<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' version='2.0'><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346</atom:id><lastBuildDate>Wed, 18 Nov 2009 11:37:04 +0000</lastBuildDate><title>Economia no Cotidiano</title><description>Este blog foi feito para partilhar minha experiência pessoal e o material aqui publicado não deve ser interpretado como sugestão de investimento ou como uma oferta de compra e venda de qualquer título de valor mobiliário ou outro produto financeiro</description><link>http://mainichiokane.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Urano)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>548</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-4282337055493983334</guid><pubDate>Wed, 18 Nov 2009 11:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-18T09:37:04.418-02:00</atom:updated><title>BNDESPar prioriza varejo em oferta de debêntures</title><description>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;div&gt;&lt;table border='0' style='border-collapse:collapse'&gt;&lt;colgroup&gt;&lt;col style='width:573px'/&gt;&lt;/colgroup&gt;&lt;tbody valign='top'&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Autor(es): Carolina Mandl e Alessandra Bellotto&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Valor Econômico - 18/11/2009&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt; &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;A BNDES Participações, braço de investimentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES), está fazendo uma oferta de R$ 1 bilhão em debêntures, sendo que metade será destinada às pessoas físicas com pelo menos R$ 1 mil para investir. O restante poderá ser adquirido por investidores institucionais, como fundos de pensão e seguradoras.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Os recursos vão ser usados pela BNDESPar para aumentar os investimentos em empresas por meio da compra de suas ações, debêntures ou de outros valores mobiliários. E, para isso, a companhia quer atrair os recursos dos pequenos investidores. Hoje, o banco começa a divulgar os detalhes da oferta por meio de anúncios em jornal, rádio, internet e revista. Não haverá, porém, atores conhecidos, como o Banco do Brasil fez em 2006 e em 2007 em oferta de ações que teve Fernanda Montenegro como garota-propaganda. A veiculação da campanha, que fica no ar até 10 de dezembro, custará R$ 1,8 milhão.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style='text-align: center'&gt;&lt;table border='0' style='border-collapse:collapse'&gt;&lt;colgroup&gt;&lt;col style='width:338px'/&gt;&lt;/colgroup&gt;&lt;tbody valign='top'&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt; &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p/&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;A aplicação mínima exigida é de R$ 1 mil, o que equivale a uma debênture. Depois de decidir o tamanho da aplicação, limitada a R$ 500 mil, o investidor poderá fazer seu pedido de reserva em agências bancárias do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Bradesco - coordenadores da oferta - ou em corretoras. O prazo vai de 24 de novembro a 10 de dezembro. Na reserva, os aplicadores também devem informar a remuneração que pretendem receber pela debênture. A emissão da BNDESPar tem duas séries, com prazos e remunerações diferentes. A taxa final só será conhecida no dia 14 de dezembro, após a coleta de intenções de investimentos dos institucionais.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Os papéis devem fazer sucesso entre o público do varejo. Com a redução sistemática dos prêmios pagos nas emissões de debêntures desde o início do ano - dada a melhora das condições de mercado e a forte demanda pelos papéis -, as grandes oportunidades escassearam, mas o investidor continua atrás de alternativas que paguem mais que a tradicional renda fixa, fortemente impactada pela redução da taxa de juros. O grande atrativo da operação é que ela traz um prêmio em relação aos títulos públicos, sem adicionar risco de crédito, destaca Rodrigo Menon, sócio da Beta Advisors. "BNDESPar é praticamente risco de governo."&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Na primeira série, com vencimento em janeiro de 2013, a taxa será fixada com base no juro embutido no contrato de DI futuro de mesmo prazo, mais um valor de até 0,8% (teto). Ontem, esse contrato estava sendo negociado a 12,30%. Se o prêmio ficar na casa de 0,3% - abaixo do teto de 0,8% -, a remuneração da debênture seria de 12,60%. Esta é uma taxa prefixada boa, na visão de Menon. "Acredito na alta dos juros, mas dificilmente a Selic média do período vai superar a taxa estimada para o papel", afirma. Menon trabalha com uma Selic de 10,5% em 2010.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;No caso da segunda série, que vence em maio de 2015, a remuneração do papel, a ser atualizado pelo IPCA, será correspondente à taxa da NTN-B de mesmo prazo, acrescida de um prêmio de até 0,7%. Ontem, esse título estava pagando 6,80%, além da inflação. Com um prêmio equivalente à metade do teto fixado para a oferta, a taxa do papel seria de 7,15%, mais IPCA.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Mas o prêmio não é de graça, ressalta a diretora da área de investimentos do HSBC Private Bank, Andrea Moufarrege. "O investidor precisa analisar o risco de mercado", destaca. Nessa emissão, o que pesa não é o risco de crédito da instituição, mas as incertezas que podem interferir no rumo dos ativos. Ela cita, por exemplo, a trajetória da taxa de juros. "São papéis longos", diz.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Hoje, afirma Andrea, o DI futuro com vencimento em janeiro de 2013 projeta uma taxa em torno de 12,30%, o que embute, grosso modo, uma alta superior a 3,5 pontos percentuais para a taxa Selic (atualmente em 8,75%). Segundo ela, a previsão mais pessimista no mercado hoje é de elevação de 3 pontos. O problema é se no meio do caminho algo acontecer e o contrato passar a marcar 13,30%. Nesse caso, o impacto negativo para o investidor que tiver travado a taxa a 12,30% será de 1 ponto percentual multiplicado por 4 (número correspondente ao prazo do papel, de 4 anos). "A oferta da BNDESPar traz um prêmio adicional, mas ele está ligado ao risco de mercado e ao prazo longo dos papéis."&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Isso não quer dizer que a operação seja ruim, ressalva Andrea. Ela apenas sugere que o investidor não faça posições muito grandes por causa do prazo. Por outro lado, Andrea cita duas grandes vantagens: a taxa de custódia baixa (R$ 6,90 por semestre ou isenta dependendo do caso) e a ausência do pagamento de cupom semestral. Haverá carência de, no mínimo, dois anos para o pagamento de juros para que o investidor se beneficie com a menor alíquota de Imposto de Renda, de 15%.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Não há garantia de que os investidores de pequeno porte vão conseguir aplicar todo o dinheiro desejado. Isso porque, se houver excesso de demanda, haverá rateio. A única previsão é de que cada um ficará com pelo menos R$ 15 mil, o que equivalente a 15 debêntures. Acima disso, a divisão será proporcional ao pedido. Se a BNDESPar ainda não conseguir destinar R$ 15 mil para cada um, devido à forte procura, um novo valor máximo poderá ser fixado. Se houver forte demanda, a operação poderá ser ampliada em até 35%, para R$ 1,350 bilhão.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Desde o começo do ano, a oferta da BNDESPar era esperada. Documentos chegaram, inclusive, a ser enviados à Comissão de Valor Mobiliários. Mas, naquela época, ainda em meio à crise, a remuneração pedida pelos investidores era mais alta, o que teria feito a empresa esperar por um momento melhor, com taxas mais baixas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-4282337055493983334?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mainichiokane.blogspot.com/2009/11/bndespar-prioriza-varejo-em-oferta-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Urano)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-7172382887835643197</guid><pubDate>Tue, 17 Nov 2009 18:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-17T16:19:53.212-02:00</atom:updated><title>Onda imobiliária</title><description>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:18pt'&gt;&lt;strong&gt;Na busca por ganhos diferenciados, fundos com lastro em imóveis despertam a atenção da pessoa física.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;table border='0' style='border-collapse:collapse'&gt;&lt;colgroup&gt;&lt;col style='width:573px'/&gt;&lt;/colgroup&gt;&lt;tbody valign='top'&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;br/&gt;Valor Econômico&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Por Paola de Moura, do Rio&lt;br/&gt;17/11/2009&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Trebuchet MS; font-size:12pt'&gt;Os fundos imobiliários vivem um momento para lá de especial. A forte procura por parte dos investidores tem feito com que essas aplicações comecem a ganhar volume, depois de 15 anos desde a sua criação. Enquanto em 2008 o valor total de lançamentos foi de R$ 616,86 milhões, neste ano até ontem o número já chega a R$ 1,382 bilhão entre ofertas registradas e com dispensa, segundo dados da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) levantados pelo escritório de advocacia Lobo &amp;amp; De Rizzo. O crescimento é de 124%.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Trebuchet MS; font-size:12pt'&gt;Os números ficam ainda mais interessantes quando se olha as ofertas em análise na CVM. Há outros R$ 2,496 bilhões que, somados ao volume já registrado, representam nada menos do que um crescimento de 528,7% no ano. O total de R$ 3,878 bilhões equivale ainda a quase 90% dos lançamentos acumulados entre 2000 e 2008, de R$ 4,396 bilhões. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Trebuchet MS; font-size:12pt'&gt;Só na semana passada, entrou em análise uma oferta de R$ 1,3 bilhão liderada pela Votorantim Asset Management (VAM). A operação está dividida em dez séries, a primeira de R$ 400 milhões e as demais de R$ 100 milhões cada. Se sair, será a maior emissão de fundo imobiliário já realizada. Ainda não há prospecto disponível, mas o que se comenta no mercado é que o fundo, batizado de Votorantim Securities, deve investir em títulos de base imobiliária, como Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), com origem em operações envolvendo empreendimentos do próprio grupo - há de se esperar para tirar a "prova dos nove". &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Trebuchet MS; font-size:12pt'&gt;Sob o ponto de vista do investidor, os juros em níveis historicamente baixos têm levado muita gente a procurar alternativas mais rentáveis em relação à renda fixa. A isenção de imposto sobre o rendimento para a pessoa física confere um brilho a mais para essas aplicações neste momento. Os fundos imobiliários contam com isenção de IR sobre rendimentos distribuídos desde que o investidor não tenha mais de 10% do total do fundo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Trebuchet MS; font-size:12pt'&gt;Vale lembrar que, apesar do lastro em imóveis, esses fundos são considerados aplicações de renda variável. Isso porque essas carteiras têm dois componentes de ganhos: a variação das cotas e o rendimento distribuído originado de receitas de aluguel. Como são fundos fechados, não há resgate das cotas. O cotista vende suas cotas a terceiros no mercado secundário, como no caso das ações de companhias abertas, por exemplo. O resultado da maior procura por parte dos investidores interessados na renda é a valorização das cotas que, juntamente com o rendimento distribuído, faz o retorno da aplicação neste ano ficar próximo do Ibovespa. &lt;strong&gt;(Ver reportagem abaixo)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;									&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Trebuchet MS; font-size:12pt'&gt;Diante do aquecimento do mercado, a Caixa Econômica Federal - primeira a lançar um fundo para o varejo em 2004, o Torre Almirante - pretende ofertar ao mercado até cinco novos fundos imobiliários até o início de 2010. Segundo Flavio Arakaki, gerente operacional de Fundos Especiais da instituição, dois deles são fundos de locação. A empresa construirá um prédio e a renda virá do aluguel. Os modelos dos outros ainda estão sendo estruturados, mas o investidor pessoa física poderá participar. O banco colocará alguns deles com investimento mínimo de R$ 1 mil. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Trebuchet MS; font-size:12pt'&gt;Dois motivos explicam o maior volume de estruturação de fundos imobiliários sob o ponto de vista das gestoras. A CVM lançou duas instruções que mudaram o mercado. A primeira foi a Instrução 472, publicada em outubro do ano passado. Ela flexibilizou as regras que regem a constituição e o funcionamento dos fundos imobiliários. A autarquia permitiu, por exemplo, a subscrição parcial das cotas do fundo. Na prática, criou-se a possibilidade de trabalhar com um valor mínimo de subscrição, que varia de carteira para carteira, para que um fundo seja constituído. A partir da norma, destaca Carlos Ferrari, advogado especialista em fundos imobiliários da Lobo &amp;amp; De Rizzo, quando um administrador planeja criar um fundo para investir em um imóvel de R$ 50 milhões e não consegue arrecadar toda a quantia, ele pode investir inicialmente só a parcela levantada.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Trebuchet MS; font-size:12pt'&gt;No entanto, a mesma instrução trouxe um entrave para o mercado: exigiu que o cotista aprovasse toda e qualquer modificação no fundo. Ou seja, se houvesse a necessidade de alterar o investimento ou migrar para outro portfólio, a assembleia teria que ratificar a decisão. "A Instrução 478, de setembro deste ano, acabou com esta exigência e o mercado deslanchou", completa Ferrari. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Trebuchet MS; font-size:12pt'&gt;Arakaki, da Caixa, também acredita que as novas normas da CVM vão ajudar a expandir o mercado, mas critica a falta de liquidez do mercado secundário. Além disso, ele não acredita que o número de negociações secundários vá aumentar porque, segundo ele, os fundos vão render entre 1,2% e 1,3% ao mês e, com isso, num período de juros baixos, ninguém vai querer sair do investimento. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Trebuchet MS; font-size:12pt'&gt;A sócia da área de Direito Imobiliário do Barbosa, Müssnich &amp;amp; Aragão Advogados, Christiane Scabell Höhn, acredita que o mercado de fundos possa crescer ainda mais com o interesse dos fundos de pensão e principalmente com a chegada dos estrangeiros que estão trazendo mais investimentos ao Brasil e precisam buscar aplicações com boa rentabilidade. A advogada conta que o escritório está prestando serviços para quatro fundos imobiliários que estão sendo constituídos e devem chegar ao mercado no próximo ano. Dois deles são de estrangeiros criando fundos de fundos. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Trebuchet MS; font-size:12pt'&gt;Mas na visão de Rodolpho Vasconcellos, superintendente-geral da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), o volume ainda é pequeno e a falta de liquidez do mercado secundário é o principal entrave para que os fundos imobiliários ganhem volume de verdade. É necessário que o home broker passe a entrar neste mercado, mas para isso, as cotas precisam ser mais baratas. Vasconcellos também acredita que a entrada dos estrangeiros no mercado aumentará o volume o que estimulará secundário.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-7172382887835643197?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mainichiokane.blogspot.com/2009/11/onda-imobiliaria.html</link><author>noreply@blogger.com (Urano)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-5952713372547754492</guid><pubDate>Mon, 16 Nov 2009 11:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-16T09:26:46.504-02:00</atom:updated><title>Taxa de administração não cai e pode subir</title><description>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;div&gt;&lt;table border='0' style='border-collapse:collapse'&gt;&lt;colgroup&gt;&lt;col style='width:573px'/&gt;&lt;/colgroup&gt;&lt;tbody valign='top'&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Autor(es): FABRICIO VIEIRA&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Folha de S. Paulo - 16/11/2009&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt; &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;Afastado o temor de fuga dos fundos para a poupança, custos estagnaram ou, em alguns casos, tiveram pequenas altas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;									&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;Nos fundos de ações, a tarifa média cobrada foi de 2,18% em julho para 2,22% em setembro; multimercados foi de 1,43% para 1,46% &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;									&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;O temor de que os fundos sofressem valiosa perda de recursos para a poupança parece ter ficado para trás. Com os juros no piso, a Bolsa de Valores em alta e o desinteresse dos aplicadores em migrar dos fundos para a poupança, os bancos demonstram ter dado o assunto por encerrado. E não adianta o investidor ainda esperar por taxas de administração menores.&lt;br/&gt;As taxas de administração, que haviam se tornado uma das vilãs nos últimos meses, estão paradas há algum tempo. E, em alguns casos, como nos fundos de ações e multimercados, têm chegado a registrar pequenas altas. Nos fundos de ações, a taxa de administração média saiu de 2,18% em julho para 2,22% em setembro. No caso dos fundos multimercados, foi de 1,43% para 1,46% no período.&lt;br/&gt;"Os bancos passaram tranquilos por esse problema [risco de migração para a poupança]. Talvez se os juros básicos tivessem continuado em queda, tivéssemos visto outra realidade", diz William Eid Júnior, coordenador do Centro de Estudos em Finanças da FGV.&lt;br/&gt;Os dados da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) mostram que nos fundos DI, que é a categoria que sofre mais de perto os efeitos da Selic cadente, a taxa de administração variou de 0,98% no fim do primeiro semestre para 0,97% em setembro.&lt;br/&gt;O que os bancos fizeram de efetivo durante o período mais crítico, no primeiro semestre, foi mexer nas taxas de administração de forma indireta, ao diminuir a aplicação mínima inicial de muitos fundos. Dessa forma, deram ao cliente a oportunidade de, com os mesmos recursos que possuía, encontrar um tipo de fundo que cobrasse taxa menos elevada.&lt;br/&gt;Antônio Cássio Segura, gerente-executivo da área de varejo do BB, diz que o investidor de médio porte, que costuma aplicar em fundos, "chegou a olhar para a poupança, mas acabou por manter suas aplicações onde estavam". "O temor de que houvesse migração não se concretizou", diz Segura.