta vinculada, o trabalhador poderá usar, no máximo, 80% do valor total da parcela, ou R$ 800. Se a prestação do imóvel for, por exemplo, de R$ 1.200, ele só terá que arcar com a diferença, R$ 400, do próprio bolso. Para quem está endividado, a ajuda é considerável. Mesmo quem ficou desempregado e voltou a trabalhar tem autorização para usar o dinheiro.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A Caixa informa que, na data da solicitação do FGTS, o financiamento só pode apresentar até 3 prestações em atraso. Delfino, porém, ensina que, se o tempo for superior, o consumidor não está desprotegido. O primeiro passo é procurar o banco e renegociar exigindo a retirada de cobranças indevidas e juros abusivos , de forma que a dívida seja incluída no saldo devedor. Se o imóvel vale R$ 100 mil, e ele já pagou R$ 40 mil, o saldo devedor será de R$ 60 mil. Supondo que deixou de pagar várias parcelas e o total atrasado é de R$ 4 mil, deve pedir para incorporar o valor aos R$ 60 mil e alongar o prazo, explica. Ao renegociar, o mutuário passará a ter, na verdade, um novo financiamento.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Assim, com a atualização, será permitido também o pagamento mensal com a ajuda dos recursos da conta vinculada. É uma saída para amenizar a inadimplência. E vale a pena. O dinheiro do FGTS rende juros de 3% ao ano, mais a Taxa Referencial (TR), de 2,5% anuais. O financiamento cobra das mesmas pessoas entre 6% a 12% ao ano, mais a TR, compara o advogado. Pelas regras, o trabalhador tem que comprovar tempo de serviço de no mínimo três anos sob o regime do FGTS, consecutivos ou não. O banco tem que aceitar. Se o cidadão se sentir coagido, procure seus direitos na Justiça, aconselha.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;DOCUMENTOS Caso o banco financiador não fizer a operação diretamente com a Caixa, o mutuário precisa procurar uma agência do banco federal para usar o FGTS e reduzir a dívida. Deve levar a Carteira de Trabalho, solicitar o saldo da conta vinculada, apresentar a última prestação paga e o CPF. Se for um trabalhador que faz recolhimento avulso ao fundo, deve apresentar declaração do órgão gestor da mão de obra ou do sindicato. O trabalhador pode usar ainda os recursos do FGTS para comprar imóvel novo ou usado, para construção, liquidação ou amortização de dívida do contrato de financiamento habitacional.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;As dívidas poderão levar à perdas do imóvel. Engana-se, ainda, quem pensa que uma única moradia está isenta desse risco. A legislação sofreu muitas mudanças ao longo do tempo para defender o proprietário do mau pagador. Os que não pagam serão despejados e terão o imóvel leiloado.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;As dívidas poderão levar à perdas do imóvel. Engana-se, ainda, quem pensa que a uma única moradia está isenta desse risco. A legislação sofreu muitas mudanças ao longo do tempo para defender o proprietário do mau pagador. Os que não pagam serão despejados e terão o imóvel leiloado. A Lei nº 8j.009/90 fala em proteger a entidade familiar e resguardar o direito à moradia, mas isso funciona em poucos casos. Se um mutuário entra para um financiamento e comete inadimplências no pagamento, a partir de 90 dias, isso acarretará o início de um processo de perda de imóvel. Nesse caso, a lei abre uma exceção. Mesmo que a família possua só um imóvel, ele poderá ser leiloado, diz Delfino.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;EXEMPLO PRÁTICO&lt;br/&gt;&amp;gt;&amp;gt; Imagine que você paga uma prestação mensal de R$ 1,2 mil por um imóvel comprado pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&amp;gt;&amp;gt; Você poderá usar até 80% do valor que recolhe ao FGTS todo mês: se sua empresa recolhe, por exemplo, R$ 1 mil, poderá usar até R$ 800. Esse valor será abatido da prestação&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&amp;gt;&amp;gt; Ou seja, seu gasto mensal cairá sensivelmente: de R$ 1,2 mil para R$ 800. Os outros R$ 400 deverão ser pagos por você, é claro&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&amp;gt;&amp;gt; A redução é bem razoável, mas lembre-se: seu FGTS crescerá bem menos&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&amp;gt;&amp;gt; Outra limitação: o imóvel financiado deverá ser de no máximo R$ 500 mil&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-4610037164049468957?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/4610037164049468957/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=4610037164049468957' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/4610037164049468957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/4610037164049468957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2010/10/o-esquecido-na-prestacao.html' title='O esquecido na prestação'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-1467589227949836470</id><published>2010-09-27T08:47:00.001-03:00</published><updated>2010-09-27T08:47:34.888-03:00</updated><title type='text'>Brasileiro tem menos tempo, mas compra o dobro do que planeja</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;div&gt;&lt;table border='0' style='border-collapse:collapse'&gt;&lt;colgroup&gt;&lt;col style='width:589px'/&gt;&lt;/colgroup&gt;&lt;tbody valign='top'&gt;&lt;tr style='height: 18px'&gt;&lt;td vAlign='middle'&gt;&lt;p/&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;table border='0' style='border-collapse:collapse'&gt;&lt;colgroup&gt;&lt;col style='width:571px'/&gt;&lt;/colgroup&gt;&lt;tbody valign='top'&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 6px; padding-left: 6px; padding-bottom: 6px; padding-right: 6px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;Valor Econômico&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;27/09/2010&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Daniele Madureira | De São Paulo&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Responda rápido: você costuma fazer lista de compras para ir ao supermercado? E o valor final coincide com aquele que você imaginou antes de pegar o carrinho? No Brasil, o consumidor deixa o supermercado com uma compra 125% maior, em número de produtos, do que havia planejado, segundo estudo inédito do Popai, associação que reúne varejistas, fabricantes e agências de publicidade. Se entrou na loja pensando em levar, por exemplo, arroz, feijão e carne, deixa o ponto de venda com mais do que o dobro de produtos na sacola, o que evidencia a compra por impulso. A falta de planejamento é comum entre consumidores, mesmo considerando que a maioria (62%) só visita os corredores onde estão os itens procurados. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Há 12 anos, a compra era 266% superior àquela que tinha sido planejada. "Embora o percentual hoje seja menor, o consumidor vai mais frequentemente aos pontos de venda, sendo que no passado a maioria fazia uma grande compra por mês", diz Chan Wook Min, presidente do Popai Brasil.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Nos últimos 12 anos, diz Min, o consumidor brasileiro se tornou também mais seletivo porque tem menos tempo para ficar no ponto de venda - menos de meia hora. Em 1998, ficava uma hora e nove minutos na loja. "Mas como as compras são mais frequentes, no fim das contas, ele gasta mais do que no passado", afirma.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Atualmente, 60% das compras são de reposição (quando faltam alguns itens na despensa) e 24% são de emergência, para atender uma necessidade específica. Apenas 2% são de abastecimento, ou seja, referentes à "compra do mês".&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;A pesquisa do Popai, considerada a maior entidade mundial especializada em pesquisa no ponto de venda, informa que o brasileiro é o povo que mais decide por impulso no mundo: 81% das marcas são escolhidas diante das gôndolas. Na Inglaterra esse número está em 75% e, na Itália, em 42%.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Não é apenas a indústria que precisa investir em marketing nas lojas. O varejo também, já que a fidelidade ao ponto de venda despencou: em 1998, 58% diziam que faziam as compras sempre na mesma loja, fatia que caiu para 15% neste ano. A menor fidelidade foi acompanhada da maior presença dos homens nos pontos de venda.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Nos últimos 12 anos, a participação deles dobrou, de 16% para 32% no total de compradores. Min observa que, diante das gôndolas, os homens são mais indisciplinados do que elas e suas compras são guiadas pela "autoindulgência".&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;O sexo masculino é o mais inclinado a fazer compras para aproveitar uma promoção. Entre os que compram sempre no mesmo lugar, os que têm mais de 50 anos e os que pertencem às classes C e D são maioria. Quando se trata de compras de emergência, 30% recorrem aos mercadinhos de bairro e 20% às padarias.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;O último estudo feito pelo Popai Brasil foi em 2004. No levantamento mais recente, realizado em parceria com o Ibope Inteligência, 1.860 consumidores foram acompanhados em sete capitais do Nordeste, Sudeste e Sul do país, além de duas grandes cidades paulistas (Campinas e Ribeirão Preto).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Para melhor avaliar o comportamento de compra, o Popai Brasil selecionou 62 lojas e as dividiu em três grupos: pequeno varejo (até 19 caixas), médio varejo (de 20 a 49) e grande varejo (a partir de 50 caixas). Os consumidores foram abordados em dois momentos: antes de realizar a compra e depois, na saída da loja.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;"Enquanto 59% diziam comprar para aproveitar uma promoção, só 5% realmente faziam isso, o que demonstra que a intenção é maior que a realidade", afirma. E nem mesmo os consumidores percebem que deixaram a compra do mês de lado. Dos entrevistados, 61% afirmaram realizar compras de abastecimento. Prática que, na verdade, só é adotada por 7%.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-1467589227949836470?