&lt;br/&gt;O mercado projeta que a taxa Selic -referência para os juros praticados no mercado, inclusive nas aplicações- começará a subir em 2010. Hoje a Selic está em 8,75%. Para o fim de 2010, o mercado trabalha com a expectativa de 10,50%.&lt;br/&gt;Quando a Selic começou a acelerar o processo de queda, ainda no primeiro trimestre, se começou a especular que os investidores trocariam os fundos pela poupança que, por não cobrar nem taxa de administração nem IR, se tornaria mais competitiva. Naquela época, o governo começou a dar sinais de que estaria disposto a passar a cobrar IR da poupança para tentar equilibrar o jogo.&lt;br/&gt;A taxa de administração está presente nos fundos e costuma oscilar entre 1% e 3%. Quanto menor a rentabilidade da aplicação, mais pesada fica, proporcionalmente, a taxa de administração cobrada.&lt;br/&gt;"O mercado deu um alívio para os gestores, que com certeza há não muito tempo estavam preocupados com o risco de perderem aplicações. Não houve a forte migração para a poupança que se esperava, os juros parecem que chegaram a seu piso e a Bolsa voltou a subir com força", diz Mauro Calil, do Centro de Estudos e Formação de Patrimônio Calil &amp;amp; Calil.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;Captação de recursos&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;A caderneta de poupança captou cerca de R$ 17 bilhões em recursos neste ano. No segmento de fundos, as categorias que se destacam no ano são os multimercados, que acumulam captação de R$ 32,1 bilhões, seguidos pela renda fixa, que atraiu R$ 9,8 bilhões, e as ações, com R$ 2,3 bilhões.&lt;br/&gt;Os fundos DI ainda estão no vermelho em 2009, com saques batendo aplicações em R$ 5,01 bilhões. Mas a categoria tem demonstrado poder de recuperação: nos primeiros dez dias do mês já captou R$ 1,2 bilhão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-5952713372547754492?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mainichiokane.blogspot.com/2009/11/taxa-de-administracao-nao-cai-e-pode.html</link><author>noreply@blogger.com (Urano)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-3948669132433014691</guid><pubDate>Mon, 16 Nov 2009 09:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-16T07:54:17.151-02:00</atom:updated><title>Aplicação certa faz seu 13º virar 14º, 15º...</title><description>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;O melhor destino para o salário extra depende do valor e de quanto tempo ele vai ficar aplicado &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;em&gt;Jornal da Tard&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;em&gt;16/11/2009&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;em&gt;PAULO DARCIE, &lt;a href='mailto:paulo.darcie@grupoestado.com.br'&gt;paulo.darcie@grupoestado.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;					&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Ao receber o 13º salário, quem não tiver dívidas para quitar e estiver com as finanças pessoais organizadas terá com o abono a oportunidade de reforçar seus investimentos. Decidir onde aplicar o dinheiro extra depende do quanto sobrou, quanto já se tem investido e em quanto tempo pretende usar o dinheiro.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Caso os recursos já tenham destino certo, e o investimento seja apenas para guardá-lo por alguns meses, especialistas concordam que a tradicional caderneta de poupança pode ser uma boa opção. "Ela não exige nenhuma tecnologia ou grandes cálculos e fica fácil sacar o dinheiro", diz o professor de finanças da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (FEA-USP), Rafael Paschoarelli.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A caderneta tem sido em 2009 uma boa alternativa aos fundos de renda fixa, que perderam rendimento com as quedas da taxa básica de juros, a Selic, e têm taxa de administração. "Eventualmente algum banco pode ter alguma boa opção de CDB mais vantajosa, mas isso depende de negociação", opina a professora de finanças da Unicid, Sandra Biagioli.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Se o bolo do 13º não tiver destino no curto prazo, Paschoarelli recomenda o investimento conservador em títulos da dívida pública, vendidos pela internet, pelo site &lt;a href='http://www.tesourodireto.gov.br'&gt;www.tesourodireto.gov.br&lt;/a&gt;. Trata-se de uma modalidade de investimento extremamente segura, já que o risco que ela carrega é atrelado ao risco de calote do governo. "O ideal é procurar por títulos com o vencimento compatível com o tempo que vai precisar de investir", afirma ele.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Para Paschoarelli, não adianta começar um novo investimento sem ponderar o preço pago pelo produto - como taxas de administração e corretagem. "Se a dúvida é o que fazer com o 13º, isso depende de quanto de dinheiro estamos falando. Se sobra pouco, pode ser que as taxas comprometam a rentabilidade", avalia. "A melhor opção, então, pode ser reforçar algum investimento que já tenha."&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O tamanho da renda extra e o do montante já poupado também pesam na hora de se decidir por aplicá-la no mercado de ações. Os especialistas não recomendam focar os investimentos em renda variável justamente por seu risco elevado. Para a professora Sandra, um investidor sem experiência neste mercado não deve arriscar seu 13º caso não tenha um "bom colchão". "Com menos de R$ 50 mil já garantidos em outros investimentos mais seguros, não é recomendado entrar na bolsa"&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Acertar suas pendências, no entanto, vem antes de qualquer plano para o 13º. "Não adianta pensar em investimento para médio ou longo prazos se tem dívidas", afirma Paschoarelli. Para ajeitar a casa, os especialistas recomendam dar prioridade ao pagamento de dívidas mais caras, ou seja: as que têm maior taxa de juros&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;"Cartão de crédito e cheque especial são, geralmente as mais caras", afirma Sandra Biagioli, da Unicid. "É preciso colocar tudo no papel, ver quais as mais caras e tentar renegociar".&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Pensando no futuro&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A enfermeira Sarah Sumaia, de 24 anos, já tem planos para o dinheiro extra do 13º. Uma parte dele vai para uma viagem de fim de ano para a Bahia. "Reservei uns 30% para as férias", conta ela.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Os outros 70% serão investidos. Ela cogita comprar ações, e está estudando aumentar seu portfólio, que já tem papéis de Petrobrás e Vale do Rio Doce . "Gostaria de diversificar", conta. O destino do investimento já é certo, e não deve passar mais de um ano imobilizado em ações. "Vou resgatar no fim do ano que vem para planejar meu casamento", conta Sarah.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;POUPANÇA&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;PRÓS&lt;br/&gt;É a modalidade menos complexa e mais fácil de se investir. Tem também alta liquidez. Sobre seu rendimento não incide imposto de renda.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;CONTRAS&lt;br/&gt;Movimentar o dinheiro entre caderneta e conta corrente é fácil. Assim, é preciso cuidado para que o que deveria ser poupado não caia no giro mensal.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;FUNDO DE RENDA FIXA&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;PRÓS&lt;br/&gt;Não tem, entre os componentes da carteira, ações ou outros ativos de renda variável. Por isso são seguros. Há opções para investimentos a partir de R$ 50&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;CONTRAS&lt;br/&gt;Com a queda da Selic, o rendimento dos fundos piorou, e alguns perdem da poupança. Altas taxas de administração podem minar os ganhos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;AÇÕES&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;PRÓS&lt;br/&gt;O mercado de renda variável pode significar ganhos maiores do que a renda fixa. Para quem tem conhecimento, é boa opção para o longo prazo&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;CONTRAS&lt;br/&gt;O rendimento não é garantido, e está sujeito a acidentes de percurso. Quanto mais arriscado o investimento, maior o prejuízo em caso de perdas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;TESOURO DIRETO&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;PRÓS&lt;br/&gt;Dá para comprar títulos com pouco mais de &lt;br/&gt;R$ 100. Eles podem ser comprados pela internet, têm rendimento garantido e corretagem baixa.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;CONTRAS&lt;br/&gt;Caso o investidor decida resgatar o dinheiro investido antes do vencimento do título, corre o risco de não conseguir o retorno esperado. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-3948669132433014691?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mainichiokane.blogspot.com/2009/11/aplicacao-certa-faz-seu-13-virar-14-15.html</link><author>noreply@blogger.com (Urano)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-5160299476344771973</guid><pubDate>Mon, 09 Nov 2009 09:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-09T07:52:35.640-02:00</atom:updated><title>Tesouro é opção para aposentadoria</title><description>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Títulos da dívida pública são elementos seguros para formação de carteira de longo prazo &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;em&gt;Jornal da Tarde&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;em&gt;09/11/2009&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;em&gt;Paulo Darcie, &lt;a href='mailto:paulo.darcie@grupoestado.com.br'&gt;paulo.darcie@grupoestado.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;					&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;O mercado de títulos de dívida do governo federal, em razão da sua segurança e perspectiva de retorno, pode ser uma boa opção para a formação de uma carteira visando a aposentadoria. Conhecer as diversas opções, planejar e diversificar os investimentos, contudo, são os primeiros passos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Os títulos, vendidos pelo site www.tesouro.fazenda.gov.br, são considerados papéis seguros, pois o risco que carregam é o do calote nas contas públicas. "Eles compõem até 85% dos fundos de previdência privada", explica o professor de economia da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), Samy Dana. "Títulos de longo prazo podem ser uma alternativa a um plano de previdência. A diferença é a parcela de renda variável e o Imposto de Renda regressivo que têm os planos". &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;No cenário de crise econômica, eles se revelaram atrativos, já que a taxa Selic registrou queda - de 13,75% ao ano para 8,75% - durante o ano, o que arranhou a rentabilidade dos fundos de renda fixa; e o mercado de renda variável passou por momentos de grande instabilidade. "A taxa de administração não era notada devido ao elevado rendimento dos fundos. Agora que eles rendem menos, a taxa, que não caiu, fica cara", avalia.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Para quem pensa em aposentadoria, o rendimento que os títulos oferecem fazem dele boa opção. "A poupança rende 6% ao ano mais TR, sem garantir lucro acima da inflação. Já os títulos do tesouro indexados dão ganho real (acima da inflação) ou aqueles atrelados à taxa Selic, que, mesmo tendo caído, ainda é alta", explica o professor Ricardo Torres, da Brazilian Business School. Além dessas duas modalidades, há os títulos prefixados, em que a taxa de retorno é definida na hora da compra.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;À venda, o investidor encontra desde títulos com vencimento em 2010 até 2045. Alguns, como as Notas do Tesouro Nacional (NTN) prefixadas renderam até 40,5% nos últimos 12 meses. Já as NTN-B, indexada ao IPCA renderam 35,5% no mesmo período. As Letras Financeiras do Tesouro (LFT) renderam 10,5%. Segundo o educador financeiro Reinaldo Domingos, os investimentos devem ser planejados com data de resgate e objetivos definidos. "Se é para a aposentadoria, não pode deixar o dinheiro entrar no giro mensal", afirma ele, lembrando que títulos como as NTN, pagam os juros semestralmente, enquanto outras, como as LTN, são aplicações de um só resgate. "Precisa de disciplina."&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;Diversificar&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Domingos alerta, também, que a reserva para a aposentadoria, no longo prazo, não pode ser centrada em um só investimento. "É preciso diversificar. Ter só previdência privada, ou só ações, ou só títulos não é saudável para a vida financeira."&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;É o que tem feito, mesmo sem um plano de previdência privada, o bancário Arthur Melo, de 24 anos. Há um ano ele comprou títulos com vencimentos em diversas datas. Do total que investiu em títulos, destinou 40% para os prefixados, outros 40% em indexados à Selic e os 20% restantes indexados ao IPCA.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;"Estes têm vencimento em 2035, para não mexer, mesmo, pensando no futuro", conta ele. "Alguns têm vencimento mais próximo, para ter de onde tirar dinheiro quando tiver que fazer um gasto maior", planeja ele.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-5160299476344771973?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mainichiokane.blogspot.com/2009/11/tesouro-e-opcao-para-aposentadoria.html</link><author>noreply@blogger.com (Urano)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-8592994760715128293</guid><pubDate>Sun, 08 Nov 2009 23:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-08T22:03:12.081-02:00</atom:updated><title>Reunião de Condomínio</title><description>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;No quadro &lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: times new roman;" href="http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,JOR323-15607,00.html"&gt;Reunião de Condomínio&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt; do Fantástico uma senhora afirmou que comprou o apartamento há 7 anos por 70 mil reais e hoje vale 190 mil devido à criação de uma área de lazer. Pois bem, fui à &lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: times new roman;" href="https://www3.bcb.gov.br/CALCIDADAO/jsp/index.jsp"&gt;Calculadora do Cidadão&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt; na página do Banco Central do Brasil e calculei o valor de 70 mil reais aplicados a 100% do CDI hoje. Por incrível que pareça, o resultado é R$ 192.739,38. Claro que há imposto de renda, no caso, descontando 15% sobre o rendimento, o valor líquido seria de R$ 174.328,47. Claro que a dona do apartamento também terá que pagar taxas, impostos, corretagem, etc para vender seu imóvel...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-8592994760715128293?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mainichiokane.blogspot.com/2009/11/reuniao-de-condominio.html</link><author>noreply@blogger.com (Urano)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-3227642877617771184</guid><pubDate>Tue, 27 Oct 2009 12:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-27T10:27:31.161-02:00</atom:updated><title>IR de fundos será maior que rendimento mensal</title><description>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;div&gt;&lt;table border='0' style='border-collapse:collapse'&gt;&lt;colgroup&gt;&lt;col style='width:573px'/&gt;&lt;/colgroup&gt;&lt;tbody valign='top'&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;Autor(es): Felipe Frisch&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;O Globo - 26/10/2009&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt; &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;Come-cotas em novembro deve anular ganho do mês. Alta de juros em 2010 põe renda fixa em destaque novamente&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;									&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;O investidor dos tradicionais fundos DI e de renda fixa, que acompanham a taxa básica de juros, Selic, hoje em 8,75% ao ano, deverá perder dois meses de rendimento este ano, para pagar o Imposto de Renda (IR) destas aplicações. E um desses meses será o de novembro, que começa daqui a uma semana e, à semelhança do que ocorre em maio, é quando incide o chamado "come-cotas". É esta a forma como o tributo é retido nas carteiras atreladas à taxa de juros: a cada seis meses, no último dia útil de maio e de novembro, o Leão morde o número de cotas equivalente a 15% da rentabilidade no período.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O problema é que, como a Selic está em queda — estava em 13,75% ao ano em dezembro —, o IR considerará no cálculo o rendimento de meses em que a remuneração foi mais elevada.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Com isso, o tributo será maior do que a rentabilidade de boa parte destes fundos de investimento no mês de novembro. O episódio também ocorreu em maio. Na ocasião, o IR médio foi equivalente a 0,87% dos valores aplicados nos fundos DI, contra uma rentabilidade média de 0,79%.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Para novembro, se a rentabilidade for semelhante à de outubro — o que tende a ocorrer, já que o Banco Central (BC) manteve a Selic estável em 8,75% ao ano na última semana e só volta a se reunir em dezembro, para quando também não há previsão de alteração na taxa —, o IR médio dos fundos será equivalente a 0,68%, dos valores aplicados, contra uma rentabilidade entre 0,64% e 0,72% estimada no mês.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;Desconto do imposto é feito no número de cotas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;									&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;E o investidor desavisado destes fundos poderá levar um susto se simplesmente comparar o saldo do fim de outubro com o do fim de novembro, pois poderá ter a impressão de que perdeu dinheiro. De fato, perdeu, não em rentabilidade, mas em número de cotas, que viraram tributo, como explica o administrador de investimentos Fabio Colombo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O IR total dos fundos DI e de renda fixa pode chegar a 22,5% da rentabilidade, quanto menos tempo o investidor ficar na aplicação.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A diferença além dos 15% é recolhida no resgate. A redução do IR, fixando-o em 15% independentemente do prazo, foi uma das hipóteses sugeridas pelo governo para garantir que essas carteiras se mantenham mais atraentes do que a caderneta de poupança, que não é tributada.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Embora oficialmente a rentabilidade média dos fundos DI nos últimos 12 meses seja de 8,92%, contra a de 7,09% da poupança, na prática poucos investidores conseguem esse rendimento nas carteiras de renda fixa ou DI. Isso porque, além do IR, as taxas de administração cobradas pelos fundos são altas — chegam a 4% ao ano — e levam embora boa parte do ganho, aumentando a atratividade da caderneta.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A preocupação do governo decorre do fato de que estes fundos são os maiores financiadores da dívida federal, pois compram títulos públicos, e é por isso que acompanham a Selic. Como o IR é retido na fonte e a próxima incidência ocorre em novembro, este é considerado por analistas o prazo ideal para o governo mudar a legislação, para que a lei possa valer ainda em 2009 ou para não ter de devolver IR.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O alerta do prazo para alterar a lei é do professor de Finanças do Ibmec Gilberto Braga: — Novembro está chegando.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Se o governo tiver que mexer, seria uma boa fazê-lo agora, dando uma espécie de alforria com relação à tributação para os seis meses anteriores e estimulando as pessoas a ficarem na renda fixa. Do contrário, a percepção de que a rentabilidade em novembro foi negativa aumenta o risco de migração para a poupança.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Na prática, muitos analistas já descartam que o governo faça algo para reduzir a vantagem da poupança sobre os fundos, como tributar a caderneta. Isso porque a expectativa é de que o BC volte a elevar a Selic no segundo trimestre de 2010. O que será um alívio para os cofres públicos, ao serem mantidos os compradores de títulos federais, e para investidores dos fundos, que voltarão a ter rentabilidade comparável à de outras aplicações.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A projeção média dos analistas é de que a taxa básica de juros encerre 2010 em 10,50% ao ano, de acordo com o relatório Focus, divulgado pelo próprio BC, com estimativas do mercado. Se essa alta for confirmada, a renda fixa pode até voltar a ser destaque entre os investimentos possíveis.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;— É cada vez mais consensual de que vai haver esta elevação dos juros entre abril e junho do ano que vem — diz Alexandre Póvoa, diretor da gestora de fundos Modal Asset, para quem a Selic pode chegar a 11,25% no fim de 2010, com uma elevação de 0,25 ponto, quatro de 0,5 e mais uma de 0,25.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O motivo principal para elevar os juros será conter a inflação, que pode ser pressionada pela recuperação econômica do país.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;— Entre as aplicações conservadoras, com certeza a renda fixa se recupera um pouco. Com a alta dos juros, os fundos devem pelo menos se equiparar à poupança em 2010 — diz Póvoa.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O economista-chefe da corretora Ágora, Álvaro Bandeira, estima a Selic em 10,75% ao ano no fim do próximo ano, e reconhece que há quem fale em taxa de 13% ao longo de 2010: — Mas não acho que a volta dos juros ameace aplicações como a Bolsa. Isso só ocorre quando o juro real (taxa básica menos inflação) vai de 7% a 9% ao ano.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Hoje, está em torno de 4%.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-3227642877617771184?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mainichiokane.blogspot.com/2009/10/ir-de-fundos-sera-maior-que-rendimento.html</link><author>noreply@blogger.com (Urano)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-5482037586894649018</guid><pubDate>Mon, 26 Oct 2009 12:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-26T10:10:44.334-02:00</atom:updated><title>A Bolsa a um click de distância</title><description>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Jornal da Tarde&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;26/10/2009&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Negociar ações pela internet é opção para pessoa física. Veja como escolher sua corretora&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Darcie, paulo.darcie@grupoestado.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos responsáveis pela popularização do mercado de capitais entre os investidores individuais, o home broker, serviço que permite a negociação de ações pela internet, ganha cada vez mais espaço. Em setembro teve sua maior participação da história na BM&amp;amp;F Bovespa: ao todo, 215,8 mil pessoas usaram a ferramenta, movimentando 31,2% do total negociado na Bolsa de Valores São Paulo (Bovespa). Para quem pensa em entrar no mercado de ações, o primeiro passo é a escolha de uma corretora de valores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somente corretoras podem fazer ordens de compra e venda no pregão, e sua escolha depende do perfil do usuário. Existem 67 delas operando o home broker e os serviços oferecidos variam bastante. A primeira decisão do investidor é se vai optar por uma corretora independente ou uma de banco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É comum que o investidor comece com as corretoras dos grandes bancos, pois eles têm alcance maior”, avalia o superintendente de marketing da Banifinvest, Bruno Di Giorgio. “Conforme o cliente vai conhecendo melhor suas preferências e o mercado, procura produtos mais adequados para ele”, afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor de finanças do Insper, Ricardo Almeida, lembra que nas corretoras de bancos as operações podem ser feitas de modo mais rápido, pois não é preciso transferir dinheiro para a conta da corretora por meio de DOC ou TED.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também devem ser levados em consideração os custos de operação cobrados por cada corretora. Sobre cada movimentação incide uma taxa de corretagem e, mensalmente, o cliente ainda paga uma taxa de custódia, para cobrir custos operacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os custos variam de acordo com a estrutura da corretora e com os serviços extras que elas oferecem. Manter uma equipe de analistas tem seu preço”, lembra Almeida. O professor recomenda a escolha de acordo com a necessidade que o cliente tem de acessar produtos oferecidos. “Para quem não está familiarizado com o mercado, pagar um pouco mais pelas análises, cursos e gráficos pode ser essencial”, diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem pensa em começar a investir com valores muito baixos, no entanto, pode inviabilizar seus lucros por conta das taxas. “É possível comprar até mesmo uma única ação, que custe R$ 1, mas, se a taxa de corretagem pela operação for de R$ 5, vai ser difícil que esse negócio traga lucro”, afirma o diretor comercial da TOV, Valestan Ribeiro. Estipular ou não um valor mínimo para investimento no home broker é decisão de cada corretora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comprar e vender ações sem “interferências”, porém, pode não ser o melhor para quem não conhece o básico do mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Tem que estudar. O ideal é ler balanços de empresas, aprender a interpretar as informações e saber exatamente do que está tratando”, ressalta o administrador de investimentos Fábio Colombo. “Boa opção para iniciantes, o fundo de ações tem um gestor especialista no assunto tomando as decisões”, afirma ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do fundo, uma outra alternativa, de acordo com Almeida, do Insper, é começar paralelamente no home broker e via telefone, com o operador, para “sentir o mercado”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro risco, lembram os especialistas, é o vício que a facilidade de se comprar e vender papéis a qualquer momento pode trazer. “Tem que tomar cuidado para não utilizá-lo como se estivesse apostando. Mercado não é cassino”, alerta Colombo. “O investidor pode chegar a um ponto de querer ter um lucro maior a cada operação, sem fazer a análise necessária antes”, lembra. “Há uma ilusão de que é ‘charmoso’ comprar e vender ações sem o auxílio de profissionais, entretanto, se as decisões não tiverem embasamento, o prejuízo pode ser grande”, diz Almeida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SAIBA MAIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CUSTÓDIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Taxa mensal que cobre custos operacionais das corretoras. Não é obrigatória, e há corretoras que a condicionam ao número de operações no mês&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CORRETAGEM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cobrada a cada ordem de compra ou venda. O valor, definido pela corretora, pode ser fixo ou uma fração do negócio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAY TRADE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Operações de compra e venda de ações no mesmo dia, para lucrar com a diferença&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-5482037586894649018?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mainichiokane.blogspot.com/2009/10/bolsa-um-click-de-distancia.html</link><author>noreply@blogger.com (Urano)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-2815144673008081315</guid><pubDate>Fri, 23 Oct 2009 11:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-23T09:19:18.841-02:00</atom:updated><title>No pós-Copom, giro dobra e juro cai</title><description>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;div&gt;&lt;table border='0' style='border-collapse:collapse'&gt;&lt;colgroup&gt;&lt;col style='width:573px'/&gt;&lt;/colgroup&gt;&lt;tbody valign='top'&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Por dentro do mercado - Luiz Sérgio Guimarães &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Valor Econômico - 23/10/2009&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt; &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Nem a surpreendente queda da taxa de desemprego conseguiu entusiasmar os "comprados" em taxa no mercado futuro de juros da BM&amp;amp;F. Diante do caminho da total estabilidade trilhado pelo Copom do Banco Central, não teve jeito de evitar mais uma rodada de baixa dos juros futuros. Um Copom não se esgota na decisão em si sobre a taxa Selic que irá vigorar pelos 45 dias seguintes. Ele pode manter a taxa mas, manejando habilmente o placar e o texto do comunicado, direcionar o mercado futuro para um lado ou para outro. Neste Copom de outubro, a estabilidade se deu nas três pontas: a taxa permaneceu no degrau historicamente baixo de 8,75%, a decisão foi tomada coesamente pelos oito integrantes do Comitê e nem uma vírgula foi mudada de lugar no texto da nota. Com essa plena passividade, o BC quis indicar ao mercado que as projeções de juros estão corretas? Nada disso. Os players entenderam que, para o BC, a curva estaria excessivamente inclinada para cima, embutindo aperto monetário em 2010 que o Copom não tem interesse em fazer.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;O declínio dos CDIs futuros foi geral. Não só os mais curtos recuaram. Os com vencimento mais distante também. E o volume de negócios dobrou, foi para 616 mil contratos no pregão normal. O juro para a virada do ano cedeu de 8,67% para 8,65%. O contrato mais negociado, para janeiro de 2011, recuou de 10,37% para 10,28%. A taxa do swap de 360 dias caiu de 9,99% para 9,89%. A queda em bloco mostra que o mercado continua confiando na capacidade de o BC fazer, no momento em que achar necessário, a coisa certa. Pois caso interpretasse que a decisão de manter a Selic estabilizada em 8,75% por longo período foi tomada levianamente - utilizando-se critérios outros que não os exclusivamente técnicos - as taxas mais longas subiriam. Isso porque, se não houvesse reação tempestiva a pressões inflacionárias, o aperto monetário exigido no futuro teria de ser bem mais intenso.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Mas observe-se que a simples manutenção do comunicado não representa um pito do BC ao suposto exagero da inclinação positiva da curva futura. Caso quisesse derrubar para valer os juros futuros, o Copom não precisaria estabelecer dissenso no escore de 8 a zero em prol de um recuo da Selic na reunião de dezembro. Bastaria mudar o tom do comunicado, de forma a alargar ainda mais o horizonte do congelamento monetário. Se o Copom considera a taxa de 8,75% compatível com o cenário benigno de inflação desenhado para o "horizonte relevante", não será a taxa de desemprego calculada pelo IBGE - que caiu de 8,1% em agosto para 7,7% em setembro, quando os analistas esperavam baixa para 8% - que irá fazer a cabeça do mercado.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style='text-align: center'&gt;&lt;table border='0' style='border-collapse:collapse'&gt;&lt;colgroup&gt;&lt;col style='width:338px'/&gt;&lt;/colgroup&gt;&lt;tbody valign='top'&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt; &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p/&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;No mercado de câmbio, o dólar teve dois momentos distintos. De manhã, subiu até 0,93%, cotado a R$ 1,7410, para acompanhar a apreensão com a qual os grandes investidores globais receberam o resultado do PIB chinês no terceiro trimestre. Os mercados internacionais não ficaram decepcionados com o dado em si, embora tenha sido inferior às expectativas. A China cresceu 8,9% no trimestre, ante expansão de 7,9% registrada no período anterior, mas os economistas previam alta de 9,1%. Mas eles não gostaram nem da qualidade deste crescimento nem de sua sustentabilidade. O produto chinês cresce, por exemplo, mais em função de investimento do que de consumo - o contrário do processo brasileiro. À tarde, as bolsas americanas começaram a subir por causa de indicador americano antecedente exibindo ótimo crescimento - o Conference Board avançou 1% em setembro, na sexta alta consecutiva, para expectativa de +0,8% -, e o dólar devolveu a alta matinal. Fechou rigorosamente estável em R$ 1,7250.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Só não caiu porque o IOF de 2% exerce inibições à livre movimentação de capitais voláteis, de curto prazo. Como a taxa come quase três meses da rentabilidade paga pela Selic, se o capital for embora agora o momento do reingresso terá de ser muito bem avaliado para que a variação cambial não anule fatia ainda maior da rentabilidade. Diante desse risco introduzido pela tributação, irão crescer as operações informais destinadas a driblá-la. E grande parte delas passa pelos mercados de derivativos, um fluxo de dólares sintéticos que não será alcançado pela estatística oficial da balança cambial.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;Luiz Sérgio Guimarães é repórter de finanças&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-2815144673008081315?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mainichiokane.blogspot.com/2009/10/no-pos-copom-giro-dobra-e-juro-cai.html</link><author>noreply@blogger.com (Urano)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-6772035549257955013</guid><pubDate>Thu, 22 Oct 2009 11:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-22T09:28:43.170-02:00</atom:updated><title>Renda fixa apresenta retorno menor que fundos DI no mês até dia 16</title><description>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;div&gt;&lt;table border='0' style='border-collapse:collapse'&gt;&lt;colgroup&gt;&lt;col style='width:573px'/&gt;&lt;/colgroup&gt;&lt;tbody valign='top'&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Autor(es): Luciana Monteiro&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Valor Econômico - 22/10/2009&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt; &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;A subida das taxas de juros futuras nas últimas semanas trouxe impacto nos fundos com papéis prefixados em suas carteiras. Os fundos de renda fixa, por exemplo, já apresentam ganhos inferiores aos dos fundos DI no acumulado do mês.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Segundo dados da Associação Nacional dos Bancos de Investimento (Anbid), até o dia 16, as carteiras que podem aplicar em prefixados registram ganho médio de 0,34%, enquanto os DI rendem 0,38%. No mesmo período, o Certificado de Depósito Interfinanceiro (CDI, o juro interbancário que serve de referencial para as carteiras mais conservadoras) variou 0,36%. E essa diferença deverá se acentuar ainda mais por conta da elevação dos juros futuros nesta semana após a decisão do governo de taxar em 2% o capital externo para investimentos em renda fixa e ações, anunciada na segunda-feira.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style='text-align: center'&gt;&lt;table border='0' style='border-collapse:collapse'&gt;&lt;colgroup&gt;&lt;col style='width:338px'/&gt;&lt;/colgroup&gt;&lt;tbody valign='top'&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt; &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p/&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;A boa notícia é que as taxas projetadas no mercado futuro também podem representar a oportunidade de o investidor travar agora ganhos maiores. Isso porque muitos analistas avaliam que as taxas futuras estão muito acima do que a correção que o governo deve fazer na Selic. Haveria, portanto, prêmios nos papéis prefixados, principalmente naqueles com vencimento mais longos. Este seria, portanto, um momento interessante para aplicar num fundo de renda fixa. Já os investidores que já estão numa carteira desse tipo estão perdendo, mas não devem sair para não perderem a recuperação que essas aplicações terão.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;O desempenho dos renda fixa pode ser explicados por alguns motivos. Primeiramente, diante dos sinais de recuperação da economia brasileira, os investidores começaram a projetar um aumento da Selic no futuro para evitar pressões inflacionárias. A segunda causa estaria no temor com relação à substituição de do presidente do Banco Central (BC) e de três diretores.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;A alta mais recente do juro futuro foi por causa do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) de 2% sobre investidores estrangeiros em ações e títulos de renda fixa. Para compensar esse custo maior, o investidor externo passou a exigir um retorno maior.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;"Acho que neste momento o melhor que o investidor tem a fazer é não fazer nada", avalia Alexandre Espírito Santo, diretor do curso de Relações Internacionais da ESPM-RJ. "O juro futuro pode estar exagerado porque a Selic pode não subir tudo isso que o mercado está projetando", diz. Ele, por exemplo, trabalha com a Selic em 10,75% no fim do ano que vem, admitindo um BC conservador e não desenvolvimentista. "De qualquer forma, este é um momento delicado, portanto, não faria mudança de portfólio agora", afirma. "Acho que a história do IOF traz uma volatilidade desnecessária."&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;No acumulado do ano, entretanto, os fundos de renda fixa ainda ganham mais que os DI. Até o dia 16, o ganho soma 8,51%, enquanto os fundos DI rendem 8,27% em média. O CDI no período apresenta variação de 8,02%.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-6772035549257955013?