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/1467589227949836470/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=1467589227949836470' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/1467589227949836470'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/1467589227949836470'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2010/09/brasileiro-tem-menos-tempo-mas-compra-o.html' title='Brasileiro tem menos tempo, mas compra o dobro do que planeja'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-5953149474282627174</id><published>2010-09-20T08:39:00.001-03:00</published><updated>2010-09-20T08:39:19.363-03:00</updated><title type='text'>Juro real alto ainda garante rentabilidade interessante</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;Valor Econômico&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;20/09/2010&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;De São Paulo&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Mesmo afastada a perspectiva de alta da Selic, pelo menos neste ano, os juros continuam proporcionando uma rentabilidade muito atraente aos investidores, apontam os especialistas ouvidos pelo &lt;strong&gt;Valor&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Com a Selic em 10,75%, o investidor consegue ainda um ganho real (já descontada a inflação) em aplicações conservadoras de cerca de 5% ao ano, ressalta Luiz Gustavo Medina, da M2 Investimentos. "É uma rentabilidade excelente com risco muito baixo, que não se encontra em lugar nenhum lugar do mundo", diz Medina. "Nos países desenvolvidos, os juros nominais estão próximos de zero e, em muitos casos, o juro real é negativo", acrescenta.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Ele lembra que esses ganhos variam de acordo com as condições obtidas pelos investidores, seja em fundos DI, seja em CDBs dos grandes bancos, e do prazo da aplicação, que vai determinar a alíquota do Imposto de Renda sobre os ganhos da aplicação. É preciso verificar a taxa de administração dos fundos DI, por exemplo, que pode derrubar os ganhos para 4% ou 3% real ao ano. "E, mesmo assim, é um ganho bom considerando o risco baixo da aplicação", afirma.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Os juros nominais de 10,75% ao ano pagos pelo Tesouro Nacional são um rendimento "fantástico", sobretudo quando se leva em conta que o Brasil há tempos se tornou um país responsável do ponto de vista fiscal, ressalta Rogério Bastos, da FinPlan. "O investidor pode até encontrar juros mais elevados em alguns países, mas nenhum deles terá as condições fiscais e econômicas do Brasil", afirma.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Para Bastos, é hora do investidor começar a se acostumar também com a ideia de que ganhos espetaculares na bolsa não serão recorrentes daqui para frente. "Não dá para esperar ganho de 80% como no ano passado", alerta Bastos, lembrando que parte expressiva do desempenho do Ibovespa em 2009 foi apenas reflexo de uma recuperação natural após o mergulho de 2008, em razão da crise financeira internacional. "A bolsa vai entrar em um quadro de normalidade, com ganhos médios de 20% até 30% ao ano". &lt;strong&gt;(AP)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;				&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-5953149474282627174?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/5953149474282627174/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=5953149474282627174' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/5953149474282627174'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/5953149474282627174'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2010/09/juro-real-alto-ainda-garante.html' title='Juro real alto ainda garante rentabilidade interessante'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-3324416663523448472</id><published>2010-09-20T08:37:00.001-03:00</published><updated>2010-09-20T08:37:43.672-03:00</updated><title type='text'>Adeus ao 1% ao mês</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;Valor Econômico&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;20/09/2010&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Por Luciana Monteiro e Antonio Perez | De São Paulo&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Anos e anos convivendo com uma taxa de juros em níveis altíssimos deixaram o investidor brasileiro acostumado a ter retornos de pelo menos 1% ao mês em aplicações de baixíssimo risco, como fundos DI e CDBs de grandes bancos. Mas a realidade agora é outra e o aplicador terá de se adaptar a ela. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Mesmo com o forte crescimento da economia brasileira este ano, o Banco Central (BC) já decretou o fim do ciclo de alta da Selic, que permanecerá em 10,75% ao ano. E mais: o BC deixou claro que a taxa de juros capaz de manter a inflação sob controle no longo prazo é hoje menor do que antigamente. É bem provável, portanto, que o investidor não veja mais a Selic em níveis capazes de garantir o ganho mensal de 1% no bom e velho refúgio da renda fixa. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;O problema, dizem analistas, é que a rentabilidade mensal de 1% ao mês tornou-se uma verdadeira barreira psicológica, da qual os investidores parecem relutar em abrir mão. Isso mesmo diante de uma realidade de juros mais baixos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;As pessoas estão percebendo que o rendimento que antes eles tinham numa aplicação conservadora e que servia para pagar as contas não é mais o mesmo, diz Flavio Arruda, chefe da área de desenvolvimento de produtos da HSBC Global Asset Management. "Com isso, os investidores estão buscando mais informações sobre outros mercados", conta ele. "O momento é de aculturação de outros tipos de investimento, como multimercados, ações, carteiras de capital protegido e mesmo fundos imobiliários."&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Os investidores brasileiros até pouco tempo atrás viviam o sonho de obter altos retornos sem precisar avaliar os riscos das aplicações, afirma Luiz Gustavo Medina, sócio da empresa de aconselhamento financeiro M2 Investimentos. "Esse ganho de 1% líquido sem risco nunca mais vai voltar e as pessoas deveriam ficar felizes com isso, pois é um sinal de que o país está caminhando para a normalidade", diz Medina, que vê a economia brasileira madura para conviver com juros menos elevados.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Para que o investidor voltasse a obter 1% com uma aplicação atrelada ao DI, explica Medina, a Selic teria que ultrapassar 15% ao ano, algo fora do radar até dos analistas que creem em alta dos juros em 2011. Mesmo com uma Selic de 15%, taxa de administração de 1% ao ano e Imposto de Renda de 20%, o investidor levaria para casa cerca de 11% líquido em um ano, ou seja, menos do que o 1% mensal.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Sem os ganhos polpudos na renda fixa, diz Medina, os investidores vão ter de diversificar suas aplicações, tanto em outras modalidades de renda fixa como fundos imobiliários e debêntures, quanto na bolsa. "Isso é um caminho sem volta, e é fundamental que o investidor se disponha a conhecer outras opções", afirma.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;A questão se torna mais dramática porque neste ano a bolsa, a opção mais tradicional de diversificação, tem decepcionado. Ou seja, nem mesmo com mais risco o investidor está conseguindo ganhos mensais ao redor de 1%. Antes, via diversificação, o investidor conseguia em média chegar ao ganho de 1% ao mês, diz Aquiles Mosca, estrategista de investimentos pessoais da Santander Asset Management. "Agora a situação mudou e mesmo a diversificação não trouxe esse retorno", afirma ele, lembrando que grande parte dos multimercados estão sofrendo para superar o CDI e as carteiras de ações têm perdas no ano.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Na ânsia de voltar a obter rentabilidade de pelo menos 1% ao ano, muita gente acaba também caindo em armadilhas financeiras. Somente neste ano, foram descobertos diversos esquemas que se mostraram golpes contra aplicadores. Um gestor de recursos, por exemplo, contou ao &lt;strong&gt;Valor&lt;/strong&gt; a história de um investidor que queria sacar seus recursos de alguns fundos e transferi-los para uma "aplicação alternativa", que prometia retorno de 5% ao mês. Poucos dias depois, descobriu-se que a tal empresa não tinha autorização nem da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nem do BC para oferecer aplicações financeiras.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Nesse movimento de procurar algo com retorno maior, muita gente procura soluções mágicas, diz Mosca, do Santander. "Mas o investidor precisa estar ciente de que risco e retorno andam de mãos dadas", ressalta.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Muitas vezes, a busca do 1% por mês não é apenas o reflexo da procura por ganho fácil e crescimento do patrimônio, ressalta Rogério Bastos, sócio da FinPlan. "Como os juros foram altos por muito tempo, várias pessoas passaram a contar com a renda do investimento para pagar as contas", diz Bastos. "Quando a rentabilidade caiu, começaram a ir atrás desses investimentos alternativos, o que é muito perigoso", acrescenta, lembrando o caso da Firv Consultoria, de Belo Horizonte (MG), que provocou perdas estimadas em mais de R$ 50 milhões a cerca de 2 mil investidores.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Para conseguir a rentabilidade a que estava acostumado na época dos juros elevadíssimos, o investidor terá de alongar o horizonte de aplicação e fazer gestão do orçamento doméstico, aponta Bastos. "Em vez de buscar ganho mensal de 1%, o investidor pode trabalhar com retorno de 12% ao ano, alto razoável com uma diversificação", diz. "Ele terá de aprender a conviver com a oscilação do valor de suas aplicações no curto prazo e se concentrar no resultado final."&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Para Mosca, do Santander, a boa notícia é que, ao que tudo indica, essa cultura de não se preocupar com oscilações de curto prazo parece realmente estar começando. Os números mostram que, apesar do resultado de queda de 2,19% da bolsa no ano até sexta-feira, os investidores pessoas físicas não deixaram o mercado acionário neste ano. Mesmo os fundos de ações não registram saques. "Isso pode ser o primeiro sinal de maturidade do investidor brasileiro."&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;E, nesse contexto, buscar orientação financeira é essencial, já que os objetivos de cada um são diferentes, ressalta Arruda, da HSBC Global Asset. "Não existe receita de bolo e é preciso procurar informação", diz.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-3324416663523448472?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/3324416663523448472/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=3324416663523448472' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/3324416663523448472'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/3324416663523448472'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2010/09/adeus-ao-1-ao-mes.html' title='Adeus ao 1% ao mês'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-4830126936701819660</id><published>2010-09-20T08:14:00.001-03:00</published><updated>2010-09-20T08:14:13.794-03:00</updated><title type='text'>Com juro estável, papéis prefixados ganham atratividade</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;Folha de São Paulo&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;20/09/2010&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;Fundos de renda fixa, CDBs e outros papéis prefixados tendem a conservar os juros elevados por mais tempo&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;Nos últimos 30 dias, a captação dos fundos de renda fixa aumentou R$ 1,58 bi; a de fundos DI caiu R$ 709,5 mi &lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MARIANA SCHREIBER&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;TONI SCIARRETTA&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;DE SÃO PAULO &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Com a perspectiva de juros estáveis novamente na economia, fundos DI e títulos da dívida pública pós-fixados atrelados à taxa Selic começam a perder sua atratividade, segundo analistas.&lt;br/&gt;Quando isso ocorre, voltam a ficar interessantes os fundos de renda fixa, CDBs e demais papéis prefixados, que tendem a conservar juros elevados por mais tempo.&lt;br/&gt;A atratividade das aplicações prefixadas aumenta se surgir a possibilidade de redução nos juros.&lt;br/&gt;Nos últimos 30 dias, a captação dos fundos de renda fixa (que compram papéis prefixados) aumentou R$ 1,58 bilhão, enquanto os fundos DI (compram pós-fixados) perderam R$ 709,5 milhões.&lt;br/&gt;Os fundos DI tiveram retorno bruto de 9,36% em um ano, enquanto os de renda fixa já subiram 10,5%.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CUSTOS&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;A rentabilidade das aplicações que acompanham os juros melhorou com o aumento da taxa Selic de 8,75% ao ano, em abril, para os 10,75% atuais. No entanto, as taxas de administração dos fundos continuam corroendo parte significativa dos ganhos.&lt;br/&gt;Cálculos do matemático José Dutra indicam que fundos com taxas a partir de 3% oferecem ganhos inferiores aos da poupança.&lt;br/&gt;Já os fundos com taxas de 2% só garantem rentabilidade maior do que a da poupança se o dinheiro ficar investido por mais de um ano.&lt;br/&gt;Se o investidor resgatar antes, paga 22,5% (antes de seis meses) ou 20% (seis meses a um ano). Entre um e dois anos, o IR é de 17,5%; após dois anos, cai para 15%.&lt;br/&gt;Para o diretor de Tesouraria do Banco Prosper, Jorge Knauer, é difícil pequenos investidores encontrarem fundos com taxa abaixo de 2,5% nos bancos de varejo.&lt;br/&gt;Knauer recomenda diversificar as aplicações comprando diretamente títulos públicos no site do Tesouro (&lt;strong&gt;www.tesourodireto.gov.br&lt;/strong&gt;).&lt;br/&gt;O investimento pode ser feito a partir de R$ 100, mas é preciso ter conta em uma corretora ou banco. A maioria cobra 0,5% de taxa.&lt;br/&gt;"A LTN (título prefixado) com vencimento em janeiro de 2012 oferece rentabilidade de 11,46%. Mesmo que o Banco Central eleve os juros, há uma diferença relevante em relação à Selic atual", afirma.&lt;br/&gt;O economista Gilberto Braga, professor do Ibmec-RJ, aposta na manutenção da Selic até o primeiro trimestre de 2011. Por isso, considera que os títulos prefixados devem render mais.&lt;br/&gt;Ele ressalta que o Tesouro é mais recomendado para quem pode deixar o dinheiro por mais tempo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-4830126936701819660?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/4830126936701819660/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=4830126936701819660' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/4830126936701819660'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/4830126936701819660'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2010/09/com-juro-estavel-papeis-prefixados.html' title='Com juro estável, papéis prefixados ganham atratividade'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-9163700161529887961</id><published>2010-09-15T09:58:00.001-03:00</published><updated>2010-09-15T09:58:19.115-03:00</updated><title type='text'>Brasileiro quer poupar, mas esbarra na renda escassa</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;Valor Econômico&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;15/09/2010&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;As famílias brasileiras mostram interesse crescente em poupar parte de sua renda para a aposentadoria, mas são poucos os que já têm um plano de previdência privada. É o que mostra estudo da consultoria Kantar Worldpanel a pedido da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;De acordo com o estudo, que abrangeu 8,2 mil domicílios, o número de famílias que planeja poupar para a previdência saltou de 29% em 2008 para 44% no ano passado. No entanto, apenas 4% das famílias consultadas têm um plano de aposentadoria complementar, como PGBL e VGBL.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;O crescimento acelerado do números de famílias que desejam poupar para aposentadoria surpreendeu a Fenaprevi, diz Renato Russo, vice-presidente da entidade. "Isso mostra que há um terreno fértil para expansão da previdência privada no país", diz ele, ressaltando que os ativos dos planos privados subiram de R$ 68 bilhões para R$ 201 bilhões. "Houve um crescimento grande, mas a penetração ainda é baixa", acrescenta.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Para Russo, as dúvidas em torno das possíveis alterações nas regras da previdência pública e a própria mudança demográfica do país - que mostra um envelhecimento progressivo da população - explicam o aumento do interesse em poupar para a aposentadoria. "Já foi superada aquela fase em que as pessoas investiam apenas para comprar um bem, como um carro ou uma casa", diz Russo. "Muita gente está percebendo a dificuldade dos idosos em manter um bom padrão de vida apenas com a aposentadoria pública."&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;A pesquisa mostra ainda que 10% das famílias das classes A e B (com renda mensal acima de 10 salários mínimos) investem em previdência privada. Entre os domicílios da classe C (renda mensal entre 4 e 10 salários mínimos), apenas 4% têm um plano de previdência. Esse percentual cai para 1% entre as famílias das classes D e E, cuja renda mensal varia entre 1 e 4 salários mínimos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Além da escassez de renda, que atinge as classes C, D e E, Russo ressalta que o percentual de famílias da classe A que tem planos de previdência privada no Brasil ainda está muito aquém do que se observa nos países desenvolvidos. "Há espaço para crescer em todas as faixas de renda, sobretudo em A, B e C", diz ele, lembrando que, no caso das classes D e E, a aquisição de um seguro de vida costuma vir antes da contratação de um plano de previdência.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Entre as regiões do país, a pesquisa mostra que 8% das famílias dos estados do Sul contribuem para um fundo privado de previdência. Elas destinam R$ 1.353 por ano aos planos, volume 16% superior à média nacional (R$ 1.167). Na segunda posição, aparece o interior do Estado de São Paulo, em que 6% das famílias têm plano de previdência complementar. Em seguida, surgem o interior do Estado do Rio de Janeiro e os estados do Espírito Santos e Minas Gerais (5% dos domicílios têm planos).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Para surpresa da Fenaprevi, diz Russo, a Grande São Paulo e o Grande Rio de Janeiro aparecem apenas na quarta posição. Somente 4% das famílias dessas localidades aplicam em fundos de previdência aberta. "É interessante notar que a renda média é mais elevada em São Paulo e Rio, mas quem mais poupa são as famílias do Sul", afirma Russo. "Não é possível saber ao certo, mas talvez a educação financeira e a cultura de poupança sejam mais disseminadas no Sul do país."&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;No Centro-Oeste, 3% dos domicílios investem em planos de aposentadoria, à frente apenas do Norte e Nordeste, onde esse percentual cai para 2%. Nessas duas regiões, as contribuições médias das famílias para a previdência privada são de R$ 969 por ano, 17% menores que a média nacional (R$ 1.167).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Em relação à faixa etária, as pessoas entre 40 e 49 anos são as que mais aplicam em previdência, destinando em média R$ 1.270 por ano aos fundos privados. Na outra ponta, os indivíduos que têm entre 30 e 39 anos contribuem com R$ 1.074, a menor média entre as faixas etárias. As pessoas com até 29 anos estão um pouco à frente, com investimento anual de R$ R$ 1.080.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Segundo o estudo, esses números refletem a própria composição do orçamento doméstico por faixa etária. Nos domicílios em que os chefes de família têm entre 30 e 39 anos, os gastos mensais, na média, superam as receitas em 6%. Já nas famílias lideradas por pessoas entre 40 e 49 anos, o quadro é inverso: as receitas superam os gastos mensais em cerca de 2%, ou seja, há sobra para poupar.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Os jovens têm uma propensão maior ao gasto, diz Russo, e muitas vezes não se sentem confortáveis em trocar o consumo imediato por investimentos para assegurar o bem-estar futuro. "É uma questão de educação financeira", afirma o executivo. "Os jovens precisam entender que, como têm mais tempo até a aposentadoria, podem atingir um patrimônio elevado poupando pequenos valores por mês."&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-9163700161529887961?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/9163700161529887961/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=9163700161529887961' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/9163700161529887961'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/9163700161529887961'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2010/09/brasileiro-quer-poupar-mas-esbarra-na.html' title='Brasileiro quer poupar, mas esbarra na renda escassa'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-6146836982092471616</id><published>2010-09-10T10:21:00.001-03:00</published><updated>2010-09-10T10:21:36.840-03:00</updated><title type='text'>Renda fixa ficará sem imposto, diz Mantega</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;Valor Econômico&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;10/09/2010&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Murillo Camarotto e Carolina Mandl | Do Recife e de São Paulo &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;O governo federal vai anunciar nos próximos dias medidas para incentivar as emissões de títulos como debêntures e Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), conforme antecipado pelo &lt;strong&gt;Valor&lt;/strong&gt; na edição de 30 de agosto. Com o objetivo de tornar esses ativos mais rentáveis, os papéis deverão ficar isentos de Imposto de Renda, de acordo com o ministro da Fazenda, Guido Mantega.