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mainichiokane.blogspot.com/2009/10/renda-fixa-apresenta-retorno-menor-que.html</link><author>noreply@blogger.com (Urano)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-7957974084569645906</guid><pubDate>Wed, 21 Oct 2009 13:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-21T11:27:24.948-02:00</atom:updated><title>Taxação cria oportunidade em títulos prefixados</title><description>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;div&gt;&lt;table border='0' style='border-collapse:collapse'&gt;&lt;colgroup&gt;&lt;col style='width:573px'/&gt;&lt;/colgroup&gt;&lt;tbody valign='top'&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Autor(es): Alessandra Bellotto&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Valor Econômico - 21/10/2009&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt; &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;A medida do governo de taxar o capital estrangeiro que entra no país para investimentos em ações e títulos de renda fixa com Imposto de Operações Financeiras (IOF) de 2% mexeu com a curva de juros, formada pelas projeções do mercado financeiro para o CDI para diferentes períodos. Os vencimentos mais longos, os preferidos dos estrangeiros, foram os mais afetados, com a alta dos prêmios exigidos para acomodar a nova taxação. Isso abriu oportunidades para o investidor local. Mas vale ressaltar que as taxas pagas estão maiores porque a percepção de risco também piorou.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;"A curva de juros abriu (com a alta dos prêmios) para acomodar o investidor estrangeiro e o retorno para o local ficou melhor", afirma o economista-chefe da corretora Gradual, Pedro Paulo da Silveira. Segundo ele, o aumento dos prêmios não chega a ser proporcional aos 2% de taxação, mas está acima de 1%.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Ele cita como exemplo o contrato de DI com vencimento em janeiro de 2012 negociado na BM&amp;amp;F, que chegou a pagar 11,70% ontem, ante 11,20% da véspera. Esse aumento de meio ponto ao ano, afirma Silveira, no prazo de 26 meses até o vencimento significa um ganho de 1,10% na taxa. Para o investidor do varejo, na visão do economista, há boas oportunidades nas Notas do Tesouro Nacional série F (NTN-F), títulos prefixados.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;No Tesouro Direto, sistema de negociação de títulos públicos para pessoa física, as NTN-F de mesmo vencimento foram negociadas ontem a 11,91%. "Neste nível de taxa, vale a pena apostar no papel", acredita Silveira. Ele argumenta que, mesmo num cenário bastante conservador - de alta do juro de 0,25 ponto percentual em dezembro e outras seis de meio ponto no ano que vem, elevando a Selic dos atuais 8,75% para 12% -, a aplicação ainda oferece um potencial de retorno atraente.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Isso porque o CDI estimado para esse período, levando em conta o aumento da Selic para 12% no fim do ano que vem, é de 11,10%. "Esse é o preço justo estimado para a NTN-F hoje, o que significa que quem conseguir uma taxa de 11,91% estará recebendo mais de 107% do CDI", diz.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Entre as diversas alternativas disponíveis para o investidor, a renda fixa de longo prazo é a que mais oferece oportunidades hoje, na visão de Carlo Moratelli, diretor de investimentos da Orey Financial Brasil, family office controlado pelo grupo português Orey. Ele cita a diferença grande entre as taxas dos contratos de juros futuros de curto e longo prazos. Enquanto o DI com vencimento em janeiro de 2010 marcava ontem 8,67%, o de 2017 pagava 12,94%, uma diferença de mais de 4 pontos percentuais. "Uma taxa de quase 13%, apesar do horizonte de longo prazo, pode significar um juro real de cerca de 8%, considerando uma inflação de 5%", diz. Moratelli ressalta, contudo, que não há indícios de pressão forte dos preços.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;As NTN da série B, títulos públicos que pagam IPCA mais juro, também passaram a oferecer prêmios maiores. Os títulos com vencimento em 2017 ontem foram negociados a 6,70%. Quanto mais perto dos 7%, melhor, destaca o diretor da Orey. Ele lembra que no auge da crise financeira, em outubro, esses títulos chegaram a sair a 10% e, no início deste ano, ainda num cenário conturbado, a 7,70%. Na mínima do ano, o juro foi de 6,25%. "Os prêmios voltaram a subir e pode ser oportunidade para o investidor que quer se proteger de inflação." Hoje, o juro real (descontada a inflação) está pouco acima de 4%, compara.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Além disso, Moratelli acredita que o risco de investir em ações no curto prazo aumentou, por conta da taxação. "A bolsa precisa de fluxo novo e contínuo para manter o crescimento", afirma.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Para o economista-chefe da Ativa Corretora, Arthur Carvalho Filho, operar no mercado de renda fixa pode ser muito arriscado no momento. "A curva abriu, mas porque há muitas incertezas sobre o cenários de juros e a taxação é só mais uma delas", diz. Ele cita a possível saída de Henrique Meirelles da presidência do Banco Central e a própria eleição presidencial. Os títulos mais longos estão sujeitos a todos esses fatores de risco, lembra Carvalho, e não oferecem prêmios tão vigorosos assim.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-7957974084569645906?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mainichiokane.blogspot.com/2009/10/taxacao-cria-oportunidade-em-titulos.html</link><author>noreply@blogger.com (Urano)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-2233757220443535758</guid><pubDate>Fri, 16 Oct 2009 11:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-16T08:04:56.042-03:00</atom:updated><title>Siga o site e pague menos</title><description>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:black; font-family:Times; font-size:13pt'&gt;&lt;strong&gt;Fique de olho nas promoções relâmpago feitas pelas lojas online onde é possível encontrar &lt;br/&gt;computadores com até 57,5% de desconto&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;br /&gt;				&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:black; font-family:Times; font-size:13pt'&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Marília Almeida&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;br /&gt;				&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Jornal da Tarde&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;16/10/2009&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:black; font-family:Times; font-size:13pt'&gt;O hábito de acompanhar os sites de venda online das principais redes varejistas pode render bons descontos na compra de computadores. A maioria dos sites oferecem desktops (computadores de mesa), notebooks e netbooks (mini-computadores), com descontos que podem chegar a 57,5% em promoções relâmpago. Esta é a economia obtida na compra de um notebook Pentium Dual Core com 2 GB da Semp Toshiba, que sai de R$ 4.699 por R$ 1.999 no site da Shoptime (veja ofertas na tabela ao lado).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Em sites como Americanas.com, Fast Shop e Saraiva, é comum ver a etiqueta 'só hoje', com reduções significativas nos preços de produtos de informática. Passada a promoção, os mesmo itens são encontrados a preços "normais". No site da Fnac, além das ofertas do dia, há mais de 150 produtos de tecnologia com descontos de até 40%.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Para acompanhá-las, vale abusar de ferramentas como e-mail e redes sociais, como o Twitter, microblog onde é possível seguir as promoções instantâneas das empresas, literalmente. Outra boa ferramenta para pesquisa é o comparador de preços, pois a diferença entre um mesmo modelo de computador pode chegar a 70% dependendo da loja virtual, diz Marcelo Salvador, gerente comercial da consultoria E-bit.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;"É o momento para aproveitar promoções, pois as lojas estão conseguindo boas negociações em produtos importados por causa da desvalorização do dólar."&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Eugenio Foganholo, diretor da consultoria de varejo Mixxer, explica que essas promoções são uma 'isca' para o consumidor acompanhar o site e criar possibilidades para a compra de outros produtos durante a pesquisa.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O músico André Farias Leite da Silva Ramos, 34 anos, conseguiu 12% de desconto em um notebook em uma promoção relâmpago. André achou a oferta após pesquisar quase diariamente nos sites durante oito meses.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;"O frete era gratuito, o site oferecia opção de parcelamento em doze vezes e ainda consegui mais 10% de desconto ao optar pelo pagamento com cartão de crédito. Tudo isso fez com que a compra coubesse no meu bolso"&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;Ipod em 12x sem juros&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A Apple lançou sua loja virtual brasileira este mês e oferece brinde para qualquer pedido feito pelo site. Ao acessá-lo, o consumidor encontra condições de pagamentos facilitadas. Qualquer produto pode ser parcelado em até doze vezes sem juros e o frete é gratuito para pedidos acima de R$ 120.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A loja também oferece serviços, como personalização de computadores, gravação gratuita na superfície de Ipods e caixas para presentear.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Para ficar por dentro das ofertas do site, basta inserir e-mail na home do site apple.com/br e se cadastrar para recebê-las. &lt;/span&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;br /&gt;				&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-2233757220443535758?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mainichiokane.blogspot.com/2009/10/siga-o-site-e-pague-menos.html</link><author>noreply@blogger.com (Urano)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-3166992768009254624</guid><pubDate>Wed, 14 Oct 2009 12:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-14T09:06:50.514-03:00</atom:updated><title>Caderneta para maiores</title><description>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Georgia'&gt;&lt;span style='color:black; font-size:9pt'&gt;Desistência do governo de tributar poupança dá aos grandes investidores vantagens num ambiente de juro baixo.&lt;/span&gt;&lt;span style='color:#124fb9; font-size:17pt'&gt;&lt;br /&gt;					&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;table border='0' style='border-collapse:collapse'&gt;&lt;colgroup&gt;&lt;col style='width:573px'/&gt;&lt;/colgroup&gt;&lt;tbody valign='top'&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Trebuchet MS; font-size:10pt'&gt;&lt;br/&gt;Valor Econômico&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Trebuchet MS'&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style='font-size:8pt'&gt;Por Angelo Pavini e Luciana Monteiro, de São Paulo&lt;/span&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style='font-size:8pt'&gt;14/10/2009&lt;/span&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;&lt;br /&gt;											&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Trebuchet MS; font-size:10pt'&gt;A decisão do governo de desistir definitivamente - depois de muitas idas e vindas - da tributação da poupança permite ao investidor com maior volume de recursos aproveitar as vantagens da caderneta neste ambiente de juro baixo. Antes, havia a expectativa de que os ganhos dos saldos acima de R$ 50 mil seriam tributados, o que inibia investidores com valores maiores fazerem a troca de fundos conservadores - DI e renda fixa - mais caros pela caderneta. Agora, vale a pena fazer as contas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Trebuchet MS; font-size:10pt'&gt;Olhando apenas a rentabilidade e imaginando que os fundos rendam somente o CDI, hoje com a taxa Selic de 8,75% ao ano, a caderneta seria vantajosa para quem não conseguir uma taxa de administração inferior ou igual a 1% em prazos abaixo de um ano. A partir de 0,75% de taxa de administração, o retorno do fundo empata ou ganha da poupança em todos os prazos. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Trebuchet MS; font-size:10pt'&gt;Mas se os juros subirem nos próximos meses, a situação para os fundos melhora. Com uma Selic de 9,75%, fundos com taxa de administração de 2% passam a empatar com a caderneta a partir de prazos superiores a um ano. Com 1,5% de custo, os fundos ganhariam da poupança em qualquer prazo. Já se os juros subirem mais, atingindo 10,75% ao ano, fundos com taxa de 3% passam a ser competitivos com a poupança nos prazos superiores a um ano. E carteiras com taxa de 2,5% empatam ou ganham das caderneta em qualquer prazo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Trebuchet MS; font-size:10pt'&gt;Olhando o cenário de juros, a expectativa do mercado é de que as taxas comecem a subir no fim do ano que vem. Isso significaria quase um ano de rentabilidade mais alta para a caderneta. E, mesmo com a alta dos juros, a estimativa é de que o Banco Central (BC) pare a Selic em 11% ao ano no primeiro semestre de 2011. Haveria, portanto, um espaço ao menos para diversificação, com parte dos recursos novos indo para caderneta no curto prazo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Trebuchet MS; font-size:10pt'&gt;Para o investidor que já está em fundos, é preciso avaliar se a troca pela caderneta vale a pena considerando o prazo que o dinheiro já está aplicado. Sacar antes de dois anos significará pagar mais imposto. E, mesmo para quem já está há dois anos, se mais adiante a decisão for voltar para o fundo, será preciso recomeçar a contagem do tempo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Trebuchet MS; font-size:10pt'&gt;Também é preciso levar em conta as comodidades oferecidas pelos fundos, como o resgate diário sem perda da rentabilidade passada. Na caderneta, os resgates sem perda de rendimento são permitidos apenas uma vez por mês. Em compensação, os fundos pagam imposto antecipadamente, a cada seis meses, por meio do chamado "come-cotas". No geral, porém, a caderneta se torna competitiva em relação aos fundos e também em relação a outras aplicações, como CDBs e títulos do Tesouro Direto.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Trebuchet MS; font-size:10pt'&gt;Nesse nível de Selic e diante do histórico das taxas de administração dos fundos de investimento no Brasil, a caderneta de poupança continua a melhor opção para o pequeno investidor, diz Rodrigo Menon, sócio do escritório de aconselhamento financeiro Beta Advisors. "Mesmo no caso do Tesouro Direto fica difícil competir, pois é preciso conseguir uma taxa de custódia e de corretagem baixas para compensar", avalia.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Trebuchet MS; font-size:10pt'&gt;Independentemente do nível dos juros, o investidor tem de zelar sempre pelos custos das aplicações e o Tesouro Direto é uma das melhores opções, avalia Marcia Dessen, sócia do Grupo Educacional Bankrisk. A grande maioria das corretoras cobra até 0,4% ao ano de taxa de custódia, mas há instituições nas quais o investidor não tem custos. Se um aplicador comprar uma LFT (Letra Financeiro do Tesouro, papel pós-fixado) que paga 100% do CDI usando como intermediária uma corretora que cobra 0,4% ao ano, terá no final o equivalente a 95% do CDI.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Trebuchet MS; font-size:10pt'&gt;Diante desse cenário, os CDB perdem atratividade, avalia Marcia, pois a necessidade de captação dos bancos caiu e já é difícil conseguir taxas acima de 90% do CDI. "É mais interessante, portanto, obter 100% do CDI num título do Tesouro Direto", diz. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Trebuchet MS; font-size:10pt'&gt;Já para os investidores com maiores valores para aplicar - algo entre R$ 300 mil e R$ 500 mil -, há outros instrumentos para otimizar a carteira, diz Menon. Ele cita os fundos imobiliários, de capital protegido ou mesmo os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI). "Com o CDI menor, cai também o custo de oportunidade do investidor", diz ele. "Hoje é mais fácil arriscar deixar de ganhar 8,75% ao ano diversificando do que quando os juros estavam altos."&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Trebuchet MS; font-size:10pt'&gt;Para valores até R$ 30 mil, a caderneta de poupança é imbatível, diz Eduardo Jurcevic, superintendente de investimentos do Grupo Santander Brasil. "Mas isso vale para quem pode deixar o dinheiro aplicado e só resgatar no vencimento, senão o fundo pode compensar mais", observa. Segundo ele, com R$ 30 mil já é possível um investidor conseguir um fundo DI com taxa de administração de 1% ao ano no Santander, uma taxa bastante competitiva. Ele lembra ainda que a alta dos juros no ano que vem pode mudar essa relação. "Esperamos que o juro suba já no primeiro semestre e atinja 11,75% no fim de 2010". Nesse caso, o ganho dos fundos seria muito maior, especialmente os DI.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Trebuchet MS; font-size:10pt'&gt;Para William Eid Júnior, coordenador do Centro de Estudos em Finanças da FGV-SP, a migração de fundos para caderneta não deve ser grande, apesar da vantagem. "O investidor dá prioridade para a preservação de valor antes do ganho e, se a caderneta vai ganhar mais por algum tempo, ele pode não se preocupar tanto em migrar pois sabe que isso vai mudar mais adiante", diz Eid. O fato de muitos fundos reduzirem o valor mínimo de aplicação para fundos com taxas mais baixas também ajudam a evitar essa migração. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Trebuchet MS; font-size:10pt'&gt;O fim da discussão da tributação pode levar alguns grandes investidores a aplicar em poupança, admite Marcelo Giufrida, presidente da Associação Nacional dos Bancos de Investimento (Anbid). Mas a migração não deve ser muito grande, considerando que a previsão é de que os juros voltarem a subir no ano que vem, beneficiando os fundos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Trebuchet MS; font-size:10pt'&gt;Giufrida observa também que a maioria dos fundos tem conseguido rentabilidade acima do CDI. "As simulações de ganho dos fundos não consideram isso", lembra. O motivo é que cada vez mais os fundos aplicam em papéis privados e reduzem a parcela em títulos indexados ao juro diário. Giufrida acha que a discussão sobre a poupança deve voltar quando os juros tornarem a cair no futuro, para evitar distorções no mercado financeiro. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Trebuchet MS; font-size:10pt'&gt;No Congresso, líderes do PT já estudam outras fórmulas para a caderneta de poupança, incluindo atrelar os juros à Selic para valores acima de R$ 120 mil.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-3166992768009254624?