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Também serão anunciadas medidas de incentivo ao mercado secundário de títulos privados. De acordo com o ministro, o governo entende que o mercado de capitais brasileiro é muito sólido e confiável, porém de porte ainda modesto. Além de incentivar a expansão do mercado de títulos privados, a ideia é estimular a viabilização do mercado secundário desses papéis. "O investidor precisa ter a segurança de que conseguirá vender o título se precisar", afirmou Mantega.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Ontem, números divulgados pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) mostraram que o mercado de capitais registrou uma captação de R$ 71,5 bilhões neste ano, até agosto, volume 32,1% superior àquele acumulado em igual período de 2009. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Em agosto, as emissões bateram R$ 5,1 bilhões, valor 42,7% superior ao mesmo mês do ano passado. O destaque no mês ficou justamente para os títulos que o governo pretende incentivar. As ofertas de debêntures somaram R$ 2,7 bilhões, enquanto as de CRIs ficaram em R$ 2 bilhões.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Porém, é preciso ressaltar que todas as emissões de debêntures foram feitas por meio de ofertas de esforços restritos, aqueles em que a companhia só pode vender seus papéis a um número limitado de investidores. Em geral, essa modalidade tem sido usada pelos bancos como um instrumento de crédito, já que eles mesmos acabam comprando 100% das debêntures.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Neste momento, não há ofertas de debênture voltadas aos investidores sendo analisadas pela Comissão de Valores Mobiliários. Segundo Alberto Kiraly, vice-presidente da Anbima, por causa das eleições, as companhias anteciparam as ofertas para o primeiro semestre, por isso a recente paralisação. As mudanças estudadas pelo governo também podem estar represando as emissões, já que as empresas tendem a esperar condições mais favoráveis.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-6146836982092471616?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/6146836982092471616/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=6146836982092471616' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/6146836982092471616'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/6146836982092471616'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2010/09/renda-fixa-ficara-sem-imposto-diz.html' title='Renda fixa ficará sem imposto, diz Mantega'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-4513896109813084793</id><published>2010-09-06T09:12:00.000-03:00</published><updated>2010-09-06T09:13:08.993-03:00</updated><title type='text'>Bolsa em pequenas doses</title><content type='html'>Mercado de ETF registra recorde no número de negócios em agosto, com alta de 58% ante o mês anterior.&lt;br /&gt;Valor Econômico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Luciana Monteiro, de São Paulo&lt;br /&gt;06/09/2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como os consumidores, os pequenos investidores também demonstram gostar de preços mais baixos. Bastou a BM&amp;FBovespa reduzir a aplicação mínima para que os fundos com cotas negociadas em bolsa registrassem recorde no número de negócios. O total de operações com os chamados ETFs (Exchange Traded Fund) saltou 58% em agosto ante o resultado de julho.&lt;br /&gt;No mês passado, o número de negócios com ETFs na bolsa somou 17.293, ante 10.918 realizados em julho, segundo dados da BM&amp;FBovespa. O volume também cresceu, embora em menor intensidade: somou R$ 598,093 milhões para R$ 560,395 milhões no mês anterior.&lt;br /&gt;A maior negociação está diretamente relacionada à redução, anunciada em julho, do lote-padrão dos ETFs, que caiu de 100 para 10 cotas - o que trouxe uma diminuição grande no valor mínimo necessário para investir nessas carteiras. Com o corte, um lote-padrão do ETF Bova11, que espelha o Índice Bovespa, passou a valer R$ 660,00 pela cotação de fechamento de sexta-feira. Antes, o mínimo para investir seria de R$ 6.600,00. A mudança começou a valer, no entanto, somente em agosto, por isso a diferença apareceu só agora.&lt;br /&gt;O objetivo da bolsa com a medida é aumentar o potencial de negociação destes fundos, especialmente, entre investidores pessoas físicas. Segundo dados da bolsa, dos 598 mil investidores com contas ativas, a maior parte tem entre 26 e 35 anos. Mas é a faixa de investidores entre 18 e 24 anos que apresentou o maior crescimento mensal no número de contas entre janeiro de 2008 e dezembro de 2009. Esse segmento registrou expansão média de 2,9% no período. &lt;br /&gt;No projeto de popularização da bolsa, um dos instrumentos mais eficientes para a diversificação de carteira da pessoa física é o ETF, diz Julio Ziegelmann, diretor de renda variável da BM&amp;FBovespa. "Este é um mercado ainda pequeno por aqui, mas temos uma visão de crescimento de longo prazo." Ele lembra que, nos Estados Unidos, os 10 ETFs mais negociados giram o dobro das 10 ações mais transacionadas.&lt;br /&gt;Os institucionais ainda são os maiores compradores de ETFs, com 60,4% de participação no volume em agosto. As instituições financeiras somam 18,4%, enquanto os estrangeiro respondiam por 11,9%. As pessoas físicas ficavam apenas em quarto lugar, com fatia de 9%. As empresas representavam 0,4%.&lt;br /&gt;Gestora com o maior número de ETFs no Brasil, a BlackRock estuda o lançamento de carteiras que seguem índices internacionais. Falta, no entanto, uma mudança na atual regulação, a Instrução 359. Isso porque, pelas regras, todos os fundos de investimento brasileiros podem aplicar até 10% da carteira no exterior, sendo que os multimercados podem chegar a 20%. O percentual sobe para 100% em fundos para investidores superqualificados, com aplicação de R$ 1 milhão. &lt;br /&gt;A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) precisaria, portanto, permitir que os fundos que seguem índices do mercado internacional pudessem ser oferecidos também para o investidor de varejo. "Essa é uma indústria ainda nova no Brasil e o país é considerado a menina dos olhos para o grupo", diz André Ribeiro Turquetto, diretor da BlackRock para América Latina e Região Ibérica. "Mas é também um mercado mais fechado, em que a cultura de bolsa está se desenvolvendo."&lt;br /&gt;A CVM trabalha na atualização da Instrução 359, mas a minuta com as novas normas não deve entrar em audiência pública neste ano, somente em 2011, diz Luciana Dias, superintendente de Desenvolvimento de Mercado. "O entendimento da CVM é que é necessário abrir o mercado internacional para o varejo aos poucos", afirma. "Num ETF de índice internacional, é importante que o investidor, que não está acostumado a ligar com alguns riscos, vá devagar", avalia Luciana, citando a variação cambial, que passaria a ter impacto direto no desempenho dessas carteiras.&lt;br /&gt;Atualmente, são negociados sete fundos de índices na BM&amp;FBovespa. O mais popular é o Bova11, que em agosto representou 87% dos negócios com ETFs na bolsa e 79% do volume. Os dados mostram que o número de operações com esses fundos passou de 8.853 para 15.090 no mês passado. Já o volume, que em julho somou R$ 453,403 milhões, foi de R$ 508,232 milhões em agosto. E, em breve, mais um ETF deve chegar ao mercado: o que segue o Índice Financeiro (IFNC) e cujo gestor será o Itaú.&lt;br /&gt;O administrador de investimentos Fabio Colombo acompanha esse mercado, bastante popular no exterior, há anos, antes mesmo de os fundos de índice chegarem ao país. "Para o investidor que prefere aplicar num fundo de ações e tem visão de longo prazo, os ETFs são mais interessantes, pois costumam ter taxas de administração menores do que as cobradas pelas carteiras tradicionais", diz ele. Já para quem gosta de fazer várias compras e vendas, o especialista recomenda a ação, até pela questão tributária, já que há isenção de R$ 20 mil no total de ações vendido no mês, benefício que não vale para os ETF.&lt;br /&gt;Lá fora, são muito comuns também os ETFs de renda fixa, chamados de Exchange-Traded Note (ETN). Por aqui, esses fundos também esbarram num problema fiscal: o come-cotas. Os fundos de renda fixa no Brasil têm de pagar semestralmente 15% ou 20% (dependendo do prazo médio da carteira) dos lucros a título de antecipação de imposto, nos meses de maio e novembro. &lt;br /&gt;O investidor interessado em aplicar em fundos de índices deve ficar atento às taxas cobradas pelas corretoras, pois custos maiores podem corroer boa parte do retorno, explica Colombo. Além disso, como os ETFs ainda têm liquidez reduzida, é comum o aplicador encontrar diferenças grandes entre os preços de compra e venda, diz.&lt;br /&gt;O mercado de ETFs na América Latina registrou crescimento de 19% em julho em relação ao mês anterior, encerrando o período com patrimônio de US$ $10 bilhões ante US$ 8,4 bilhões de julho, de acordo com relatório da BlackRock. Apesar da expansão, no acumulado do ano, os ETFs ainda registram resgates, de US$ 1,122 bilhão até julho.&lt;br /&gt;A expansão foi puxada principalmente pelo México (19,7%), cujos ativos em fundos de cotas bateram US$ 8,5 bilhões ante US$ 7,1 bilhões. No caso do Brasil, o crescimento foi menor, de 14,2%, com patrimônio líquido passando de US$ 1,4 bilhão para US$ 1,6 bilhão no mês passado.&lt;br /&gt;Entre os 20 maiores ETFs no mundo em patrimônio no fim de julho, o iShares MSCI Brazil Index Fund aparecia na 14ª colocação, com um total de ativos de US$ 9,479 bilhões. No ano, esse fundo de Brasil registrava resgates de US$ 1,711 bilhão, dado o patrimônio de US$ 11,190 bilhões registrado em dezembro do ano passado.&lt;br /&gt;Olhando-se o mundo todo, os ETFs encerraram julho com um total de 2.282 carteiras, 4.872 listagens e patrimônio líquido de US$ 1,095 trilhão, mesmo nível registrado no mês anterior. A diferença entre o número de carteiras e o total de listagens se deve ao fato de que um mesmo fundo poder ser negociado em mais de uma bolsa. No ano, o setor registra crescimento de 5,7%.&lt;br /&gt;Do total de US$ 1,095 trilhão presentes em ETFs no mundo, 67% estão nos Estados Unidos, cujo setor soma patrimônio líquido de US$ 741,3 bilhões. Já a Europa detém 25%, com um total de ativos de US$ 236,3 bilhões.