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mainichiokane.blogspot.com/2009/10/caderneta-para-maiores.html</link><author>noreply@blogger.com (Urano)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-5603968372533568474</guid><pubDate>Wed, 09 Sep 2009 16:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-09T13:46:29.068-03:00</atom:updated><title>Os fundos de pensão e a redução da Selic</title><description>&lt;span style="font-weight: bold; font-family: times new roman;"&gt;Autor(es): Guilherme Lacerda&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: times new roman;"&gt;Valor Econômico - 09/09/2009&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Com a Selic a 8,75% ao ano, será necessário reorganizar os portfólios dos investidores institucionais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;A sociedade brasileira e as instituições têm mostrado maturidade e flexibilidade para se adaptar às novas realidades econômicas. Atravessamos um período hiperinflacionário para aterrissar no ambiente atual de estabilidade da moeda e crescimento econômico. Muitos ajustes foram feitos, mas o legado inflacionário ainda não foi totalmente desmontado. Prova disso é a discussão em torno da caderneta de poupança, instrumento histórico criado para proteger os saldos líquidos de economias das famílias corroídos pela inflação. Afinal, em que lugar do mundo se corrige com 6% de juros reais um capital sem correr riscos e sem pagar imposto?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;As políticas econômicas pós-ditadura acentuaram o vício da sociedade brasileira em juros. Durante muito tempo, generosas remunerações oriundas da sistemática perversa de rolagem da dívida serviram a uma classe financista que enriqueceu sem correr riscos, indo totalmente na contramão de uma atitude empreendedora, schumpeteriana. Esse processo criou uma dependência nefasta, disseminando o hábito de esperar um alto retorno através de um capital não produtivo. Os fundos de pensão também se beneficiaram nesse período e engordaram seus patrimônios - embora alguns tenham estacionado seus capitais em tempos de juros altíssimos! Mas isso é uma outra história.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Agora os tempos são outros. Com a Selic a 8,75% ao ano, será necessário reorganizar os portfólios dos investidores institucionais, orientando-os para outras paragens que vão além do "bê-a-bá" ortodoxo da renda fixa concentrado em papéis da dívida pública. Ou seja, os investidores institucionais deixarão de financiar o passivo nacional para financiar investimentos produtivos, buscando bons projetos com taxas de retorno satisfatórias e riscos sob medida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Nesses termos, os fundos de pensão não serão empecilho para a Selic permanecer nesse patamar ou ter mais cortes. Explico: o ambiente econômico do Brasil e o avanço do mercado de capitais continuam favoráveis para que os gestores dos fundos de pensão superem suas metas atuariais, a exemplo do que vinha ocorrendo antes de 2008 e tal como ocorreu neste primeiro semestre. A bolsa brasileira continua com boas perspectivas, com desempenho superior aos dos demais países emergentes e do centro. E há um número grande de empresas médias que vão ganhando corpo e passam a ser opção para também serem listadas. Ademais, há setores do mercado de capitais que se consolidam e apresentam boas possibilidades de retorno, como a indústria de Private Equity e Venture Capital e os instrumentos de dívida para o crédito privado. Por último, não se pode subestimar o potencial de capitalização e ganhos do mercado imobiliário nacional, para não dizer de uma alternativa importantíssima que é aquela formada pelos diversos bons projetos em infraestrutura, os quais, até que enfim, estão saindo do papel e poderão ter os fundos de pensão como participantes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Os títulos públicos federais também continuam atrativos. As NTNB"s que casam com o passivo dos fundos de pensão remuneram, a médio e longo prazo, algo em torno de 6,35% a 6,45% mais o IPCA. E, portanto, ainda retornam mais que as metas atuariais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Nos países de mercados mais maduros, a taxa de desconto atuarial que precifica os passivos dos fundos de pensão varia entre 3% a 4% e geralmente é superior ao retorno advindo do ativo livre de risco. Ou seja, não é "nada do outro mundo" os gestores procurarem outros investimentos mais arriscados para garantir cumprir seus compromissos atuariais. Um desafio a vencer aqui no Brasil é dado pelo fato de que, até então, a maioria dos investidores institucionais previdenciários haviam transferido suas gestões próprias de ativos para bancos e estes têm mantido até agora uma postura resistente de adaptação aos novos tempos. Somente agora, em 2009, surge com mais força ofertas de fundos de crédito privado, intermediados por gestores exclusivos ou bancos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Em verdade, aqueles administradores mais prudentes de entidades previdenciárias já vêm há alguns anos montando carteiras mais adequadas para conviver com essa nova e saudável realidade de juros. Nesse sentido, aproveitaram para alongar o "duration" dos ativos, assegurando um estoque que remunera mais que os compromissos atuariais. E, sobretudo, redirecionaram os investimentos para índices de conjuntura mais adequados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;A Fundação dos Economiários Federais (Funcef), por exemplo, migrou de 47% da carteira atrelada a CDI/juros em 2003 para atuais 17%; de 25% da carteira vinculada ao índice de inflação (2003) para atuais 44%; e aumentou para 39% a carteira designada aos ativos reais ancorados no setor produtivo (ações de empresas e segmento imobiliário). Nossa disposição volta-se para fazer aplicações bancárias associadas aos índices de preços nacionais com uma taxa real de juros e não mais a estimativas de CDI"s (Certificados de Depósitos Interbancários). Estamos abolindo as referências ao IGP, que tem trazido para os contratos uma instabilidade de rentabilidade danosa e perfeitamente dispensável.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Enfim, essas medidas tópicas vão aos poucos criando um novo ambiente no mercado financeiro e de capitais, com a supressão de resquícios incômodos dos padrões de indexação anteriores. Falta agora os gestores independentes ou vinculados a bancos compreenderem essa nova etapa e também ajustarem suas posições, inclusive trabalhando com menores taxas de administração de carteiras.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Em síntese, todos os atores deste ambiente terão que se adequar ao novo cenário. Haverá a necessidade de aumentar a exposição aos riscos para obter rentabilidade, condição que estimula o mercado de capitais a formatar produtos compatíveis, ter regulação com incentivos corretos, equipes internas mais capacitadas e uma melhor comunicação com os colegiados e os participantes. Sabemos que o Sistema de Previdência Complementar Brasileiro tem todas as condições para percorrer esses novos caminhos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Guilherme Lacerda , presidente da Fundação dos Economiários Federais (Funcef), é economista com mestrado pela USP e doutorado pela Unicamp. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-5603968372533568474?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mainichiokane.blogspot.com/2009/09/os-fundos-de-pensao-e-reducao-da-selic.html</link><author>noreply@blogger.com (Urano)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-5889072807762464025</guid><pubDate>Wed, 09 Sep 2009 16:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-09T13:11:07.574-03:00</atom:updated><title>CSHG muda estratégia de fundos para ganhar mercado</title><description>&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Previdência Aberta: Com a busca do investidor por alternativas diferenciadas diante da queda do juro, instituição decide dar mais foco à gestão ativa de renda fixa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: times new roman;"&gt;Valor Econômico&lt;br /&gt;Por Alessandra Bellotto, de São Paulo.&lt;br /&gt;09/09/2009&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;De olho na demanda do investidor por estratégias diferenciadas também na previdência privada aberta, a Credit Suisse Hedging-Griffo (CSHG) decidiu alterar a política de investimentos de seus dois fundos para ganhar competitividade. A gestora de recursos atua na previdência desde agosto de 2006, em parceria com a Mapfre Seguros, mas só recentemente percebeu o setor como uma grande oportunidade de negócio - hoje, o patrimônio sob gestão nas duas carteiras soma pouco mais de R$ 35 milhões. "Com o juro baixo, o cliente da previdência também começou a buscar alternativas", diz o gestor de Renda Fixa e Multimercados da CSHG, Ettore Marchetti.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;As mudanças nos fundos foram decididas logo após o pior momento da crise financeira, em setembro, e com o objetivo de aproveitar melhor a experiência da casa na gestão ativa de renda fixa, conta Marchetti. O primeiro passo foi transformar o fundo de previdência DI em uma carteira de juro real (descontada a inflação). "O DI é um fundo mais para o varejo, não traz diferencial", diz o gestor. Já o CSHG Mapfre Juro Real adota como política de investimentos a gestão ativa com NTN-B, título do Tesouro Nacional com rentabilidade vinculada à variação do IPCA, acrescida de juros definidos no momento da compra.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Para a previdência, cujo horizonte é de longo prazo, faz todo sentido ter uma aplicação que pague um juro além da inflação, defende Marchetti. "Hoje, no mercado de previdência, não há alternativas de fundos de juro real", ressalta. Desde que o novo modelo foi adotado, segundo o gestor, grandes oportunidades surgiram. No começo do ano, a NTN-B com vencimento em maio de 2015 chegou a pagar juro de 8,2% mais inflação. O cupom (retorno) baixou - hoje, está em 6,4% - e o fundo se apropriou do ganho. No ano até agosto, o CSHG Mapfre Juro real tem ganho de 12,53% ante 6,91% do CDI.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Outra mudança foi no CSHG Mapfre Plus. O fundo, que era classificado como multimercado agressivo, passou a operar como uma carteira balanceada, na proporção de 60% de renda fixa e 40% de ações. "Para um multimercado, o fundo era muito engessado, as regras da Susep (Superintendência de Seguros Privados) são muito rígidas, o que dificulta a busca por retorno", conta Marchetti. Pela nova política, a parcela de ações tende a reproduzir o IBrX-50. O diferencial de ganho deve vir da gestão ativa de renda fixa, com aplicações pré e pós-fixadas e atreladas a índices de preços. No ano, o retorno até agosto chega a 21,56%.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Os fundos de previdência da CSHG, distribuídos pela Mapfre, têm aplicação mínima inicial de R$ 30 mil e contribuições mínimas de R$ 1 mil. A taxa de administração do Juro Real é de 1,1% ao ano e o do Plus, de 1,5%.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-5889072807762464025?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mainichiokane.blogspot.com/2009/09/cshg-muda-estrategia-de-fundos-para.html</link><author>noreply@blogger.com (Urano)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-4073976483735638487</guid><pubDate>Thu, 03 Sep 2009 14:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-03T11:26:06.693-03:00</atom:updated><title>Proteção que vale ouro</title><description>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman'&gt;&lt;span style='color:black'&gt;Metal acumula a maior valorização entre as opções de investimento do mercado nos últimos 10 anos.&lt;/span&gt;&lt;span style='color:#124fb9'&gt;&lt;br /&gt;					&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;table border='0' style='border-collapse:collapse'&gt;&lt;colgroup&gt;&lt;col style='width:573px'/&gt;&lt;/colgroup&gt;&lt;tbody valign='top'&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman'&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;Valor Econômico&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman'&gt;&lt;strong&gt;Por Assis Moreira, de Genebra&lt;br/&gt;03/09/2009&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman'&gt;O melhor ativo para investimento dos últimos dez anos foi o ouro. Quem investiu no metal ganhou 245% de rendimento em dólar entre julho de 1999 e julho deste ano, comparado a 3% de retorno obtido em média com aplicações em ações nas bolsas de países industrializados. O ouro bateu, inclusive, o ganho das ações das melhores companhias e dos emergentes. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman'&gt;O cálculo é do Instituto de Finanças Internacionais (IIF), associação que agrupa os maiores bancos do mundo. O instituto alerta num relatório confidencial que alguns ativos podem estar sobrevalorizados no contexto atual e com o risco de sofrer correções.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman'&gt;A crise global, com o desmoronamento dos mercados financeiros ao redor do mundo e a consequente busca por proteção dos investidores, alterou a classificação dos ativos que mais deram retorno. O ouro, visto como porto seguro em crises mais sérias, certamente foi beneficiado nos últimos dois anos pelo receio de que a crise americana afetasse o dólar. No longo prazo, depois do ouro, o segundo maior rendimento veio dos bônus soberanos de países emergentes, seguido do obtido pelas ações também dos emergentes. As commodities ganharam igualmente de títulos do tesouro americano e de títulos de dívida de empresas. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman'&gt;Já quem aplicou em ações nos mercados industrializados só ganhou 3% na média, em dólar, em dez anos, ainda mais depois do baque das bolsas americanas e europeias desde 2007. O mercado de ações nos Estados Unidos no período de 2007 a 2009 foi o que sofreu o declínio mais profundo e rápido. O resultado é que quem aplicou em ações no mercado americano registrou perda de 17% na média no periodo de dez anos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman'&gt;No curto prazo, a situação está mudando, com sinais de melhora dos mercados acionários desde março. A analista Suki Cooper, do Barclays Capital, em Londres, nota que o ouro continua a ser atrativo, mas os indicadores de que a economia chegou ao fundo do poço - e que, portanto, as ações estavam novamente atrativas - aguçaram o apetite por risco. O metal amarelo se valorizou em 9% em dólar de março para cá, mais do que os 7% das commodities em geral. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman'&gt;Já no mercado de ações, as bolsas nos países emergentes tiveram alta de 76% em média e, nos países ricos, de 59%. Nos EUA, a queda foi mais rápida, mas a recuperação também tem sido mais veloz. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman'&gt;Vários ativos se recuperaram desde o segundo trimestre, sobretudo ativos que haviam caído mais, mas a maioria ainda não recuperou tudo o que perdeu na crise global. As ações dos emergentes, por exemplo, só voltaram ao nível de fins de 2006 e, no caso dos mercados dos países mais ricos, ao nível do começo de 2004.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman'&gt;O IIF aponta uma interação de três tendências que podem trazer mais flutuações nos mercados financeiros após um periodo de menor volatilidade. Primeiro, a recuperação econômica ocorre em mais países, elevando as expectativas de alta de juros. O Banco Central de Israel foi o primeiro a aumentar as taxas. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman'&gt;Segundo, bancos, principalmente nos EUA e na Europa, continuam o processo de desalavancagem e redução de ativos, com vários deles ainda sob pressão, sobretudo por causa de sua gigantesca exposição aos mercados imobiliários. Isso alimenta questões sobre o vigor e a sustentabilidade da recuperação econômica.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman'&gt;E terceiro, depois da substancial alta nos mercados desde março, a sobrevalorização pode não durar. O risco de "ganhos desapontadores" das empresas abertas neste terceiro trimestre pode deflagrar o gatilho para uma correção nos mercados de ações globalmente.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman'&gt;Um sinal dessa maior cautela com ativos de risco aparece no fluxo líquido de recursos para fundos de ações de mercados emergentes, que começou a desacelerar. Ao mesmo tempo, aumentou para fundos de ações dos Estados Unidos e de títulos de emergentes.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman'&gt;Segundo o IIF, o fluxo líquido para fundos de ações de emergentes passou de US$ 7,5 bilhões em junho para US$ 4,7 bilhões em julho. Em agosto, ficou em apenas US$ 1,4 bilhão. Os mercados asiáticos receberam a parte do leão durante o ano, com mais de US$ 13,5 bilhões, comparados a US$ 5,5 bilhões para fundos de ações da América Latina.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman'&gt;Por sua vez, o fluxo líquido para fundos de renda fixa (títulos soberanos e em moeda local) de emergentes aumentou nas últimas semanas, totalizando US$ 6,6 bilhões, depois de retirada líquida de US$ 119 bilhões durante 2008. Com pouca expectativa de juros mais altos no curto prazo, fundos de títulos dos EUA receberam fluxo líquido de US$ 30 bilhões desde o começo de julho, totalizando US$ 120 bilhões no ano.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman'&gt;&lt;br /&gt;				&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-4073976483735638487?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mainichiokane.blogspot.com/2009/09/protecao-que-vale-ouro.html</link><author>noreply@blogger.com (Urano)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-1130724079201598119</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2009 11:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-31T08:35:44.599-03:00</atom:updated><title>Bolsa com proteção</title><description>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman'&gt;&lt;span style='color:black'&gt;Com o Ibovespa subindo 50% no ano, bancos criam fundos de capital garantido para atrair investidor mais conservador&lt;/span&gt;&lt;span style='color:#124fb9'&gt;&lt;br /&gt;					&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;table border='0' style='border-collapse:collapse'&gt;&lt;colgroup&gt;&lt;col style='width:573px'/&gt;&lt;/colgroup&gt;&lt;tbody valign='top'&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman'&gt;&lt;strong&gt;&lt;br/&gt;Valor Econômico&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman'&gt;&lt;strong&gt;Angelo Pavini, de São Paulo&lt;br/&gt;31/08/2009&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman'&gt;Com o Índice Bovespa subindo 53,66% no ano, depois de cair 41,22% no ano passado, ficou difícil encontrar investidores com coragem para comprar ações. Para ajudar, todos os analistas, apesar do otimismo, alertam que o mercado subiu rápido demais e pode cair a qualquer momento. Mas a bolsa continua subindo e os investidores sentem que perderam o bonde. Esse ambiente de insegurança e, ao mesmo tempo, de tentação, é o ideal para os fundos de capital garantido ou protegido, oferecidos pelos bancos, e que dão ao investidor uma parte do ganho do Índice Bovespa em troca da proteção do valor aplicado.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman'&gt;Nesta semana, Itaú Unibanco, Citibank e Santander estão colocando na praça carteiras que devem reunir patrimônio total de R$ 550 milhões. Na semana passada, o Real, controlado pelo Santander, encerrou a captação de um capital garantido de R$ 450 milhões. Somando todos, a captação deve atingir R$ 1 bilhão, ou 23,6% do patrimônio total da categoria, que terminou julho em R$ 4,2 bilhões.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman'&gt;Cada fundo tem características diferentes e deve ser bem estudado pelo investidor. Todo, porém, têm em comum a estrutura, de aceitar aplicações por um período e depois ficarem fechados até o vencimento - apenas o do Real vem agora com uma versão com saques trimestrais. Além disso, têm gatilhos atrelados ao Ibovespa que, se atingidos em qualquer momento da vigência do fundo, mesmo por um segundo, transformam totalmente a aplicação.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman'&gt;A oferta desses fundos depende do mercado de opções - onde os investidores assumem o compromisso de comprar ou vender um ativo a determinado preço em troca de um prêmio -, que serve de base para as estruturas protegidas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman'&gt;O Itau Unibanco está encerrando hoje a captação de dois fundos oferecidos para os clientes do varejo seletivo Uniclass e Personnalité. A expectativa é captar R$ 250 milhões, diz Osvaldo do Nascimento, diretor executivo responsável por operações de investimento e previdência. "Já operamos com esse tipo de fundo desde 2006, temos 14 carteiras e um patrimônio de mais de R$ 1,250 bilhão, com 15 mil cotistas", afirma. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman'&gt;Apesar de ligados à bolsa, os dois fundos oferecem ganhos de renda fixa, equivalentes a 130% do CDI (cerca de 11,5%). Mas caso o Ibovespa supere em qualquer momento dos 228 dias de prazo dos fundos 21% de alta ou baixa, o investidor leva apenas o principal aplicado. Isso significaria o Ibovespa cair abaixo de 45.583 pontos ou subir além dos 69.817 pontos, tendo como referência o fechamento de sexta-feira, a 57.700 pontos. Os fundos tem aplicação de R$ 5 mil e a taxa de administração é de 1,5%.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman'&gt;Para Nascimento, os fundos protegidos pegam o investidor que quer ingressar no mercado acionário, mas não tem muito apetite pelo risco. "É o investidor que não quer saber do risco de perder", diz. São ainda investidores mais idosos, que querem ganhar mais que o CDI sem arriscar o principal. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman'&gt;No Citibank, o prazo para captação do Citifirst Ibovespa Capital Protegido termina sexta-feira, 4 de setembro. A aplicação mínima é de R$ 25 mil e o prazo é de 18 meses, explica Jan Karsten, diretor de investimentos do Citibank Brasil. O fundo tem uma barreira de alta para o Ibovespa de 40% e de baixa de 25% em relação à data de criação do fundo, 8 de setembro. Em relação a sexta-feira, significaria cair abaixo de 43.275 ou ficar acima de 80.780. Se o índice não bater esses limites em nenhum momento, o investidor levará a variação do Ibovespa, para cima ou para baixo. Ou seja, se o índice cair 20% ou subir 20%, o investidor ganhará 20%.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman'&gt;Já se o índice cair mais de 25%, o fundo passará a seguir o Ibovespa até o vencimento, pagando no mínimo o capital aplicado. Se o indice subir mais de 40%, e no vencimento do fundo estiver positivo, o investidor leva uma taxa acima do CDI. Se o índice estiver abaixo, levará a taxa do CDI menos a perda do Ibovespa. E se o índice bater as duas barreiras, o investidor leva a taxa de juros. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman'&gt;"Vemos muitos investidores que não participaram do salto da Bovespa e agora ficam preocupado em entrar depois de toda alta", afirma Karsten. O Citibank tem hoje R$ 400 milhões em fundos de capital protegido, e espera captar mais R$ 100 milhões com a nova carteira. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman'&gt;Já no Santander, que encerrou o Real Capital Protegido 4 na sexta-feira e estará captando no Santander Capital Protegido 5 até 9 de outubro, a barreira de baixa do Ibovespa é de 20% e a de alta, de 40% (46.160 a 80.780 pontos), explica Alexandre Paixão Silvério, superintendente de gestão da Santander Asset Management.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman'&gt;O fundo do Real tem prazo de um ano e meio e começará no dia 14 de setembro, enquanto o do Santander terá dois anos. "Tivemos de alongar os prazos pois a menor volatilidade reduziu os prêmios de curto prazo", explica Silvério. A aplicação mínima é de R$ 5 mil e a taxa de administração é de 2,5% nos dois fundos. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman'&gt;Segundo Silvério, o fundo de capital garantido tem um pouco da atratividade da bolsa com a tranquilidade da proteção de principal. "E há o benefício de ganhar mesmo em cenário de queda da bolsa", diz ele, lembrando que as carteira do Santander e do Real também pagam a variação do índice, para cima ou para baixo, desde que ele não ultrapasse as barreiras.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman'&gt;Se bater o limite de baixa e o Ibovespa fechar o período em alta, o investidor receberá o a variação do índice. Mas se o Ibovespa cair, receberá o valor aplicado apenas. Já se o Ibovespa superar o limite de alta e depois fechar o período positivo, o investidor sai com a taxa de juros. Se o índice fechar em baixa, recebe a variação percentual do índice. Se bater as duas barreiras, de alta e baixa, o fundo paga a taxa prefixada. O Santander já acumula R$ 1,8 bilhão em capital garantido, já incluindo o novo do Real.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman'&gt;Para William Eid Júnior, coordenador do Centro de Estudos em Finanças da FGV, os fundos de capital protegido são bons para investidores mais acomodados ou que morrem de medo de bolsa. "O melhor é selecionar bons gestores de ações e renda fixa e aplicar direto", afirma ele. Eid recomenda que o investidor trace cenários e pense. "Ele tem de ver que, se a bolsa subir 50%, ele ficará satisfeito com 150% do CDI, ou 14%", diz. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman'&gt;Foi o que aconteceu com alguns investidores que aplicaram em fundos desse tipo no fim do ano passado e, pela volatilidade, saíram com um ganho de 180% do CDI. "Se o investidor acha que a bolsa vai superar os 66 mil pontos, é melhor entrar direto em ações", resume Nascimento, do Itaú Unibanco. Dos 13 lançamentos do Itaú, cinco ficaram limitados ao principal, especialmente os lançados em 2007 e meados de 2008. Já no Citibank, o fundo criado em janeiro de 2008 vence hoje e deve pagar o principal aos investidores, que teriam perdido cerca de 9% se estivessem no Ibovespa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-1130724079201598119?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mainichiokane.blogspot.com/2009/08/bolsa-com-protecao.html</link><author>noreply@blogger.com (Urano)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-7651555979628400913</guid><pubDate>Mon, 24 Aug 2009 12:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-24T09:42:08.986-03:00</atom:updated><title>Cotista suporta taxa de 5% ou mais</title><description>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;div&gt;&lt;table border='0' style='border-collapse:collapse'&gt;&lt;colgroup&gt;&lt;col style='width:573px'/&gt;&lt;/colgroup&gt;&lt;tbody valign='top'&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;Autor(es): Mariana Segala&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;O Estado de S. Paulo - 24/08/2009&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt; &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt; &lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Apesar da queda de cinco pontos na Selic em 2009, os fundos conservadores com taxa de administração a partir de 5% ao ano perderam no período um número limitado de investidores - ou até receberam novos. As dez carteiras com maior custo de administração, selecionadas a partir de pesquisa na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e no site Fortuna, somam patrimônio de R$ 5,1 bilhões e 585.361 cotistas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Oito dos dez fundos tiveram resgates líquidos em 2009, mas em proporção limitada ante o patrimônio. A captação dos dez fundos está positiva em R$ 116 milhões neste ano (até dia 19). O maior deles - o Santander Classic Referenciado DI, com taxa de 5% - perdeu 10% dos cotistas, mas mantém R$ 3 bilhões em carteira.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Com os juros básicos em 8,75% ao ano, alguns economistas calculam que fundos com custo anual entre 0,5% e 1% já empatam com o retorno da poupança. A caderneta, neste ano (até dia 19), rende 4,55% e os fundos com taxas de administração a partir de 5% ao ano, apenas 2,74%. No mesmo período, o CDI tem retorno de 6,61%. O empresário Henrique Carbonell deixou uma carteira com taxa de administração de 2% e foi para outra, com custo de 0,4% ao ano. "É assustador um banco cobrar taxa de 4% quando o trabalho de gestão é praticamente nulo."&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Com taxa de 5,5%, o Itauvest Plus Curto Prazo tem 142 mil cotistas, patrimônio de R$ 1,9 bilhão e retorno de 2,94% no ano. Trata-se de um fundo com resgate automático, o que encareceria a gestão. "É mais uma conveniência do que um fundo", diz o diretor de produtos de investimentos do Itaú Unibanco, Cláudio Sanches, acrescentando que o banco pretende reduzir as taxas em até dois pontos neste e em outros fundos semelhantes nos próximos dois meses.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;No topo da lista, o Renda Fixa BRB Liquidez, que cobra 6,5%, tem apenas 750 cotistas e patrimônio de R$ 16,5 milhões - o Banco de Brasília estuda reduzir a taxa. No Bradesco, dois fundos com taxa de 6% mantêm R$ 87 milhões, mesmo fechados para captação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-7651555979628400913?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mainichiokane.blogspot.com/2009/08/cotista-suporta-taxa-de-5-ou-mais.html</link><author>noreply@blogger.com (Urano)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-2276654473243648622</guid><pubDate>Fri, 21 Aug 2009 13:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-21T10:46:33.528-03:00</atom:updated><title>Poucos e bons</title><description>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman'&gt;&lt;span style='color:black'&gt;Na média, só 5% dos fundos mistos no Brasil têm retornos que compensam o risco e justificam o custo cobrado na gestão, revela estudo do Insper&lt;/span&gt;&lt;span style='color:#124fb9'&gt;&lt;br /&gt;					&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;table border='0' style='border-collapse:collapse'&gt;&lt;colgroup&gt;&lt;col style='width:573px'/&gt;&lt;/colgroup&gt;&lt;tbody valign='top'&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman'&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;Valor Econômico&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman'&gt;&lt;strong&gt;Por Adriana Cotias, de São Paulo&lt;br/&gt;21/08/2009&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman'&gt;Na média, só 5% dos fundos hedge brasileiros conseguem obter retornos que recompensam o investidor pelo risco e por não estar na renda fixa, e valem o custo da gestão diferenciada. E, no geral, são poucos os profissionais à frente desses portfólios com habilidade para identificar mudanças de tendência a ponto de mexer na carteira rapidamente para ganhar com o chamado "market timing". Em contrapartida, boa parte dos multimercados locais cumpre o papel de ter correlação nula com o mercado, o que quer dizer que a performance independe do vaivém dos ativos de referência. Tais conclusões estão no estudo "Análise e Desempenho dos Multimercados Brasileiros", recém-concluído por Gustavo Jordão e Marcelo Moura, do Insper - Instituto de Ensino e Pesquisa.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman'&gt;No trabalho, os pesquisadores mapearam 2.347 fundos mistos, com os dados mensais da Associação Nacional dos Bancos de Investimentos (Anbid). Para tanto, consideraram três períodos distintos: a vida dos fundos a partir de 2000 até seu término ou até fevereiro último (para os fundos ainda ativos); em 12 meses encerrados em fevereiro de 2009; e, de junho a novembro de 2008, intervalo que compreendeu as piores perdas do Ibovespa, quando os mercados globais se defrontaram com os desdobramentos da crise do "subprime", as hipotecas americanas de alto risco. &lt;br /&gt;&lt;div style='text-align: center'&gt;&lt;table border='0' style='border-collapse:collapse'&gt;&lt;colgroup&gt;&lt;col style='width:338px'/&gt;&lt;/colgroup&gt;&lt;tbody valign='top'&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p/&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Para medir o desempenho das carteiras, Jordão e Moura se valeram do tradicional Capital Asset Pricing Model (CAPM, modelo que relaciona o retorno esperado de um determinado ativo de risco pela taxa livre de risco, o CDI, por exemplo, e o prêmio de risco do mercado, no caso o Ibovespa) e de Sharpe. Foram usadas também suas extensões: o CAPM com "market timing", de Treynor e Mazuy, além de modelos que levam em conta outros fatores além do prêmio de risco de mercado, como o Fama e French - que considera o efeito do tamanho das empresas, o valor de mercado e patrimônio líquido sobre o valor de mercado - e o de Carhart - que avalia o "momentun effect", que é o impacto de portfólios de ações com alto retorno sobre ações com baixo retorno. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Avaliando-se, primeiro, os diferentes períodos, os pesquisadores constataram que, quando considerada a vida dos fundos entre janeiro de 2000 e fevereiro de 2009, 82,36% deles conseguem ter rentabilidade média superior ao Ibovespa, mas apenas 42,56% ficam acima do CDI. Quando se restringe a análise para 12 meses (entre fevereiro de 2008 e fevereiro de 2009), 64,38% batem o índice e somente 9,54% ultrapassam o CDI. O mesmo ocorre na fase que corresponde aos meses mais adversos da crise, entre junho e novembro de 2008, quando 61,40% dos portfólios ficaram acima do Ibovespa e só 7,37% superaram o CDI. Vale lembrar que, nesses dois últimos intervalos, o índice de referência da bolsa brasileira apresentou perdas de 2,88% e 49,59%, respectivamente.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O que se conclui dessas amostras é que os resultados obtidos não foram dos mais favoráveis para os multimercados brasileiros, quando analisada a capacidade dos gestores de obterem ganhos que não sejam simplesmente explicados pela elevada taxa de juros e o próprio risco Ibovespa. Dependendo do modelo utilizado, somente de 3,58% a 6,35% dos 2.347 fundos analisados conseguiram criar aquilo que os financistas chamam de alfa, uma medida de geração de valor adicional ao prêmio de risco. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"A promessa que o fundo faz é conseguir um retorno que mais do que compense o que o investidor obteria se aplicasse diretamente em ativos arriscados, é um retorno que tem de justificar o custo da taxa de administração, caso contrário ele poderia comprar as ações do índice e não precisaria pagar o preço da gestão", diz Moura. Mas o pior do levantamento é que entre 8,44% e 12,61% dos fundos tiveram retorno negativo. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tal dinâmica, explica Moura, não é particularidade do mercado local. Outros estudos internacionais comprovam que são poucos os gestores que acertam a mão também nas economias desenvolvidas. No caso brasileiro, os juros historicamente elevados explicam a dificuldade dos gestores de baterem o CDI.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nas janelas de tempo mais recentes, ele suspeita que são as altas taxas de administração cobradas pelos fundos que corroem o desempenho. Mesmo as carteiras que conseguem bater o "benchmark" acabam tendo parte do resultado comido pelas taxas de performance, aquelas que incidem quando o gestor cumpre determinado objetivo de rentabilidade, acrescenta Jordão. Ele explica que todos os modelos foram calculados pelos retornos líquidos, excluindo-se os efeitos dos custos, sem considerar, entretanto, a tributação, que depende do prazo do investimento. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A habilidade dos gestores para prever as oscilações do mercado também foi testada e só 6,56% dos fundos, ou 154 carteiras, evidenciaram a capacidade desses profissionais para se aproveitar das mudanças de tendência pelo modelo CAPM. Nesse item, a evidência mais desalentadora é que gestores de 378 fundos (ou 16,10% deles) foram completamente inábeis: não só não agregaram ganhos para as carteiras como destruíram valor. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tais resultados são tão mais relevantes num ambiente em que os juros brasileiros atingiram um nível historicamente baixo, com a Selic em 8,75% ao ano, pontua Moura. "Quando estava em 13%, até um ano atrás, os fundos tinham que, pelo menos, bater essa taxa e o investidor tinha a ilusão de que recebia um bom retorno, embora não tivesse a percepção exata do risco que corria." A crise, a seu ver, foi educativa no sentido de mostrar esse risco que o aplicador não enxergava nos multimercados enquanto a bolsa era para cima e os ativos só se valorizavam. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em contrapartida, boa parte das carteiras avaliadas, 37% delas, conseguiram neutralizar o risco de mercado. No ano passado, por exemplo, quando o Ibovespa mergulhou de mais de 70 mil para 29 mil pontos, os gestores evitaram uma queda de tal proporção e, no geral, preservaram o capital do investidor.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-2276654473243648622?