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-4513896109813084793?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/4513896109813084793/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=4513896109813084793' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/4513896109813084793'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/4513896109813084793'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2010/09/bolsa-em-pequenas-doses.html' title='Bolsa em pequenas doses'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-7208726588317575255</id><published>2010-09-06T08:27:00.000-03:00</published><updated>2010-09-06T08:28:01.689-03:00</updated><title type='text'>Futuro hipotecado</title><content type='html'>Folha de São Paulo&lt;br /&gt;06/09/2010&lt;br /&gt;Maria Inês Dolci &lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt;Dispor do imóvel é risco maior que o necessário; hipoteca é palavrão que não deveria ser pronunciado &lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HIPOTECA é uma palavra pesada, cortante e vinculada a pesadelos, à dificuldade de dormir, porque a pessoa tem uma dívida associada a um bem, hipotecado em garantia do empréstimo.&lt;br /&gt;Deveria ser a última opção, usada, em situação de extrema dificuldade, para obter recursos necessários ao combate de uma doença grave, de uma falência financeira que comprometesse o futuro da família.&lt;br /&gt;Um novo mundo, contudo, tem significados diferentes para velhas palavras, como essa, que, segundo o dicionário "Houaiss", já é conhecida há mais de 600 anos.&lt;br /&gt;Hoje, leio abismada que se hipoteca a casa, no Brasil, para consumir. Por que alguém cometeria uma loucura dessas -arriscar-se a ficar sem imóvel para contrair um empréstimo? Pelo que se saiba, para pagar taxas de juros bem menores, com prazos de 20 a 30 anos.&lt;br /&gt;Essa operação financeira tem crescido vigorosamente nos últimos anos, em alguns casos para subsidiar novos empreendimentos, como uma franquia.&lt;br /&gt;E, entre as instituições que trabalham com esse, digamos, empréstimo, está uma pública, a Caixa Econômica Federal. Estamos mesmo numa economia movida a dívidas!&lt;br /&gt;Contrair um financiamento habitacional, esgotadas as consultas e comparações entre as condições oferecidas pelos bancos, já não é tarefa simples. Trata-se de um compromisso por muitos anos.&lt;br /&gt;Não há como mapear o futuro e dizer, com certeza, que teremos emprego e renda suficiente para bancar o financiamento. Mas, concedamos, esse é um investimento importante na vida das famílias -um lugar para morar, um teto que nos proteja das intempéries.&lt;br /&gt;Nem sempre será um investimento, no sentido financeiro da palavra.&lt;br /&gt;Teremos, contudo, uma moradia própria, evitando os gastos com aluguel, que, sujeitos a oscilações de mercado, não "comprarão" parcelas de um imóvel. Tem a ver mais com segurança e com vontade de ter algo em nossos nomes.&lt;br /&gt;Dispor de um bem assim, adquirido com dificuldade na maioria dos casos, parece-me um risco maior do que o necessário.&lt;br /&gt;Vejamos, por exemplo, um imóvel cuja hipoteca banque o investimento em uma loja franqueada. Por mais forte que seja a marca da loja, o sucesso de vendas dependerá da habilidade do franqueado. Planejamento, trabalho e dedicação são tangíveis. Tino comercial e clima econômico são intangíveis.&lt;br /&gt;Se não der certo, haverá o perigo de perder um imóvel quitado, pois a operação, no Brasil, é feita com imóvel já pago, para evitar o "subprime" norte-americano, que tem alta probabilidade de calote.&lt;br /&gt;Argumenta-se que a economia brasileira só cresce, nos últimos anos, devido ao aumento do crédito e que é necessário ser criativo, inventar novas formas de permitir o acesso ao consumo.&lt;br /&gt;Tenho minhas dúvidas. O crédito consignado aos aposentados transformou-os em fontes de recursos para familiares e amigos não tão escrupulosos. O ideal seria aumentar a renda dos idosos com pensões e aposentadorias mais próximas do custo de vida efetivo.&lt;br /&gt;Financiamento não é renda. É uma forma de facilitar o acesso a bens e a serviços mais caros pelo prolongamento do período de pagamento. Em países com taxas de juros absurdas, como o nosso, o risco de inadimplência é muito maior, ainda mais se considerarmos os baixos salários.&lt;br /&gt;Não saberemos o final dessa história tão cedo, pois os empréstimos são de longo prazo. Inicialmente, as prestações costumam ser compatíveis com a renda.&lt;br /&gt;Temo, porém, que, em alguns anos, comecem a estourar as dívidas escoradas nos imóveis e que, consequentemente, cidadãos percam seus únicos bens pela ilusão do dinheiro rápido, sem burocracia.&lt;br /&gt;Se imaginarem que a Justiça os protegerá, releiam as reportagens publicadas nos últimos dias sobre os poupadores que perderam rendimentos por causa dos planos econômicos do passado.&lt;br /&gt;Hipoteca é um palavrão que não deveria ser pronunciado nem utilizado em vão.&lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt;MARIA INÊS DOLCI , 54, advogada formada pela USP com especialização em business, é especialista em direito do consumidor e coordenadora institucional da ProTeste Associação de Consumidores. Escreve quinzenalmente, às segundas, nesta coluna.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-7208726588317575255?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/7208726588317575255/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=7208726588317575255' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/7208726588317575255'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/7208726588317575255'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2010/09/futuro-hipotecado.html' title='Futuro hipotecado'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-7708497030963869627</id><published>2010-09-03T14:25:00.001-03:00</published><updated>2010-09-03T14:25:38.767-03:00</updated><title type='text'>Pequeno investidor deve comprar ações</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;Correio Brasiliense&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;03/09/2010&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Especialistas recomendam esforço a minoritários para participar da capitalizaçãoda estatal, sobretudo aos que já usaramo FGTS em2000. De lá para cá, alta foi de 663%&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;TETÊ MONTEIRO Aansiedade dos acionistas minoritárias da Petrobras só cresce antes da definição de todos os detalhes da operação que aumentará o capital da estatal. De acordo com fato relevante encaminhado pela estatal à Comissão deValoresMobiliários (CVM) na quartafeira à noite, os dados serão conhecidos hoje.Mas, antes mesmo de conhecer os pormenores do maior processo de capitalização da economia global, estimadoemR$ 150 bilhões, os analistas recomendam aos investidores usarem o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para comprar ações.Arazão é simples: a lucratividade.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Enquanto a valorização das ações da Petrobras chegou a 663,78% em 10 anosde 10 de agosto de 2000 a 10 de agosto deste ano , o rendimento do FGTS foi de apenas 65,06% no período, segundo dados do Instituto FGTS Fácil.Ou seja, a diferença entre as aplicações supera os 500% e justifica a aplicação nos papéis da petrolífera.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Só podem participar da oferta pública investidores que já compraram ações da estatal com recursos do fundo em agosto de 2000.De acordo com a Caixa Econômica Federal, dos 312 mil que investiram na empresa, apenas cerca de 90 mil mantiveram suas aplicações até hoje.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Dados da consultoria Global Financial Advisor mostram que, atualmente, o FundoFGTS Petrobras representa 2% do total da participação de acionistas na estatal.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Para manter a atual participação, os investidores teriam que desembolsar R$ 3 bilhões, o que, pelas contas do presidente do Instituto FGTS Fácil, Mário Avelino, não deve ocorrer. Se 85 mil trabalhadores sacarem os 30% que lhe são de direito, poderão levantar no máximo R$ 1 bilhão, disse.Osuperintendente da Petra Corretora, Juliano Lima Pinheiro, é breve em sua recomendação para usar o FGTS. Não é preciso nem fazer as contas. Com as regras da capitalização definidas, a tendência é de uma recuperação forte dos papéis, afirmou.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O diretor-sócio da consultoria Global Financial Advisor,Miguel Daoud, também sugere que o melhor a fazer agora, no caso dos pequenos, é usar o FGTS na compra das ações. Para manter a mesma participação, o minoritário vai ter que se esticar. Então, quem já comprou as ações da petrolífera lá atrás (em 2000) deve manter o investimento nesta nova oferta, recomendou.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;acha mais gás A OGX, do grupo de Eike Batista, informou ter descoberto novos indícios de gás na bacia terrestre do Paranaíba, no Maranhão. O bloco é o mesmo onde a empresa localizou um uma megarreserva de 15 trilhões de pés cúbicos, uma meia Bolívia, segundo o próprio empresário.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-7708497030963869627?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/7708497030963869627/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=7708497030963869627' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/7708497030963869627'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/7708497030963869627'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2010/09/pequeno-investidor-deve-comprar-acoes.html' title='Pequeno investidor deve comprar ações'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-6526940636711303821</id><published>2010-08-30T08:07:00.001-03:00</published><updated>2010-08-30T08:07:34.040-03:00</updated><title type='text'>Papéis do setor imobiliário têm isenção de IR</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;div&gt;&lt;table border='0' style='border-collapse:collapse'&gt;&lt;colgroup&gt;&lt;col style='width:437px'/&gt;&lt;col style='width:152px'/&gt;&lt;/colgroup&gt;&lt;tbody valign='top'&gt;&lt;tr style='height: 18px'&gt;&lt;td colspan='2'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;Folha de São Paulo&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;30/08/2010&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style='height: 18px'&gt;&lt;td vAlign='middle' colspan='2'&gt;&lt;p/&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;table border='0' style='border-collapse:collapse'&gt;&lt;colgroup&gt;&lt;col style='width:571px'/&gt;&lt;/colgroup&gt;&lt;tbody valign='top'&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 6px; padding-left: 6px; padding-bottom: 6px; padding-right: 6px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;DE SÃO PAULO &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Para viabilizar o financiamento da casa própria, os investimentos em papéis imobiliários tem benefício fiscal.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;No caso dos fundos imobiliários, a maioria tem isenção do PIS, da Cofins e do Imposto de Renda incidente sobre o rendimento para a pessoa física -o fundo só recolhe o IR sobre o retorno dos papéis de renda fixa em carteira.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;A isenção de Imposto de Renda, porém, só vale para fundos que tenham cota negociada na Bolsa e que distribuam ao cotista pelo menos 95% do resultado de seu caixa, normalmente o recebimento mensal de aluguéis.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Quando a cota do fundo sobe, porém, o investidor paga 20% de IR retido na fonte pelo ganho de capital.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Além dos fundos imobiliários, o investidor pessoa física pode também comprar os CRI (Certificados de Recebíveis Imobiliários), títulos de renda fixa lastreados em dívidas imobiliárias, que também têm isenção de IR.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;O problema é que o investimento nos CRI começa em R$ 300 mil.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Vários fundos agora compram os CRI, podendo fracionar o investimento com isenção fiscal para o cotista.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Também têm incentivo tributário as Letras Hipotecárias e as Letras de Crédito Imobiliário, papéis emitidos pelos bancos para captar recursos para financiar a habitação. Os investimentos, porém, são a partir de R$ 50 mil. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-6526940636711303821?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/6526940636711303821/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=6526940636711303821' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/6526940636711303821'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/6526940636711303821'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2010/08/papeis-do-setor-imobiliario-tem-isencao.html' title='Papéis do setor imobiliário têm isenção de IR'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-3330918107972342547</id><published>2010-08-25T09:45:00.001-03:00</published><updated>2010-08-25T09:45:49.661-03:00</updated><title type='text'>NTN-B de longo prazo tem a menor taxa em três anos</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;div&gt;&lt;table border='0' style='border-collapse:collapse'&gt;&lt;colgroup&gt;&lt;col style='width:589px'/&gt;&lt;/colgroup&gt;&lt;tbody valign='top'&gt;&lt;tr style='height: 18px'&gt;&lt;td vAlign='middle'&gt;&lt;p/&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 6px; padding-left: 6px; padding-bottom: 6px; padding-right: 6px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;Valor Econômico&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;25/08/2010&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Lucinda Pinto, de São Paulo&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;O forte apetite dos investidores por ativos de renda fixa, alimentado pela perspectiva de que a economia global seguirá enfraquecida, também foi percebido ontem no mercado brasileiro. E, de forma mais evidente, na oferta de NTN-Bs, títulos públicos atrelados ao IPCA. No leilão realizado ontem pelo Tesouro Nacional, os juros dos títulos de prazo mais longos caíram ao menor nível em mais de três anos, abaixo de 6% ao ano. A última vez que isso ocorreu foi em maio de 2007, quando o Tesouro vendeu o papel com vencimento em 2045 - o mais longo à época - a 5,82%. Ontem, a NTN-B 2050 foi vendida a 5,88%. Os demais prazos também mostraram quedas expressivas de suas taxas em relação à última oferta, como reflexo da demanda crescente por papéis de longo prazo, especialmente de investidores estrangeiros.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Em parte, a maior procura pelos títulos se deve ao fato de ter havido um vencimento grande, de R$ 33 bilhões, de NTN-Bs na semana passada. Mas especialistas enxergam, mais do que isso, um forte fluxo de investidores globais à procura de melhores taxas de retorno, em um momento em que os juros dos Treasuries rompem importantes níveis de suporte.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Essa corrida ganhou corpo quando o Fed decidiu, na reunião do dia 10 de agosto, prosseguir comprando títulos da dívida americana, incluindo as chamadas Tips (papéis atrelados a índices de preços), o que derrubou os juros desses papéis. Desde então, uma série de indicadores econômicos fracos alimenta a queda dos juros dos Treasuries. E, ontem, essas taxas chegaram a níveis históricos, com os dados do setor imobiliário de trabalho alimentando o temor de que os Estados Unidos ingressem em uma nova onda recessiva.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;"A queda dos juros dos Treasuries provoca uma onda em cadeia no mundo todo", afirma o economista do J.P. Morgan Julio Callegari. "Hoje, fatores locais têm pouca relevância para a tendência dos juros", explica. O economista diz que há dois fatores impulsionando os investidores na direção dos ativos de renda fixa. O primeiro é o diferencial entre os juros internacionais e o brasileiro, que cresce e torna o ganho potencial para o investidor cada vez maior.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Além disso, existe a percepção de que, se a recuperação da economia americana fraquejar, o resto do mundo vai sofrer o mesmo impacto. "Está claro que não há descolamento, nem mesmo para os países emergentes", diz. Fraqueza da atividade econômica pode significar menos inflação no futuro e, portanto, menos risco de aperto monetário. Esse cenário alimenta o apetite por ativos de juros prefixados em qualquer parte do globo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Callegari ressalta, entretanto, que a forte queda dos juros não tem como contrapartida uma deterioração de igual intensidade do mercado de ações. As bolsas globais hesitam, mas não têm perdas na mesma proporção. Isso significa que há dúvidas no mercado sobre o risco de um segundo mergulho recessivo do mercado americano. "O comportamento do mercado de equity não sinaliza para um novo colapso global", diz.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-3330918107972342547?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/3330918107972342547/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=3330918107972342547' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/3330918107972342547'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/3330918107972342547'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2010/08/ntn-b-de-longo-prazo-tem-menor-taxa-em.html' title='NTN-B de longo prazo tem a menor taxa em três anos'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-3490607150882908625</id><published>2010-08-25T08:41:00.001-03:00</published><updated>2010-08-25T08:41:13.017-03:00</updated><title type='text'>Juro real na casa dos 6% mantém NTN-B atrativa</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;Tesouro Direto: Papéis são opção tanto para quem acredita num cenário de inflação controlada quanto para aqueles que esperam um repique inflacionário.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;table border='0' style='border-collapse:collapse'&gt;&lt;colgroup&gt;&lt;col style='width:595px'/&gt;&lt;/colgroup&gt;&lt;tbody valign='top'&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-size:12pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman'&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style='font-family:Verdana'&gt;&lt;strong&gt;Valor Econômico&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;Por Luciana Monteiro, de São Paulo&lt;br/&gt;25/08/2010&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Os papéis atrelados a índices de preços vêm atraindo muitos investidores. Boa parte dos títulos com vencimentos um pouco mais longos registra ganhos na faixa de 6% além da inflação. Essa é uma rentabilidade considerado bem interessante pelos especialistas diante de um ambiente de juros menores no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;As Notas do Tesouro Nacional série B - NTN-B, cuja rentabilidade está vinculada à variação do IPCA acrescida de juros definidos no momento da compra - com vencimentos mais longos estão entre as mas recomendadas pelos especialistas. De acordo com dados do Tesouro Direto, sistema de compra e venda de títulos públicos on-line, as NTN-Bs com vencimento em maio de 2017 eram negociadas ontem a uma taxa de 6,01% além do IPCA. Já as que vencem em agosto de 2024 também pagavam 6,01% acima da inflação. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Essas estão entre as menores taxas pagas por esses papéis neste ano. Isso significa que quem comprou esses títulos no início do ano está ganhando dinheiro. O preço dos títulos varia de forma inversa ao comportamento das taxas. Quando a taxa cai, o preço sobe para se ajustar à nova realidade do mercado. E quem comprou antes, por um preço menor, pode vender o papel agora, por um valor maior. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Um retorno de 6% é ainda bastante interessante, principalmente para 2015, diz Alexandre Espírito Santo, diretor do curso de Relações Internacionais da ESPM-RJ e economista da Way Investimentos. "A maioria dos investidores brasileiros ainda não se deu conta que o país tem a maior taxa real de juros (descontada a inflação) do mundo", afirma. "E eles acabam não surfando essa onda, ou seja, não aproveitam as oportunidades em renda fixa de forma apropriada." Os números do Tesouro Direto mostram que as NTN-Bs com vencimento em maio de 2015 registravam rentabilidade de 10,07% no ano até ontem.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Como as NTN-Bs pagam juros semestralmente e sobre eles incide imposto de renda, há quem prefira as NTN-Bs Principal, cujo retorno total ocorre apenas no vencimento do papel. Nesse caso, o IR que vai incidir sobre os títulos tende a ser menor, já que o imposto cai à medida que o investidor permanece por mais tempo com o papel.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;O IR varia de 22,5% a 10%, conforme o prazo que se mantém o investimento em renda fixa. A NTN-B Principal com vencimento em 2015 pagava ontem uma taxa de 6,07% além da variação do IPCA, segundo informações do site do Tesouro Direto.