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mainichiokane.blogspot.com/2009/08/poucos-e-bons.html</link><author>noreply@blogger.com (Urano)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-1561334150575133998</guid><pubDate>Fri, 21 Aug 2009 11:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-21T08:04:04.951-03:00</atom:updated><title>Bancos 'escondem' conta corrente gratuita</title><description>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:black; font-family:Times; font-size:13pt'&gt;&lt;strong&gt;Jornal da Tarde&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:black; font-family:Times; font-size:13pt'&gt;&lt;strong&gt;21/08/2009&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:black; font-family:Times; font-size:13pt'&gt;&lt;strong&gt;Pesquisa do Idec mostra que funcionários das instituições financeiras nem sempre informam ao cliente sobre a opção que tem os serviços essenciais&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;br /&gt;				&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times; font-size:13pt'&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style='color:black'&gt;ELENI TRINDADE, &lt;a href='mailto:eleni.trindade@grupoestado.com.br'/&gt;&lt;/span&gt;eleni.trindade@grupoestado.com.br&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;br /&gt;				&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:black; font-family:Times; font-size:13pt'&gt;O cliente que faz apenas operações simples nos bancos pode economizar se optar por uma conta corrente somente com serviços essenciais, sobre a qual não há tarifa. O problema é que nem todos os bancos fornecem informações claras sobre esse tipo de produto. O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) avaliou dez bancos que atuam no País (Banco do Brasil, Bradesco, Banrisul, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú, Nossa Caixa, Real, Santander e Unibanco) e concluiu que eles demoram para fazer a alteração de uma conta de outro tipo para a sem taxação, quando solicitada, e ainda fazem cobranças indevidas. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;"Os bancos não divulgam a conta com serviços essenciais porque isso contraria o interesse deles de obter receita com tarifas bancárias", afirma Ione Amorim, economista do Idec e coordenadora da pesquisa. Segundo ela, a única maneira de o consumidor ter acesso a esse tipo de serviço é tomar a iniciativa de pedi-lo na agência. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informou que sempre divulga as normas do setor para os bancos. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Os serviços essenciais foram regulamentados pelo Banco Central em 2007 em resolução que determina que as instituições financeiras ofereçam serviços gratuitamente, exceto a taxa de renovação cadastral, que pode ser exigida a cada seis meses. "Queremos mudança nesse quesito porque são custos que as instituições estão transferindo ao consumidor", destaca Ione.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O estudo mostrou que na maioria dos bancos as informações sobre a conta com serviços essenciais é conhecida pelos funcionários, mas ainda assim houve problemas. De acordo com o Idec, na Caixa Econômica Federal, a gerente alegou que o produto não existia e só depois de muita insistência a alteração foi feita, tendo como comprovante da operação uma apenas um telefonema do banco. No HSBC e no Real, o cliente foi orientado a enviar uma carta pedindo a alteração e foram aplicadas taxas sem fornecimento de comprovantes. O Real exigiu ainda o pagamento de três tarifas que não mais cabiam com a alteração: sobre envio de talão de cheque, sobre extrato e sobre renovação cadastral. O Bradesco também cobrou tarifa indevidamente. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Segundo Ione, apesar de importante por servir como prova para o cliente contestar taxas irregulares, a maioria dos bancos não fornece comprovante sobre a conversão da conta porque não há norma que os obrigue a fazer isso. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Entre os que forneceram o documento, Bradesco, Banco do Brasil, Caixa, HSBC, Nossa Caixa, Real e Unibanco tiveram seus comprovantes considerados insatisfatórios pelo Idec. A Nossa Caixa informou que está desenvolvendo "um novo modelo de comprovante em que as informações que demonstram as alterações fiquem ainda mais claras". O HSBC, Santander e Real não quiseram fazer comentários. O Bradesco alegou que "adota os procedimentos regulamentados pela lei." O Banco do Brasil informou que "tem uma política de divulgar os serviços essenciais para o cliente e atende o previsto no Código de Defesa do Consumidor". Os demais não responderam ao JT.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O estudante Eduardo Macini é um dos que poderiam se beneficiar com a mudança para uma conta de serviços essenciais. "Escolhi um pacote para ficar tranquilo, mas me surpreendi com tarifas que não esperava", diz. "Os serviços essenciais podem ser uma boa opção para evitar essas situações."&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;DICAS&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ao solicitar a mudança da sua conta para uma de serviços essenciais, exija o comprovante &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Caso alguma taxa venha a ser cobrada, exija seu cancelamento ou estorno caso já tenha feito o pagamento&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Confira sempre as tarifas no extrato (prefira as formas gratuitas: internet e telefone)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Caso o banco não providencie a mudança da conta ou não cancele cobranças indevidas, reclame com a ouvidoria da instituição bancária ou procure o setor de atendimento do Banco Central 0800-979-2345&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;SERVIÇOS ESSENCIAIS&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Cartão de débito (exceto em caso de reposição para ocorrência de perda ou roubo) &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Dois extratos mensais nos terminais de autoatendimento &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quatro saques por mês (em caixa eletrônico ou no guichê da agência bancária, inclusive por meio de cheque)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Duas transferências de dinheiro na mesma instituição por mês &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Compensação de cheques &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Consulta pela internet&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Extrato consolidado discriminando as tarifas cobradas no ano anterior (até o dia 28 de fevereiro de cada ano) &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Estão proibidas cobranças para depósitos ou emissão de cheques de qualquer valor &lt;/span&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;br /&gt;				&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-1561334150575133998?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mainichiokane.blogspot.com/2009/08/bancos-conta-corrente-gratuita.html</link><author>noreply@blogger.com (Urano)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-2511624195674052547</guid><pubDate>Sun, 16 Aug 2009 12:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-16T09:34:04.328-03:00</atom:updated><title>Pechincha vale até para produto em promoção</title><description>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Jornal da Tarde&lt;br /&gt;16/08/2009 &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Na hora da compra, nada de vergonha:especialistas mostram que é possível conseguir bons descontos na aquisição de móveis, eletrônicos e até roupas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;SAULO LUZ, saulo.luz@grupoestado.com.br&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Nunca aceitar a primeira oferta. Essa é a recomendação de especialistas para o consumidor na hora da compra. Mesmo quando o preço já está interessante, é possível pechinchar e obter um bom desconto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;“Em certas culturas orientais, o vendedor se sente ofendido se o cliente não negociar. Para eles, aceitar o preço inicial é chamar o vendedor de bobo, já que poderia ter pedido mais e o consumidor compraria do mesmo jeito”, diz Rafael Paschoarelli, Professor de Finanças da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (FEA-USP) e autor do livro A nova regra do jogo, que trata sobre a negociação envolvendo dinheiro. Para ele, é obrigação do consumidor negociar e evitar lojas em que o vendedor não tem autonomia para dar descontos. “A clássica resposta de que o ‘sistema’ não permite o desconto é equivalente a dizer que o sistema é mais importante que o consumidor.”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;O JT foi às ruas e descobriu que é possível pechinchar na maioria das lojas, principalmente nas grandes redes de varejo de móveis e eletrodomésticos, onde sempre se pode obter algum desconto. Na Marabraz, por exemplo, foi possível reduzir de R$ 799 (parcelado em 10 vezes) para R$ 600 (à vista) o preço de um guarda-roupas. E o preço de um sofá de canto (5 lugares) no Magazine Luiza caiu de R$1.349 (em 6 vezes) para R$ 1.100.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Na Casas Bahia, conseguimos desconto em uma TV LCD 29 polegadas da LG que já estava em promoção - de R$ 2.499, saía por R$ 1.699. Após pechinchar bastante, a reportagem conseguiu que o preço baixasse para R$ 1.709.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Nas lojas de roupas e artigos esportivos, os descontos não foram grandes. Na Sandry Fashion, o tênis de futebol society da Adidas caiu de R$ 129,99 (em 4 vezes) para R$ 126. Paschoarelli explica porque há diferença no desconto conforme o produto. “Os fabricantes de móveis variam de loja para loja. Já as marcas de roupas e eletrodomésticos são sempre as mesmas e o preço é quase tabelado.”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;A pechincha é um jogo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Na negociação é preciso perder a vergonha, ser ousado e sinalizar que a compra é uma possibilidade, não uma necessidade. “O cliente deve escolher o momento certo de jogar. Já o vendedor é prisioneiro desse jogo e tem que jogar o tempo inteiro”, diz Nacir Sales, consultor empresarial formado em Negociação pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP), autor do livro Dr. Negociação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;“Uma dica é ir com cônjuge e uma das partes demonstrar que não quer comprar, dizer que viu uma promoção melhor ou querer ir embora. Isso fará que o vendedor sinta necessidade de oferecer algo adicional”, recomenda Paschoarelli. Para compras de bens de valores altos, o negócio só deve ser fechado com o gerente da loja. “Se não chegou no gerente da loja, não foi boa o suficiente”, garante.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;A analista de recursos humanos Evelyn Mellissa Baptista Martins, 23 anos, se considera uma pechincheira nata. Na semana passada, ela foi a uma loja da rede O Boticário comprar presente para o Dia dos Pais e, após pechinchar bastante, obteve desconto de R$ 5 e levou de brinde um batom no valor de R$ 12. Ela conta que é importante apresentar alter nativas ao vendedor. “Não pode só reclamar. Se conseguir um desconto ou brinde, levo algo mais da loja. Se não derem o desconto, eu parto para outra.” &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-2511624195674052547?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mainichiokane.blogspot.com/2009/08/pechincha-vale-ate-para-produto-em.html</link><author>noreply@blogger.com (Urano)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-5954953745207447180</guid><pubDate>Thu, 13 Aug 2009 12:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-13T09:25:42.419-03:00</atom:updated><title>Líquidos, bancos brigam por taxa</title><description>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;span style='color:#0d727c'&gt;&lt;strong&gt;Captação: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style='color:black'&gt;Instituições reduzem a emissão de depósitos com garantia especial&lt;/span&gt;&lt;span style='color:#124fb9'&gt;&lt;br /&gt;					&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;table border='0' style='border-collapse:collapse'&gt;&lt;colgroup&gt;&lt;col style='width:573px'/&gt;&lt;/colgroup&gt;&lt;tbody valign='top'&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;Valor Econômico&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;Maria Christina Carvalho e Fernando Travaglini, de São Paulo&lt;br/&gt;13/08/2009&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Os bancos de médio porte já estão em posição confortável em relação à liquidez. Tão confortável que começaram a travar uma queda de braço com os investidores. A disputa gira em torno das taxas pagas pelo chamado depósito a prazo com garantia especial (DPGE), novo instrumento de captação criado durante a crise e que conta com a cobertura de até R$ 20 milhões do Fundo Garantidor de Crédito (FGC).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;É justamente essa cobertura, na visão dos bancos médios, que deveria trazer os juros mais próximos do CDI. Ao contrário da expectativa dessas instituições, no entanto, o custo tem ficado bem acima, na casa dos 115% do CDI, em média. Somado a isso, há ainda uma taxa de seguro, cobrada pelo FGC, de 1% ao ano, que com a Selic de hoje, em 8,75%, eleva o custo em mais 12% do CDI. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Essa combinação de liquidez restabelecida e custo alto fez com que as emissões de DPGE desacelerassem nas últimas semanas, chegando a R$ 10 bilhões, bastante longe da expectativa inicial que girava entre R$ 30 bilhões e R$ 40 bilhões. "A queda de braço continua. Os investidores ainda estão querendo levar vantagem em tudo. Querem segurança com preço de rentabilidade. A rentabilidade está no CDB", disse Renato Oliva, presidente da Associação Brasileira de Bancos (ABBC).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Segundo Aniz Chacur Neto, vice-presidente do ABC Brasil, a criação do DPGE foi uma medida muito saudável do BC porque trouxe de volta a confiança do investidor. Mas o custo está salgado. O ABC tem limite para emitir R$ 2 bilhões em DPGE, mas não fez nenhuma operação. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;De fato, segundo dados do FGC, cerca de 60 instituições já utilizaram o novo instrumento, mas as captações representam menos de 20% do limite que poderia ser atingido por elas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;O ABC está emitindo CDB pagando de 103% a 104% do CDI, conta o executivo. "Se fosse emitir um DPGE, o custo passaria a 110% do CDI. Hoje o CDI está em 8,6%, com o seguro de 1% vai a 11,6% Para ficar competitivo com o CDB, teria que pagar apenas 91,5% do CDI. Mas é bom que exista porque tranquiliza o mercado". &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;O presidente do Bonsucesso, Paulo Henrique Pentagna Guimarães, não esperava esse desempenho com cenário com o qual fechou o balanço de 2008. Na realidade, o primeiro trimestre deste ano ainda não foi bom. O cenário só começou a mudar a partir daí, quando foi criado o DPGE, em abril, que normalizou as condições de liquidez para os médios - o aumento da margem consignável de 20% para 30% nas operações com beneficiários do INSS também contribuiu positivamente.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Somente em DPGE o Bonsucesso emitiu R$ 430 milhões até a semana passada. "Mas o custo é muito caro, dado que é supergarantido, quase um risco soberano. Estimava-se inicialmente que poderiam ser emitidos até R$ 50 bilhões. Não vai crescer tanto assim por causa do custo. Ao pagar o seguro de 1% o custo sobe a 112% 115% do CDI". &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Os bancos estão tentando sensibilizar o BC e o próprio FGC, disse Pentagna Guimarães. "O custo foi fixado em 1% quando a Selic era mais alta do que hoje. Hoje está em 8,75%. Não faz sentido. Qualquer seguradora cobraria menos. O custo do DPGE deveria ser a metade, 0,5% a 0,3% a 0,4% a partir de agora. Isso também baratearia custo do dinheiro para pequena e média empresa".&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;O diretor-executivo do FGC, Antonio Carlos Bueno de Camargo Silva, diz que o custo é adequado para a atual realidade. "Sempre haverá reivindicação de quem paga uma taxa, mas o patamar hoje é adequado". Segundo ele, a redução das emissões de DPGE se deve à normalização da liquidez nos bancos médios. "Ninguém está precisando fazer captação". A tendência, segundo ele, é que o estoque feche o ano próximo de R$ 15 bilhões, com o crescimento das operações de crédito no segundo semestre.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Milto Bardini, vice-presidente do BicBanco, afirma que a menor pressão de liquidez contribuiu para reduzir os custos de captação. O banco está pagando o equivalente a 104% do CDI. Mas não descarta a emissão do depósito a prazo com garantia especial (DPGE), que tem cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), quando a demanda por crédito aumentar. Apesar do custo salgado, o DPGE pode ser competitivo em comparação com as captações internacionais, disse.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Mesmo com a normalidade, Oliva, da ABBC, diz que a entidade discute com o Banco Central e com outras entidades a criação de novas estruturas de captação para os bancos. As principais propostas seriam a criação de um recibo de depósito bancário (RDB) que pudesse ser negociado em mercado secundário e de um certificado de depósito bancário (CDB) que tivesse uma garantia vinculada em títulos de crédito concedidos pelos bancos (CCB). A ABBC estuda ainda uma espécie de debêntures financeira, semelhante aos bônus emitidos pelos bancos no exterior.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-5954953745207447180?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mainichiokane.blogspot.com/2009/08/liquidos-bancos-brigam-por-taxa.html</link><author>noreply@blogger.com (Urano)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-7968873380897570977</guid><pubDate>Thu, 13 Aug 2009 12:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-13T09:23:08.167-03:00</atom:updated><title>Transparência na marra</title><description>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Trebuchet MS; font-size:9pt'&gt;&lt;br /&gt;				&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;span style='color:black'&gt;Fundos que não divulgam dados das carteiras ao mercado caem de 97% para 28% do total após ação da CVM cobrando informações.&lt;/span&gt;&lt;span style='color:#124fb9'&gt;&lt;br /&gt;					&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;table border='0' style='border-collapse:collapse'&gt;&lt;colgroup&gt;&lt;col style='width:573px'/&gt;&lt;/colgroup&gt;&lt;tbody valign='top'&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;Valor Econômico&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;Por Angelo Pavini, de São Paulo&lt;br/&gt;13/08/2009&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;O "pito" que a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) deu no mercado no fim de abril teve efeito e os fundos de investimento passaram a divulgar mais informações de suas carteiras. A regra é antiga e clara, todos devem divulgar em que está aplicado o dinheiro dos investidores até dez dias depois do fim do mês, com exceção das operações consideradas estratégicas, que podem ficar em sigilo por até 90 dias. Mas o que era exceção virou regra e a grande maioria, 97% dos fundos, deixava para abrir as carteiras 90 dias depois, segundo estudo da CVM obtido com exclusividade pelo Valor. Esse percentual caiu para 28% em junho. O puxão de orelha veio por meio de um ofício circular, que dava prazo para a divulgação da carteira a partir de 30 de junho.