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Para a pessoa física, os títulos mais interessantes são aqueles que vencem entre 2015 e 2020, avalia Otávio Vieira, diretor de investimentos da Safdié Gestão de Patrimônio, que prefere as NTN-Bs Principal. "Os papéis mais longos, em caso de estresse de mercado, oscilam bastante, o que pode trazer um impacto grande de perdas ao investidor", alerta.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;O balanço das operações do Tesouro Direto de julho mostra que o volume vendido bateu recorde, de R$ 267,83 milhões. Até então, o melhor mês era o de outubro de 2008, com R$ 259,07 milhões. Os papéis indexados ao IPCA responderam por 37,57% das vendas do mês, sendo 20,71% de NTN-B e 16,86% de NTN-B Principal. O percentual só foi menor do que o dos prefixados. Nos prefixados, as Letras do Tesouro Nacional (LTN) ficaram com fatia de 42,08%, enquanto a procura por Notas do Tesouro Nacional série F (com pagamento de juros semestrais) foi de 7,64%. Os títulos pós-fixados - as Letras Financeiras do Tesouro (LFTs) - somaram 12,72%. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Mesmo na renda fixa, é interessante que o investidor faça uma diversificação, diz Espírito Santo, da Way. "Para quem tem a expectativa de queda dos juros no ano que vem, também os papéis prefixados se mostram interessantes." Essa, no entanto, não é o cenário vislumbrado pelo economista, que acredita numa piora da inflação, já que a atividade econômica deve se recuperar nos próximos trimestres, trazendo pressão inflacionária.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;As NTN-Bs se mostram interessantes tanto para quem acredita num cenário de inflação controlada quanto para aqueles que esperam um repique inflacionário. No primeiro caso, porque muitos veem um juro real alto, o que torna os títulos atraentes. No segundo, caso a inflação fique acima da esperada no ano que vem, o papel serviria como proteção. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;As NTN-Bs também aparecem na carteira de renda fixa recomendada para agosto da XP Investimentos. Manuel Lamas, diretor de renda fixa da instituição, vê com bons olhos os papéis mais longos, com vencimento em 2024 ou 2045. "Com esses papéis, o investidor pode montar uma carteira para sua previdência, com preservação de capital, além de um juro real bastante expressivo", diz.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-3490607150882908625?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/3490607150882908625/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=3490607150882908625' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/3490607150882908625'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/3490607150882908625'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2010/08/juro-real-na-casa-dos-6-mantem-ntn-b.html' title='Juro real na casa dos 6% mantém NTN-B atrativa'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-4337669255120157137</id><published>2010-08-23T09:03:00.001-03:00</published><updated>2010-08-23T09:03:26.130-03:00</updated><title type='text'>Previdência privada exige cuidados</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;div&gt;&lt;table border='0' style='border-collapse:collapse'&gt;&lt;colgroup&gt;&lt;col style='width:495px'/&gt;&lt;col style='width:94px'/&gt;&lt;/colgroup&gt;&lt;tbody valign='top'&gt;&lt;tr style='height: 18px'&gt;&lt;td colspan='2'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;O Estado de São Paulo&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;23/08/2010&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style='height: 18px'&gt;&lt;td vAlign='middle' colspan='2'&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;table border='0' style='border-collapse:collapse'&gt;&lt;colgroup&gt;&lt;col style='width:571px'/&gt;&lt;/colgroup&gt;&lt;tbody valign='top'&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 6px; padding-left: 6px; padding-bottom: 6px; padding-right: 6px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;:: Antonio Penteado Mendonça &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;									&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;br/&gt;Se o valor a ser investido for alto, é melhor buscar uma gestão profissional e ficar atento ao custo da taxa de administração&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- O Estado de S.Paulo&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O que é melhor: um plano de previdência privada aberta ou uma carteira de investimentos? Como sempre, quando se trata de aplicações financeiras, depende. Depende do perfil do investidor, das quantias a serem investidas, do tempo do investimento e, acima de tudo, da paciência e dos nervos para eventualmente aguentar emoções fortes ao longo do percurso.&lt;br/&gt;Se a soma a ser investida for muito alta, não há razão para o aplicador não diversificar, colocando o dinheiro numa vasta gama de investimentos diferentes para permanentemente aproveitar as vantagens imediatas e de longo prazo de cada um deles, otimizando o resultado final com a soma dos resultados de cada aplicação ao longo do tempo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ou, melhor ainda, por que não dar o dinheiro para ser investido por alguém especializado na gestão de grandes fortunas? De grandes organizações financeiras a gestores altamente profissionalizados, com foco em negócios menores, há toda uma gama de opções para a gestão de ativos, que, com certeza, conseguirão resultados mais expressivos que a imensa maioria das outras aplicações.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Como a imensa maioria da população com capacidade para ter um plano de previdência privada ou fazer uma cesta de aplicações não se enquadra no desenho anterior, a pergunta inicial começa a ser respondida pela própria dinâmica da vida. A maioria de nós não tem tempo ou acesso às informações de mercado para fazer a gestão de nossos ativos no nível de sofisticação indispensável para conseguir aproveitar o melhor momento de cada aplicação.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Assim, o plano de previdência privada aberta, tendo claro que estamos falando de investimentos com maturação de dez anos, passa a ser, pelas próprias características do produto, uma solução no mínimo inteligente, na medida em que tem uma enorme redução da carga tributária como contrapartida para o prazo da aplicação. O que não acontece com os outros tipos de investimento, que carregam a mesma carga tributária por todo o tempo da aplicação.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Em nenhum país, onde aplicações de longo prazo são normais, se consegue uma rentabilidade real acima de 6% ao ano, durante todo o período em que o dinheiro fica investido neste tipo de produto. Pelo contrário, invariavelmente a rentabilidade mal atinge 3% reais ao ano, tanto que algumas nações tiveram que mudar a legislação que tratava destas aplicações para preservar as empresas gestoras, porque, em função da oscilação dos juros ao longo do tempo, não estavam conseguindo pagar a remuneração mínima exigida pela lei. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Além disso, a aplicação em previdência privada aberta dá ao investidor um corpo de gestores especializados para administrar seus recursos. Ainda que dispondo de valores bem menores do que os exigidos pelos administradores de patrimônio, o aplicador em previdência privada aberta passa a contar com uma equipe de profissionais preparados para tomar as decisões na gestão de seu dinheiro.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Será que uma carteira com valores semelhantes, tocada individualmente pelo aplicador, teria a mesma vantagem ou as decisões teriam que ser tomadas diretamente pelo interessado, sujeitas a informações não confiáveis ou ao desconhecimento dos detalhes de cada investimento?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O problema com os planos de previdência privada aberta é quanto é cobrado pela operadora para administrá-los. Atualmente, este custo pode comprometer seriamente o resultado do plano. A tendência dos juros, no longo prazo, é de queda. Além disso, a inflação está na casa dos 4% ao ano. Assim, com base na taxa de juros atual, a remuneração real de um investimento típico de classe média não ultrapassa os 6% ao ano.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Se a operadora do plano de previdência privada aberta cobra os mesmos 6% ao ano, a remuneração do plano será inteiramente dela, em detrimento do investidor que deveria ser o beneficiário da aplicação.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Várias operadoras já estão aceitando reduzir suas taxas. Se a sua ainda não o está fazendo, valha-se da portabilidade para mudar de plano e ganhar mais do que sua remuneração atual. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;É ADVOGADO, SÓCIO DE PENTEADO MENDONÇA ADVOCACIA, PROFESSOR DA FIA-FEA/USP E DO PEC DA &lt;br/&gt;FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS E COMENTARISTA DA RÁDIO ELDORADO.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-4337669255120157137?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/4337669255120157137/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=4337669255120157137' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/4337669255120157137'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/4337669255120157137'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2010/08/previdencia-privada-exige-cuidados.html' title='Previdência privada exige cuidados'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-1793089613777945643</id><published>2010-08-23T08:48:00.001-03:00</published><updated>2010-08-23T08:48:27.116-03:00</updated><title type='text'>Clube campeão</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:18pt'&gt;&lt;strong&gt;Carteiras reúnem grupos que compartilham bons retornos aprendendo a investir em ações com visão de longo prazo.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;table border='0' style='border-collapse:collapse'&gt;&lt;colgroup&gt;&lt;col style='width:595px'/&gt;&lt;/colgroup&gt;&lt;tbody valign='top'&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;Valor Econômico&lt;br/&gt;&lt;br /&gt;										&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;Por Antonio Perez, de São Paulo&lt;br/&gt;23/08/2010&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Trebuchet MS; font-size:12pt'&gt;Ganhos polpudos na bolsa não estão reservados apenas a gurus ou a especuladores endinheirados com suas tacadas extraordinárias como muita gente pensa. Experiências de pequenos investidores em clubes de ações relatadas ao &lt;strong&gt;Valor&lt;/strong&gt; mostram que, com disciplina, estudo e paciência, é possível formar um patrimônio e realizar sonhos de consumo aplicando em ações. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Trebuchet MS; font-size:12pt'&gt;É o caso, por exemplo, da professora universitária Márcia Costa Chaves, do Rio de Janeiro. Após cinco anos de aplicações mensais de pequenos valores no clube de investimento MulherInvest, criado em 2004, ela sacou os recursos para comprar um apartamento. "Eu tinha esse objetivo e, com o bom rendimento do clube, consegui alcançá-lo", conta Márcia.&lt;br /&gt;&lt;div style='text-align: center'&gt;&lt;table border='0' style='border-collapse:collapse'&gt;&lt;colgroup&gt;&lt;col style='width:338px'/&gt;&lt;/colgroup&gt;&lt;tbody valign='top'&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p/&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;A professora universitária é um exemplo de investidores que embarcaram na febre dos clubes de investimento que tomou conta do mercado nos últimos anos. De 2003 para cá , o número de clubes saltou de 755 para mais de 3.100, e o patrimônio que eles administram, de R$ 1,269 bilhão para R$ 12,91 bilhões. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não por acaso, o crescimento dos clubes coincide com um período de exuberância da bolsa. À exceção de 2008, auge da crise financeira internacional, o Índice Bovespa só fez subir e acumula valorização no período (2003 até hoje) de quase 500%. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É natural que muitos clubes sejam formados em períodos de ascensão da bolsa e ofertas públicas de ações, diz Mauro Calil, professor e educador financeiro da Calil &amp;amp; Calil. "Mas se o clube for formado com base apenas no entusiasmo de curto prazo, tem tudo para desaparecer rapidamente", ressalta. "Não é preciso nem que haja perdas, basta que o rendimento não seja tão bom quanto no começo para que as pessoas desanimem". &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Clubes só funcionam se houver a perspectiva de longo prazo - pelo menos cinco anos, recomenda Calil - e aplicações constantes de pequenos valores, para diluir o risco. É o caso da professora Márcia. Antes do clube MulherInvest, ela aplicava em fundos de ações esporadicamente e sem uma estratégia de longo prazo. O clube, relata, trouxe a disciplina para investir sempre e a oportunidade de conhecer melhor o mercado acionário. "Aprendi que bolsa não é lugar para dinheiro que você pode precisar no curto prazo", afirma. "Isso porque é o grande o risco de ter que tirar o dinheiro em um momento ruim " &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além de compartilhar a visão de longo prazo, os investidores do clube têm que ter afinidades e laços que vão além do investimento, diz Calil. Isso aumenta o comprometimento dos investidores e auxilia na divisão de responsabilidade. "É preciso que os investidores realizem reuniões para decidir onde investir", recomenda o professor. "Senão o clube virá um fundo com um gestor não remunerado, que será sempre criticado pelos demais". &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Amizade e interesses em comum de 14 mulheres está justamente na origem de um dos clubes de investimento mais longevos e bem-sucedidos do mercado brasileiro, o CiaInvest, criado em 2001. No início da década passada, às portas da aposentadoria, o grupo buscava uma ideia que pudesse mantê-las em contato após o encerramento da carreira. "A gente se encontrava sempre por causa do trabalho e sabia que, sem algo em comum, acabaríamos perdendo contato ", conta a supervisora aposentada Rosegleyde de Souza Rocha, fundadora e administradora do clube. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A primeira ideia que surgiu foi a de abrir um negócio em comum, lembra Rosegleyde. A opção óbvia era criar uma escola particular, já que todas tinham grande experiência na área pedagógica. Mas elas desistiram, temendo que a sociedade acabasse desunindo o grupo. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No começo de 2001, elas conheceram o programa "A bolsa vai até você" e se encantaram com a ideia de abrir um clube. "Embora a maioria só tivesse investido em poupança e fundos, todo mundo se entusiasmou", conta. "Era um meio de manter a amizade, ganhar dinheiro, sem ter o trabalho de tocar um negócio". &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com aplicações mensais de no mínimo R$ 100, o clube construiu um patrimônio que, antes da crise de 2008, chegou a superar R$ 1,4 milhões. Hoje, com cerca de 60 participantes, grupo no qual se inclui as fundadoras, o clube possui R$ 920 mil, aplicados em cerca de 10 ações. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar de quase dez anos de existência, as supervisoras ainda se reúnem todos os meses para avaliar o desempenho da carteira e analisar oportunidades. "O clube está bem, o problema é a Petrobras, que não desencalha e machuca o coração da gente", conta Rosegleyde que, com os ganhos do clube, quitou o financiamento de um apartamento. "Muitas das fundadoras já são avós e planejam deixar a carteira de investimentos de herança para os netos". &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outra história de sucesso baseada no companheirismo profissional é do clube formado por servidores públicos do Poder Judiciário de São Paulo. O clube surgiu em 2004, por iniciativa da funcionária Zulene Galvão. Em seu departamento, ela conta, havia a formação da tradicional "caixinha", em que todos depositavam todos os meses uma quantia para ser distribuída no fim do ano. "Eu participei um ano, mas não gostei, porque não rendia nada, era pior que a poupança", lembra. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em meados de 2004, Zulene viu em um telejornal que a bolsa havia subido 3% em um dia. Interessada, ligou para a bolsa e soube da existência do programa educacional. Depois de conversar com os colegas de trabalho, marcou uma reunião com pessoas da bolsa. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No início, houve certa resistência à ideia de aplicar em ações. "A maioria acreditava que a bolsa era coisa de rico", lembra. "Mas, depois de alguns encontros, as pessoas se animaram e resolvemos usar os R$ 14 mil que já havia na 'caixinha' para formar o clube". &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Hoje, o clube de investimentos, que surgiu com 12 integrantes, possui 30 cotistas, todos funcionários do mesmo departamento, e patrimônio de R$ 300 mil. "Gente de fora quis entrar, mas não quisemos inchar o clube e perder a identidade", ressalta Zulene.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-1793089613777945643?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mainichiokane.blogspot.com/feeds/1793089613777945643/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4407735666826049346&amp;postID=1793089613777945643' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/1793089613777945643'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4407735666826049346/posts/default/1793089613777945643'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mainichiokane.blogspot.com/2010/08/clube-campeao.html' title='Clube campeão'/><author><name>Urano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10377400684723586704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-8517481798796485413</id><published>2010-08-19T08:17:00.001-03:00</published><updated>2010-08-19T08:17:17.713-03:00</updated><title type='text'>Proteção ou aposta na compra de NTN-B?</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;Valor Econômico&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;19/08/2010&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;Eduardo Campos &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;				&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mercado vê aumento de demanda por títulos ligados à inflação, mas não há consenso sobre a causa desse movimento&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O recente aumento na demanda por títulos atrelados a inflação levantou algumas teorias.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Uma delas sugere que, embora o mercado compre o cenário traçado pelo Banco Central (BC) de inflação convergindo à meta e juros menores, não deixa de fazer algum seguro contra uma possível alta nos preços no futuro.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O sinal disso, segundo o analista econômico da Mercatto Investimento, Gabriel Goulart, é que os agentes apostam em Selic mais baixa via mercado de juros futuros (Depósito Interfinanceiro), mas buscam algum tipo de proteção comprando Notas do Tesouro Nacional Série B (NTN-B), título atrelado ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Segundo o especialista, o raciocínio do investidor, nesse caso, é o seguinte: juro menor resulta em crescimento maior, o que eleva o risco de inflação mais à frente.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Tal preocupação também ganha algum respaldo no calendário eleitoral. Afinal, não se sabe que tipo de gestão fiscal e monetária o país terá a partir de 2011.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O vice-presidente de tesouraria do banco WestLB, Ures Folchini, não descarta completamente que esse aumento na demanda por NTN-B tenha caráter de proteção contra uma disparada na inflação. Afinal, o Banco Central é reacionário a um ciclo de alta de preços, então o investidor está protegido.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;No entanto, pondera o especialista, essa compra de NTN-B também pode ser vista como um sinal de aposta em um Brasil que está melhorando, com juros reais cada vez menores. Então, esse agente tenta aproveitar o ganho que o papel ainda oferece, considerando o cupom mais a variação da inflação.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Com avaliação diferente, o trader de renda fixa e câmbio do Banco Modal, Luiz Eduardo Portella, não acredita que o mercado esteja mostrando algum tipo de preocupação com a inflação.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Sinal claro disso é o comportamento dos contratos de juros futuros, que continuam caindo de forma acentuada na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&amp;amp;F). "A curva longa segue perdendo prêmio de risco. Isso não é sinal de um mercado que acredita que o BC vá errar."&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ainda de acordo com o especialista, o mercado começa a mostrar que o ciclo de alta de juros já foi de fato encerrado e que o BC não estaria muito disposto a elevar a Selic em 2011.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Na visão de Portella, o que explica esse aumento de demanda por NTN-Bs é um movimento de recomposição de posições após o vencimento de R$ 35 bilhões desses títulos que