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Os números mostram que muitos desses adiamentos eram baseados mais em segredos de polichinelo do que em estratégias especiais que virariam pó após sua divulgação. Era o caso dos fundos que aplicavam apenas em papéis da Petrobras e que não divulgavam a carteira. Ou fundos de cotas que aplicavam em outro fundo do próprio banco e não queriam informar isso ao mercado. Ou fundos DI que aplicam quase unicamente em papéis do Tesouro Nacional.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;A mudança enfrentou, porém, resistências, inclusive de uma das maiores casas do mercado, o Itaú Unibanco, segundo gestores que pediram para não ser citados. O Valor procurou a gestora, mas não obteve retorno ao pedido de entrevista até o fechamento desta edição. A CVM confirma que houve resistências de um gestor de grande porte, mas não citou quem seria.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;A queda dos que mantêm as carteiras em segredo foi expressiva, mas o número ainda é elevado, afirma Carlos Alberto Rebello, superintendente de Relações com Investidores Institucionais da CVM. No fim de junho, 1.623 fundos não exclusivos ocultaram informações, dos quais 417 não apresentaram sequer uma justificativa. Em julho, o total teria caído para 1.300 fundos, estima Rebello, que acredita que a tendência é de uma redução nos próximos meses. "Mas esses 28% são um percentual elevado", diz. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Para Rebello, o número alto reflete, além do grande gestor que não abriu as carteiras, o processo de ajuste do mercado à regra. "Era uma coisa que, apesar de ser a norma, não era seguida, exige uma certa dinâmica para justificar o que não é divulgado, e isso dá trabalho para o gestor", diz. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Para o superintendente, a ação da CVM é mais que justificada, em primeiro lugar, porque o setor de fundos estava interpretando uma exceção como regra. "Além disso, o mercado está no limiar de entrar em um processo de ter mais risco nas carteiras dos fundos, e o melhor remédio para evitar problemas com os investidores, além dos controles internos dos gestores, é ser o mais transparente possível", diz. Por isso, Rebello acha estranho resistências a mostrar informações que não sejam estratégicas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;O superintendente lembra que abrir a carteira dos fundos deveria ser um princípio. "Eu confio no gestor, no Armínio Fraga, mas quero acompanhar sempre, para ver se ele cumpre o mandato e para que eu possa avaliar o risco do meu investimento", diz. "Além disso, a abertura da carteira está prevista na legislação e é importante tanto para o cotista quanto para quem vai aplicar no fundo."&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Segundo Rebello, a medida teve uma adesão muito boa entre os grandes gestores. "Apenas um reagiu mal", diz. Sozinho, esse gestor responde por um terço dos fundos que não divulgaram seus dados. Mas a melhora em julho mostra que "as coisas estão entrando nos eixos", diz Rebello. Ele acrescenta ainda que, entre as justificativas apresentadas, havia coisas estranhas, como o fundo de cotas (FIC) que aplicava em um fundo mãe que também não divulgava a carteira. "Isso nos faz pensar como esse gestor trata a questão da transparência", alfineta.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Por esse motivo, a CVM vai analisar nos próximos quatro meses os argumentos dados pelos gestores. "Vamos processar as informações, temos algumas que são consistentes e algumas pérolas, que não explicam nada", diz Rebello. Ele espera que o percentual de fundos que não informam ao mercado seja maior nos multimercados e de ações, mas abaixo dos 30% a 36% atuais, mais perto dos 20%, uma vez que são carteiras que fazem mais operações diferenciadas. No caso dos renda fixa, o percentual deve ser mais baixo ainda, na casa dos 10%. "Nessas carteiras há títulos privados que são ilíquidos e que se justificaria manter o sigilo, mas a maioria das carteiras ainda é formada por títulos públicos". "Entendemos que ocultar uma operação estratégia faz sentido, até para proteger o investidor, mas é preciso ter fundamento", diz.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;A ideia da CVM é também esperar para ver se as justificativas dos gestores ao ocultar uma compra de ação, por exemplo, se confirmam. Ninguém deve ser punido por enquanto, exceto os que não justificaram a ausência de informações. "Há nesse meio fundos que são exclusivos na prática, mas não estão registrados assim, e que têm de se regularizar" afirma Rebello. "E, em quatro meses, podemos até aperfeiçoar a regra", diz ele. "A transparência é até uma forma de proteger não só o investidor, como o gestor também nestes tempos de maior risco", afirma. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;A abertura das carteiras é uma assunto que interessa particularmente à Associação dos Investidores do Mercado de Capitais (Amec), que reúne gestores de fundos de ações que costumam aplicar em ações de menor liquidez. Segundo Régis Abreu, vice-presidente da entidade, a Amec levou para a CVM uma proposta estabelecendo uma forma de saber quando a informação deve ser sigilosa. "Em alguns casos, o gestor leva 30, 60 dias para montar uma posição em uma ação sem muita liquidez e aí não tem sentido divulgar isso dez dias depois", diz. Segundo Abreu, isso abriria possibilidade de outros gestores tentarem atrapalhar a operação ou tirar proveito dela, comprando antes o papel. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Por isso, a Amec sugere que se separe as ações por seu peso em índices como o Ibovespa. As que representassem 80% do índice, por exemplo, deveriam ter suas compras divulgadas normalmente. Já as que representam 20% do peso - e são muito mais papéis - poderiam ficar 90 dias. "Isso garantiria a abertura de 50%, 60% das carteiras", diz. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Abreu diz que a preocupação da CVM é justificada. "Há uma mudança no perfil do setor de fundos que levará a uma redução dos títulos públicos e um aumento tanto de opções de crédito privado quanto de emissores", lembra ele. "E a necessidade de transparência do setor aumentar, até para melhorar o entendimento do investidor em que ele está aplicando", diz. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:#232323; font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Um gestor de um grande banco que pediu para não ser identificado acha que o mercado brasileiro não é tão sofisticado a ponto de exigir muito sigilo das operações. "Não tem sentido ocultar CDB, debêntures ou posições de ações líquidas", diz. "O que a CVM quer é também evitar aquele conceito de caixa preta, fundos que ninguém sabe em que aplica, e que foi o que permitiu a existência do esquema de pirâmide de Bernard Madoff nos EUA", acrescenta&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-7968873380897570977?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mainichiokane.blogspot.com/2009/08/transparencia-na-marra.html</link><author>noreply@blogger.com (Urano)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-3626693509093600345</guid><pubDate>Thu, 06 Aug 2009 11:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-06T08:59:56.202-03:00</atom:updated><title>DI perde enquanto poupança capta mais de R$ 5 bi em julho</title><description>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;div&gt;&lt;table border='0' style='border-collapse:collapse'&gt;&lt;colgroup&gt;&lt;col style='width:573px'/&gt;&lt;/colgroup&gt;&lt;tbody valign='top'&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;Autor(es): Angelo Pavini&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;Valor Econômico - 06/08/2009&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt; &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt; &lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;De pouco adiantou os bancos de varejo reduzirem o valor de aplicação em fundos DI com taxas de administração mais baixas para tentar evitar a migração dos novos investimentos para a poupança. No mês passado, o primeiro com o juro básico de 8,75% ao ano, a caderneta acumulava, até dia 30, captação líquida (aplicações menos resgates) de R$ 5,104 bilhões, a maior do ano e recorde. Ao mesmo tempo, os fundos DI terminaram o mês passado perdendo R$ 56 milhões.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;A perda é pequena, mas mostra que, se o investidor não está sacando dos DIs para aplicar em poupança por enquanto, também não está entusiasmado para fazer novas aplicações nessas carteiras. Já a caderneta registra a maior captação mensal fora dos meses de dezembro desde janeiro de 2004. Normalmente, a poupança capta mais no último mês do ano por conta do 13º salário. Fora o mês passado, apenas em junho de 2002 houve uma captação parecida, de R$ 5,293 bilhões, o recorde anterior excluindo dezembros.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style='text-align: center'&gt;&lt;table border='0' style='border-collapse:collapse'&gt;&lt;colgroup&gt;&lt;col style='width:338px'/&gt;&lt;/colgroup&gt;&lt;tbody valign='top'&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt; &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p/&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style='padding-top: 1px; padding-left: 1px; padding-bottom: 1px; padding-right: 1px' vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;O motivo é que, com a queda do juro básico para 8,75% ao ano, fundos DI com taxas de administração mais altas, acima de 2% ao ano, passaram a render menos que a poupança por conta do custo da gestão e do imposto.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Se a caderneta tiver captado também no dia 31 (como costuma ocorrer em meses de maior procura), o resultado de julho será o dobro da captação do mesmo mês do ano passado, de R$ 2,258 bilhões. E caracterizará uma tendência, já que será o terceiro mês seguido de captação - R$ 1,8 bilhão em maio, R$ 2 bilhões em junho e R$ 5,1 bilhões em julho.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Na Caixa Econômica Federal, líder do mercado de poupança, a captação da caderneta no ano até o fim de julho está em R$ 5 bilhões e a expectativa é de chegar a algo entre R$ 9 bilhões e 10 bilhões até o fim do ano. Mas não houve fuga de fundos DI, diz o vice-presidente de Pessoa Física da Caixa, Fábio Lenza. Houve até captação em carteiras com taxas de administração, segundo ele, vantajosas, que seriam inferiores a 1,1% ao ano.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;A discussão sobre qual a taxa de administração máxima que o investidor deve pagar também cria controvérsias no mercado. A maioria das simulações de rentabilidade leva em conta que os fundos DI rendem apenas a Selic, de 8,75%, o que significa que fundos com taxa de administração acima de 1,5% já perdem para a caderneta. Mas a Associação Nacional dos Bancos de Investimento (Anbid) argumenta que, com a queda dos juros, os fundos passaram a render mais e, portanto, haveria ganho maior mesmo em carteiras que cobram 2% ao ano.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Olhando a rentabilidade média dos fundos DI em julho, de 0,83%, já sem a taxa de administração, confirma-se que ela está mesmo acima do CDI do período, de 0,78%. Descontando desse valor um imposto de 15%, para aplicações acima de dois anos, o investidor levaria para casa um ganho líquido de 0,71%. Melhor que a poupança, que rendeu no mês 0,6056%. Já se a aplicação for por um prazo até seis meses, que paga imposto de 22,5%, o ganho líquido cai para 0,6045%, abaixo da caderneta.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Cabe ao investidor, portanto, analisar como está o desempenho do fundo em que aplica. Carteiras DI com taxas de administração de 3%, 4% e até 5% ao ano dificilmente conseguirão empatar com a caderneta. Já fundos com custo em torno de 2% serão vantajosos dependendo do gestor.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;O desempenho das carteiras pesa mais quando se compara os fundos de renda fixa com a poupança. Como esses fundos podem aplicar em títulos prefixados e correm um pouco mais de risco, conseguem ter desempenhos diferenciados. Em julho, o ganho médio dos fundos de renda fixa foi de 0,84%, também superior ao CDI, mas bem próximo dos DIs. No ano, os renda fixa acumulam 6,53% até julho, para 6,34% dos DIs.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Em julho, a poupança captou mais do que nos meses de maio e junho somados, observa Marcus Matos, gerente executivo de Produtos e Investimento do Grupo Santander Brasil. "O mês passado foi bastante forte, captamos 50% do que tínhamos captado no primeiro semestre todo", diz. Para ele, o que está ocorrendo é que o investidor, quando precisa, saca do fundo e, na hora que tem dinheiro, aplica na caderneta. E esse movimento deve continuar, acredita Matos. Ele alerta, porém, que o investidor em poupança precisa de mais disciplina, pois se resgatar fora da data, perde o rendimento."&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Merece destaque em julho, quando o Índice Bovespa acumulou alta de 6,41%, que os fundos de ações não captaram - ao contrário, perderam R$ 103 milhões. Mesmo com categorias rendendo até 14,83%, caso das "small caps".&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Os fundos fecharam julho com captação de R$ 30,396 bilhões, segundo a Anbid. Mas esses números foram inchados por quase R$ 14 bilhões em fundos de recebíveis (FIDC) da Petrobras e mais R$ 10 bilhões em carteiras administradas que foram transformadas em fundos multimercados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-3626693509093600345?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mainichiokane.blogspot.com/2009/08/di-perde-enquanto-poupanca-capta-mais.html</link><author>noreply@blogger.com (Urano)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4407735666826049346.post-2251611923799472535</guid><pubDate>Wed, 05 Aug 2009 13:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-05T10:48:45.012-03:00</atom:updated><title>Tesouro Direto perde terreno</title><description>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;div&gt;&lt;table border='0' style='border-collapse:collapse'&gt;&lt;colgroup&gt;&lt;col style='width:10px'/&gt;&lt;col style='width:330px'/&gt;&lt;/colgroup&gt;&lt;tbody valign='top'&gt;&lt;tr&gt;&lt;td vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt; &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td vAlign='middle'&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:black; font-family:Times; font-size:13pt'&gt;&lt;strong&gt;Jornal da Tarde&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:black; font-family:Times; font-size:13pt'&gt;&lt;strong&gt;05/08/2009&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:black; font-family:Times; font-size:13pt'&gt;&lt;strong&gt;Número de interessados no programa de compra de títulos públicos pela internet caiu 43,3%&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;&lt;br /&gt;									&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:black; font-family:Times; font-size:13pt'&gt;A queda nas taxas de juros esfriou a procura pelos títulos públicos. Balanço do Tesouro Nacional mostra que o número de novos investidores cadastrados no Tesouro Direto, programa que permite que pessoas físicas comprem esses papéis diretamente do governo na internet, caiu 43,3% de maio para junho, passando de 2.563 para 1.452 cadastros. Na comparação com junho do ano passado, o recuo é ainda maior: de 60,47%, quando foram inscritos 3.674 investidores. O dado de junho deste ano é também o mais baixo desde novembro de 2005, que registrou 1.169 inscrições. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Apesar dos números, os especialistas continuam a recomendar a aplicação como alternativa de diversificar os investimentos e para quem pode aplicar o dinheiro por, pelo menos, dois anos. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Andrew Storter, vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), acredita que com a queda da taxa básica de juros (Selic) - 8,75% ao ano - e a inflação em baixa os investimentos no Tesouro Direto ficaram menos atrativos ao público, pois a maioria dos papéis são indexados a estes dois indicadores. "A tendência é se manter em baixa", afirma ele. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;No auge da crise houve uma corrida dos investidores em busca de opções menos arriscadas, como os títulos de renda fixa. Em outubro de 2008 foram registrados 5.169 novos investidores no Tesouro Direto, 70% a mais que o cadastrado em junho deste ano. Passada a fase crítica, muitas pessoas se voltaram para outras aplicações. "Embora a crise ainda não tenha acabado, há um sentimento de que o pior já passou", afirma o diretor da corretora SLW, Robson Queiroz. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A poupança foi a aplicação que mais atraiu o investidor. Em junho, ela teve a maior captação líquida (diferença entre depósitos e saques) do ano: foram R$ 2,089 bilhões. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quando a Selic cai, o juro cai para todos os investimentos. Mas, o que faz os títulos públicos ainda ficarem na frente de outros ativos de renda fixa são os custos menores. Tanto no fundo quanto no Tesouro Direto há cobrança do Imposto de Renda no resgate. A alíquota é regressiva e vai até 15% nos investimentos superiores a dois anos. Nos fundos há, ainda, o chamado come-cotas, cobrança do IR a cada seis meses. Nos títulos, a taxa de corretagem - valor cobrado pelas instituições para intermediar a venda - variam de zero a 0,5%. Nos fundos, as taxas de administração podem comer a rentabilidade. "A taxa de administração de 2% já está perdendo", afirma Silvio Campos Neto, economista do Banco Schahin.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;As taxas menores do Tesouro Direto atraíram o investidor Keyler Carvalho Rocha, de 69 anos. Há um ano, Rocha investe em títulos prefixados (que o investidor sabe antes qual taxa vai receber) e pós-fixados. "A taxa de custódia compensa em relação às taxas de administração dos fundos. Por isso, preferi ficar nos títulos que são mais garantidos pelo governo", diz. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A dentista Helena Suzuki, de 38 anos, também prefere os títulos por causa dos custos. Ela iniciou a aplicação há dois anos com R$ 1 mil e acredita que o Tesouro Direto é um bom investimento para a aposentadoria. "Vejo que o rendimento é melhor que a poupança e estou fazendo como se fosse uma previdência." &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4407735666826049346-2251611923799472535?l=mainichiokane.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mainichiokane.blogspot.com/2009/08/tesouro-direto-perde-terreno.html</link><author>noreply@blogger.com (Urano)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item></channel></rss>